Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). (7)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 7037 palavras
Data: 01/02/2026 11:04:06

Parte 7. (Final da temporada.

Eu despi meu marido, trocando beijos, mesmo com meu rosto ainda todo melado de porra. Vi que a cueca dele estava toda melada. Ele tinha gozado sem controle. Entramos juntos para debaixo do chuveiro. Eu pedi:

— Agora, meu corninho, me lava. Dá um banho na sua esposa putinha. Vou ficar limpinha e cheirosa de novo para o meu novo macho.

Mancini apenas falava muito baixo, quase murmurando:

— Que mulher safada que você se revelou…

E enquanto ele me lavava e me acariciava, eu peguei no pau dele e iniciei uma punheta, bem de leve, lentamente, dizendo:

— Meu corninho se portou muito bem. Safado. Assim que eu gosto. Viu sua esposa dar para o comedor? Me fala, como foi, meu corninho, a moção de ver sua esposa fodendo com outro?

Mancini ofegante falou:

— Nossa! Nunca pensei. Foi uma loucura. Achei que ia ter um infarte. É muito excitante mesmo. Só não fico à vontade com essa forma de vocês agora só me chamando de corno, e corninho.

Eu perguntei:

— Mas não é isso que você desejava? Você não gostou de ser meu corninho?

— Gostei. Fiquei com muito tesão, foi mesmo exatamente como tinham dito. Mas, ainda sinto um pouco de vergonha de me chamarem de corninho. Parece que eu não tenho valor. Não quero ser humilhado ou ofendido. – Ele falou com a respiração entrecortada pela excitação.

Eu fui ao ouvido dele:

— Nada de ofensa, amor. Eu fico cheia de tesão de chamar você assim, é a prova de que realizei o seu fetiche, e o meu. Não é para ofender nem humilhar. Eu dou para o Leleco muito mais safada, sabendo que você tem tesão em ser corno e ver sua esposa bem safada e putinha. Essa cumplicidade que me excita. Mas, se você não quer eu não chamo.

Mancini exclamou:

— Está bem. Se você gosta, e se fica com tesão, eu também fico.

Perguntei enquanto o masturbava:

— Mas, você gostou de ver aquele tesudo do Leleco comendo sua esposa na sua frente?

Ele concordou:

— Adorei. Bem que o Sidonio falou. O Leleco é um fodedor incrível. Foi alucinante ver você gozando tanto.

Eu dei um beijo nele, satisfeita. A seguir, ele quis saber:

— Mas, foi tão mais gostoso assim?

— Nossa! Foi demais. – Respondi, e logo perguntei:

— Reparou como eu gozei, tanto, e tão gostoso? Nunca tive tantos orgasmos tão intensos na vida.

Ele confirmou:

— Sim, fiquei tarado. Você até jorrou. Comigo nunca aconteceu isso. Quase gozei na cueca.

— Quase não, você gozou, amor. Melou toda a sua cueca e bermuda. – Eu disse.

Depois, exclamei:

— Amor, eu fiquei louca de prazer. Que pica mais gostosa ele tem. E fode muito forte mesmo. Nunca imaginei que uma foda fosse tão alucinante.

Mancini exclamou:

— Foi assim tão espetacular!

— Foi a melhor foda da minha vida. Eu quero dar para ele de novo mais tarde, tudo bem? – Eu respondi e perguntei.

Meu marido gemeu:

— Mas, você bem que poderia me liberar também. O Sidonio aceita, e eu queria me divertir um pouco com a Gracielle. Estou muito tarado. Ela tem vontade.

Eu não me sentia à vontade em deixar meu marido foder a minha amiga naquela noite. Justamente porque sabia que ela adorava o Mancini e tinha tesão nele. Eu ainda sentia muito ciúme, não havia me descondicionado da posse do meu amor. E fiquei insegura de mudar o combinado. Na mesma hora cortei:

— Safado, sabia que você iria querer isso. Eu não quero. Tenho ciúme dela, novinha, bonita e bem safada. Se você comer a danada ela vai querer sempre dar para você. Sei como ela é. Já disse que não.

