Uma mulher com o ego ferido fica fora de si.
Eu mesma fico subindo pelas paredes de raiva, chateada, frustrada e ao mesmo tempo com muito tesão. Querendo descontar tudo no primeiro que aparecer na minha frente para me livrar dessa sensação ruim.
Ok, foi culpa minha dessa última vez, não nego.
Talvez eu me descontrole só um pouquinho quando bebo...
E acabe tendo atitudes não muito legais.
Foi por uma dessas que acabei levando um fora de um ficante que eu estava gostando e com isso, me encontrei nesta situação: dispensada, magoada e furiosa.
Some isso ao tédio de ficar em casa, sem trabalhar, sem nada pra fazer e ao tesão acumulado e vocês já imaginam...
Eu precisava me aliviar.
Me sentir desejada novamente e me satisfazer com um bom sexo.
Ainda bem que tenho um contato de confiança para isso e ele sempre me salva nessas horas, um verdadeiro “salva-vidas do sexo”, que nem quis saber qual era o problema da vez. Quando mandei mensagem, ele só queria saber de uma coisa: me foder.
Vinícius é o nome dele. Meu moreno.
Ele é violento e me comanda do jeito que gosto, e eu nunca precisei falar para ele como me tratar na cama, ele simplesmente vai lá e faz! Me xinga, me bate, pisa na minha cabeça. Me trata como uma putinha e faz o que quer de mim e é por isso que não largo dele... sempre que posso, por mais que já tenha passado algumas raivas com esse safado, eu volto pra pica dele, aff!
Não tem jeito... não dá pra negar...
Eu gosto de ser mandada, xingada, gosto que me humilhe!
Na cama eu me entrego mesmo, mas só se for com um cara que tenha o talento para fazer isso, o que é algo difícil hoje em dia. Sorte que o Vinícius tem o dom.
Domar uma morena gostosa como eu não é para qualquer um...
Tem muito homem que promete tudo e chega na hora e não entrega nada! E eu já estou farta disso... desses mela-cueca que gozam precocemente.
Por isso, quando marco com o meu moreno, eu fico tão ansiosa.
Sei que serei bem fodida e vou sofrer na pica dele. Serei judiada, dominada e terei que aguentar caladinha enquanto ele me fode por horas e sem poder arregar, afinal, ele é atualmente o único que dá conta do recado. O único que apaga meu fogo nessas horas eu que estou tão necessitada.
E ele tem pique... nossa!
Sempre que a gente se vê, o que era pra ser uma foda de uma ou duas horas no motel acaba virando um pernoite.
E é exatamente sobre um desses dias que vou contar pra vocês.
O dia em que ele me tirou do tédio e me fodeu a noite toda, e não é modo de falar: é realidade. Voltei dolorida pra casa, com marcas pelo corpo todo, a buceta inchada e uma sensação maravilhosa que só uma mulher bem comida sabe dizer qual é.
Nesse dia logo pela manhã fui procurar por ele, com homem de verdade não existe enrolação, a gente chega falando que quer dar e pronto! Mulher só faz cu doce com os idiotas que a gente só quer que pague um lanche, nos leve pra sair..., mas que não deixaremos transar conosco. Com quem a gente quer mesmo é outra conversa, é só chegar se oferecendo. Não tem homem que resista a uma mulher se entregando toda para ele.
Sabemos como mexer com a cabeça de cima e de baixo de vocês, rs.
E claro, Vinícius respondeu de bate-pronto que estava mesmo com saudades e jamais recusaria sexo comigo, só se estivesse “doente”.
Eu dei risada, adoro esse humor idiota dele.
Marcamos para umas 16h da tarde, assim que ele saísse do serviço e como eu estava atoa em casa naquele dia tratei de me arrumar bem. Ficando bem gostando para o meu macho.
