O Padrasto Tarado quer me Enrabar - Parte 1

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 2856 palavras
Data: 28/02/2026 19:58:24

Doze horas de ônibus. O shortinho jeans que eu havia escolhido para viajar definitivamente não tinha sido uma boa ideia. Eu havia escolhido por causa do calor, mas agora eu só sentia ele me apertar.

Quando desci na rodoviária, já estava anoitecendo.

Mochila nas costas, cabelo cacheado meio bagunçado, pernas dormentes. A primeira coisa que pensei foi: café. Preciso de um café antes de enfrentar minha mãe. Mas ela já estava lá. Acenando no meio do terminal igual uma desesperada.

- Luana! Aqui, filha! - ela gritou.

Célia, minha mãe. Cabelo castanho escuro igual o meu, cacheado igual o meu, mas o corpo diferente. Mais alta, mais cheinha. Ela sempre foi assim, desde que me lembro. Corri na direção dela e me joguei.

- Mãe! Que saudade!

- Minha filha - ela apertou tanto que quase tirou meu ar. - Tá linda! Magra! E esse bumbum? Menina, virou fitness mesmo! Pode virar modelo, com esse corpo.

Ri com a cara enterrada no ombro dela. Sem graça. Sempre sem graça quando ela reparava no meu corpo, como se eu ainda tivesse 15 anos e ela precisasse me cobrir. Mas verdade seja dita: a academia nos últimos dois anos tinha feito efeito. Eu sempre tive um corpo bonito, mas agora era diferente. Mais desenhado. Mais definido. A bunda, especialmente, tinha ganhado vida própria. Até eu me assustava às vezes quando passava na frente do espelho.

Foi quando eu soltei o abraço que percebi: tinha um homem atrás dela. Fernando, o cara que eu só tinha visto por foto.

Uns 55 anos, alto, cabelo grisalho, barba grisalha, umas tatuagens no braço que apareciam na borda da camisa preta. O rosto devia ter sido bonito uns anos atrás, mas agora era só... médio. Olheiras fundas, dente torto no sorriso. Tipo cara de carcereiro, desses que a gente cruza na rua e desvia o olhar.

Ele estendeu a mão. Grossa. Mão de quem trabalhou a vida inteira.

- Muito prazer, menina. Ouvi falar muito de você.

Minha mãe casou faz seis meses. Eu não vim no casamento porque foi só no cartório, e eu estava em período de provas finais. Ela me mandou foto do vestido branco, do bolo, da comemoração em um restaurante depois, e várias outras fotos onde eles apareciam abraçados, sorrindo.

Agora ele estava aqui. Meio metro na minha frente, me olhando de cima a baixo. Os olhos dele desceram do meu rosto, passaram pelos meus peitos, desceram mais. Pararam no meu short. No meu quadril. Na minha bunda. Voltaram. Tão rápido que eu quase duvidei do que tinha visto.

- Sua mãe fala de você o tempo todo - ele disse, a mão ainda apertando a minha. - Mas esqueceu de falar que a filha era tão linda assim. As fotos não fazem jus a você.

Minha mãe riu, boba.

- Ela é linda mesmo, puxou a mãe.

Eu soltei a mão dele primeiro. Não gostei do jeito que ele segurou um segundo a mais.

- Vamos? - eu disse, pegando minha mochila. - Tô morta.

Ele pegou minha mala maior do chão antes que eu alcançasse.

- Deixa comigo. Damas primeiro - ele disse, com um sorriso, apontando com a cabeça pra frente.

Minha mãe riu e me puxou. A gente começou a andar na direção da saída da rodoviária. Contei uns cinco passos. Não sei por que virei a cabeça. Curiosidade. Instinto.

Ele estava parado, a mala pendurada em um ombro e os olhos fixos na minha bunda que estava apertada dentro do shorts. Ele mordeu o lábio devagar.

Desviei o olhar, voltando a olhar pra frente. Minha mãe falava alguma coisa sobre o trânsito, mas eu não ouvia nada. Só sentia o peso daquele olhar nas minhas costas.

- Gostou dele? - minha mãe cochichou.

- Não conheço ainda, mãe.

- Mas vai adorar. Ele é um amor. Me trata tão bem, Luana. Pela primeira vez, um homem me trata igual rainha.

Lembrei das outras vezes que ela disse isso. Outros homens. Outros corações partidos.

O carro dele era uma caminhonete prata, cabine dupla. Minha mãe sentou na frente, no banco do carona e eu fiquei atrás, com as malas.

Durante todo o trajeto da rodoviária até o bairro, eu fiquei vendo a cidade pela janela. As mesmas ruas. Os mesmos mercadinhos. A mesma praça com os mesmos velhos nos mesmos bancos. Cinco anos fora e parecia que nada tinha mudado. Só eu.

- E aí, Luana, como é que foi a faculdade? - a voz dele veio de frente, grossa.

Olhei pelo retrovisor. Ele estava me olhando.

- Boa - respondi. - Acabei, finalmente.

- Direito, né? Sua mãe falou. Vai advogar aqui na cidade?

- Acho que sim.

- Aqui precisa de gente boa. Se precisar de alguma coisa, pode contar comigo.

Minha mãe virou pra trás e sorriu pra mim, orgulhosa.

- Viu? Falei que ele era um amor.

Sorri de volta, um sorriso amarelo. No retrovisor, ele ainda me olhava.

A casa era a mesma.

Pintura nova no portão, mas a mesma. O jardim que minha mãe sempre cuidava, as mesmas plantas. Entrei carregando minha mochila, com ele atrás trazendo a mala maior.

- Pode deixar no quarto dos fundos - minha mãe disse pra ele. - É o quarto dela desde sempre.

Atravessei a sala. O sofá era outro, maior. Tinha uma TV nova na parede. Coisas dele, pensei. Mas o corredor era o mesmo. As fotos na parede: eu com 10 anos, eu com 15, eu e minha mãe no dia do meu vestibular. Parei na porta do quarto e abri.

Cama de solteiro, com a mesma colcha de flor que eu odiava. A escrivaninha onde fiz trabalho de escola. O armário branco arranhado. Os posters na parede de bandas que eu não ouvia mais, filmes que eu nem lembrava.

Entrei e sentei na cama. O colchão afundou. Macio demais. Mole demais. Parecia que eu não cabia mais ali. Não só o corpo, que agora era maior, mais pesado, mais mulher, mas a cabeça. Eu tinha 23 anos. Tinha vivido cinco anos sozinha. Tinha cozinhado pra mim mesma, pagado conta, dormido em outra cama, em outra cidade. E agora estava aqui. No mesmo quarto. Na mesma cama.

Ouvi a mala sendo largada no chão, atrás de mim. Virei. Ele estava na porta.

- Vai ser muito bom ter você por aqui, Luana - ele falou, com os olhos brilhando. Não sei por que, mas estremeci.

- Obrigada, Fernando.

Ele não saiu. Ficou ali, apoiado no batente, me olhando.

- Sabe, eu sempre quis ter uma filha - fez uma pausa. Os olhos desceram pelo meu corpo, subiram de novo. - Mas uma assim... bonita desse jeito... aí é sorte demais.

Meu estômago deu um nó e meu rosto corou.

- É... é bom estar em casa - consegui dizer.

Ele sorriu, e depois virou as costas e saiu. Fiquei parada, ouvindo os passos dele indo pelo corredor. O ar do quarto, de repente, estava mais pesado. Fechei a porta devagar. Não trancava. Nunca teve tranca.

Eu precisava trocar de roupa.

O short jeans saiu com esforço, de tão justo. A blusa suada foi pro cesto. Fiquei só de calcinha e sutiã na frente do espelho do armário. A bunda ocupava quase o espelho inteiro. Redonda, dura, daquelas que qualquer short marcava. Minha cintura fina fazia ela parecer maior. Os peitos médios, mas empinados. A barriga desenhada.

Passei a mão na coxa, distraída. Corpo de academia. Era isso que eu tinha construído lá longe, enquanto estudava. E agora estava aqui, nesse quarto pequeno, nessa cidade pequena.