Mancini tentou me chantagear:

— Se você quiser foder com o Leleco de novo, podia me deixar foder a sua amiga também. Só uma vez. É justo.

Eu respondi:

— Você já havia me liberado. Sem impor condições. Mas, se você não quer, eu respeito. Então está bem, eu não vou mais dar para o Leleco. Paramos aqui. Encerramos essa aventura. E chega.

Na hora, percebi que o meu marido tentava recuar e negociar:

— Calma, amor. Não faça isso. Você gostou de dar para o Leleco, não é? Vi como você gozou tão gostoso. Eu adorei ver. Agora, eu já sou seu corno mesmo, sei como é. Posso suportar mais. E você ainda quer mais, não é? Não quer repetir? Basta você me liberar também. Se me deixar comer a Gracielle só uma vez, você pode dar para o Leleco quantas vezes você quiser.

Eu sabia que tinha que dar uma de dominatrix de novo. Já tinha entendido que quando eu me punha dominante com ele, fazia meu marido ficar excitado. Encostei o Mancini na parede do chuveiro, continuei segurando o pau dele, firme, apertado.

Dava umas punhetadas, deixei que ficasse duro, coloquei a outra mão no pescoço dele, como se eu fosse esganar, e disse:

— Escuta aqui, meu corno safado. Você falou que ia me liberar no feriado. Então, eu posso fazer o que quiser, entendeu? Agora, você já é meu corno, e eu gostei de tudo. Hoje você só faz o que eu deixar. Foi combinado. Gostando ou não, você vai me obedecer.

Ele suspirou e eu continuei:

— Já era. E eu vou chamar você assim, de meu corno, o tempo todo, para você não esquecer que foi você que pediu, e eu sei que você gosta. Entendeu?

Dei uma lambida na orelha dele, e disse no ouvido:

— Eu estou cheia de tesão, meu corninho, e vou deixar bem claro para você, que vou dar para o Leleco de novo mais tarde, e quantas vezes tiver vontade. Você não vai fazer nada com a Gracielle, está claro? E não se fala mais nisso.

Mancini, era bem safado, e ficou mais na defensiva:

— Não faz assim não amor, precisamos entrar num acordo.

Eu apertei mais o pinto dele, masturbei mais um pouco e disse:

— Então, você decide aqui e agora, ou fazemos do meu jeito, ou então paramos e vamos embora agora mesmo. Voltaremos a ser um casal tradicional. Se quer assim, por mim tudo bem, não questionar. Eu já provei o que desejava. Você também sentiu o gosto de ser corno. Mas se nós pararmos agora, nunca mais vai acontecer nada parecido.

Fiquei olhando firme para ele. Eu sabia que ele não queria aquela situação. Naquele momento percebi que ele ponderou melhor as coisas.

Eu sabia que ele tinha ficado cheio de tesão de me ver fodendo com o Leleco. Eu sabia também que usando o tom mais dominador, ele ia ficar ligeiramente indeciso, temendo se eu realmente fosse parar com tudo. Ele por sua vez, sabia que eu estava tendo a primeira experiência de fazer sexo com outro, e percebeu que eu tinha gostado muito. Ele viu o prazer enorme que eu tive, numa foda que eu jamais tivera igual em intensidade e duração, além dos vários orgasmos. Ele tinha conseguido arranjar uma esposa cúmplice com o fetiche dele, e não ia querer perder aquela conquista. Eu finalmente, sabia também que ele estava contando que mais cedo ou mais tarde eu iria ceder e liberar o safado para pegar a Gracielle. Eu conhecia meu marido, um tarado pelas safadezas, e tinha certeza de que ele não conseguia mais tirar a imagem da bocetinha da Gracielle da cabeça.

Ele me perguntou meio intrigado:

— E como é esse seu jeito?

Falei:

— Eu vou dar para o Leleco de novo hoje, nem sei se vai ser só mais uma vez, vai ser quantas eu quiser ou eu der conta. Hoje, até amanhã, ele é todo meu e eu serei dele. A Gracielle me emprestou o amante, uma grande concessão. E estou muito tarada.

Fiz uma pausa para que ele assimilasse e concluí:

— Quando nós formos embora daqui, isso tudo fica aqui. Será como se nunca tivesse acontecido, e eu continuo a ser sempre fiel a você. A menos que você não queira.

Reparei que o Mancini engoliu em seco, raspou a garganta e falou:

— Está bem. Concordo. Eu aceito fazer do seu jeito, pode ficar com ele de novo, mas eu quero duas coisas: Primeiro, depois de hoje, não quero você ficando com outro homem, sem me comunicar. Se algum dia acontecer de você se interessar por alguém, deve me falar antes, não pode ser nada pelas minhas costas. Jamais minta para mim ou quem vai acabar com tudo sou eu. Pode ser?

Concordei na hora:

— Claro, querido. Nunca pensei em trair você. E o que mais?

Ele parecia realmente chateado:

— Nunca mais me impeça de bater uma punheta enquanto você estiver dando para outro. Eu senti muito tesão, deu dores no pau e no meu saco, foi complicado, e posso acabar explodindo de tesão.

Eu achei graça na hora que ele disse aquilo. Resolvi que era a hora de fechar o acordo:

— Vamos combinar o seguinte, quero dar para o Leleco de novo, enquanto a Gracielle e o Sidonio assistem, gostei muito dessa sensação de ser assistida e ver o tesão deles e o seu também. Mas, como eu sei que a Gracielle é uma safada, e ela é doida para dar para você, estou tentando evitar você mostrando o pau para ela. Pois ela vai avançar no seu pau e você não vai impedir. Eu não quero brigar com ela. Combinamos que mais tarde nós três, eu, Leleco e você, vamos para o quarto, e estando só nós três lá, se você quiser bater uma enquanto o Leleco me come, você pode ficar pelado, bater punheta, o que quiser. Aceita assim?

— Então vou ter que assistir de novo sem me masturbar? – Ele perguntou.

— Sim, meu corninho. Essa é a condição. Falei já fechando o chuveiro.

Na sequência nos enxugamos e eu me enrolei na toalha e fui saindo do banheiro, o Mancini vinha saindo atrás, mas eu recuei e impedi o meu corninho empurrando-o para dentro de novo.

Falei:

— A puta da Gracielle está nua ali fora, em cima da mesa, entra aí que você não pode ver a safada sem nada.

O Sidonio me ouviu pois eu disse em voz mais forte. Ele disse:

— Maura, eu concordo de você não deixar o Mancini ficar com outra mulher, a Gracielle também é assim, não me permite ter outra, e eu respeito isso, nunca trai minha esposa, a nossa relação é baseada na confiança.

Ele esperou que eu olhasse para ele da porta do banheiro e disse:

— Não prive o seu corninho de certas coisas não, se você não quer que ele faça alguma coisa escondida, que não a traia, precisa ceder mais, e dar alguns benefícios a ele.

Em seguida ele perguntou:.

— Qual é o mal dele ver a Gracielle pelada? Ele já viu na piscina. Seu corninho vai só ver e desejar, e não vai fazer mais nada. Faça essa troca, e ele vai só melhorar. Veja meu exemplo com a Gracielle, eu posso olhar você nua, desejar, ver você fodendo gostoso com o Leleco, bater uma vendo você, mas não posso nunca tocar em você. Faça o mesmo com ele, você vai poder se divertir com outros homens, chupar, ser chupada, foder a vontade, e ele vai só olhar, pois é o que o corno adora. Não é nada demais. Com a Gracielle é igual, ele verá minha esposa pelada, até fodendo, mas só pode desejar, nunca tocar nem foder.

Eu me virei para o meu marido e falei:

— Se eu deixar você sair e ver a Gracielle pelada, você me promete que nunca vai transar com ela e nem com qualquer outra mulher escondido de mim?

Ele de pronto respondeu:

— Claro! Eu prometo meu amor. Só farei o que você concordar.

Insisti, para ele não renegociar:

— Posso confiar em você?

Meu marido fez que sim, e respondeu:

— Claro que pode. Dei minha palavra.

Nesse momento o Sidonio se aproximou da porta do banheiro e disse:

— Mansinho, vou dar uma dica. Em um relacionamento liberal de um marido corno com uma esposa hotwife, tem que rolar sinceridade e confiança, dos dois lados, ela está cedendo aos poucos, e você está dando o direito de ela ter seus amantes. Tudo sempre feito às claras. Em breve vocês vão encontrar um ponto de equilíbrio e de confiança, onde vai estar bom para ambos, Mas o segredo é sempre ser honesto.

Meu marido fez novamente que sim e disse:

— Está certo. Combinado.

O Sidonio me disse:

— Maura, agora, você relaxa, deixa ele admirar a Gracielle, desejar a minha esposa gostosa, ficar louco de tesão, por querer meter na boceta dela, ver que ela está louca para dar e ele não pode foder e nem encostar. Vai ser muito gostoso. Essa é a mágica do fetiche do corno, você está no controle, ele vai se manter louco para transar, vendo você dando para o Leleco, mas só fará o que você permitir. E você tem que sempre liberar um pouco, mas nunca permitir tudo, tem que manter o seu corninho submisso, entende?

Ele deu uma pausa. Depois completou:

— Em compensação, você fica livre para meter onde e com quem quiser, sem esconder nada dele, entendeu? E isso vai deixá-lo muito mais tarado em você.

Eu estava convencida:

— Está bom, pode sair e olhar.

Sidonio disse:

— No mais, ele bem que merece, pois já se comportou igual um verdadeiro corno.

Eu ainda avisei:

— Mas, sem punheta na frente dela, ok?

O Sidonio queria ajudar meu marido:

— E se você bater uma punheta nele?

Para despachar aquela conversa eu disse:

— Talvez, mas não hoje. Hoje eu quero só aproveitar com o Leleco.

Nesse momento eu saí do banheiro, e o Mancini veio junto. Vimos a cena que era maravilhosa, a Gracielle estava completamente nua, deitada sobre a mesa, na mesma posição em que eu havia ficado. O Leleco chupava a boceta dela.

Quando nós chegamos perto da mesa, nos sentamos no sofá, o Leleco parou um pouco de chupar, colocou uma cadeira bem juntinho da mesa, para que o Mancini pudesse ver de perto a boceta da Gracielle. Mandou que ele se sentasse ali:

— Fica aqui, corninho. Vamos retribuir a sua generosidade, e cumplicidade, dando um show particular.

Leleco foi para o lado da Gracielle, e começou a passar a mão na xoxotinha lisinha, e meter os dedos na boceta, só para o meu corno admirar de camarote.

Pela expressão de tesão do meu marido, deu para perceber que se deixasse, ele ficaria ali o dia todo. Gracielle toda nua, de pernas abertas e olhar perdido, delirando com as carícias do amante.

Claro que era uma visão alucinante, a Gracielle gemia, e provocava uma sensação maravilhosa. Reparei que meu marido estava de pau duro novamente, sob a bermuda. Eu peguei outra cadeira, me sentei ao lado dele, e comecei a alisar o pau do meu corninho por cima da cueca. O Mancini gemia quase igual à Gracielle que era masturbada na xoxota e no grelinho, pelo Leleco. Eu apertava o pau do meu corninho e falava:

— Ficou com tesão, né amor? Que delícia. Depois vou ser eu ali na mesa, e você vai me ver gozar desse jeito.

