Olá, seus tarados! Sou eu novamente, a fisioterapeuta puta de 37 anos, morena safada com peitos G transbordando, bunda gigante balançando e buceta sempre pronta pro nojo. Lembram do meu corpo? Curvas latinas que deixam qualquer um louco, morando com mãe a Dona Maria na casinha simples do interior, dirigindo meu Fiat Uno prata velho pra levar meus desejos mais podres pros cantos escuros. De dia, sou a profissional concursada no posto e nos atendimentos domiciliares; de noite, a cadela zoofilica dos becos. Pois bem, aqui vai o segundo relato revisado e ainda mais nojento, exatamente como aconteceu ontem – usando um macacão rosa choque justo e decotado, coleira preta grossa com argola, meia-calça preta de arrastão rasgando nas coxas grossas, e botas pretas de cano altíssimo com plataforma e salto agulha. Sem calcinha, buceta pingando só de pensar.
Ontem à tarde, sessão a domicílio com o Seu João, o velho assediador de 70 anos, tarado incurável, morando sozinho numa casa imunda no fim da rua de terra. A casa é um chiqueiro fedorento: paredes mofadas, chão grudento coberto de manchas amarelas e poças frescas de mijo – dele e dos cachorros que ele alimenta dentro de casa. Ele mija onde dá na hora, sem se importar, e os vira-latas fazem o mesmo, deixando o ar pesado de urina azeda misturada com cheiro de pelo sujo e lixo. O velho é magro, encurvado, mãos calejadas com unhas pretas, dentes podres fedendo a cachaça e cigarro, corpo todo cheirando a suor velho e incontinência. Ontem era aniversário dele – 70 anos sozinho, sem ninguém pra festejar. Eu decidi ir causando de verdade. Entrei na casa fedorenta chamando: "Seu João, cheguei pra sua sessão de fisioterapia, seu velho safado!"
Ele abriu a porta babando, olhos vidrados nos meus peitos quase nus no macacão rosa. "Ô, Patrícia, que roupa de puta é essa? Tá parecendo uma vadia de festa!" Os cinco cachorros de rua estavam soltos pela casa: um preto grande com sarna, um marrom fedendo a lixo, dois amarelos pulguentos e um cinza pequeno com pau sempre pra fora. Latiam e cheiravam minhas botas, lambendo o chão onde tinha mijo fresco deles e do velho. Comecei a "sessão" no quarto imundo, mandando-o deitar na cama manchada. "Vamos alongar essa perna, Seu João." Mas o tarado não perdeu tempo: enfiou a mão suja por baixo do macacão rosa, apertando minha bunda nua, dedos fedendo a mijo porque ele tinha acabado de mijar no canto da sala. "Sem calcinha, sua puta! Tá molhadinha já?" Puxou o decote pra baixo, expondo meus peitos, mamou neles com força, babando catarro grosso e mordendo os mamilos até ficarem vermelhos. Eu montei nele, sentindo o pau murcho e fedorento dele endurecer devagar, cheirando a urina velha. "Me fode, seu velho mijão! Me usa como presente de aniversário!" Ele me penetrou devagar, gemendo "Toma porra velha, sua cadela!", enquanto mijava um pouco dentro de mim – jato quente de mijo escorrendo pela minha buceta, misturando com meu mel. Gozei xingando: "Tarado nojento, pau podre mijão!"
Enquanto ele ofegava, eu olhei pros cachorros que estavam no quarto, atraídos pelo cheiro de sexo e mijo. "Seu João, seus vira-latas parecem com fome... quer ver o show de aniversário de verdade?" Ele riu, se masturbando: "Mostra, sua puta zoofilica! Sempre soube que você era uma cadela no cio." Me ajoelhei no chão grudento de mijo (do velho e dos cachorros), macacão rosa arregaçado, peitos balançando com as pérolas caindo entre eles, coleira preta brilhando. Chamei o preto grande: "Vem, seu sarnento filho da puta! Lambe essa buceta suja de mijo!" Ele veio, língua áspera lambendo o mijo do velho misturado com porra, raspando meu grelo inchado. O cheiro era insuportável – urina azeda, pelo sujo, podridão. Eu gemia: "Lambe mais, seu vira-lata nojento! Me limpa com essa língua podre!" O velho mijou mais um pouco no chão pra excitar os bichos. Me virei de quatro, bunda empinada, botas pretas fincadas no piso imundo, e o preto montou: pau vermelho babando, enfiando com força, nó inchando rápido me prendendo. "Me fode, cachorro imundo! Enche essa puta de sêmen vira-lata!" Ele arranhava minhas costas por cima do macacão rosa, latindo, enquanto o velho enfiava o pau murcho na minha boca, mijando um pouquinho na garganta: "Bebe, vadia! Mijo de velho e porra de cachorro!"
Os outros vieram em seguida. O marrom lambeu meu cu enquanto o preto estava preso, língua fedendo a carniça enfiando fundo. Depois montou, pau frenético me enchendo de mais porra viscosa. Eu vomitava um pouco do mijo no chão, mas pedia mais: "Mais, seus cachorros filhos da puta! Me usem como lixeira!" O amarelo grande fodeu minha boca, pau pontudo sufocando, enquanto o cinza pequeno enfiava no cu, patas sujas arranhando minhas coxas por cima da meia-calça rasgada. O velho assistia, xingando: "Sua puta depravada! Cadela de velhos mijões e vira-latas sarnentos!" No final, o bando todo me cercou no chão fedorento, lambendo, fodendo, mijando em cima de mim – eu coberta de mijo (do velho e dos cachorros), porra canina escorrendo pelas coxas, gozando no nojo absoluto. O velho terminou mijando um jato longo no meu rosto e nos peitos expostos, rindo: "Banho de aniversário, sua vadia!"
Quando finalmente me levantei, pernas tremendo, macacão rosa todo manchado de mijo, porra e baba, coleira preta brilhando de sujeira, botas grudando no chão imundo, ouvi um barulho na porta da frente. A porta se abriu devagar, o quarto ainda escuro, e uma voz familiar ecoou baixa, rouca, cheia de tesão misturado com raiva: "João? Seu velho safado... onde você tá com essa puta?" Era a voz da minha mãe, Dona Maria. Meu coração parou. Ela estava ali, na penumbra, chamando o nome dele com um tom que eu nunca tinha ouvido – xingando baixo, mas com um fogo que me fez a buceta pulsar de novo. "Eu sei que você tá aí fodendo alguém... me mostra essa vadia..." O velho congelou na cama, olhos arregalados, e eu fiquei parada, coberta de nojo, sentindo o cheiro de tudo aquilo subir. Mas isso... isso fica pra outra vez. Esse conto termina aqui, com a porta aberta e o segredo quase exposto.
Espero que tenham gozado forte com esse segundo relato, tarados. Tem muito mais vindo: mais velhos nojentos, mais cachorros de rua, mais lugares fedorentos... e agora, talvez, minha mãe entrando na jogada. Me digam o que querem no próximo!
Beijos cheios de mijo, porra e sujeira da Patrícia. 🐕💦🍆