Abri a mala. Procurei algo mais confortável. Achei um vestido longo, leve, azul claro, que comprei num shopping no outro estado. Vesti. Era solto, fresco, escondia mais do que mostrava. Perfeito pra jantar. Descalça, fui até a cozinha.

Senti o cheiro de comida antes de chegar. Minha mãe cozinhando. Panelas no fogão. Uma mistura de cebola e alho. Cheiro de casa.

Minha mãe estava de costas, mexendo uma panela. Fernando estava sentado na mesa, uma cerveja na mão, o corpo largado na cadeira como se fosse dono do lugar.

- E aí, mocinha, já se arrumou? - ele disse quando me viu.

- Estou mais confortável agora - respondi, puxando uma cadeira. Sentei do outro lado da mesa. Longe dele.

Minha mãe virou, olhou pra mim e sorriu.

- Que vestido lindo, filha! Novo?

- Comprei ano passado. Usei pouco.

- Ficou bom em você. Tudo fica bom em você, né? - ela riu, voltando pra panela.

Fernando deu um gole na cerveja e olhou pra mim por cima da lata.

- Sua mãe tem razão. Esse vestido ficou bom. Mas podia ser um saco de batata que ainda estaria linda.

Ri sem graça, olhando pro chão.

- Obrigada.

- Tô falando sério - ele continuou, como se eu tivesse duvidado. - Cabelão bonito, rosto bonito. E esse corpo então... Sua mãe falou que você faz academia.

- Faço. Dois anos já - respondi, evitando olhar ele nos olhos.

- Nossa... Parece até atriz de filme.

Minha mãe riu lá do fogão.

- Ai, Fernando, para de encher a menina.

- Tô elogiando ué - ele disse, mas não estava rindo. Estava olhando pra mim, fixamente. - Pode elogiar a própria enteada, não é?

- Pode e deve - minha mãe respondeu distraída, provando o feijão. - A gente tem que valorizar a família.

Bebi um gole d'água. O silêncio durou um segundo, mas pesou.

- E então, Luana - ele disse, recostando na cadeira, os olhos ainda em mim -, vai procurar que lugar pra trabalhar?

- Ah, algum escritório de advocacia - respondi. - Direito é concorrido, mas tenho que começar em algum lugar.

- Escritório? - ele ergueu a sobrancelha. - Bonitinha assim, quer se enfiar em escritório?

- Ela tem que começar de algum lugar né? - minha mãe disse.

- Só estou falando - ele deu de ombros, um sorriso torto no canto da boca. - Com esse corpo de modelo, ela podia ganhar dinheiro mais fácil. Mais rápido. Tem um monte de concursos por aí.

Senti o rosto esquentar. Não sabia se era raiva ou vergonha.

- Gosto de direito - falei baixo.

- E pode gostar. Mas ser bonita também é profissão - ele bebeu mais um gole de cerveja, os olhos passeando por mim de um jeito que demorou demais. - Se eu fosse você, pensava nisso.

Minha mãe trouxe a panela de arroz pra mesa, distraída.

- Deixa ela, Fernando. Ela estudou cinco anos pra isso.

- É só uma ideia - ele disse, mas o olhar continuou em mim.

Olhei pro meu prato. Minha mãe parece não ligar pros comentários dele, então também vou tentar não ligar.

- Vou procurar alguma vaga. Se não achar nada na minha área, eu tento outra coisa.

- Certo, certo - ele coçou a barba.

A primeira semana foi estranha. Eu mandava currículo pra tudo quanto é escritório da cidade e região. A maioria nem respondia, e os que respondiam pediam experiência que eu não tinha. Meu diploma de direito parecia valer menos do que o papel que foi impresso. Fernando trabalhava de casa. Eu demorei uns dias pra descobrir com o quê. Ele tinha uma espécie de escritório no quarto ao lado do meu, com computador, impressora, e passava horas ao telefone falando de "negócios" que ninguém entendia direito. Vendas, compras, parcerias. Minha mãe falava que ele era "empreendedor". Eu não perguntava mais que isso.

