Fui traída e me vinguei do meu ex (parte 1)

Um conto erótico de Deborah
Categoria: Heterossexual
Contém 1309 palavras
Data: 03/02/2026 16:59:23

Olá amores, boa tarde ❤️ aqui é a Deborah, gordelícia hotwife de sempre. Mas hoje vou fazer um pouco diferente do que o habitual. Quem me acompanha desde o início, sabe que como qualquer outra pessoa, tive relacionamentos anteriores, que já mencionei aqui na Casa dos Contos. Só falei que foi marcado por traições mas não me aprofundei no assunto. E enquanto não chega oficialmente o carnaval, quando eu e meu esposo sairemos no intuito de "aprontar", vou falar um pouco sobre esse meu passado nem tão distante assim, hoje e nos próximos contos.

Antes do Thi, fui casada (não no papel, mas morei junto) com o Edgar. Hoje eu tenho 27 anos e ele 50, bem mais velho que eu. Fui morar com ele ainda menor de idade e ajudei a criar as 3 filhas dele. Minha mãe confiava plenamente nele e gostava desse meu ex, ao contrário do meu pai. E eu deveria ter ouvido meu pai... Edgar me batia, me traiu e devolvi na mesma moeda traindo ele também. O que mais me doía era a ingratidão dele comigo, durante todo o relacionamento, porque mesmo novinha, eu fazia com amor o papel de mãe para as filhas dele, já que a mãe mesmo era uma desmiolada. Só que uma dessas traições foi o motivo do fim do nosso relacionamento, após cerca de 8 anos. Tínhamos um casal de amigos que moravam próximo ao nosso condomínio. Eliana, na mesma faixa de idade que eu, de quem eu era muito, muito amiga, e Anderson, com quem Edgar também desenvolveu um forte laço de amizade. Éramos de frequentar as casas um do outro, as meninas minha enteadas brincavam com as filhas do Anderson e Eliana, frequentemente organizávamos almoços de domingo, churrascos... Era, daquelas amizades de casal, sem dúvidas a mais forte. Até que minhas amigas começaram a botar pilha, me falando que meu então marido Edgar e a Eliana estavam tendo um caso. Eu achei aquilo um absurdo, não podia ser verdade. Comecei a relembrar nossos momentos juntos, pensar, tentar captar algo que talvez tivesse passado despercebido, mas não conseguia. Eu não poderia ser tão inocente assim. Porém quando se planta a semente da desconfiança na cabeça de uma mulher, vocês sabem como é, né... Passei a ficar atenta a todo e qualquer "ato suspeito". E comecei a notar. Edgar de conversinha escondida no telefone, quando estávamos nós 4 juntos, eles trocando olhares... E deixei rolar até o dia que me avisaram que viram ela entrar no meu prédio. Nesse dia, Edgar achava que eu iria para a casa da minha mãe e eu fui até a rua e voltei de repente. E peguei eles no flagra. Gritaria, baixaria, eu e ela saímos na porrada, ele me agrediu, foi um barraco daqueles, que contou com a intervenção dos vizinhos e acabou até em B.O. Nossos conhecidos horrorizados com o que eles fizeram, muita gente virou as costas pra eles dois. Duas famílias destruídas. Passados alguns dias, Anderson, agora ex marido de Eliana, foi à minha casa. Quando ele chegou, nos abraçamos, choramos juntos. Eu perdi o que eu considerava minha família, a quem eu dediquei meus melhores anos com dedicação, amor, carinho. E ele tbm, perdeu a esposa, mãe das filhas dele, para um "amigo". Nos consolamos, e Anderson, que havia deixado a casa e ido morar em outro bairro, passou a ir frequentemente lá em casa. Éramos o apoio um do outro, compartilhando da mesma dor, a mesma decepção e frustração... Até que a Eliana ainda teve a cara de pau de ir tirar satisfação com o Anderson, querendo saber o que ele tanto fazia no meu apartamento. Claro, ele me contou. Falou que disse a ela que ela não tinha nada a ver com a vida dele, que ao contrário dela, ele sabia valorizar uma amizade, que não tinha porque se afastar de mim... Depois de tudo, aquela vagabunda ainda achava ter o direito de sentir ciúmes dele, e comigo!