Não demorou nem dez minutos a Gracielle começou a gozar nos dedos do Leleco, soltando pequenos jatos de squirt entre os dedos, e senti que o meu marido não aguentou ver aquilo e com meus apertos em seu pau, gozou junto, dentro da bermuda novamente. Ele ejaculou melecando-se todo.

Leleco relaxou e deixou a Gracielle deitada sobre a mesa, se recuperando, com a respiração totalmente alterada.

Eu peguei meu corninho pela mão e levei-o novamente ao banheiro, para se levar. Ele tomou banho, e o Leleco entrou em seguida no banheiro, e veio tomar banho comigo, onde nos acariciamos e nos lavamos, trocando beijos e provocações. Leleco perguntou ao meu marido:

— Então, gostou de ver? Qual a sensação de ser corninho?

Meu marido disse:

— É inexplicável, e totalmente inesperada, fiquei muito tarado com tudo.

A seguir ele se embrulhou na toalha e foi ao quarto para vestir outro calção.

Terminei o banho com o Leleco e vesti novamente o négligé preto, mas sem mais nada por baixo. Leleco ficou somente de cueca.

Depois dessa pausa, já todos de banho tomado, voltamos para a varanda, e ficamos ali conversando. Eu estava adorando me exibir para todos, sendo sempre acariciada e beijada pelo Leleco.

Meu marido, Gracielle e Sidonio sentados em cadeiras, eu e o Leleco no sofá de vime. Gracielle havia voltado a vestir a camisolinha cor-de-rosa, e o Sidonio de calção.

O Leleco e a Gracielle contavam sobre as suas aventuras, como se conheceram numa academia, como ele convenceu o Sidonio a liberar a esposa, e como foi a primeira vez dela com ele.

Sidonio tornou a servir mais carnes nas travessas e voltamos a comer, enquanto conversávamos. Com aqueles relatos nosso tesão permanecia em alta.

Aos poucos, conforme a tarde avançava mais, o calor aumentou muito. Já era por volta das 19h quando resolvemos entrar na piscina. Primeiro entramos eu e a Gracielle. Nos despimos completamente, e ficamos dentro da água e os três homens continuaram bebendo um pouco. Eu já não me incomodava do meu corninho ver a Gracielle nua. De repente, o Leleco se levantou, despiu-se todo e pulou na água.

Quando ele emergiu do mergulho eu cheguei perto dele e começamos a nos beijar de novo. A Gracielle disse:

— Aproveita amiga, que hoje ele será todo seu. Ele já me fez gozar muito gostoso.

O Leleco logo me abraçou e encoxou, colocando o pau duro entre as minhas coxas. Eu o beijava e apertava a bunda firme dele, puxando-o para mim. Eu estava sem nenhuma vergonha, e totalmente assumida, e era muito gostoso poder agir daquela forma diante dos amigos e do marido.

Percebendo que o clima havia esquentado, o Sidonio chamou a atenção, do meu corninho e falou:

— Vamos ter uma segunda rodada de safadeza, corninho. Você está gostando?

Meu marido olhou para ele e confirmou:

— Bem que você me disse. Mas eu ainda sinto bastante ciúme, principalmente vendo como a Maura já beija o Leleco, cheia de encanto.

Leleco me segurou pela cintura e me levantou colocando-me sentada na beira da piscina. Ele abriu as minhas pernas, se posicionou entre elas, e começou a chupar a minha bocetinha. Eu comecei a gemer mais alto, foi inevitável. Leleco chupava muito bem, tinha experiência e eu fiquei deliciada. Dei uma olhada para onde estavam meu marido e o Sidonio e vi que eles pareciam excitados e apalpando o pau. A Gracielle saiu da piscina e foi logo sussurrando algo no ouvido do Sidonio, que em seguida disse em voz alta

— Pessoal, vamos lá para dentro para ficar mais confortável.