Coloquei um vestido preto básico e fácil de tirar, uma lingerie também preta e escovei meus longos cabelos castanhos. Meu nome é Tamires e sou uma morena de pele e tenho quase 30 anos. Chamo muita atenção por onde passo, pois tenho um corpo atraente, com curvas sensuais e um quadril largo. Meus peitos são grandes... nada exagerado, mas chamativos. Tenho um rosto atraente e com olhar sensual, segundo meus ficantes. Não sou muito baixinha, nem alta, estou na medida. Gosto de andar sempre perfumada e bem arrumada, com cílios postiços longos que são minha marca registrada.
Me preparei toda, me perfumei e claro, fiquei lisinha.
Prontinha para me entregar e ser possuída por aquele putão.
Vinícius é um moreno alto, forte, com cara de danado. O pau dele não é nada fora do normal, deve ter uns 15cm, mas é bem grosso e me satisfaz muito bem. Afinal, o ponto alto dele é a pegada e seu jeito bruto e direto na cama.
Eu fico louca com ele mandando em mim, me possuindo e adestrando!
De todas as fodas que eu dei esse ano, as com ele foram de longe as melhores! E é por isso que encontro com ele cada vez com mais frequência.
Dessa vez eu chegaria mais cedo que o moreno, marcamos o ponto de encontro em um barzinho próximo ao metrô. A foda iria acontecer em um motel ali perto e eu cheguei antes dele e parei no bar para ir bebendo um pouco. A bebida me deixa mais solta e me ajuda a suportar melhor a dor da mão pesada dele. O bonitão gosta de me dar soco na costela, tapas na bunda que ardem bastante e me deixam marcada e até alguns na cara. Então, quanto mais bêbada, melhor, para lidar com a dor gostosa e prazerosa.
Nesse dia eu vi como eu realmente sou cachorra!
Fiquei bebendo umas, sendo comida com os olhos pelos homens no barzinho e só esperando meu macho chegar para me levar para o abate, mas o safado, vendo que iria se atrasar, simplesmente me mandou ir para o motel e esperar por ele no quarto.
Adorei me sentir com uma puta.
Tendo que entrar no motel e pedir um quarto e aguardar pelo meu comedor. Enquanto o esperava eu já estava molhada, pegando fogo, não vendo a hora do moreno passar pela porta.
Não demorou muito e ele apareceu.
Me deixou esperando só pra me deixar mais atiçada, eu aposto!
Como se precisasse disso... eu já sou completamente cadelinha dele...
Quando Vinícius passou da porta eu me atirei nos braços dele, beijando aquele moreno tesudo com vontade, dando as boas-vindas que ele merecia!
- Boa menina... Pegou o quarto e tava só me esperando, né?
Eu sorri feito boba e continuei a beija-lo.
Nos sentamos na cama e conversamos por menos de cinco minutos e a pegação começou, com meu gato passando as mãos por todo o meu corpo, sentindo meus peitos macios, minha bunda volumosa e me tocando como queria, aumentado ainda mais o meu fogo. Ele me apalpava como se eu fosse apenas um pedaço de carne e naquela hora eu era mesmo... e seria amaciada na base da força bruta antes dele meter a pica em mim! Eu já estava acostumada com isso e aguardava ansiosamente.
- Ajoelha na beira da cama e vem me chupar, caralho!
Vinícius ficou em pé e eu me levantei da cama, me ajoelhei toda submissa diante dele, ainda de vestido e de tamanco e abri o zíper de sua calça jeans. Abaixei-a até metade da perna dele e comecei a beijar sua cueca box vermelha, seu pau duro já marcava e pulsava ali dentro.
- Cadelinha do caralho... por isso eu gosto de você, Tamires! Faz tudo que eu mando, bem obediente! Sua putinha!
O safado esfregou meu rosto na cueca, me mostrando quem estava no comando e puxando meu cabelo com força e jeito, com sua pegada firme de sempre. Nessa hora eu já estava babando pela rola dele e abaixei sua cueca e caí de boca em seu pau grosso, que estava completamente ereto.
Chupei as bolas, lambi a cabeça rosada, bati uma pra ele enquanto mamava e caprichei na chupeta, escutando os gemidos de prazer do meu moreno.
- Que boquinha gostosa! Você chupa bem demais, porra!
Como é satisfatório olhar para cima e vê-lo delirando de prazer, com os olhos fechados e apenas conduzindo minha cabeça, fodendo minha boquinha como se fosse uma buceta. Com o Vinícius não existe pressa, não existe receio. Ele não vai brochar, ele não vai gozar precocemente. Ele é um homem com H maiúsculo e sabe muito bem conduzir uma foda. Eu apenas tenho que seguir cada um de seus comandos, sem nem precisar tomar a iniciativa de nada, apenas obedecendo suas ordens e seus desejos que sairei completamente satisfeita.
Fiquei ajoelhada mamando aquela piroca até que ele me dissesse o que fazer, e eu percebia o quanto ele estava satisfeito, pois estava puxando meu cabelo, esfregando o pau na minha cara e não demorou para ele começar com suas humilhações costumeiras. Que eu tanto aprecio.
- Deve ter tomado um fora de alguém, né? Cachorra! Sempre me procura quando tá com raiva... pra eu dar um jeito em você!
Suas bolas invadiam minha boca e sua rola humilhantemente borrava toda minha maquiagem que eu havia caprichado tanto. Ele gostava de se impor e me degradar e isso só me deixava mais molhada, ao ser dominada assim por um homem tão viril.
- Vou acabar com você hoje, Tamires! Você tá fodida na minha mão!
Ele cuspiu em minha cara e voltou a foder minha boca, com ainda mais violência! Que canalha desaforado!
Tem cara que só de me ver tirando a roupa ou me ajoelhando para começar o boquete que já se goza todo..., mas ele... ele não!
O maldito não estava nem perto de gozar e só estava curtindo mesmo comigo, me fazendo babar no pauzão, engasgar com suas bolas pesadas e lisinhas e me obrigando a dar um trato naquela piroca.
- Safada... chupadora de rola do caralho!
Por que eu gosto tanto de ouvir essas baixarias? Aff...
Pior que amo! Quanto mais cruel, melhor!
Seus insultos me motivavam mais ainda a ficar completamente submissa e encara-lo nos olhos com um olhar de putinha, implorando por mais.
E ele me fazia pedir... ele queria me ver totalmente entregue.
- Me deixa chupar mais! Não tira da minha boca! Por favor!
Vinícius se divertia comigo pedindo mais do seu pau quando ele tirava a rola da minha boca e esfregava ela em meu rosto. Ele logo metia novamente e me dava alguns tapas na cara, na medida certa, só pra me pôr no meu lugar de vadia, mas sem machucar.
- Chupa calada e tomando tapa! É isso que você merece, Tamires!
Eu não aguentava mais de tesão e estava maluca querendo que ele me pegasse logo, mas sou cadelinha e não ouso fazer nada que ele não queira. Permaneci ajoelhada e chuparia o pau dele o tempo que ele determinasse.
Não demorou muito e recebi uma ordem.
- Termina de tirar minha calça e tira meu tênis e minhas meias também!
Prontamente obedeci, tirando os tênis dele e suas meias e colocando ao pé da cama, e em seguida terminando de tirar sua calça jeans e sua cueca box. Dobrei as peças de roupa agilmente e coloquei numa das estantes do motel, Vinícius tirou sua camisa e já estava completamente nu. Eu ainda estava vestida.
Sabendo muito bem como me comportar diante dele eu voltei para a mesma posição, ajoelhada com a boca aberta e a língua de fora, adestrada, aguardando seu próximo comando.
- Que obediente... minha cadela!
Ele acariciou minha cabeça como se faz com um pet de estimação e me empurrou suavemente em direção ao chão, me fez deitar de bruços no chão do motel só para demonstrar sua autoridade e controle sobre mim.
Sem dó, ele pisou com um de seus pés descalços sobre minha cabeça, com sua sola pressionando o meu rosto que estava virado de lado contra o chão gelado e duro do motel.
- Você gosta de ser humilhada, não é? Sua safada! Por isso você me procura e aceita tudo que faço com você... porque sabe que comigo é assim!
