Desde minhas primeiras namoradas, ainda nos tempos de escola e mesmo já na fase adulta, fui um cara um pouco ciumento, não do tipo de chegar ao ponto de implicar com a roupa que a companheira estava, fazer barracos em público e muito menos ser agressivo, mas era desconfiado e não gostava que a pessoa que eu estava ficasse conversando com outros homens ou que ficassem olhando-a. Quando comecei a namorar minha futura esposa e mesmo depois de casado, tive que me controlar, pois, por ser linda, inevitavelmente, chamava a atenção. Entretanto, a vida nos prega peças e de um cara meio possessivo, mudei radicalmente após um fato que mexeu com a minha cabeça.
Meu nome é Vítor, e quando o fato que narrarei ocorreu, tinha 30 anos. Moro em Águas de Santa Bárbara, interior de São Paulo, uma cidade pequena, menos de 8 mil habitantes, mas que é forte no turismo por ser uma estância hidromineral. Sou casado há 4 anos com Viviane, que todos chamam de Vivi, de 25 anos, mas ninguém dá mais de 20. Após estudar uns anos em uma universidade em São Paulo e me formar, voltei para a minha “terrinha”. Passamos a a namorar e em menos de 1 ano, fomos viver juntos, pois estávamos completamente apaixonados. Ainda não temos filhos.
Trabalho na área de tecnologia, atendendo a empresas de diferentes partes do Brasil e isso me permite atuar no esquema home-office. Minha esposa administra, junto com a irmã, uma loja de chocolates.
Vivi é loira, usa um corte de cabelo chanel, tem 1,65m, olhos negros que passam um “Q” de ternura, nariz arrebitado, rosto fino, um sorriso meigo, onde os dentes branquinhos se destacam e lábios sensuais. Seus seios são médios, mas por ela ser baixinha, acabam parecendo grandes, o que deixa os caras encarando. Tem o corpo bem definido e um bumbum arrebitado perfeito. Sempre foi muito desejada desde os tempos de escola e mesmo depois de casada. Apesar de ser branca, vive levemente bronzeada e com marcas de biquini, isso porque, a cidade tem muitos locais para curtir uma prainha ou cachoeiras. Sem contar, que sempre que possível vamos para a chácara dos pais dela e pegamos uma piscina.
O sexo entre nós sempre foi incrível, sua boceta rosadinha com pelos loiros aparados no formato de retângulo me deixam louco. Seus seios tem aréolas pequenas e claras. No começo, foi difícil para rolar anal, pois Viviane reclamava da dor, mas com o tempo, passou a gostar e até pedir para levar na bundinha. Apesar de ser delicadinha no dia a dia, na cama, vira uma fera.
Como disse, eu era muito ciumento, mas ela não me dava motivos. Até que com dois anos e meio de casados, um escândalo abalou a nossa região. Vazaram vídeos de uma casada linda sendo fodida por dois caras parrudos enquanto o marido filmava e era humilhado tanto pela esposa quanto pelos comedores. Não era um daqueles vídeos curtinhos e que só mostram duas pessoas fodendo sem identifica-las, não, aqueles eram bem cumpridos. O primeiro começava mostrando a esposa numa balada com 2 caras, beijando-os, depois já no carro, tocando punheta para os dois dotadões no banco de trás e finalmente as transas, do começo ao fim. Sem esconder o rosto. O marido só a pegou no final toda suada e gozada, e a fodeu com seu pau pequeno, não sem antes, tê-la chupado toda. Ao todo vazaram cinco vídeos, cada um tinha em média 10 minutos. Foi um rolo danado, a mulher teve que deixar a agência bancária em que trabalhava, o marido saiu ameaçando matar quem compartilhasse aquilo. No final, acabaram se mudando para outra cidade, mas as filmagens, essas dificilmente seriam retiradas de vez da internet.
Em um primeiro momento, como qualquer pessoa sensata, lamentei o ocorrido, porém não aguentei a curiosidade e acabei assistindo aos vídeos e aquilo mexeu com a minha cabeça. Apesar de não ser parecida de rosto, a casada sapeca tinha um corpo parecido com o da minha esposa e ao ver as transas, de repente, passei a imaginar Vivi fazendo aquilo. Nunca tinha tido esse tipo de fetiche, mas aquele contexto, a mulher provocando o cara, gozando várias vezes nas rolas dos comedores, sendo empalada de todas as formas, xingando o marido, o corno se acabando na punheta e depois ficando com as sobras, tudo isso me deixou louco de tesão. Toquei uma escondido. No dia seguinte, outra, e logo me tornei um consumidor de vídeos de cuckold reais. O foda é que muitos eram curtos, já mostravam a parte final do sexo e não expunham os rostos. Entretanto, vez ou outra, achava um parecido com o do casal da minha região e aquilo fazia o meu tesão aumentar.
Demorei um tempo para levar essa fantasia para a cama. Temi a reação de Vivi, para falar a verdade, nem eu estava me reconhecendo, mas criei coragem e passei a perguntar de leve sobre desejos que ela tinha, se toparia transar com outro se eu a liberasse e todas aquelas coisas que marido que gosta de fantasiar ou quando quer ser cuckold, diz. Óbvio que minha esposa estranhou, ainda mais por eu ser ciumento. Foram necessários vários meses para ganhar a sua confiança, explicando que eu sentia tesão em imaginá-la com outro e gostaria que ela me contasse sobre desejos.
Após um tempão se recusando a falar sobre o que gostaria de fazer, uma noite, Vivi aceitou me contar sobre suas experiências sexuais antes de mim. Na verdade, não havia muita coisa, pois ela só tinha transando com 2 caras, sendo que um, foi apenas uma vez e outro, foi um namorado de alguns meses. Por morarmos em uma cidade pequena, eu conhecia ambos. Mas houve um outro detalhe que me deixou extremamente excitado e que minha esposa começou a contar um tanto sem graça, mas depois se soltou.
-Bem, eu o primeiro que transei foi o Ney, mas, lógico que não foi legal, depois veio o Leonardo, as primeiras vezes foram mais ou menos, depois comecei a me soltar, e aí ficou bom, passei a gozar sempre. Mas uma coisa que me excitou muito antes de perder a virgindade foi fazer boquetes para alguns ficantes. Na 1ª vez, achei que sentiria nojo, mas foi o contrário, amei sentir o gosto de um pau na minha boca, o cara foi me ensinando e peguei o jeito logo, quando senti aquela babinha do pré-gozo, minha boceta ficou encharcada e olha que nem estava sendo tocada ou me tocando, passei a mamar com vontade, deixando-o com muito tesão. Só não tive coragem de engolir a porra, mas foi delicioso ver a pica cuspindo seu leite e espirrando em meu queixo e principalmente no pescoço. Depois disso, fiz vários boquetes para ele e o deixava mamar meus seios, passar a mão em minha bocetinha e até no cuzinho.
Eu estava adorando imaginar minha delicada esposa, mamando com gosto outra pica e sendo bolinada. Decidi perguntar:
-E quem foi o felizardo?
-Ah! Não vou dizer! – Disse envergonhada ou temendo minha reação.
-Qual problema de me contar isso? Já sabia antes que você tinha transado com o Ney e com o Leonardo e nunca me importei.
-Ah! Mas é que você também o conhece...
-Amor, a maioria das garotas que transei, você também conhece porque essa cidade é um ovo e de codorna. Os maridos e namorados delas também devem saber pelo menos alguns, que eu já tive algo com elas.
-Ah. Tudo bem. Foi o Jura, aquele loirinho que agora engordou e está feio para caramba.
Eu conhecia o Jura, seu pai tinha um açougue na cidade e agora ele é quem o tocava.
-E foram quantos boquetes?
Viviane sorriu de maneira travessa, já alisando meu pau que estava duraço.
-Isso vou ficar te devendo, perdi as contas, teve dias de serem dois boquetes, até três.
-E onde rolava?
-Geralmente, na casa dele, mas fizemos em locais desertos, cachoeira, rio ou na casa da dona Edite, que na época estava abandonada.
-Mas só ele gozava? Qual a graça para você?
