Comendo minha sobrinha dentro de um rio. Parte 2

Um conto erótico de Touro
Categoria: Heterossexual
Contém 428 palavras
Data: 03/02/2026 21:45:44
Última revisão: 18/02/2026 20:06:34

No outro dia depois do almoço, todos saíram para cidade. Só ficou eu, Lucia, o caseiro com a família: Damião , esposa e uma filha da idade de Lucia.

Umas duas da tarde chamei ela pra irmos tomar banho no rio. Só nós dois. Vestimos roupas leves e fomos descendo , dava uns 500 metros da casa até a margem.

Na saída, Ester, filha do caseiro perguntou onde íamos. Lucia respondeu: vamos tomar banho no rio. Senti que a garota tentou pedir pra ir junto, mas a presença do pai a impediu.

Fomos descendo conversando animados para o rio, eu já contava como certo comer Lucinha dentro d'água. Ao chegarmos, eu tirei a camiseta e o calção, fiquei só de cueca. Falei pra Lucia fingindo uma certa timidez: fecha os olhos. Ela fechou, eu tirei a cueca e entrei pelado no rio.

Minha sobrinha era lindíssima, agora mais a vontade, solta, ficava mais linda ainda.

Ficou só de calcinha e sutiã. Foi caminhando pra dentro da água. Eu protestei: ah não! Eu entrei sem nada. Entra também. Ela baixou os olhos, um pouco tímida: fecha os olhos então. Fechei. Ela tirou o sutiã e a calcinha, eu olhava por uma brechinha entre os dedos. Quando se virou pra deixar a roupa do lado da minha, curvou. Empinando, fiquei contemplando sua raba maravilhosa. Bronzeadinha, meu pau não tinha mais pra onde endurecer, tava como ferro.

Ela foi entrando no rio, eu fingindo olhos fechados, abri a tempo de ver sua imberbe bucetinha sendo coberta pela água. Abracei ela, seus peitinhos duros espetaram meu tóraxA beijei longamente, fui a conduzindo para um lugar mais raso, ajoelhei com as pernas cobertas de água e a fiz sentar em minhas coxas, a fui puxando devagar, enfiei as duas mãos por baixo da bunda dela e fui agasalhando cabeça do pau na rachinha. Lucinha suspirou: ahh tio, devagar, sou virgem . Fui mexendo a bundinha dela, facilitando a penetracão. Foi a cabeça.

Vem lucinha, vem. Desce na vara do rio.

DESCE, DESCE...

Fui empurrando ela pra traz, a deixando enclinada, e comecei a cutucar. TOMA Lucinha, a pica do tio é toda sua. Voltei com ela na posição sentada. Ela foi subindo e descendo, na loucura, na nossa tensão, não percebemos que Ester tinha chegado a beira do rio. Chegou a tempo de ver a amiguinha cavalgando. Quando terminamos e a percebemos na beira do rio, ela olhava fixamente pra nós.

Falou demonstrando naturalidade: vim tomar banho também.

Entrou na água de shortinho e camiseta, mas logo estaria sem nada igual eu e Lucia...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 36 estrelas.
Incentive fenix cinza a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários