Fala, safadinhos! A loirinha mais safada está aqui.
Sou Rebeca, uma mocinha fogosa que adora um sexo casual. Tenho 21 anos e já aprontei muito..rsrsrs... Sou estilo “cavalona”, seios grandes, bumbum empinado e coxas torneadas. Neste conto, trarei mais uma aventura bem excitante. Espero deixa-los de pau duro e com vontade de bater uma punhetinha..bjinhos! Vamos ao conto!
— Filha, você precisa sair mais. Descobrir o que a natureza reserva. — Minha mãe, Carla, estava animada.
— Nunca vi isso. Uma moça no auge dos seus 18 anos querer ficar em casa. — Meu pai, Carlos, preparava o carro para sairmos em mais uma de suas aventuras.
Naquele domingo, iriamos até uma cachoeira de uma cidade vizinha. Eu estava desanimada porque tinha brigado com meu namorado. Porém, coloquei um biquini por baixo do meu vestidinho preto apertado.
Enfim, partimos. No caminho, meu namorado me ligou e discutimos. Ele estava com ciúme de mim com alguns amigos do meu pai.
— Cara, tu tá doido? São só fofocas delas.
Sussurrava no celular. Havia saído a notícia de que eu mamava os pais das minhas amigas e ele ficou sabendo. Claro que era verdade. Tudo começou porque Clara me pegou com a boca na rola do pai dela algumas semanas atrás e saiu espalhando para o nosso grupo.
— Tá... tá.... tchau!
Chegamos no local, meu pai parou o carro perto de algumas árvores e descemos a trilha. Um caminho íngreme com algumas pedras. Foi quando me arrepiei.
— Olha lá. Quem diria, hein?!?
Alguns metros abaixo, Clara, Francisco e Dalva seguiam pela trilha.
— Chico! Chamou meu pai.
Logo, estávamos em grupo. Clara me fuzilava com os olhos e Chico ria sem graça.
— Tivemos a mesma ideia. — disse Seu Francisco. Mais conhecido como Chico. — Uma baita coincidência.
Descemos a trilha e chegamos na tal cachoeira. Seu Chico era casado há 20 anos, gordinho, branco e adorava usar cavanhaque. Seus óculos marcavam seus olhos azuis e destacavam suas bochechas rosadas. Chupei a rola dele apenas uma vez, quando Clara nos pegou. Desde então, as coisas mudaram, mas meus pais não sabiam dos boatos.
— A cachoeira continua linda! — disse Seu Chico abraçando a esposa.
Algumas pessoas estavam por lá. Logo, resolvi provocar. Fui tirando meu vestidinho e falando:
— A água deve estar muito boa.
Fiquei só de biquini. Não tinha um que não olhava e pensava:
— Quem é essa loira?
Na parte debaixo da cachoeira, a água caia sobre as imensas rochas e formavam um pequeno lago.
Fui entrando enquanto os outros continuavam conversando.
A água chegava um pouco acima dos meus seios. Fui próxima as rochas e me encostei. De longe, eu observava os outros. Seu Chico, de vez em quando, olhava para mim.
Foi ai que vi minha mãe ajeitando uma toalha debaixo de uma das árvores. Colocou a cesta com alguns lanchinhos e todos se sentaram, exceto o coroa que parecia agitado.
Olhei em volta. Havia poucas pessoas que se arriscavam a ir até onde eu estava. Dei a volta na rocha e subi. Havia um ponto aonde dava para se sentar. Alguns minutos se passaram e escutei alguém se aproximando.
— Oi...ééé... desculpa, Rebeca!
Era Seu Chico, o coroa estava sem óculos e parecia tímido.
— Aonde estão os outros? — perguntei, curiosa.
— Eles estão lá debaixo da árvore. — O coroa encostou na rocha. — O que está fazendo aqui?
Apenas dei de ombros.
— Olha, Rebeca... aquele dia...sabe...
— Ah, sim. Foi um erro Seu Chico.
— Sei que Clara tem soltado uns comentários desagradáveis a seu respeito. Já falei com ela sobre...
— Está tudo bem. — Me joguei mais pra trás e encostei as costas na pequena parede.
O coroa olhou para os lados. Deu alguns passos pra trás e voltou.
— Mas, vou te falar. Essa sua boca... NOSSA! Já bati várias punhetas pensando naquele dia.
Comecei a rir.
— Sério?!? Consegui dar apenas umas duas chupadinhas.
— Naquelas duas chupadas você fez mais do que a Dalva.
Coloquei as pernas sobre a rocha e abri expondo minha bucetinha.
— Imagina só se tivéssemos tido oportunidade de continuar.
O coroa coçou a cabeça.
— Puta que pariu! Não faz isso!
Desamarrei um lado do biquini e mostrei só um pouquinho da buceta.
— Isso o que?
Ele se aproximou e segurou minhas pernas enquanto eu desamarrava o outro lado.
— Chupa minha buceta, vemmmm! — segurei na cabeça do coroa e guiei até minha xota. — AINNN! ISSSOOO! OHNNN!
Ele lambeu com vontade. O barulho da água caindo ao redor bloqueava meus gemidos.
— UINNN! ASSIMMM! AINNNN!
O coroa botou minhas pernas sobre os ombros e agarrou meus seios. Nem precisei tirar a parte de cima do biquini.
— Gostosaaaa! AHNN! PUTAAA! AHNNN!
Quando ele se saciou na minha xota, me olhou:
— Que bucetinha rosada! Olha que delicia! Combinaria muito bem com a minha rola.
Trocamos de lugar. Seu Chico já estava de sunga até os joelhos e eu mamando gostoso.
GLUB, GLUB, GLUB
— CARALHOOO! Era bem assim que eu lembrava dessa boca!
O coroa estava com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça e apenas me olhava.
— Está gostoso, Seu Chico?!? Que cacetinho bommm!
A rola dela devia ter apenas uns 13cm, mas era bem grossinha e cabia tudo na minha boca. Coloquei a língua de fora e alisei o saco dele.
— Que boca de buceta! AHNN! DELICIAAAA!
Ele ergueu as pernas, colocou sobre meus ombros e me afundou debaixo de sua barriga branca.
— Vai mamar gostoso assim lá na casa do caralhooo! OHHH!
Aumentei o ritmo e senti quando a rola endureceu. Ele segurou minha cabeça.
— Papai vai te dar leitinhoooo OHHH! Vou te amamentar é agoraaaa! ARGHHHH
O coroa delirava enquanto enchia minha boca de esperma. Cada vez que gemia, mais porra saia.
— Loira safadaaaa! AHHH!
Quando ele tirou as pernas de cima de mim, sorriu.
— O que foi, Rebeca?
Abri a boca e mostrei todo o leite na minha língua. Ele veio perto e segurou meu queixo.
— Olha quanta porra. Sua vagabunda... estava acumulando leite pra engravidar a Dalva. Engole meus filhos, vai!
Engoli e ainda passei a língua pelos lábios.
— Delicioso!
O coroa me deu um beijo. Fiquei surpresa com aquela atitude.
— Pronto! Agora que ganhou o que queria. Posso atolar a pica na sua xota.
Ele desceu da rocha, veio atrás de mim e começou a me encoxar.
— Como assim? O senhor quer meter?
— Claro, Rebeca. Bom que agora minha porra vai sair rala e não tem perigo de te deixar prenha.
Ele abriu minhas pernas e foi procurando minha buceta com sua pica que estava amolecendo.
— Puta que pariu! Toda vez isso!
Subi na rocha e me virei.
— Até ficar dura de novo. — Puxei ele pelos ombros. — Vem chupar minha xota!
Novamente, ficamos ali como dois namoradinhos. O coroa alisava minha buceta e sorria.
— Nem lembro a última vez que vi uma bucetinha tão linda assim!
Escutamos barulho ao redor. Pulei na água e fui me ajeitando enquanto Seu Chico conversava com algumas pessoas.
— Ah, sim... aqui é bem fundo!
Quando sai, vi que era um casal bem novinho.
— Escuta, tio... vocês já terminaram ai?!?
Fiquei vermelha de vergonha. A moça passou por mim e riu.
— Uma mocinha tão linda dessas dando bola pra esse coroa.