-Claro que gozava! Pelo menos na maioria das vezes, eu me tocava enquanto o chupava, o gosto e o cheiro da pica dele faziam minha boceta piscar. Além disso, ele também me tocava, no começo não fazia direito, mas o ensinei e aí ficou gostoso para caramba, só para chupar que ele era bem fraco. Mas curti muito durante nosso namoro. Só que quando terminamos, eu estava viciada em chupar uma rola, sentia falta (disse forçando uma voz de mimada pidona) olhava um cara e ficava pensando se o pau tinha um gosto bom, como era o formato. Acho que se morasse numa cidade grande, teria chupado muitos, quase todo dia, mas fiquei na minha, não podia ficar falada, mesmo assim, antes de perder a virgindade, mamei mais 3 caras.
-Quem?
-Dois você conhece também pelo menos de vista, o Rafael e o Célio.
O Rafael era mais ou menos da idade dela, então não éramos da mesma turma, já o Célio, apesar de não sermos muito próximos, jogamos bola várias vezes juntos.
-Me conta como foi?
-Ah! A mesma coisa, eles queriam transar, mas eu dizia que não estava pronta, então rolavam boquetes e os dois se esfregavam em mim. O Célio sabia chupar bem, que língua gostosa ele tinha, gozei muito naquela boquinha dele, já o Rafa era bem inexperiente. Mas eu adorava chupar tanto um quanto o outro e os dois se esbaldaram passando a mão em mim a mão (novamente fazendo voz de mimada), alisaram muito minha bocetinha, bundinha e seios.
-Faltou um.
-Esse foi especial... – Disse me olhando com um sorriso safado.
-Por quê? – Perguntei aflito.
-Bom, esse foi pouco tempo antes de eu perder a virgindade, já estava com 19, puta que pariu! Todas minhas amigas já tinham dado e tiravam sarro de mim que só tinha feito boquetes.
-E por que foi especial?
Viviane virou o rosto com vergonha e sorriu.
-Ai! Foi uma loucura. O cara era amigo do meu pai, morava, quer dizer mora em outra cidade, mas veio para uma festa aqui. Era um coroão de uns 46, eu com 19, mas que homem bonito, em forma, sem nenhum pingo de barriga, cabelos grisalhos dos lados, olhos verdes e uma panca de confiante. Ele ficou me secando nessa festa, parecia que estava me vendo nua, até que veio puxar conversa e para resumir, no final dessa festa fomos para o seu carrão enorme. O coroa queria me levar para o motel, mas disse que não ia rolar sexo porque eu era virgem, ela insistiu um pouco, mas aceitou ficarmos nos amassos dentro do carro. Nossa, amor! Homem experiente é mesmo outra coisa, aprendi isso naquela noite, o cara soube me chupou de um jeito incrível, até no cuzinho, como você gosta de fazer. Gozei duas vezes. O pau dele era espantoso, grosso como nunca vi. Tive que fazer dois boquetes para o coroa e na 2ª vez, cheguei a engolir um pouco da porra, pois, o safado segurou meu pescoço, não me deixando levantar a cabeça, disse com um voz de bravo “Engole todo meu leite, putinha linda, engole”, depois deu um urro espantoso e só senti a porra quente batendo no céu da minha boca, na língua e garganta. Enquanto eu o chupava, ele socava o dedo no meu cuzinho e cheirava. Faltou pouco para eu entregar minha virgindade ali mesmo, porque nunca senti tanto tesão. Coisa de 15 dias depois, resolvi que era hora de transar e o Ney acabou tendo a sorte, mas antes tivesse sido com o coroão, ele merecia. Tempos depois, como falei, me envolvi com o Leonardo e aí passei a gostar de levar pica mesmo. Só não dei o cuzinho para ele, esse só você comeu.
Eu estava louco de tesão e não aguentei mais, passei a comer minha esposa com fúria. Ela ficou surpresa, mas sacou que eu tinha gostado de ouvir tudo aquilo e se não bastasse, ainda me perguntou:
-Queria ver chupando uma rola diferente, hein? Você só assistindo?
