COWBOY SELVAGEM — Capitulo 5 - O Conselho de Diana

Da série Cowboy Selvagem
Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 818 palavras
Data: 04/02/2026 01:25:03
Assuntos: Gay

Neon tomava banho com os pensamentos a mil. Estava confuso depois dos últimos acontecimentos. Mal tinha um mês que chegara àquela fazenda e já parecia que muita coisa havia desabado sobre ele. De um lado, o cowboy selvagem Ruiz, que o dominava de um jeito do qual Neon não conseguia resistir. Do outro, uma moça de família que o havia o abusado no celeiro, com o risco real de ela acabar grávida.

Ele precisava de um conselho. Mas pedir conselho a quem? Ao pai?

— Deus me livre… — murmurou para si mesmo. — Se meu pai descobre, ele esfolaria o meu couro com um facão.

— Por que nosso pai esfolaria o seu couro com um facão, Neon? — disse Diana, entrando no banheiro.

— Que susto, Diana! Nem vi você entrar.

— Ouvi o barulho do chuveiro e imaginei que você estivesse aqui. Por que o pai faria isso com você?

— Não é nada, irmã. Eu só estava falando alto… nada demais. Ei, o que você está fazendo?

— Ora, vou tomar banho também — disse ela, começando a tirar a roupa, revelando os seios fartos.

— Espera eu terminar, né?

— Pra quê, Neon? Economiza água. Ou tá com vergonha da sua irmã? A gente sempre tomou banho junto.

— Mas isso era quando éramos pequenos. Agora somos adultos…

— E daí? Afasta um pouco e deixa eu tomar banho.

Diana ficou debaixo do chuveiro, sentindo a água quente escorrer pelo corpo. Seus longos cabelos castanhos molhados deslizavam pelos ombros e costas, pesando e se entrelaçando em mechas sedosas. Seus seios grandes balançavam levemente a cada movimento, os mamilos rígidos sob o toque da água. A pele era lisa e bronzeada, cintura fina se arqueava até a barriga lisa e firme, descendo para quadris largos e uma bunda redonda e firme que se destacava sob o jato d’água. Entre as pernas um enorme tufos negros de pelos pubiano. Diana passou as mãos por todo o corpo, sentindo cada curva, cada contorno, enquanto se lavava lentamente, saboreando o toque da água contra a própria pele.

Diana observou o irmão.

— O que foi? Vai dizer que nunca viu uma mulher nua?

— Diana… eu preciso te dizer uma coisa.

— Fala logo. Se for isso que você tá pensando, é melhor esquecer. Não vou deixar você apalpar meus seios.

— O quê? Por que eu faria isso?

— Sei lá o que acontece na capital. Você voltou todo esquisito, com essas roupas coloridas. Nosso pai contou que lá é comum esse tipo de coisa… incesto.

— O quê? Que nojo, Diana. Eu nunca pensaria nisso. Você é minha irmã, eu te vi crescer. Nunca passaria pela minha cabeça tocar em você desse jeito. Mesmo que não fosse minha irmã, eu jamais teria vontade de tocar nos seus seios — disse ele, visivelmente incomodado ao vê-la nua.

— Então o que você quer falar, afinal?

Ele respirou fundo, sem saber como começar, e resolveu ir direto ao ponto:

— Eu sou gay.

Diana franziu a testa.

— Que diabo é isso?

— Como assim, “o que é isso”? Eu sou gay. Eu gosto de homem. Gosto de pau, de rola, de cacete. Não gosto de buceta, não curto mulheres. Calma… não é ódio, é só falta de interesse. Deu pra entender ou ficou confuso?

— Ficou bem claro. Bem que eu desconfiei quando te vi chegando. Você não é mais o mesmo irmão de antes. Se nosso pai desconfiar disso… meu Deus do céu, nem sei do que ele é capaz.

— Eu não quero saber do nosso pai agora. Quero saber de você. O que você acha disso?

— Não sei, Neon. Isso é muito estranho pra mim. Se apaixonar por alguém do mesmo sexo… não sei como é isso. Eu gosto de homem, sempre gostei. O mesmo sexo não me atrai, então não sei o que você sente e nem sei como reagir nessa situação. O que posso dizer? Talvez seja só uma fase, meu irmão. Talvez você esteja confuso. Ficou muito tempo na capital, pegou costumes deles. É natural ficar confuso sobre sua sexualidade. Você vai casar com a Penny Lane, papai marcou a data. Esquece esses pensamentos obscuros, pelo bem da nossa família.

— Pelo bem da nossa família?

— Não falo isso por mim, falo por nosso pai. Ele tem uma grande reputação na cidade e está pensando em entrar na política pra ser prefeito. Se essa bomba cair, os opositores vão usar isso pra atacar a reputação dele. Então vamos esquecer esse assunto, está bem?

— Tem razão, irmã. Melhor esquecermos. Não quero prejudicar nosso pai. Vou me casar com a Penny Lane.

— Ah, Neon… você é um rapaz bonito. Só está confuso. É normal, depois de passar tanto tempo na capital…

Ela terminou o banho, pegou a toalha e saiu, enquanto Neon permaneceu debaixo do chuveiro, refletindo profundamente.

— Não estou confuso. Sei bem quem sou, mas, pelo bem maior, vou tentar controlar meus desejos mais profundos. Um dia irei herdar esta fazenda, sou filho único e preciso dar exemplo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maxxxteels69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários