Esposinha quer se exibir parte 8

Um conto erótico de Milena
Categoria: Heterossexual
Contém 1726 palavras
Data: 26/02/2026 11:39:47

Capítulo 8: a ousadia do novinho e eu na academia

O motor da moto finalmente silenciou na garagem. Desci da garupa mostrando minha raba sobre meu vestido todo rasgado, agora em farrapos, não conseguia mais esconder. Ricardo me olhou uma última vez antes de entrar, aquele olhar de quem havia marcado território com ferro e fogo.

Subi as escadas direto para o banho, mas o vibrar do meu celular em cima da penteadeira interrompeu meus passos.

Era ele. O "novinho" o atendente da farmácia.

Abri a mensagem e meu coração disparou. Gabriel tinha enviado uma foto do seu pau gostoso. Na foto, ele estava no banheiro da sua casa, segurando aquele pau de 19 cm grosso babando o pré Gozo. Junto da imagem, um texto curto:

"Não consigo parar de pensar no seu gosto, Milena. Quando você volta?"

Um sorriso involuntário brotou nos meus lábios. A ousadia dele era fascinante, quase suicida.

Ouvi os passos de Ricardo vindo do corredor. Bloqueei a tela num segundo, mas mantive o rosto iluminado pela malícia. Ele parou na porta, observando meu estado — o vestido rasgado jogado no chão e eu apenas de calcinha fio dental rosa.

— O que foi, Milena? Quem está te perturbando a essa hora? — perguntou ele, a voz grave, desconfiada.

Virei-me devagar, jogando o cabelo para o lado com uma falsa inocência que eu sabia que o irritava e o excitava ao mesmo tempo.

— O "novinho" da farmácia, Ricardo... — soltei, vendo as sobrancelhas dele se juntarem. — Ele está ficando muito ousado. Acabou de me mandar uma foto que provaria que ele não esqueceu o que eu fiz por ele hoje.

Ricardo deu um passo à frente, o maxilar travado. Antes que ele pudesse exigir ver o celular, eu completei com um tom decidido:

— Ele acha que me tem nas mãos, amor. Mas amanhã... amanhã eu vou para a academia bem cedo. Preciso gastar essa energia que você despertou em mim.

Ele me prensou contra a parede, sentindo o cheiro do meu desejo.

— Academia, Milena? Ou você quer ser vista por outros "novinhos" enquanto treina com essas roupas apertadas que você gosta?

— Eu quero que você saiba que, onde quer que eu vá, todos olham... mas só você sabe o preço que eu pago quando chego em casa — sussurrei, selando o acordo com um beijo castigador.

O sol mal havia começado a despontar quando ouvi o barulho suave da porta da frente se fechando. Ricardo tinha saído para trabalhar cedo, ainda carregando no olhar aquela mistura de posse e desejo da noite anterior. Eu, no entanto, já estava bem acordada, a mente fervilhando com a adrenalina do jogo que eu mesma havia criado.

Levantei-me e fui direto para o espelho. Escolhi um conjunto de academia que era quase uma provocação em forma de tecido: uma legging branca, extremamente justa e levemente transparente, que deixava o contorno da minha calcinha fio dental preta evidente a cada movimento. Por cima, apenas um top que mal cobria meus seios.

Peguei o celular e tirei uma foto de costas, inclinando o corpo para frente para que o fio dental ficasse bem marcado sob o tecido claro. Enviei para Ricardo com a legenda: "Bom trabalho, amor. Vou ali gastar a energia que você não deu conta de secar ontem..."

Em segundos, o celular vibrou. A resposta dele veio carregada de emojis de fogo e uma frase curta: "Você ainda vai me levar à loucura. Volta direto para casa, Milena. Eu vou estar pensando nessa raba o dia todo."

Sentada, sinto o celular vibrar sobre a mesa,

É Isabela no WhatsApp, vindo com confissão:

"Amiga, mal malhei, perdi toda a firmeza,

Olhando o tal do Claudio, o novo instrutor bonitão!"

Logo pergunto: "E como ele é? Me diz o que ele tem!"

Amiga, o Claudio é um espetáculo! Ele é alto, tem aquele porte de quem realmente vive no treino, sabe? Um moreno de ombros largos, braços bem definidos e um sorriso que parece que ele sabe exatamente o efeito que causa. Ele usa aquela regata cavada que não deixa nada para a imaginação, e o melhor: ele é super atencioso, fica ali corrigindo a postura com uma voz calma... eu quase esqueci como faz o agachamento!"

Então pego a bolsa da academia, confero no reflexo do espelho a minha calça quase transparente e digito rápido, com um sorriso de canto:

"Isabela, não aguento mais essa curiosidade! Pode me esperar aí na recepção que eu já estou saindo de casa. Quero ver com meus próprios olhos se esse Claudio é tudo isso mesmo que você está falando. Vou focar no treino, mas com um olho no peso e o outro no instrutor!"

Estacionei a moto e caminhei em direção à entrada da academia, sentindo o tecido da legging branca esticar a cada passo. Assim que cruzei a porta de vidro, meus olhos buscaram a recepção.

Lá estava ela.

