O ACAMPAMENTO DE EX-MARIDOS NO QUINTAL DA PUTA DIVORCIADA

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 3223 palavras
Data: 03/02/2026 12:48:20

O quintal parecia vivo, caralho, pulsando como uma buceta inchada prestes a gozar. Não era só o vento fudendo com as árvores retorcidas, nem o mofo fedorento grudado nas paredes descascadas daquela casa velha de merda que a avó dela tinha deixado de herança. Era como se a terra estivesse grávida de putaria, cheia de segredos sujos que vazavam pelo chão úmido, deixando tudo cheirando a suor, porra e desejo imundo.

Helena, uma quarentona safada com curvas de dar tesão em defunto, olhos cheios de malícia e uma xoxota que devorava todo tipo de pica, andava descalça pela grama molhada, sentindo o orvalho frio lambendo seus pés como uma língua gulosa. O vestido fininho colava na pele suada dela, marcando os peitões soltos balançando livres, os bicos duros apontando pra frente como convites pra putaria. Numa mão, uma garrafa de vinho tinto que escorria como sangue de uma ferida aberta; na outra, um chicote de couro velho, marcado por anos de chicotadas em bundas e costas dos seus machos submissos. Aquele quintal era o império dela, um reino de loucura onde ela reinava como uma rainha vadia, colecionando ex-maridos como troféus vivos pra foder, humilhar e sugar até a última gota de porra.

Ali, sob a luz tremeluzente de lanternas de camping que piscavam como olhos safados, seis barracas coloridas se erguiam como um acampamento de guerra sexual – ou melhor, um zoológico de rolas humanas. Dentro delas, os seis ex-maridos dela, cada um com sua história fudida, suas cicatrizes, vícios, devoções cegas ou ódios que ferviam como sêmen prestes a jorrar. Helena não só os colecionava; ela os mantinha alimentados com migalhas de afeto e punheta, os fodia até as pregas do cu arder, os humilhava chicoteando e mijando na cara deles, revezando aquelas picas grossas, finas, tortas ou retas como uma sacerdotisa puta de um culto proibido onde o orgasmo era o sacramento supremo.

Naquela noite, o quintal respirava pesado, como um macho ofegante depois de uma foda bruta. O vinho escorria pelos lábios carnudos de Helena, manchando o queixo e pingando nos peitos, e ela sentiu uma sede insana por todos eles ao mesmo tempo. Sua buceta latejava, ensopada e quente, implorando por várias rolas.

— Saiam pra fora, meus devotos — murmurou ela, voz grave e sedutora, quase maternal, mas com um tom de vadia no comando.

As barracas se abriram uma a uma, zíperes rangendo como papel rasgando. Os machos emergiram como animais selvagens acordados de um sono erótico, corpos suados e maltratados, mas olhos famintos e picas já endurecendo no ar frio. O primeiro saiu nu, rastejando como um cão no cio; o segundo fumava com desdém, mas sua rola já apontava pro céu; os gêmeos vieram juntos, ombro a ombro, com sorrisos cúmplices e paus iguais latejando em sincronia; o poeta trazia um caderno nas mãos, já recitando versos porcos rimados sobre bucetas e cus; o ex-policial mascava um palito de dentes como se fosse chiclete, mas sua respiração pesada denunciava o tesão acumulado.

Helena ergueu o chicote, estalando no ar como um tapa na bunda.

— Hoje eu quero um banquete de pica, seus viados. Me fodam até me arrombaram toda.

Eles se ajoelharam em círculo no meio do quintal, como cavaleiros submissos diante de uma rainha louca por piroca. Ela girou devagar, deixando o vestido escorregar pelos ombros e cair no chão lamacento. Seu corpo nu brilhou sob a luz amarelada das lanternas, cada curva um convite pra putaria, cada cicatriz uma marca de trepadas passadas que contavam histórias de dor e gozo.

O primeiro marido rastejou até ela e lambeu seus pés enlameados, a língua quente limpando a sujeira como um cão lambendo o cu da dona. O segundo a puxou pelos quadris largos, mordendo a carne macia das coxas como se quisesse arrancar pedaços, deixando marcas vermelhas que ardiam gostoso. Os gêmeos a ergueram no ar como uma boneca sexual e a deitaram sobre um colchão improvisado com sacos de dormir sujos, abrindo suas pernas torneadas como se fosse um show de strip pornô, expondo a buceta lisinha e e de lábios carnudos, já pingando mel.

Ela gemia alto, não de dor ou prazer simples, mas de um triunfo vadio, sentindo o poder de mandar em todos aqueles paus. O quintal inteiro parecia estremecer, as árvores rangendo como aplausos pela putaria que estava por vir. O poeta recitava versos imundos – "Sua bunda é um abismo, sua xota um vulcão de porra" – enquanto enfiava a língua grossa entre as nádegas dela, lambendo as pregas suadas do cu como se fosse gelato italiano; o ex-policial prendia seus pulsos com algemas, penetrando sua buceta com brutalidade, socando fundo como um pistão, cada estocada fazendo os peitões balançarem e espirrarem gotas de suor.

Helena gargalhava louca, bebendo direto da garrafa, cuspindo vinho tinto sobre os corpos nus deles, deixando a mistura de álcool, suor, baba e esperma se espalhar pelo chão de terra como um lago de orgia. As barracas tremiam, como se rissem nervosas de tesão. As árvores rangiam, como voyeurs libertinas.

O sexo não era só ato; era um rito profano, caralho. Cada marido era um pedaço dela, um reflexo deformado que ela dominava com a xoxota e o chicote. E no meio daquela orgia inicial, Helena teve uma visão breve e perturbadora: uma sétima barraca, ainda inexistente, erguida no canto escuro do quintal. Um sétimo marido – o mais recente, o último que ela havia casado e divorciado em segredo, um macho selvagem que ela mantivera escondido até agora, esperando o momento certo pra soltar a fera.

Ela gemeu mais alto, como se chamasse por ele através do tempo, sua buceta contraindo em espasmos de tesão.

E naquela madrugada, enquanto todos os seis ex-maridos jorravam porra quente e grossa sobre ela e sobre a terra – gozando em jatos que pintavam sua pele como uma tinta devassa –, Helena soube que sua coleção ainda não estava completa. Mas o sétimo viria, e ele tornaria tudo ainda mais fudido.

A barraca do primeiro, Cláudio, era a mais gasta, um trapo verde-musgo rasgado em pontos onde a chuva tinha fodido o tecido, deixando manchas escuras como gala seca. Sem nada dentro, só um colchão fino e fedorento e uma tigela de alumínio pra comida de cachorro. Era o canil dele, e ele amava isso, o puto submisso.

Cláudio fora o primeiro marido, um casamento curto marcado pela devoção dele, lambendo cada gota do muco vaginal dela como um viciado. Divorciados, ele ainda a seguia como cão, feliz em dormir no quintal, contente em lamber o chão por onde ela pisava e a buceta cheia de porra dos outros maridos.

Após a orgia coletiva da noite anterior, Helena foi visitá-lo sozinha. Empurrou o zíper da barraca, que gemeu como uma garganta arrombada de rola. Dentro, Cláudio estava de quatro, nu, língua no chão de lona suja, limpando o caminho para ela como um bom vira-lata.

— Você me chamou, patroa? — disse, sem erguer a cabeça, o pau já duro balançando entre as pernas como badalo de sino.

Helena não respondeu. Sentou no colchão, abriu as pernas e apontou pra xana melada, ainda vazando porra dos outros. Cláudio engatinhou, olhos úmidos de tesão devoto, rosto sujo de terra e baba.

Ele lambeu a xoxota dela devagar, com reverência, a língua varrendo os lábios grossos, sugando o clitóris inchado como um beijo sagrado, limpando cada gota de sêmen alheio como se fosse néctar, enquanto dedava o cuzinho rosado dela. Ela puxou os cabelos dele, enfiando a boca funda, esfregando a buceta na cara até o nariz dele sumir dentro da vulva. Cada gemido dele era recompensado com uma chicotada nas costas, deixando vergões vermelhos que ardiam.

— Você não é homem, Cláudio. É meu cãozinho safado, um viado que lateja por migalhas da minha buceta cheia de gala dos outros — sussurrou ela, enfiando um colar de couro apertado no pescoço dele, puxando como rédea, enquanto rebolava as ancas pedindo dois dedos no cu.