Ele esfregou o pé no meu rosto e eu me senti tão dominada, subjugada.
Que sensação maravilhosa que somente um macho alfa pode despertar em uma fêmea!
- Levanta logo desse chão, caralho! Como pode aceitar até pisada na cara? É muito vagabunda e desesperada mesmo por sexo...
Eu me levantei toda sem graça, porém molhada e tremendo de tesão.
Só ele que eu permitia que me tratasse assim.
- Tira logo essa roupa, Tamires! Você sabe que eu odeio te comer com roupa... ANDA!
Tirei meu vestido no mesmo instante e descalcei meus tamancos, a lingerie eu removi mais sensualmente, encarando-o nos olhos e sorrindo maliciosamente, liberando meus seios volumosos do apertado sutiã de renda e vendo-o salivar de vontade. Mal deu tempo de tirar a calcinha e ele me agarrou e me girou no ar, me jogando na cama aconchegante do quarto e caindo de boca diretamente na minha buceta molhada.
- Vinícius!!! Caralho!!!
Eu gritei o nome dele enquanto ele sugava minha xota com voracidade, me fazendo gemer de prazer e agarrar o lençol da cama, em êxtase com sua chupada que é sem igual.
Meu moreno me chupou toda!
Beijando, lambendo e sugando minha bucetona de uma maneira que me deixa maluca, me arrepiando toda e me fazendo gritar.
Que maldita chupada gostosa!
- Me chupa, cacete! Me chupa!
Eu fazia minha parte... incentivando-o, mostrando o quanto eu estava gostando e repetindo seu nome várias vezes. Ao pé da cama, com a cabeça entre as minhas coxas ele me dava prazer, dizia o quanto estava com saudades da minha buceta, de me chupar e me escutar gemendo e gritando seu nome e como adorava o gosto da minha xota. Assim ele me deixava maluca... no ponto para entrar com tudo dentro de mim, o momento que eu tanto desejava!
Não demorou muito e ele ficou de pé, puxou minhas pernas com suas mãos fortes até me deixar com a cintura na beira da cama e apoiou minhas pernas em seu ombro. Nesse momento eu o encarava com um olhar de completa entrega, pronta para o abate. Com meus pezinhos apoiados nos ombros largos, o maldito pincelava o pau grosso na entrada da minha xota.
- Pede, filha da puta! Pede pra eu te comer!
Eu fui ousada, apenas sorri, mas não pedi e ele não gostou.
- Tamires... você não me testa...
Com uma de suas mãos ele apertou o bico do meu seio e eu gemi de dor e tesão, sendo castigada pela minha desobediência.
- Pede, caralho! Pede o meu pau ou eu não vou soltar esse peito!
Morrendo de vontade e prontinha para ser invadida pelo meu moreno eu obedeci ao seu comando.
- Mete em mim, Vinícius! ME FODE! EU QUERO SEU PAU!
E então ele soltou meu seio, encaixou sua rola na minha vagina e entrou de uma vez só. Socando fundo!
- Isso aí, vadia!
Seu mastro entrou rasgando, me levando a loucura com aquela brutalidade e força.
Pele com pele, nada de camisinha!
Essa é a regra entre nós, graças a nossa confiança mútua.
Meu garanhão me preencheu por inteira, apagando meu fogo... como eu precisava daquela rola grossa! Sentir aquela pica me deixava tão realizada, tão mansa.
Como eu amo dar para o Vinícius... ele é sensacional. Incomparável.
- Sempre apertadinha... gosto assim!
Ele nem imaginava que eu tinha dado na semana passada, mas foi com um idiota que não durou nem 10 minutos e mal me comeu, só serviu pra me fazer passar raiva.
Tenho sorte de ser bem apertada... isso excita mais ainda meu moreno e o faz meter com mais força e violência em mim. Saboreando a sensação de abrir espaço dentro de mim.
Vinícius bombava em mim bem forte e fundo, entrando e saindo e me fazendo tremer na cama, enquanto colocava as duas mãos nos meus seios e os apertava e beliscava meus mamilos, judiando sem remorso, me mostrando que para ele eu não passava de um lanchinho.
- Putinha, safada! Eu gosto tanto de foder você!
Eu quase tive um parto... ele tem uma rola que não é normal! Doía real.
Eu me sentia tão apertada, quase tive um treco naqueles primeiros minutos com a intensidade da transa. Só ele sabia me pegar assim, meter por horas sem brochar, sem me dar pausa, me comendo como um verdadeiro predador.
Real oficial, eu quase desmaiei! Parecia que eu estava um ano sem dar!
Metemos a tarde toda, foi um fogo danado.
Vinícius me comia nas posições que bem queria... me fazia rebolar para ele, abrir meu cuzinho e ficar piscando para ele chupar. E eu ia a loucura com a língua dele me dando prazer ao me invadir. Ele chupou meu rabo descaradamente e depois me pegou de quatro, metendo na minha buceta e claro, fazendo o que eu mais amo: pisando nas minhas costas.
- Lugar de vagabunda é esse mesmo! Levando pisada nas costas enquanto dá a buceta!
Eu era humilhada com seu pezão me forçando contra o colchão, sentia o peso daquele homem bruto e me sentia uma verdadeira vadia por deixar que ele pisasse em mim enquanto me comia.
E eu gostava... implorava por mais...
- Pisa na minha cabeça... pisa! Me humilha!
O moreno adorou aquilo, deslizou seu pé e pisou em minha cara, na minha bochecha, esfregando a sola do pé e me mandando até sugar o seu dedão enquanto ele punia minha buceta molhada.
- Depravada do caralho! Gosta de se acabar mesmo, né? Puta!!!
Lambendo o pé dele feito uma cachorrinha adestrada eu rebolava em sua pica grossa e gemia alto, chamando-o de meu homem e pedindo para ele me xingar das coisas mais baixas possíveis e morrendo de tesão de ser tão degradada.
Quando ele finalmente tirou o pé da minha cabeça, ele aliviou o ritmo das estocadas e começou a esfregar a rola na entrada do meu cu.
Foi aí que eu fiquei gelada.
- Nãooooooooooo!!!
Implorei, desesperada de verdade.
Comer meu cu a seco assim não dava, eu iria sofrer demais com aquele pau grosso.
- Que foi putinha? Não aguenta dar o cuzinho?
Olhei para ele com olhos suplicantes, enquanto estendia uma das mãos para trás e encaixava seu pau novamente em minha xota e rebolava devagar, para dar prazer para ele e sossegar seus instintos vorazes.
- Por favor, amor... Eu sei que toda vez você quer..., mas não aguento ainda... por favor! Eu prometo que em breve eu te dou o meu rabinho.
Contrariado, ele desistiu da ideia. Me encarando com desdém.
Meu rebolado o convenceu, porém paguei caro, tomando tapas fortes na bunda enquanto rebolava bem lento para ele. Vinícius judiou da minha bunda, batendo forte nela e me xingando de puta, vadia, cachorra entre outras coisas, descontando a frustração de mais uma vez eu o enrolar não liberando a porta de trás, enquanto eu o satisfazia e morria de medo dele violar o meu cuzinho.
Um medo controlado e excitante, obviamente.
Eu confio nele e sei que ele jamais faria nada que eu realmente não quisesse.
A primeira gozada do dia finalmente veio. Demorou para vir, mas quando aconteceu, foi intensa!
Meu moreno voltou a meter fundo em mim, comigo toda empinada de quatro na cama e com suas mãos fortes cravando em minha bunda, me possuindo e me falando que eu era DELE, a vadia DELE.
Vinícius não se aguentava mais e gozou gostoso me sujando toda!
Eu me tremi e gozei junto com ele, que desabou sobre mim com seu pau enterrado em minha xota melada e ficamos grudadinhos, pelo menos uns cinco minutos, até nos recuperarmos do intenso orgasmo. Sua porra escorria pelas minhas coxas quando me levantei e fui até o banheiro para me limpar um pouquinho, não iria tirar tudo, adoro o sêmen dele em mim e voltei rapidinho para a cama, para mamar o pau dele que estava meia-bomba e sugar até sua última gota.