Socando forte nela, eu disse:
-Sim, ia ficar louco de tesão, mas queria ver você dando, toda suada, cheirando a sexo e depois eu te lambendo e fodendo.
Vivi me olhou séria e passou a gemer mais forte enquanto eu castigava sua bocetinha loira. Trepamos muito naquela noite e fomos dormir exaustos, com o quarto cheirando a sexo.
A partir daí, passamos a fantasiar cada vez mais na cama. Com o tempo, Vivi foi se soltando mais e passou a agir como uma verdadeira hotwife, me chamava de corno, dizia que que um cara que foi à loja tinha ficado encarando-o e que daria para ele na minha frente, o deixaria gozar em sua boca. Apesar do meu pau ter um dote legal (17,5 cm) e ser grosso, a gente fantasiava que era pequeno e ela o ridicularizava-o:
-Olha o tamanho disso aqui? Que mixaria, corno! Acha que dá conta da minha boceta? Eu quero um pau grande para me sentir estufada, arrombada e não uma piroquinha dessas de corno. – Ela dizia com um jeitinho delicado, mas safado.
Claro que tudo era apenas uma deliciosa encenação, pois, na cama, eu mandava muito bem, felizmente.
Contudo, passar da fantasia para a realidade levou um tempo enorme, no começo, ambos achavam arriscado estragar o casamento, depois, eu já aceitava a ideia de ver minha mulher dando para outro pelo menos uma vez, se curtíssemos, poderíamos repetir, mas se não, bastava esquecer e seguir em frente como se nada tivesse ocorrido. Foi isso que tentei colocar na cabeça de Vivi, mas por mais de 1 ano, ela não deu a mínima brecha para que partíssemos para o real.
Na cama, Vivi me chamava pelos nomes de vários conhecidos nossos e também dos que ficou antes de mim, eu adorava isso, principalmente quando ocorria de encontrarmos um deles numa festa e depois transarmos falando do cara. Também falava de turistas que tentaram flertar com ela.
Quase um ano e meio depois, Vivi começou a me perguntar com mais seriedade sobre ela poder transar com outro. O simples fato dela cogitar me fazer de corno, me deixou com uma ereção que nem 10 viagras conseguiriam (rs), meu coração acelerou. Porém, minha esposa tinha medo de eu pirar na hora e querer acabar tudo, mas procurei tranquilizá-la, dizendo que minha mente tinha mudado e conseguia separar amor de sexo, também repeti que faríamos uma experiência e se um dos dois não gostasse, nunca mais falaríamos naquilo. Sua resposta foi um “vou pensar”.
Durante um mês, passamos a falar sobre ela transar com outro com mais seriedade, foram várias conversas. Até que numa noite de sábado, após tomarmos umas 2 taças de vinho cada, fomos para a cama. Começou o jogo de sempre, Vivi dizendo que eu não estava dando conta do fogo dela e que queria minha permissão para dar para outro, um amigo meu. Eu disse que sim, para minha surpresa, ela disse em meu ouvido, enquanto nos beijávamos:
-Tem dois amigos seus que eu toparia dar...de verdade mesmo, não é fantasia.
Engoli seco, senti um tesão louco e perguntei:
-Ah, é? Quem?
Novamente baixinho, ela disse:
-O Allan ou o Mauricio. Por falar nisso, vi os dois hoje, mas de longe.
Os dois eram de fato, caras boas-pintas, fizeram e ainda faziam muito sucesso com a mulherada. Allan tinha um jeito mais mauricinho, era meio riquinho e advogado, porém, se fôssemos mesmo partir para algo real, não poderia sequer cogitá-lo, pois, assim como a maioria dos homens, ele contava absolutamente tudo o que fez e com quem fez, isso desde as primeiras garotas com quem se envolveu. Já Mauricio, também possuía grande presença, mas tinha um estilo mais rústico até por ter trabalhado no sítio do pai por muitos anos. Era bem alto, 1,92m, branco, cabelos negros penteados para o lado, tinha um porte físico de impor respeito, mas não essa coisa artificial de marombas, era algo natural de quem lida com trabalho pesado. Tinha braços fortes, peito largo, pernas grossas, mãos e pés grandes, além de um pau com dote descomunal, sabia disso, pois fizemos algumas farrinhas juntos. Ele jogou um tempo como centroavante, daqueles grandalhões e trombadores num dos times amadores da cidade.