Ficamos em silêncio e saímos. Fomos até aonde estavam os outros. Depois de um tempo batendo papo, eu não conseguia tirar o olho da sunga de Seu Chico. Clara estava na cachoeira e tive uma ideia.
— Mamãe, esqueci meu celular lá no carro. Vou lá buscar!
— Ah, não, filha. Sozinha?!? É um perigo!
Dalva deu uns tapinhas no ombro de Seu Chico.
— Vai com ela, amor!
Logo, estávamos subindo a encosta. Eu na frente rebolando e Seu Chico atrás.
Chegamos no carro que estava estacionado perto de outros. Puxei Seu Chico pelos braços e o beijei.
— Calma, Rebeca. Aqui não!
Olhamos em volta e Seu Chico saiu andando me puxando pelo braço. Passamos por algumas árvores e encontramos um tronco imenso caído.
— Vai ser aqui que vou meter a rola em você, amorzinho!
Nos beijamos novamente, eu apalpando a rola do coroa que metia as mãos na minha bunda. Ele me virou e me apoiou sobre o tronco. Apenas abri as pernas, jogando o bumbum pra trás.
— Cachorraaa! OLHAAAA!
Ele alisou minha bunda enquanto punhetava. Veio por trás e...
PLAU
— AINNNN!
Em uma estocada só meteu tudo na minha buceta.
— Devagaaar! Ainnnn!
— Não seja manhosa. Você não parava de olhar pra minha sunga. E também....
PLAU, PLAU
— UINNNN!
— Minha rola é pequena comparada ao que já deve ter entrado nessa buceta!
PLAU, PLAU
Ele botou as mãos na minha cintura e metia bem gostoso.
— AINNNN! SEUUU CHICOOOOO!
Ficamos assim por alguns minutos. Às vezes ele parava e deixava eu rebolar no piru.
— ISSOOO! SUA PIRANHAAA!
Quando cansou, me puxou para perto de uma árvore. Sentou na grama e me colocou pra cavalgar.
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN! ASSSSIMMMM! CARALHOOOO! VADIAAAA!
Segurei meus seios e rebolava gostosinho. O coroa alisava minhas coxas e urrava.
— ARGHHH! Como eu queria issoooo! ohhh! Ainda vou te levar pra comer na minha cama. GOSTOSSAAAAA! AHHH!
Me levantei e me virei. Fui sentando devagarzinho na pica do coroa ficando de costas pra ele. Coloquei as mãos no chão e comecei a quicar bem rápido. Girei a cabeça e sorri.
— Tá gostosinhooo! aonnn! ainnn!
— Sua putaaa! METEEE! OHNNN!
Depois de alguns segundos, Seu Chico começou a ofegar.
— Sai de cima que vou gozarrr! AHNNN!
Ele tentou me tirar, mas ai que sentei gostoso.
— GOZAAAA! GOZAAA, PAPAIII! OHNNN!
Ele me abraçou e minha bucetinha foi sentindo a porra quentinha sendo depositada.
— Cachorra! Sua vaca gostosa!
Fiquei sentada esperando a rola amolecer. O coroa colocou a mão no meu queixo e virou minha cabeça.
— Rebeca, eu te amo!
Me deixou um baita beijo, com a outra mão, dedilhou minha xota. Senti a rola dele escapar e o coroa levantou a mão.
— Olha! Até que saiu bastante porra!
Peguei na mão dele e lambi o leitinho.
— É uma puta mesmo! Puta que pariu!
Ele deu um tapinha no meu seio.
— Levanta, vai! Antes que deem falta da gente.
Saimos de lá rumo a cachoeira.
— Rebeca, ainda vou querer te levar lá em casa pra gente dar uma.
— Só vou se treparmos na cama da Clara. — zombei. — Queria ver a cara dela se soubesse que fiz você gozar dentro da minha bucetinha. HAHAHA
Quando chegamos até a cachoeira, Clara parecia irritada. Logo, ela puxou Dalva e Seu Chico e foram embora. Enfim, ficamos lá por mais um tempo e depois fomos pra casa.
Se curtiram, deixem sempre um comentário. Nós lemos todos…rsrsr… Até hoje tenho vontade de voltar naquela cachoeira, mas to esperando aparecer um coroa pra convidar..rsrsrs
bjos!