Ele latiu, curto e obediente, envergonhado, mas a rola latejando grossa, veias pulsando. Helena gargalhou, empurrando-o de costas no colchão fedorento. Montou no pau dele, cavalgando com violência, quicando forte, os peitões balançando e batendo na cara dele enquanto o fazia repetir entre gemidos e saliva escorrendo:

— Eu sou seu cachorrinho... eu sou seu cãozinho bicha... me fode, patroa!

Quando ele gozou, jorrando porra quente dentro da xana dela como um vulcão, ela não deu descanso. Enfiou a buceta latejante na boca dele, obrigando-o a chupar e beber a própria porra misturada com a dela, o sêmen escorrendo pelo queixo dele enquanto chorava de prazer e humilhação, um devoto da loucura carnal.

Ao sair, deixando-o gemendo como um animal abandonado, Helena sentiu o vento frio lamber sua pele nua, arrepiando os bicos dos peitos. Havia tesão em possuir machos assim: quebrados, submissos, reféns da buceta dela. Mas a sede crescia, e no fundo do quintal, a visão da sétima barraca piscava como um convite safado.

A barraca do segundo, Paulo, era vermelha como uma ferida aberta e sangrenta, sempre fechada, um covil de rancor. Diferente do cãozinho, Paulo não era submisso; seu amor virara ódio ácido, e isso excitava Helena mais que qualquer carinho.

Ela invadiu sem avisar. Encontrou-o deitado, fumando nu, olhos cravados nela como punhais.

— O que você quer, sua puta? — perguntou, soprando fumaça na cara dela.

— Você sabe, seu filho da puta rancoroso — respondeu, sentando no colo dele, sentindo a rola endurecer instantaneamente sob a bunda.

Ele não beijou; mordeu o lábio inferior dela com força, fazendo sangue escorrer e misturar com saliva. Ela gemeu excitada, o gosto metálico na boca.

— Puta arrombada — rosnou ele, enfiando três dedos grossos na buceta dela de uma vez, socando bruto como se quisesse arrombar, os dedos curvando pra acertar o ponto G, fazendo-a espirrar jatos de mijo nas coxas dele.

Helena arqueou o corpo, gemendo alto, sentindo prazer no ódio dele. Eles se engalfinhavam como feras, mordendo peitos, arranhando costas até sangrar, cuspindo na cara um do outro, trocando tapas na cara. O sexo era sujo, feroz, violento: ele a jogou de bruços, cuspiu no cu dela e enfiou a rola seca, socando forte no rabo apertado, cada estocada uma punição, enquanto xingava:

— Você nunca vai me possuir, sua vagabunda, mas eu vou arregaçar esse cu até você implorar pra parar!

Helena gargalhava, mesmo com o cu ardendo, a rola socada até as bolas, contraindo os músculos pra apertar a pica dele, gozando em squirts que molhavam o colchão. Eles transaram como inimigos, o corpo dela marcado de hematomas roxos, o dele arranhado até o sangue escorrer. Quando gozaram – ele jorrando no cu dela, ela esguichando na cara dele –, foi uma explosão amarga, um incêndio de rancor que deixava os dois ofegantes e odiosos.

Helena saiu cambaleando, pernas trêmulas, marcas de dentes por todo o corpo, o rosto vermelho de tanto tapa. O ar da noite era denso como sêmen fresco. Os gêmeos observavam de longe, sorrindo cúmplices, paus duros esperando a vez, punhetando. No peito dela, a certeza: cada marido era uma peça quebrada dela mesma. Mas o vazio fodia sua alma, e a sombra da sétima barraca crescia, mais nítida.

As barracas dos gêmeos, Marcos e Mauro, ficavam lado a lado, idênticas como reflexos em um espelho sujo de gala seca, sempre abertas, iluminadas por velas exalando a incenso barato e esperma seco misturado com azedume de suor.

Eles eram a parte mais bizarra da coleção: Helena casara com um, depois o outro, testando as cópias idênticas pra ver qual pica lhe dava mais prazer. No fim, ficou com os dois, os safados incestuosos.

Naquela noite, os irmãos a aguardavam nus, sentados frente a frente, se masturbando mutuamente, paus iguais latejando em sincronia. Helena entrou, deixou cair o robe transparente, expondo o corpo suado, e se deitou entre eles como uma vadia no meio de um sanduíche de rola.

— Vocês são meus espelhos safados, meus viadinhos gêmeos — disse, sorrindo maliciosa.

Eles a cercaram, mamando os peitões ao mesmo tempo, mordendo os bicos com sincronia perfeita, sugando os mamilos como bezerros famintos. Era como ser engolida por uma criatura de dois corpos e um tesão só. O jogo era perverso: Marcos martelava a pica na buceta dela, socando fundo enquanto Mauro chupava o cu todo aberto, língua girando no nas pregas; depois trocavam, paus idênticos alternando buracos, fazendo-a gemer como uma puta de cabaré. Havia momentos em que os gêmeos se fodiam entre si – um socando no cu do outro enquanto Helena assistia, bolinando o grelo inchado, até puxá-los de volta, enfiando as duas picas ao mesmo tempo na xoxota e no cu, sentindo os buracos sendo arregaçados até o limite, ardendo e pulsando, rebolando e pedindo vara como uma prostituta rampeira.

— Vocês são meus espelhos vivos, gozem juntos, meus putinhos safados! — murmurava ela, olhos revirados, com a anca tremendo, esguichando suco de xota nos paus deles.

E assim foi: os gêmeos jorraram porra em sincronia, enchendo a buceta e o cu dela com gala quente, corpos tremendo como um só orgasmo compartilhado. O colchão ficou encharcado, corpos se confundindo em um pântano de suor e esperma, Helena girando entre eles como rainha de um circo de putaria profana.

As velas se apagaram, mas o ar queimava com o incesto e a devassidão. Ao sair, deixando os gêmeos abraçados e adormecidos um com o pau do outro na boca, Helena, nua e coberta de fluidos, olhou o quintal: a sétima barraca já estava erguida em algum ponto escuro, embora só ela visse.

A barraca do poeta, Ricardo, era um santuário da imundície: cortinas vermelhas manchadas, cadernos espalhados no chão fedendo a papel queimado e incenso, garrafas de vinho barato, velas pretas derretendo. Cheiro de esperma e cigarrilha misturado.

Ele ainda escrevia para ela, poemas sujos oscilando entre devoção e sadismo. Chamava-a de "meu abismo de carne e porra".

Ela entrou, e ele esperava nu, caderno na mão.

— Ouça, minha ferida eterna — disse, recitando: "Seus lábios são navalhas afiadas, sua buceta uma igreja em chamas coberta de sêmen. De joelhos, me torno um escravo aviadado, em pé, seu carrasco sádico impuro."

Helena gargalhou, derrubou o caderno e enfiou a boca no pau dele, chupando bruto, garganta profunda até engasgar, baba escorrendo enquanto ele declamava entre gemidos, cada verso uma chicotada verbal.

Depois, de bruços, ordenou:

— Escreva em mim, seu poeta safado.

Ricardo pegou um marcador e rabiscou a pele dela: poemas obscenos nas costas – "Buceta devoradora de almas" –, haicais pornôs nas coxas – "Cu apertado, rola entra, explode o gozo" –, sonetos torpes nos peitões. Cada palavra seguida de um tapa na bunda, cada estrofe de uma socada lenta no cu, esticando o ânus com a rola grossa, borrando as letras com suor.

— Você é minha página em branco, sua puta inspiradora — murmurou ele, socando forte na xoxota agora, enquanto ela gritava possuída.

Helena pegou uma vela preta acesa e pingou cera quente no pau e no peito dele, ouvindo-o uivar de dor e tesão, depois esfregou a xana na rola queimada até gozar, espalhando tinta e porra como uma obra de arte fudida.

Ao sair, marcada como um livro vivo, Helena se sentia inquieta: o quintal sussurrava, árvores rangiam, e a sétima barraca era quase palpável.

A barraca de Roberto, o ex-policial, era organizada como uma cela paranóica: algemas oxidadas, cassetetes, pedaços de uniforme, botas, lanternas, distintivo. Relicário de um macho que não largava o passado.

Helena entrou silenciosa. Ele estava no canto, nu, limpando uma arma sem bala.

— Veio pra ser presa de novo, sua criminosa safada? — perguntou.

Ela sorriu, ergueu os braços em rendição.