Não sei se era uma boa entregar minha esposa para um conhecido, mas se fosse o caso, além dela ter demonstrado interesse nele, outro fator muito importante jogava a favor: o fato de ser discreto e eu sabia disso, pois quando tínhamos 18, 19 anos, o vi transando com a mãe de um amigo nosso, na casa dela. Eu tinha o costume de já entrar direto, pois o portão ficava sempre aberto e acabei vendo, Mauricio empalando Vera ( a mãe de nosso amigo, uma MILF maravilhosa) no sofá da sala. Fiquei chocado, saí sem que me vissem, mas não abri o bico. Tentei jogar uns verdes nas semanas seguintes, mas ele não disse nada. Tempos depois, surgiram alguns boatos do caso dos dois, mas o cara se manteve firme e disse que era invencionice. E mesmo depois de tantos anos, nunca revelou o que fez.
Mauricio conseguiu comer muito mais mulheres que eu, porém, ele era um cara limitado em termos de cultura, estudou pouco e era meio alienado de tudo. Entretanto, como comedor sua fama era grande na cidade, muitas garotas gamaram em sua pica e em sua pegada, mas, certo dia, quando ele já estava lá pelos 24 anos, se envolveu com uma estudante de Medicina. No começo, ela ficou doida pelo meu amigo, chegaram a até a fazer planos de casar. Só que a diferença cultural fez com que a futura doutora o despachasse e Mauricio ficou muito mal. Tempos depois, foi para São Paulo e começou a trabalhar numa transportadora, dirigindo caminhões, mas só dentro da cidade mesmo ou no máximo na região.
Ele vinha para a nossa cidade a cada 15 dias para visitar os pais e vez ou outra, tomávamos uma.
Já alisando minha mulher, perguntei:
-Sabia que o Mauricio tem um pau de cavalo?
Ela deu um riso travesso e respondeu com uma voz embargada de quem está excitada:
-Sabia! A Rosana me contou, há muito tempo, que ficou com ele e na hora que viu seu pau, quase desistiu, disse que era monstruoso, grosso, cheio de veias e com uma cabeçona que mete medo, além de tudo, ela me contou que o Mauricio trepa demais e é insaciável.
-Hummm! Queria ter feito um boquete para ele então?
-Um só não, vários, se fosse do jeito que ela falou mesmo.
Passamos a transar ferozmente, Vivi começou a dizer o nome do Mauricio, pela primeira vez, vi que minha fantasia teria grandes chances de se realizar e acabei pirando de tesão.
No dia seguinte, conversei com minha esposa e disse que Mauricio era um cara discreto e poderia ser a pessoa indicada para realizarmos nossa fantasia. Ela ficou reticente, temendo que ele contasse depois, mas tranquilizei e contei a história dele no passado com a mãe de um amigo nosso. Foi uma longa conversa e não chegamos a nenhuma conclusão.
Fomos fazer uma espécie de piquenique num parque da cidade, já que era um domingo agradável. Parece que as coisas estavam conspirando a nosso favor, pois, pouco tempo depois, demos de cara com Mauricio que estava tomando cerveja com alguns amigos, mas após uma meia-hora, veio falar com a gente. Estávamos sentados na grama embaixo de algumas árvores. Vivi teve uma reação surpreendente e passou a trata-lo com muitos sorrisos, insistindo para que ficasse com a gente. Notei que ele até estranhou, já que minha esposa sempre foi educada, mas nunca dava abertura a ninguém e agora estava ali olhando-a sorridente, prestando atenção em sua conversa. Senti um puta ciúme, mas também tesão de corno que vê a esposa flertando sutilmente com outro. Vivi usava um shorts cinza bem apertado e um top branco. Notei que meu amigo olhou para o bumbum dela e os seios, mas rapidamente.