A rotina era a mesma de antes de eu ir embora da cidade. Minha mãe viajava a trabalho, ela fazia representação comercial, passava o dia todo fora. Eu ficava em casa com ele. Nos primeiros dias, só conversávamos o básico.

- Acordou tarde hoje, hein mocinha? Estava cansada? - ele perguntou quando eu saía do quarto de pijama, indo pegar café. De manhã ele estava sempre na mesa da cozinha, com uma xícara na mão, o celular do lado, os olhos em mim.

- É, dormi mal - respondia.

- Deve ser a cama. Depois a gente vê um colchão novo pra você.

Seu olhar se demorava em mim, o que me estremecia. Podia estar com baby doll, com camisola, com pijama de calça e manga comprida. Ele sempre ficava me olhando com aquele olhar estranho.

Com o passar dos dias, os olhares foram ficando mais longos. E os comentários, mais específicos, mais constrangedores. Sempre quando minha mãe não estava em casa, claro.

- Nossa, Luana, toda vez que você passa com esse shortinho eu tenho que olhar duas vezes. Sua bunda é gigante. É tudo academia mesmo? - ele falou em uma manhã, de enquanto eu esperava o café passar antes de ir à academia. Eu estava usando um shorts de malha, esses específicos para treino. A costura de trás ficava totalmente enterrada na minha bunda.

Dei um sorriso amarelo, encostada na pia.

- É academia, Fernando.

- Seu treino é muito bom então - ele disse, mexendo o café devagar. - Nossa, parece uma melancia.

Meu rosto esquentou. Tomei o café rápido e saí.

Quando minha mãe estava em casa, ele também fazia comentários, mas menos descarados. No final de semana, enquanto assistíamos um filme na sala, os três juntos, ele comentou, rindo:

- Olha, Célia. Essa moça do filme tem a bunda igualzinha a da Luana!

Minha mãe deu risada.

- É mesmo, amor. Mas arrisco dizer que a bunda da Lu é até maior.

Eu ficava quieta, com um sorriso amarelo no rosto.

Numa tarde, eu estava na sala vendo TV, usando um shortinho curto porque estava um calor infernal. Ele chegou do mercado com sacolas, parou na frente da TV.

- Sabia que tem um concurso aqui perto? - ele disse, largando as sacolas na mesa.

- Que concurso?

- Miss Bumbum. Vai ser na cidade vizinha mês que vem.

Olhei pra ele.

- É sério - ele continuou, se sentando na poltrona em frente. - Vi na internet. As inscrições tão abertas ainda.

- Não tenho nada a ver com isso - falei, seca.

- Como não? - ele me olhou de cima a baixo, descarado. - Você ganhava fácil. É só olhar pra você.

Bufei, voltando os olhos pra TV.

- Para com isso, Fernando.

- É sério, Lu. Sua bunda é maior que muito rabo por aí que ganha concurso. E você é bonita de rosto. Era só colocar um fio dental e desfilar.

- Não quero desfilar de fio dental pra ninguém.

Ele riu, baixo.

- Mas se quisesse, ganhava.

Não respondi e a conversa ficou por isso. Achei que ele tivesse esquecido essa história de concurso de miss bumbum. Mas na semana seguinte, eu estava no quarto, mexendo no celular, quando ele bateu na porta.

- Luana, posso entrar?

Eu não respondi, mas ele entrou mesmo assim. Se sentou na ponta da cama, com o celular na mão e me mostrou a tela.

- Olha isso.

Eram fotos de um concurso. Mulheres de biquíni, fio dental, desfilando num palco.

- Tá vendo essa aqui? - ele apontou pra uma loira. - Ganhou o concurso regional. Olha a bunda dela.

Olhei sem querer. A mulher tinha uma bunda razoável, nada de mais.

- Agora imagina se fosse a sua. Ia desbancar ela, fácil.

- Fernando...

- É só olhar. Sua bunda é maior, mais redonda, mais bonita. Aposto que não tem estria, nem celulite. Sua bunda é gigante, Lu. Toda carnuda.

