Virando corno parte 4

Um conto erótico de Capacho26
Categoria: Heterossexual
Contém 725 palavras
Data: 03/02/2026 23:04:27

​Até que um dia ela me pediu para eu ir buscá-la no trabalho dela, falando que hoje ia dormir na minha casa. Esse era o dia em que eu ia virar corno de verdade para um completo estranho, e eu nem sabia. Fiquei esperando por ela na estação do metrô; nos demos um beijo e ficamos conversando normalmente enquanto esperávamos o trem. Entramos no metrô e sentamos um ao lado do outro. Assim que sentamos, o telefone dela tocou; era uma amiga. Aproveitei a situação e fui olhar os resultados dos jogos do Brasileiro no celular.

​Duas estações depois, chega esta mensagem dela: "Corninho, não olha agora, mas tem um negão que não tira o olho de mim. Ele está me provocando muito, minha buceta já está pegando fogo. Ele é do jeito que eu quero, amor... deve ter um pauzão. Posso provocar ele também?" Eu, morto de ciúmes e sem poder olhar, respondi: "Toma cuidado, amor, tem mais gente no metrô." Ela respondeu na hora: "Não se preocupa, ninguém vai perceber. A partir de agora você é um estranho, viu, corninho? Nada de ciúmes, fica de cabeça abaixada olhando o celular." Depois de uns cinco minutos nessa provocação toda, ela mandou outra mensagem: "Corninho, ele está me chamando. Eu vou lá. Pode ficar olhando só de rabo de olho, mas não fica olhando direto."

​Quando ela se levantou, eu não resisti e olhei. Vi ela indo, rebolando e se mostrando toda para ele. Ela sentou do lado dele e os dois se deram dois beijinhos no rosto. Eu reparei bem no cara: não era nada de mais, tinha até uma barriguinha, mas era alto, bem maior que ela. Assim que as portas se fecharam, o negão puxou o rosto dela com as duas mãos, e eles começaram um beijo de língua frenético. Era um beijo úmido, barulhento, onde as línguas se buscavam com uma fome absurda. Eu via o movimento da boca dela enquanto ela engolia o beijo dele, totalmente entregue. O cara apertava ela com força, fazendo os dedos sumirem no cabelo dela, enquanto a outra mão subia da coxa para a cintura, puxando o corpo dela contra o dele até não sobrar espaço nenhum entre os dois.

​Ela: "Corno, tem um motel barato bem em frente à estação Floramar. Quem é de BH sabe... e ele acabou de dizer que quer me levar para lá agora. O pau de ele é muito grande, amor... meu Deus, deixa eu ir, por favor! Ele sabe que eu tenho namorado, eu disse que a gente estava brigado e que você não mandava em nada. Se você deixar, eu juro que gravo um áudio para você ouvindo ele arrombar minha buceta todinha... deixa, vai! Se você levantar agora e for para o final do vagão, eu vou entender como um 'sim'. Mas não demora, corninho, estamos quase chegando na estação. Te amo muito!" O tesão foi tão avassalador, uma mistura de humilhação e prazer proibido, que meu corpo agiu por conta própria. Eu levantei, de cabeça baixa, e caminhei até o final do vagão, sentindo o olhar de vitória do negão nas minhas costas. Eu estava entregando minha namorada de vez para um total desconhecido.

​Assim que cheguei em casa, não tirei o olho do celular, esperando o áudio. Depois de meia hora, chegou a notificação: um áudio de mais ou menos um minuto. Ela: 'Ai... seu pau é muito grande, filho da puta! Eu não vou aguentar!' Em seguida, veio o barulho seco de um tapa e ele falando com autoridade: 'Vai aguentar sim, puta! E ainda vai pedir mais!' Ela, com a voz trêmula, tentou pedir: 'Não bate muito forte... meu namorado vai ver depois'. Mas ele respondeu com uma voz de quem manda: 'Vou bater sim! O corno que se vire depois'. Veio então uma sequência de tapas tão fortes que parecia que ele estava com raiva. Eu só escutava ela gritando, fora de si: 'Esses tapas me deixam louca... eu amo ser sua puta que apanha e depois leva pica até não aguentar mais! Fiquei repetindo o áudio e me masturbando sem parar, imaginando ela sendo fodida pelo negão daquele jeito bruto. Ouvir os tapas e ela gritando que era a puta dele enquanto eu estava ali, sozinho, foi o gatilho perfeito. Sem dúvida, foi a melhor punheta da minha vida. Continua

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Comentários

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Homem de sorte você. Espera ela chegar e faça como eu, a agrade bastante, e a limpe todinha com tua língua.

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Que aventura maravilhosa, tenho 64 anos, fotógrafo e adoro estas loucuras, amo a submissão, vamos conversar? caso interessar me chame neste email: euamoavida2020@gmail.com

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