Leleco e eu obedecemos de imediato, saindo da piscina. Ele me pegou pela cintura, me ergui, e me prendi ao seu corpo, cruzando as pernas em sua cintura. Ele me levou.

Seguimos o Sidonio para dentro da casa.

Já, dentro, o Sidonio nos conduziu para o quarto principal, onde havia um jogo de sofá e duas poltronas, e uma cama de casal. Ele puxou o sofá para bem perto da cama, e fez sinal para que o meu corninho e a Graciella se sentassem com ele. Gracielle ficou no meio, completamente nua.

O Leleco se deitou sobre a cama de costas, ficando com o pau apontado para cima, e fez sinal para que eu fosse por cima dele. Ele mandou:

— Vem putinha, sobe e vem cavalgar a pica do seu macho.

Eu subi na cama de gatinhas, montei a cavalo em sua cintura, e logo segurei o pau duro, direcionando para a minha bocetinha. A rola foi me penetrando, conforme eu me abaixava sobre ela, e soltei uma exclamação de prazer:

— Nossa, que pau delicioso! Está me atolando!

Olhei para o Mancini e exclamei:

— Olha só, corninho. Que delícia. Sua esposa virou mesmo uma putinha. Vou viciar nesta rola.

Notei que a minha provocação mexia com meu marido e com o Sidonio que também exclamou;

— Caralho, Mansinho, a safada da Maura pegou o jeito!

Comecei a me movimentar, rebolando, e cavalgando e gemendo sem sentir mais nenhuma inibição ou vergonha. Estava adorando poder dar para o Leleco ali na cama diante dos três assistentes. Queria mesmo parecer uma putinha devassa.

Leleco disse:

— Olha só corninho, sua esposa já virou a minha putinha, e vai mesmo viciar nessa minha pica. E é bom você ir se acostumando.

Quanto mais ele provocava, mais tarada eu ficava. Então, quando me debrucei sobre ele para beijar, o Leleco falou:

— Quero comer o seu cuzinho.

A Gracielle já tinha me contado que ele adorava foder por trás. E ela delirava dando o cu para ele. Eu não tinha experiência em sexo anal, mas, tomada de volúpia, naquele dia, eu me virei para o Mancini e falei:

— Amor, tenho uma novidade para você.

— Novidade? – Ele perguntou surpreso.

— Sim, o Leleco pediu para comer meu cu.

Vi que o meu corninho ficava admirado:

— Anal? Agora? Você nunca quis tentar comigo!

Eu expliquei:

— Você nunca comeu um rabo, não sabe como fazer, eu tinha medo, ia acabar me machucando.

Mancini, admirado, argumentou:

— Mas, ele é o dobro do calibre do meu pau. Vai arregaçar seu rabo...

— Mas ele é experiente, corninho. E eu agora sou a putinha dele, e faço o que ele deseja. Estou cheia de tesão. Acho que é melhor ser ele tirar o meu cabaço no cuzinho.

Reparei que meu marido engolia em seco. Mas estava com expressão de muito tesão. Tentei compensar:

— Depois, quem vai ganhar é você, pois se eu gostar de dar meu cuzinho, você vai ter a oportunidade de comer meu cu também.

Mancini ficou me olhando com cara de cachorro pidão. Eu resolvi ceder um pouco da minha rigidez. Falei:

— Olha, para você não ficar com ciúmes do Leleco tirando o meu cabaço do cuzinho, vou deixar a Gracielle ajudar você. Ela pode bater uma punhetinha em você aí, mas é só isso que pode, viu?

Minha amiga nua do lado dele no sofá já se animou. Mancini ainda estava na dúvida:

— Tem certeza, amor? É isso que você quer?

— Estou cheia de vontade, corninho. E além do mais, você vai ganhar uma punheta bem gostosa aí. Só não se anima muito além disso.

Vi que o meu corninho estava com um tesão descontrolado, e quando olhou para a Gracielle que estava nua ao lado dele, não pensou mais em nada.

— Tudo bem, amor. Você é que sabe...Pode dar se você quer.

Gracielle rapidamente se levantou e foi pegar um gel lubrificante na mesinha de cabeceira, e colocou-o ao meu lado na cama. Eu me levantei de cima da pica do Leleco e me coloquei da quatro, sobre a cama. A Gracielle pegou um pouco de gel, passou nos dedos e começou a lambuzar o meu cuzinho, massageando. Soltei uns gemidinhos de tesão e ela falou:

— Agora sim que você vai aprender a ser uma putinha completa.

Ela então limpou os dedos na minha bunda e se afastou.

Fiquei um pouco distraída, observando o que ela ia fazer. Gracielle ordenou que o Mancini e o Sidonio tirassem as bermudas, e se sentassem de novo no sofá. Os três estavam sem roupa, lado a lado. Ela, completamente nua, acariciou os dois machos ao seu lado.

Leleco, enquanto isso, separou as minhas nádegas com as mãos. Primeiro ele começou enfiando um dedo no meu cuzinho. Eu soltei um gemido. Ele ficou ali brincando com aquele dedo enfiado e fui ficando quente, um tesão diferente foi tomando conta da minha bunda. Meu corpo todo se arrepiou. Uma sensação muito gostosa. Quando ele viu que eu estava rebolando com o dedo dele enfiado, o safado retirou o dedo e eu gemi, sentindo vontade que ele continuasse.

Leleco deu uma lambida no meu cuzinho, passou mais um pouco do gel, e enfiou dois dedos. Soltei um suspiro de prazer, e de repente percebi que os dedos iam até o fundo do meu ânus. A sensação era muito provocante, e minha bocetinha dava apertos de tesão.

Comecei a gemer e rebolar. A sensação era muito gostosa, nunca havia sentido aquilo. Foi ali que eu entendi quando a Gracielle me preparou no banho, me obrigando a fazer a higiene íntima do ânus. Ela sabia que o Leleco ia querer me comer o rabo.

Leleco foi provocando com os dois dedos e eu cada vez mais tarada, já sentia uma sensação deliciosa de vontade de dar meu cu. Foi quando o Leleco retirou os dedos e alinhou seu pau, encaixando e cabeça bem na entrada, esfregando nas minhas pegas. Ele disse:

— Se doer, você me fala que paro, ok? Vou colocar bem devagar, até entrar tudo. Não se preocupe, eu não vou machucar...

Eu soltei um suspiro profundo, e pedi:

— Enfia, pode enfiar, gostoso! Você me deixou tarada Estou com muito tesão.

Ele mal encostou aquela vara e forçou a entrada e eu já estava gemendo. Lentamente ele foi enfiando o pau duro e grosso, eu já gemia mais alto:

— Ahh, que tora! É grossa… vai me arrombar!

— Aguenta, safada. Você vai gostar. – Ele disse.

Senti que parecia que ia rasgar minhas pregas, esticando tudo, eu já quase chorando, tendo um pouco de dor, uma dor ardida, e muito de prazer também. Até que senti aquela rola se enfiar e a cabeça entrar inteira, estava enterrada. Percebi que a rola ia deslizando suavemente, para dentro do meu cu. Leleco exclamou:

— Pronto, minha putinha. Está todinho dentro do seu cuzinho. Nossa! Que cuzinho bem apertadinho, já estou quase gozando.

— Ahhh, filho da puta.. que pau gigante… me arrombou gostoso! – Exclamei.

