Júlia preparou uma deliciosa ceia, como sempre fazia no final do ano, e encheu a mesa de comida. Aos poucos, as cadeiras iam sendo ocupadas pelos familiares para a ceia.
— Vai com calma, o peru não vai sair do lugar. Tem peru pra todo mundo — disse a mãe de Júlia.
— Eu quero a parte grande do peru… — disse Letícia, cheia de fome, e ainda deu tempo de soltar uma piada. — Pro Bernardo, dá o pedaço menor do peru; afinal, de pequeno ele entende.
— Vai se foder, Letícia.
— Ei, olha como fala com sua irmã. Eu não quero palavrão em cima da mesa. Hoje é um dia especial, estamos celebrando o nascimento de Jesus.
— Ah, mãe, todos sabemos que Jesus não nasceu no Natal, e nem todo mundo comemora Natal…
— Você não é todo mundo, Letícia. Agora vamos rezar. Agradecemos ao Senhor por essa comida farta na mesa. Obrigada por mais um ano, e que o próximo seja melhor ainda…
— Amém! — disseram todos, e logo começaram a devorar a comida.
— Ei, eu não terminei…
Eles escutaram o barulho de um carro. Letícia foi a primeira a sair correndo da cozinha para a sala. Quando viu o pai entrar, deu um enorme pulo nos braços dele, e ele a pegou no colo.
— Pai, finalmente você chegou. Eu tava cheia de saudade — disse Letícia, enchendo o pai de beijos para matar a saudade.
— Calma, filha. Tem a semana toda pra matar a saudade. Deixa eu respirar um pouco, vou acabar me afogando de tantos beijos.
A esposa se aproximou e beijou o marido.
— Que bom que você chegou a tempo da ceia, amor. Como foi o trabalho?
— A viagem foi longa, querida. Vamos falar disso depois. Eu só quero tomar um bom banho… querida, vem aqui me ajudar em algo…
Eles subiram para o andar de cima. Letícia voltou para a cozinha e viu o irmão devorando o peru.
— Cadê o papai?
— Foi tomar banho com a mamãe.
— Tô falando sério, Letícia.
— Ué, mas não tô mentindo. Aposto que sei o que eles estão fazendo juntos no banheiro. Tão matando a saudade.
— Não entendi.
— Você é muito burro.
— Eu não tenho a mente pervertida e corrompida igual à da minha irmã.
— Espera, escuta… tá ouvindo?
— O quê?
— É a mamãe gemendo no banheiro.
— Deixa de coisa… espera, é mesmo.
— Papai tá macetando com força a mamãe no banheiro. E, pelos gritos, parece que nosso pai tava na seca esse tempo todo — disse Letícia, rindo, enquanto dava uma mordida grande na coxa do peru.
*
No quarto, Letícia relaxava com seu vibrador antes de dormir. Ela não parava de ouvir os gemidos da mãe ao lado. O sexo dos pais estava intenso. De repente, a porta se abriu.
— Ei, não sabe bater na porta antes de entrar? O que você quer, pinto pequeno?
— Não consigo dormir.
— Lá do seu quarto deu pra ouvir os gemidos dos nossos pais? Aqui é pior. Acho que o papai ainda não matou totalmente a saudade da mamãe.
— O que diabo é isso? — Ele pegou algo grande que vibrava em sua mão. Por algum motivo, estava molhado.
— É meu vibrador que acabei de usar na siririca.
— Eca, que nojo — disse ele, jogando o vibrador na cama. — Você é muito pervertida.
— Falou o irmão santo. Como se você não batesse uma. Outro dia te vi com uma boneca inflável.
— Eu já falei que não era minha, era do meu amigo e só usei como teste.
— Olha, finalmente o papai gozou e foi dormir. Eles não estão mais fazendo barulho.
— Finalmente...
— Ei, não quer dormir aqui hoje?
Bernardo subiu na cama e se enrolou nos lençóis da irmã. Letícia colocou o vibrador no chão, apagou a luz e se deitou, tentando dormir um pouco mais relaxada. O silêncio durou alguns segundos, pesado, quebrado apenas pela respiração dos dois.
— Letícia… — ele chamou em voz baixa. — Sobre aquele dia no meu quarto…
— O que é que tem? — ela respondeu, sem abrir os olhos.
— Aquilo que a gente fez… — ele hesitou, procurando as palavras.
— Não gostou?
— Não… — ele fez uma pausa. — Quer dizer, foi até bom. Estranho, mas bom.
Letícia virou o rosto de lado, respirou fundo e ficou em silêncio por alguns instantes, como se estivesse pensando no que dizer.
Ela se aproximou dele, encostando as pernas nas dele. Ele se virou e viu o rosto dela próximo. De repente, se beijaram na boca. Ele sentiu novamente o bafo da irmã, aquela língua entrando e saindo do céu da sua boca, as salivas sendo partilhadas. Logo, a ereção aumentou. Ela subiu em cima dele e continuou a beijá-lo com mais intensidade. Aproveitou que estava sem calcinha e esfregou a vagina na ereção por cima da calça do irmão, se masturbando ali mesmo, em cima dele.
Ela pegou a mão de Bernardo e colocou na boca, lambendo, chupando, molhando com sua saliva. Em seguida, guiou a mão encharcada para baixo, descendo pelo ventre quente, roçando a pele arrepiada, até alcançar entre as coxas abertas. Colocou os dedos dele diretamente na entrada da buceta, já escorregadia e pulsando de excitação.
— Sente, meu irmão… tá ardendo de tesão por você… molhada, inchada, implorando… mexe devagar primeiro… assim… ahhh…
Bernardo começou a acelerar os dedos muito rápido, fazendo-a tremer toda em cima dele. Continuou a masturbá-la até os dedos cansarem.
— Chupa meus peitos, vai… engole tudo, porra…
Letícia puxou a camisola pra cima com pressa, expondo os peitos fartos e empinados. Os mamilos já estavam duros, implorando por boca. Bernardo não resistiu: abriu a boca faminto e engoliu um dos bicos inteiros, chupando com força bruta, sugando como se quisesse arrancar leite dela. A língua dele rodava rápido em volta do mamilo, mordiscando de leve, depois puxando com os dentes enquanto a outra mão apertava o seio oposto, espremendo sem dó.
Ela agarrou a nuca dele com as duas mãos, cravando as unhas na pele, forçando a cabeça do irmão ainda mais contra os peitos. Os gemidos saíam roucos e altos, sem vergonha nenhuma:
— Isso, caralho… chupa mais forte… morde, vai, morde meu peito… ahhh, porra, assim… tá me deixando louca…
O corpo dela se contorcia em cima dele, a buceta molhada roçando na ereção dura que pulsava dentro da calça, deixando um rastro quente e viscoso no tecido. Cada chupada fazia os quadris dela rebolarem mais rápido, esfregando a xota inchada contra o do irmão como se quisesse foder ele por cima da roupa.
Depois de um ultimo prazer venho o relaxamento e os ambos corpos relaxaram por completo. Leticia permaneceu ali seminua em cima de Bernardo até os dois pegarem no sono.