QUERIDO PROFESSOR CLÁUDIO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 861 palavras
Data: 28/02/2026 23:22:22
Assuntos: Heterossexual

Você sabe quem eu sou, porque eu incomodo muito você, com minhas dúvidas e perguntas. Mas também a sua matéria, Filosofia, basicamente nos instiga a sermos perguntadores, questionadores e buscadores das verdades mais escondidas e inconvenientes, não é?

Então... Eu acompanho atentamente cada aula sua, desde a primeira não faltei. Leio suas sugestões bibliográficas, produzo os textos que você pede, e acho muito massa suas provocações filosóficas.

Mas, de tanto me sentir provocada por você, terminei me pegando pensando em você para além do professor e para além da sala de aula. Sem perceber direito quando começou essa admiração mais intensa. Só sei que, de repente, quando me dei conta, estava com você na minha cabeça, no meio das coisas que eu faço quando não estou na sua aula; estava me flagrando com um sorriso enorme no rosto, no dia que tinha aula de Filosofia. Mas, mais do que isso, passei a notar como fico em êxtase enquanto você fala, cita filósofos, faz perguntas aparentemente absurdas, que deixam a gente meio doida, mas é um jeito (meio louco) de levar a gente a filosofar.

Aí comecei a notar alterações no meu corpo. Meu sangue fica mais agitado, eu fico meio que trêmula, atrapalhada, deixo cair as coisas – quando você passeia o olhar na turma e para em mim. Quando se dirige a mim, quando me escuta atentamente quando falo – é como se todo o restante da turma se abstraísse e somente existíssemos eu e você naquela sala.

Mas foi quando percebi meus olhos buscarem seus lábios, suas mãos, seu peito, suas coxas, sua bunda, seu pau (em dias de calça mais apertada), e meus mamilos endurecerem, enquanto minha buceta esquenta e se derrete, entre minhas pernas, molhando minha calcinha... que eu cheguei à conclusão de que estou a fim de você, a fim de beijar e comer você, a fim de ter o seu pau dentro de mim, na boca e na xoxota.

Então os dias sem aula sua passaram a ser pesarosos, morosos, chatos... Só melhorando quando eu começava a trazer você para meu pensamento, meu corpo todo se preparava e invariavelmente eu terminava gozando em meus dedos, com você na minha imaginação.

Você acredita, Cláudio, que isso já aconteceu até durante uma aula sua, enquanto você passava um vídeo para a turma, a sala na penumbra? Eu estava tão excitada, que não consegui esperar acabar, nem fugir para o banheiro. E toquei uma siririca ali mesmo, na sala, olhando para você, imaginando você tirando toda a roupa para mim, subindo na mesa, arrancando a camisa, baixando a calça e sua rola rígida saltando, pulsando, me chamando. E minha boca foi e a catou, chupou-a, constatando sua gostosura e dureza.

Você desceu, nu feito um filósofo da antiguidade, a rola em riste, tirou minha blusa e meus seios apontados apresentaram-se ao seu carinho, a sua lambida e eu me arrepiei; depois você tirou minha saia, enquanto me beijava com sofreguidão e seus dedos atrevidos entravam por dentro de minha calcinha e violavam carinhosamente meus buracos, minha buceta alagada.

Em pouco tempo, nus os dois, professor e aluna, homem e mulher, nos comíamos sobre a mesa, derrubando livros e papeis pela sala, mas sua pica avançando lasciva dentro do meu priquito, enquanto eu me sentia a mais santa e pura puta de todos os universos.

Raios de prazer foram se concentrando dentro de mim e veio a explosão violenta, a todo custo eu contendo o gemido que forçava para sair. Meu corpo todo se agitava, tremia sem que eu pudesse controlar, e temia que algum colega me flagrasse naquela sessão masturbatória – ainda bem que o vídeo parecia realmente interessante.

Foi aí que eu decidi que iria partilhar com você toda essa minha angústia e este meu desejo irreprimível de dar para você. Não quero nem saber se você é casado, se é gay, se é violento ou o que seja. Só quero saber se você me deseja o tanto que eu o quero em mim. Se sim, mandemos à puta-que-pariu toda a convencionalidade que possa impedir de nos fodermos, e nos entreguemos sem reservas a essa loucura avassaladora.

Sei que jamais eu teria coragem de abordar você e falar tudo isso, como faço aqui. Também não sei se terei coragem de enviar esta carta para você. Talvez numa hora em que esteja completamente bêbada ou chapada, fora de mim, eu mande o mundo e suas exigências cretinas para o inferno, e coloque esta “bomba” no seu colo – embora que, no seu colo, eu gostaria era de me colocar, nua e de buceta aberta e gulosa, engolindo o seu pau até o talo.

Então, se você chegou até aqui, é porque eu fui buscar ousadia no meio das minhas pernas, para me oferecer a você. Se sua vara estiver tão dura quanto estou imaginando, venha; diga a si mesmo que sim e ao mundo todo que vá se foder, e venha me foder o quanto você quiser. Estou de braços, peito e pernas abertos para receber você inteirinho dentro de mim.

Nem que seja uma vez e nunca mais.

Beijos e lambidas de sua aluna, doida e sedenta de tua pica,

Átira

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