Creio que ficamos umas 3 horas, conversando, comendo e bebendo, e Vivi flertando com Mauricio que num dado momento, mesmo confuso, passou a olhar para ela com um leve sorriso. Ao nos despedirmos, pedi que ele me ligasse quando viesse da próxima vez, pois o chamaria para fazermos um churrasco em minha casa. Meu amigo disse que dali a 15 dias estaria de volta. Quando finalmente arrumamos tudo, lhe dei a mão e minha esposa lhe deu um beijo no rosto. Perto dele, ela ficava minúscula:
-Vou te esperar lá em casa, hein, Mauricio! Disse Vivi num tom dúbio.
Ele, sem graça, disse que iria sim.
Ao chegarmos em casa, minha esposa quis transar mesmo ainda estando na parte da tarde. Estava muito excitada e ali tive certeza de que eu seria corno, minha delicada esposa seria empalada pelo Mauricio. Ela me agarrou na sala mesmo, me beijou com tanta vontade que chegou a morder meu lábio inferior e passou a tirar nossas roupas:
-Viu como dei bola para o Mauricio na sua cara? -Disse com voz embargada de tesão.
-Você deixou ele bem confuso. Não foi vulgar, mas deixou algo no ar.
-Sorri e o encarei várias vezes para ele sem você perceber e ainda dei uma olhada para o pacote dele, deu para sentir pelo volume na bermuda que é enorme, ai, caralho, como fiquei excitada, eu quero dar para o Mauricio, amor, aqui...na nossa casa, na nossa cama, no sofá, onde ele quiser, você vai deixar mesmo? Vai? Eu quero o pintão dele.
-Sim, deixo, quero ser corno.
Nos jogamos no sofá, comecei a chupar sua boceta que já estava molhada e exalando um perfume maravilhoso de fêmea no cio. Lambi seu cuzinho e passei fodê-la com fúria, por sorte o sofá era bem largo, pois estávamos tão selvagens que poderíamos cair.
Em todas as vezes que Vivi fantasiava e citava os nomes de outros homens ou me xingava, era bem excitante, porém dessa vez, ela parecia estar em transe, começou a falar com um tom de voz diferente, desesperada, chorando, implorando, irreconhecível, enquanto eu estocava forte nela:
-Vai, Mauricioooooo...você é gostoso demais, seu grandãoooo.. queria chupar teu pintão uhhhhh, senti gosto dele... vai arregaça a minha bocetinha loira com esse pau que já fez muitas enlouquecerem...quero ser tua puta, eu quero mesmo...me faz eu ser uma esposa infiel que chifra o marido na frente dele e na nossa cama...soca bem fundo, quero ser arrombada, vai Mauricio, safado, gostoso me dá tua porra na boceta e na boca...eu engulo tudooooo
Passei a estocar ainda mais forte na posição de frango e ocorreu algo muito raro, minha esposa passou a ter múltiplos orgasmos, berrando como louca, ficando com a face bem vermelha e mostrando os dentes como uma fera, depois passou a dizer coisas sem coesão:
-Fode, Mauricio...vou dar pro Mauricio...ohhhhh...não tem jeito...preciso daquela pica me rasgando, quero aquele macho grandão em cima de mim...ahhhhhhhhhhhhhhh
Acabei gozando aos berros e Vivi arreou no sofá como que sem entender que foda louca tinha sido aquela. Pouco depois, demos mais uma, mais demorada e comi seu cu. À noite, demos a 3ª e ela voltou a falar de um jeito diferente sobre o Mauricio.
Senti um tesão enorme. Restava agora me preparar, pois meu chifre não tardaria a vir.
Observação 1: Esse é um conto original, feito sem IA e nem roubado de outro site.
Observação 2: A flodagem do site ainda não acabou, apenas sofreu um grave e delicioso abalo com centenas de contos sendo excluídos. Contudo, as análises sobre as novas táticas de flodagem (criar perfis novos, ressuscitar antigos, escrever errado propositalmente e outras) serão monitoradas e caso ocorra alguma anormalidade, ainda que discreta, terão o mesmo destino.
Observação 3: Independente do tamanho da flodagem, não pararei de postar essa saga, pelo menos não por esse motivo, pois sei que tem coisas boas vindo em breve.
Forte abraço aos amigos leitores.