Isabela é o tipo de mulher que para o trânsito. O cabelo loiro caía em ondas claras sobre os ombros, destacando ainda mais a sua pele muito branca. Ela exibia uma cintura fina, que criava um contraste absurdo com a sua raba grande e empinada, o grande destaque do seu corpo. Para completar, ela ostentava seios médios e firmes, e seus olhos azul. perfeitamente acomodados em um macaquinho rosa colado como uma segunda pele. O tecido era tão fino que não deixava dúvidas: ela estava sem calcinha, e o desenho da sua intimidade ficava sutilmente marcado a cada movimento que ela fazia ao se ajeitar no balcão

— Amiga, você não perde por esperar — ela sussurrou, me dando um beijo no rosto e apontando discretamente com o olhar para a área de musculação.

Meus olhos seguiram a direção do seu dedo e, por um segundo, o barulho das anilhas batendo e a música alta da academia pareceram desaparecer. Claudio estava de costas, ajudando uma aluna no leg press, e a visão era exatamente o que Isabela tinha descrito — ou talvez pior para os meus batimentos cardíacos.

Com uma regata cavada revelava o desenho perfeito do seu corpo, se movendo sob a pele morena, e as coxas dele, tensionadas pelo movimento, marcavam o short curto sua pica de 23 cm, de um jeito que me fez morder o lábio inferior sem perceber.

Isabela percebeu o meu choque e deu uma risadinha abafada, ajeitando o macaquinho rosa que subia perigosamente pelas suas coxas.

— Não disse? — ela provocou, a voz carregada de malícia. — Agora imagina esse homem corrigindo o seu agachamento, Milena. Com essa sua calça branca aí... acho que ele esquece até o próprio nome.

— Vamos ver quem esquece o quê — respondi, recuperando a postura e sentindo o frio na barriga que só o perigo proporciona. — Vou começar pelo agachamento livre. É o melhor ângulo para testar a atenção de um profissional, não acha?

Caminhamos juntas pelo salão, sentindo os olhares dos homens sobre o contorno evidente da minha calcinha preta sob o tecido branco e a ausência dela sob o rosa de Isabela. Era um desfile particular. Parei estrategicamente perto do suporte de barras, a poucos metros de onde Claudio estava.

Comecei a colocar os pesos com movimentos lentos, sentindo o suor começar a brotar na nuca. Quando me curvei para travar a barra, forcei o quadril para trás, sabendo exatamente que a transparência da minha legging estava no limite máximo.

— Precisa de ajuda com a carga, moça? — A voz era grave, aveludada e veio de logo atrás de mim.

Virei o rosto por cima do ombro, encontrando aqueles olhos escuros que pareciam ler muito mais do que a minha ficha de treino. Claudio estava com um sorriso de canto, as mãos apoiadas na cintura, destacando os braços venosos que faziam minha mente viajar para longe do agachamento.

— Acho que vou precisar de mais do que ajuda com o peso, instrutor — disse, sustentando o olhar enquanto Isabela, fingindo beber água ao lado, me lançava um joinha discreto. — Minha postura anda um pouco... instável hoje.

Claudio deu um passo à frente, entrando no meu espaço pessoal. O cheiro de perfume amadeirado misturado a treino era inebriante.

— Pode deixar — ele sussurrou, aproximando-se o suficiente para que eu sentisse o calor do corpo dele. — Eu vou ficar bem atrás de você para garantir que nada saia do lugar. Ou que saia exatamente como eu quero.

O ar no canto da academia parecia ter ficado mais denso, como se o oxigênio tivesse sido substituído por pura eletricidade. Claudio não se afastou; pelo contrário, ele se posicionou exatamente onde prometeu, colado às minhas costas enquanto eu me preparava para a primeira série.

Isabela, mestre na arte da distração, posicionou-se no aparelho de abdução logo à frente, garantindo que Claudio tivesse uma visão privilegiada de todos os ângulos. Ao abrir as pernas no aparelho, o tecido rosa do seu macaquinho esticava ao limite, revelando a ausência total de qualquer barreira entre ela e o equipamento.

Eu sentia o olhar dele queimando a minha nuca. Quando desci no primeiro agachamento, a calça branca esticou, tornando o fio dental preto uma linha nítida e provocante que dividia minha pele.

Entao Senti as mãos grandes de Claudio envolverem minha cintura. Não era apenas um apoio técnico; os dedos dele apertaram firmemente a lateral do meu quadril.

Ouvi a respiração dele falhar por um segundo. Ele se inclinou, o rosto perto do meu ouvido enquanto eu subia devagar.

"Você veio treinar para me deixar louco, Milena? Esse fio dental preto... e a sua amiga ali, testando cada centímetro da minha paciência..."

Eu conseguia sentir o volume rígido dele encostando no meu bumbum a cada repetição, uma confirmação física de que os 23 cm que Isabela tanto mencionou eram uma realidade perturbadora. Ele não estava mais tentando disfarçar.

— "Olha para ela, Claudio," — eu provoquei em um sussurro, enquanto Isabela inclinava o corpo para frente, deixando o macaquinho subir ainda mais, revelando o que não deveria ser revelado em público. — "Ela esqueceu algo em casa hoje. Você não acha que deveria dar uma advertência nela também?"

Claudio soltou uma risada rouca, as mãos deslizando da minha cintura para a base das minhas coxas, segurando-me lá embaixo, no ponto mais profundo do agachamento.

— "Eu acho que vou levar vocês duas para a sala de avaliação agora mesmo," — ele disse, a voz vibrando de desejo. — "Porque o que está acontecendo aqui embaixo não vai ser resolvido com três séries de dez."

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Você vai me matar de tesão, a cabeça da rola, chega a baba de tanto tesão, lendo seus contos e imaginando você nesses trajes.

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