Impossível dizer não

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 1579 palavras
Data: 26/02/2026 22:30:04
Última revisão: 12/03/2026 09:18:55

Sou a Suzane, uma mulher de quase quarenta anos, morena clara, cabelos até os ombros e olhos castanhos. Estou acima do peso, mas me garanto. Sempre fui uma mulher muito foguenta; não sei expressar, mas sexo para mim é tão importante quanto água e alimento. Sinto-me satisfeita quando transo, no mínimo, três vezes na semana — e se rolar vinho, fudeu, a vontade não passa. Curto homens, embora tenha fantasias com mulheres e, por que não, um ménage com mulheres e homens?

​Aproveito para lembrar que tive um relacionamento aberto que acredito ter sido o melhor até hoje. O cara era um deus na cama, me fazia gozar e conhecia os pontos fracos do meu corpo como ninguém. Apesar de não ter dado certo o convívio, a vida seguiu e, nos percalços do caminho, engravidei de outro. A vontade de Deus prevaleceu e, sem qualquer projeto para ser mãe, tive que voltar a ser tutora de uma linda "Flor".

​Casei-me de forma compulsória. Meu esposo é maravilhoso, tirei a sorte grande, mas ele precisou ser moldado por mim na cama. O pobre coitado pedia licença para comer meu cu — logo o cu que eu tanto amo dar! Consegui tirar essas formalidades dele; ainda bem que ele é bem proativo e já atende meu desejo sem cerimônia. Consegue sanar meus desejos sexuais, embora, em alguns momentos, o abençoado ainda precise de alguns empurrões.

​Com a chegada da cegonha, respeitamos o resguardo de forma "híbrida" (kkkkkkk). De ladinho, devagar, eu instigava o meu macho para levar estocadas no meu brioco, fora a masturbação que eu fazia para ele; alternava na mamada também. Isso ajudava a aliviar o meu boy. Fomos levando e nos virando nos trinta, já que outro desafio sofrido por mim é aguentar os dias em que ele fica no mar. Como se fosse pouco, sou cortejada diariamente pelos cafajestes que passaram pela minha vida e ainda mexem comigo por tudo que vivemos.

​Confesso que consegui resistir a todas as investidas, até ao ménage sugerido pelos dois, Lobato e Marcus. Fico louca só de pensar. Vou compartilhar uma das perturbações: eles queriam usar a cadeira giratória para alternar no sexo anal, comigo sendo o brinquedo no carrossel... Não me pergunte como, mas resisti, principalmente quando estava barriguda. Em outros momentos fui cantada até por estranhos a caminho do trabalho, e no próprio serviço por amigos que chegaram perto de mim para dizer que tiveram sonhos devassos comigo. Devo exalar sexo.

​Perdi as forças recentemente. O Marcus enviou mensagem de madrugada, como sempre faz, e pela manhã, enquanto eu "atuava como vaca leiteira" — é assim que ele me chama — abri o aplicativo e lá estava a "seta do inimigo". Ele perguntou se dois mil reais pagariam uma hora de trabalho árduo; respondi que não, mas cinco mil com certeza pagariam. Depois de muito diálogo e negociação, aceitei por dois mil reais, desde que ele transferisse trinta por cento do valor antecipadamente. Acordo firmado, dia marcado. Eu estava ansiosa; achei que não daria conta, afinal, não estava com outra pessoa há algum tempo, mas a grana ajudava na decisão. Eu ainda estou acima do peso, mas isso não era empecilho para o meu fã.

​Aproveitei que o maridão está embarcado. Minha mãe me ajudou ficando na minha casa e menti dizendo que iria a uma consulta de praxe. Como tenho o costume de andar de vestido, passei despercebida. Minha calcinha preta, estilo fio dental, era um mero detalhe. O Uber chegou e o itinerário era surpresa, já que eu não sabia para onde iríamos. Depois de trinta minutos, estava dentro do motel. Ele me esperava na porta da garagem da suíte. Agradeci ao motorista, que me deu um cartão; senti maldade desde que ele ficou me olhando pelo retrovisor interno enquanto eu me maquiava no carro. Ouvi gracinhas do tipo: "Você é muito linda", "Você está cheirosa", "O sortudo vai se dar bem". Eu só agradeci; afinal, ele sabia que eu estava indo para o motel. Se eu fosse mais ousada, teria aquecido minha boca mamando ele; o pilantra era um negão gostoso.

​Já na suíte, sem muito carinho ou preliminares, pedi que me colocasse de quatro. Era um trato; não havia por que ter beijos e carinhos. Paulo, meu marido, parece que sentiu o cheiro do chifre torrando e ligou em chamada de vídeo. Desliguei. A chamada me deu um tesão. Retornei a ligação, baixei o som, abri a janela para não ficar um som abafado e expliquei que estava em uma consulta médica. Aproveitei para pedir dinheiro e disse que não podia demorar porque já estava chegando a minha vez. Enquanto falava, segurava o pau duro do Marcus, que fazia questão de apertar meus seios provocando o esguicho do leite — minhas tetas estavam muito cheias.