Roberto foi rápido: algemou os pulsos, amarrou as pernas com o cinto, jogou-a no colchão duro. Revistou-a como uma contrabandista: dedos enfiados no cu e na xota, socando bruto como buscando por drogas, tapas secos na bunda, mordidas no pescoço pra arrancar confissões.

— Você é contrabando, droga, crime ambulante — murmurava, penetrando no cu a seco, cada estocada uma sentença, gritando códigos: "Código quatro! Vadia em fuga! Resistência à prisão!"

Ele chicoteava com o cinto, deixando marcas roxas, depois lambia as feridas. O orgasmo dele foi um grito militar, jorrando gala na buceta dela enquanto enfiava o cano do revólver no próprio cu e chorava em silêncio.

Helena soltou-se, deixou-o exausto entre algemas, saiu com pernas trêmulas e riso satisfeito.

O quintal em silêncio. Mas no canto escuro, a sétima barraca erguida, negra, pulsante.

Ele chegou sem aviso, acordando todos. Não era ex antigo; era o mais recente, o sétimo marido que ela divorciara há pouco, um macho selvagem que ela mantivera em segredo, agora solto pra foder. Sua barraca de pano negro grosso se mexia como se respirasse.

Ele saiu nu, corpo suado, olhos febris, pau enorme latejando. Helena, nua no quintal, o encarou, a buceta pingando muco e porra.

— Você é o último, o mais recente, meu putinho selvagem — disse em transe.

Ele não falou; beijou-a com fome, a língua invadindo a boca como uma serpente, uma ereção potente pressionando a barriga dela. Os outros maridos se moveram inquietos.

Tudo mudou. O sétimo não aceitava ser peça do quebra cabeça; sua febre contagiou todos, e o quintal explodiu em orgia apocalíptica.

Barracas se abriram. Corpos nus saíram, excitados como se hipnotizados. Começou a putaria extrema: Cláudio rastejou lambendo os pés enquanto o sétimo socava fundo na buceta de Helena com uma força animal, estocadas que faziam espirrar fluidos pela vulva. Paulo mordia o pescoço dela, cuspindo, xingando, estapeando, masturbando-se furioso até gozar na cara dela. Os gêmeos montavam um no outro e nela, paus duplos arrombando buceta e cu simultaneamente, corpos dobrando em posições impossíveis, ela sendo jogada de um lado pro outro como um boneca de trapo. Ricardo recitava versos insanos, escrevendo com tinta e porra na barriga dela enquanto chupava os mamilos. Roberto gritava ordens, algemando e possuindo-a como fugitiva da cadeia, chicoteando bundas alheias.

Helena no centro, uma sacerdotisa vadia, com os buracos sendo arregaçados, duas picas na buceta, uma no cu com mais três dedos que forçavam a entrada junto com a rola, duas na boca. Quintal pulsando: árvores se curvando em reverência, o chão tremendo, barracas inflando. Céu avermelhado como se o universo gozasse junto.

Corpos sujos em um lodo de suor, porra, baba, muco, rastros de fezes que saíam do cu dela, pintando os caralhos que se revezavam no rabo de marrom. A cada orgasmo coletivo – paus jorrando em buracos, bocas, peles –, a casa rangia como se estivesse desabando. Helena gritava, gargalhava, chorava, pedia mais violência, esfolada e arregaçada de pica em todo buraco: dupla penetração na xota, fisting no cu, boca cheia de rolas, mãos punhetando os outros. Era rainha, puta, deusa e monstro. O sétimo gozou dentro da buceta dela como catarse, os outros seguindo, em fila indiana, enchendo xoxota, cu e boca até transbordar um lago imundo de esperma, escorrendo pelas pernas e peito dela.

No final, exausta e toda arrombada, os buracos dilatados e abertos, deitada no gramado encharcado, Helena olhou: maridos misturados, um jogado por cima do outros, adormecidos como uma quimera de múltiplos paus.

Helena sabia: sua vida seria um ciclo eterno de orgia e loucura, um apocalipse devasso com a sua coleção de ex-cônjuges, do qual nunca sairia. O sétimo, o mais recente, havia selado também o seu destino, tornando-se mais um cativo da luxúria.

Ela sorriu, fechando os olhos exausta, sentindo os genitais arderem e a porra secar na pele como um troféu libertino.

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