Ele passou o dedo na tela, mostrando outra, e outra, e outra.

- Todas essas ganharam dinheiro. Prêmio em dinheiro, contrato com marca, foto em revista. E nenhuma tem o que você tem.

Fiquei em silêncio. Ele se levantou, foi até a porta. Parou.

- Pensa com carinho. Se quiser, eu levo você. Faço sua inscrição.

- Vou pensar - falei, baixo.

Ele sorriu.

- É isso aí, mocinha. Depois a gente vê.

Saiu. Fiquei olhando pra porta fechada. Minha buceta latejava, mas eu não sabia por quê.

As semanas passaram. Ele não largou do meu pé. Todo dia era uma coisa: "Pensou no concurso?", "Vi outra mulher ganhadora de um concurso, rabo menor que o seu", "Você é louca de não tentar, Luana. Com esse corpo, é dinheiro fácil". Minha mãe ria quando ouvia.

- Deixa ela, Fernando. Ela é estudada, tem que seguir a carreira dela.

- Pode seguir as duas coisas - ele rebatia. - Um concurso não impede ela de ser advogada.

Até que um dia eu cansei.

- Tá bom - falei, na mesa do jantar. - Vou entrar nessa merda de concurso.

Minha mãe arregalou os olhos.

- Sério, filha? Tem certeza?

- Só pra ele parar de encher o saco.

Fernando ergueu a cerveja, vitorioso.

- Boa menina. Vou cuidar de tudo. Inscrição, transporte, tudo. Você só precisa me mandar uma foto.

- Foto?

- Pra inscrição, ué. Precisa enviar foto de corpo inteiro. De biquíni.

Olhei pra minha mãe. Ela deu de ombros.

- Se for pra fazer, faz direito, filha.

Naquela noite, fiquei no celular rolando a galeria. Sabia exatamente qual foto ia mandar. Tinha tirado no ano passado, numa viagem pra praia com umas amigas. Comprei um biquíni fio dental minúsculo, azul turquesa, só pra ver qual era a sensação. Tirei umas fotos na beira da piscina, sozinha, quando as amigas foram comprar água. Nunca postei, fiquei com vergonha. Mas guardei. A bunda ocupava a tela toda. O fio dental sumia no meio. Eu estava de costas, virando o rosto de leve, o cabelo jogado pro lado.

Abri o WhatsApp dele. Meu dedo pairou sobre a tecla de envio por um minuto inteiro. Pensei no que ele ia achar da foto. Pensei naquela sensação esquisita que eu vinha sentindo toda vez que ele falava do meu corpo. Apertei enviar.

Ele respondeu na hora: “Caralho, que bunda perfeita, Lu. Deixa comigo, já vou mandar sua inscrição”.

Deitei na cama, o celular no peito, olhando pro teto. Minha buceta latejava. Dessa vez, deixei latejar.

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Comentários

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Olá Aurora,

Como sempre bem escrito é um prazer ler contos com uma bela gramatica e cadencia.

Bom parece que esse é seu tema preferido, corrupção feminina (putas no armario).

Gostei que você está dando mais autonomia para a protagonista desta vez, ela escolheu sucumbir as investidas do padrasto, ele só sugeriu e ela que aceitou mostrar a rabeta por ai.

Espero que para o futuro da estória ela sucumba cada vez mais, varias possibilidades, vendo o padastro comer a mãe dela e ficar exitada com ele, deixar ele se aproveitar dela, cornear a mãe dela e por fim as duas serem dominadas e submissas ao padrasto.

Deixe a putaria fluir dessa vez, não caia na armadilha de mulher inocente seduzida e enganada pelo homem malvadão, continue dando autonomia a protagonista, se ela quer ser puta deixe ser, mas que no final arque com as conseqeuncias dessa escolha, sem vitimismos e relativismos a estória agradecerá.

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Perfeito esse conto, espero logo a continuação.

Tive uma enteada , é um tesão sem comparação, só quem viveu isso sabe como é. As visões, as calcinhas no cesto, as conversas provocando.

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