Meu moreno não perdia tempo.
Não me deu descanso e assim que seu pau ficou completamente duro novamente ele me mandou cavalgar.
E ele merecia uma bela cavalgada!
Já tinha judiado e me fodido muito bem e precisava relaxar um pouco enquanto eu fazia o trabalho duro. Subi em cima dele e cavalguei de frente, enquanto ele me comia e passava as mãos pesadas pelo meu corpinho frágil me arrepiando toda, me fazendo me sentir tão possuída e desejada. Quando ele colocava as mãos ao redor do meu pescoço então... nossa! Eu adoro ser enforcada por ele e quase desmaiar não tendo como escapar de seu aperto.
Pegamos 3 horas e transamos as 3horas, com pequenas pausas somente após as gozadas fartas dele e dos meus orgasmos intensos. Tomamos um banho juntos e eu estava já realizada: bem comida, judiada e satisfeita. Prontinha para meter o pé pra casa, mas acabamos saindo do motel e indo parar em um barzinho.
Bebemos bastante e me deu vontade de ir numa tabacaria, fumar narguilé e as horas foram passando... quando vimos, já eram quase 22h e a pegação não havia acabado. Bêbados e nos beijando bastante, subiu aquele fogo de ficar junto e voltamos pro mesmo motel. Não tinha escapatória, ele iria me foder a noite toda e eu queria muito isso.
Ser usada, pisada, macetada e feita de brinquedinho sexual para o meu moreno se aliviar comigo. Acabando de vez com meu tédio.
Pegamos um pernoite e mal entramos no quarto e a foda começou novamente... nos comemos a noite toda.
Vinícius não me dava descanso e tiramos apenas alguns cochilos curtos para descansar. De madrugada ele me acordou e me comeu mais uma vez, não conseguia parar e dizia que eu estava viciado em mim. Eu amava ver o quanto ele ficava excitado comigo e como gostava de me foder, me sentindo tão gostosa!
Quando eram quase 6h, ele acordou pra tomar banho e se arrumar para ir pro trabalho. Não sem antes me foder pela última vez e despejar seu esperma dentro de mim. Aliás, todas as gozadas foram dentro! Não tem outro lugar que eu goste mais de levar leitada do que dentro da minha buceta. Sentir o leite quente e espesso me sujando é indescritível e me deixa maluca de tesão.
Antes do bonitão ir embora, eu mamei seu pau e foi a única gozada que levei na boquinha. O saco dele estava completamente vazio agora e eu estava satisfeita por ter drenado as bolas do meu gato moreno.
Satisfeito, Vinícius me deu alguns beijos antes de partir e me deixar no quarto por mais algumas horas. Aproveitei para tirar um cochilo e tomar o café do motel, que infelizmente ele não quis tomar comigo pois estava ficando atrasado.
Ele me fodeu pelos menos umas seis vezes só naquela madrugada... e nem sei quantas vezes eu atingi o orgasmo, mas não foram poucas. Fiquei tão cansada que dormi quase o dia todo seguinte de tão arregaçada que estava.
Meu peito ainda está doendo... sabe ali na região do tórax?
Então... ele realmente acaba comigo! De um jeito espetacular.
E ele pagou tudo pra mim! O motel, os drinks, o narguilé, até as bebidas que eu tomei antes ele me reembolsou, fez questão. Ele falava o tempo todo: "Tamires, você tá saindo com homem! Não com moleque!". E não me deixava nem abrir a carteira. Fantástico.
Realmente, sair com um homem de verdade é outra pegada.
Ele me satisfaz bem demais... me come com força, me comanda, judia na medida certa e sabe me humilhar na cama e ao mesmo tempo me tratar como uma princesa fora dela.
Não existe decepção com meu moreno e sou grata por naquele dia ele ter me tirado do tédio e me fodido à noite toda!
Luxúria contos eróticos.