E Anderson seguiu indo lá em casa. Bebíamos juntos, botavamos música, às vezes ele até dormia lá. Até que um dia ele chegou pra mim e falou:

_ Deborah, já que eles fizeram essa sacanagem com a gente, nada mais justo que a gente ficar mesmo. Estamos no nosso direito, agora somos solteiros, ninguém tem nada a ver com isso

_ não Anderson, não é assim que funciona. Nós somos amigos, não te vejo como um homem pra mim, entende?

_ mas por que não?

_ sei lá, só te vejo como amigo, sempre foi assim. Pra mim seria meio estranho

E em paralelo a isso, Eliana seguia implicando com ele pelas idas lá em casa. E ele seguia tentando me convencer a ficar com ele. E sabem como é né... Água mole em pedra dura... Teve um dia que eu e ele fomos curtir um pagode juntos. Tudo normal, dois amigos, e quando saímos fomos lá pra casa. Tomei meu banho, botei uma blusa, daquelas estilo camisola, e ele tbm se banhou, iria dormir lá. Saiu do banho apenas de short. Sentamos na sala, seguimos bebendo, ouvindo música, agora romântica... Até que em um momento leve entre a gente, ele me olhou fixo e eu, tão leve naquele momento, retribuí o olhar e pela primeira vez senti desejo por ele... Trocamos um beijo... Um misto de carinho e desejo... Ele acariciava meu rosto enquanto deslizava sua mão para meus seios... O biquinho do peito logo ficou durinho e ele percebeu... Anderson vestia apenas um short, estilo Tactel, e dava pra perceber o quanto ele estava excitado... Retribuí, colocando minha mão sobre seu pau, duro como rocha... Ele começou a puxar minha camisa pra cima, eu o ajudei... Fiquei só de calcinha, seguimos nos beijando, de língua... Nos abraçamos enquanto nossas línguas não se largavam... Botei o pau duro dele pra fora e comecei a punhetar, enquanto seguimos nos beijando... Anderson chegou no meu ouvido e disse:

_ vc não imagina há quanto tempo eu desejava isso...

_ eu sei sim...

Desci e dei um beijinho no pau dele, que estava pra fora do short. Devagar, de forma delicada, botei a cabeça do pau dele na minha boca... Chupando só a cabeça... Tirei a pele do pau, deixando ainda mais sensível e lambi, no entorno, colocando tudo na minha boca... Ele segurava e admirava meus peitões... Ele ainda sentado, levantei e cheguei a calcinha pro lado. Sentei, deixei meu corpo descer, o pauzão entrar... De frente pra ele, que agora mamava meus seios, e eu o pegava pela cabeça, trazendo-o pra mim... Subindo e descendo, sentindo ele dentro de mim, pulsante, gostoso... Ele não estava me comendo, estava fazendo amor comigo.. apertou minha bunda, de forma tão delicada... Eu comecei a rebolar, pra frente, pra trás, com o pau todo dentro de mim, roçando meu grelinho bem gostoso no pau, e ele me olhava, me mamava, até que gozei... Joguei minha cabeça pra trás e me permiti sentir o orgasmo, com ele me puxando pra baixo, afim que eu sentisse toda a extensão daquele pau... Anderson perdeu a noção de tudo, assim como eu, e gozou forte, intenso, dentro de mim... Ainda sentadinha no colo dele, senti o leitinho descer da minha bucetinha, melar tudo, e nos beijamos de novo, de língua, gostoso... Cedi, e não me arrependi. Era só o começo do troco que eu estava dando no meu ex. O começo de muito mais...

Meus vídeos transando, atuais, já com meu marido atual me permitindo dar o cuzinho e a bucetinha além de pagar boquete em outros homens, estão todos no meu privacy. São cerca de 90 mídias, muito sexo explícito, gozadas, anal, pura putaria, nesse link:

https://privacy.com.br/@Deborasapequinha

No próximo conto (todos reais) conto mais um pouco sobre eu e Anderson e qual seria minha próxima "vingança"... Beijos amores 🔥❤️

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Comentários

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Há...pode ter certeza que irei ler todos ok.

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Olá boa tarde, adorei seu relato um conto muito excitante,adorei,deixo aqui meu e-mail dioni1977@yahoo.com bjs gostosa.

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