​Eu fazia sinal para ele parar, mas o fdp continuava a apertar, espirrando leite no seu próprio corpo. Consegui mil reais com o esposo e fiquei de quatro. Enquanto falava com o meu maridinho, agradecendo, o Marcus, animadíssimo, colocou na porta do meu rabo — a seco, sem cuspe ou pomada. Era o que eu queria. A rola dele é grande e o "agravo" é a grossura; empurrou me segurando. Eu fazia caretas e gemia enquanto ele enfiava tudo, arregaçando minha bunda. Era possível sentir o seu mastro me rasgando; o espelho dava o retorno perfeito. Marcus ia no vai e vem e se debruçou sobre mim, começando a me masturbar. Meu cu sendo destroçado e aquela mão enorme no meu clitóris... eu fui amolecendo. Ele alternava apertando meus seios; o pau já estava todo no meu pequeno cu. A estocada não era carinhosa, exatamente como eu tinha pedido.

​Paulo ligou novamente. Como a ligação estava ruim, atendi no terceiro toque. Fiz sinal para o Marcus parar, mas com o pau dentro fica difícil raciocinar. O Paulo pediu desculpas pelo incômodo e informou que tinha enviado mais mil reais, pois iria ficar mais tempo na plataforma. Eu dei uma gargalhada. Marcus metia de leve — o único momento em que teve misericórdia de mim. Comentei com o corno que demorei a atender porque estava no consultório. Marcus aumentou o ritmo; era perceptível que a ligação mexeu com ele. Eu dando corda, disse ao Paulo que ia sofrer pela demora, já que esperava por ele para chupá-lo e sentar no seu colo. Marcus participava de tudo como ouvinte.

​O espelho me ajudava a registrar as expressões faciais dele. Paulo dizia que estava excitado, que queria comer meu cu; eu repetia tudo para o Marcus ouvir. Conseguia excitar os dois. Até que o Marcus encheu meu cu de porra; colocou a mão na boca para não urrar. Eu dizia para o Paulo, enquanto rebolava, que não tinha esquecido do ménage, que o queria com outro macho, os dois abusando de mim. Paulo disse que ia ao banheiro; eu o incentivei a ir, até porque já imaginava para quê. Marcus estava parado, com o pau no meu cu ainda. Falei no ouvido do Paulo que queria dois paus, que ia chupar os dois. Marcus balbuciava que eu era piranha e eu respondia com sinal de positivo. Ele voltou a comer meu rabo, mas desta vez pedi para ser carinhoso.

​Paulo perguntou com quem eu estava falando; disse que estava na lanchonete pedindo um café forte. Marcus socava e o Paulo se masturbava; não demorou para ele gozar. Eu reclamei, dizendo que ele estava desperdiçando meu leite, e ameacei dizendo que ele iria pagar. Marcus gozou pela segunda vez. Meu cu estava arrombado. Levantei, ajeitei a calcinha que fora colocada de lado, ainda falando com o Paulo, mas dessa vez chupando o Marcus, que tinha porra no pau. Paulo pediu para eu enviar nudes; informei que enviaria mais tarde. Marcus me filmava com seu aparelho enquanto eu chupava olhando para ele. Paulo desligou e eu consegui fazer o Marcus gozar pela terceira vez só com a boca. Na verdade, ele estava excitado com a ligação — qual homem não gosta de saber que come uma casada enquanto ela fala com o esposo?

​Sentada, via a porra descer e sujar o colchão. Suguei o resto de esperma que ainda tinha no saco do negão. Assim que ele saiu, o telefone tocou: era minha mãe perguntando se eu demoraria muito. Acalmei a coroa dizendo que estava a trinta minutos de casa. Pedi para o Marcus chamar o Uber, ele depositou o restante do dinheiro na minha conta e voltamos para a casa juntos. Deu tempo de rolar um beijinho na boca; afinal, o gosto de porra era dele mesmo.

​Em casa, pude perceber o estrago; estava muito dolorida. Fui para o banheiro, tomei banho, mandei o nude para o Paulo e cobrei vinte reais pela foto. Relembrei por mensagem que, na volta dele, iríamos ao swing ou eu escolheria um negão para o nosso ménage — já pensando em arrancar mais dinheiro do Marcus, já que tínhamos conversado que o cara seria escolhido por mim.

​Eu sou muito safada. Em casa, de licença, ganhando dinheiro com meu corpo... isso vai virar minha segunda fonte de renda, ah se vai! No outro dia, o marido disse que sonhou que eu o tinha traído. Eu só sabia rir e disse que sim: que desde que ele saiu para o trabalho eu o traía com os "brinquedinhos". Mostrei na câmera o consolo preto que chamo de "Tonhão". Rimos após o fim do contato, e eu, toda destruída, pensava que ele quase acertou.

​Rumo ao ménage. Até a próxima!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

REAIS MASTURBATRIX. Procuro mulheres que curtam sem nêuras masturbação feminina. Só faça contato se realmente for adepta desse prazer solo, em especial vendo vídeos e lendo contos. Espero com o zap, telegram ou zangi no: tourodovale@hotmail.com e diga NOME E SIRIRICA. Sigilo.

0 0
Foto de perfil genérica

Fala que o marido e maravilhoso que ganhou na mega sena mais prefere ser sem caráter e trai sem remorso nenhum

1 0