Nessa hora, ele começou o vai vem, suave, dava para ouvir a respiração ofegante dele. Eu me acostumei com o pau enterrado, e a dor foi desaparecendo, aos poucos, ficando uma sensação gostosa, daquela rola dentro do cu, que me fodia. Aos poucos ele aumentou o ritmo das estocadas, ardia um pouco, mas era gostoso, e eu passei a gemer e suspirar, no ritmo das enfiadas.

— Ahhh, isso, isso, mete.. aiihhh meu cu, ahhh, que gostoso… mete! Fode. Fode!

Até que ele me agarrou pelos quadris e passou a socar com mais força, batendo a pélvis contra minha bunda. “Blaft”... “Blaft”... “Blaft”... “Blaft”... Acho que ele socou por mais de dois minutos. Eu me sentia toda arrombada, mas eu estava adorando. Minha boceta babava novamente. Eu perdi o controle, o tesão foi alucinante, e passei a gemer, a xingar, e pedir que ele me fodesse, que eu ia gozar demais.

Leleco perguntou:

— Está doendo? Quer que pare?

Eu gemi pedindo:

— Não, não para! Doeu, doeu muito, no começo, mas agora está gostoso, não para! por favor!

Eu havia me esquecido até de olhar o que acontecia em volta. Recuperando o prazer, recuperei a noção do que acontecia com os outros. Vi que a Gracielle sentada no meio, entre o meu corninho e o Sidonio, com a mão esquerda ela pegava no pau de um e com a mão direita no do Sidonio. Ela estava punhetando bem de leve os dois cacetes, e falava:

— Olha lá corninhos, como o meu macho fode o cuzinho da Maura. Eu sabia que ela ia adorar. Ela já está quase gozando pelo cu na rola dele.

Gracielle estava tarada também com os dois cacetes duros em sua mão. Ela levantou as duas pernas abertas e apoiou na beirada da cama deixando a boceta bem em evidência. Vi que o meu corninho ia querendo colocar a mão ali, mas ela o repreendeu:

— Hoje não, corninho. Só quando a Maura deixar.

Quando eu comecei a estremecer e gozar no pau do Leleco, vi que o meu corninho não demorou muito para gozar na mão deliciosa da Gracielle. Meu marido urrava de prazer:

— Ahhh, caralho, que delícia… Gracielle...

Logo em seguida foi o Sidonio quem gozou, depois de alguns segundos.

O Leleco deu uma parada de meter no meu cu por um segundo e disse:

— Ah, safada, esse cu é uma delícia, eu vou gozar!

Na mesma hora eu me afastei para a frente, retirei o pau do cu e pedi:

— Vem, meu macho, goza dentro da minha boceta. Quero sua porra na boceta.

Leleco rapidamente meteu o pau dentro da boceta até no fundo, e após algumas bombadas fortes, gemendo, gozou muito enquanto me beijava na nuca.

Por algum tempo, parece que tudo escureceu e o tempo parou.

De repente, voltei à realidade e estava tudo em silêncio. Leleco me agarrava por trás, exausto sobre a cama. Sidonio e o meu marido, bem lambuzados depois de gozar na mão da Gracielle, pareciam largados no sofá. Foi quando eu reparei que a amiga estava batendo uma siririca. Ela estava com dois dedos na bocetinha e com a mão melada de porra, esfregava o grelinho.

Eu olhei e disse:

— Desculpe amiga, peguei seu macho e deixei você na mão.

Gracielle ainda ofegante, exclamou:

— Tem problema não amiga, eu sempre me divirto muito, hoje é o seu dia.

Na hora, eu estava generosa, e querendo retribuir a gentileza, falei:

— Ajuda a Gracielle aí, corninho. Eu deixo. Bate uma bem gostosa pra ela, amor, mas sem gracinhas viu! É só pra fazer um carinho com os dedos na bocetinha dela, nada mais.

O safado gemeu:

— Só uma chupadinha, pode?

Cortei na hora:

— PORRA! Não! Eu dou a mão e já quer o pé? É um carinho com os dedos na bocetinha e nada mais. É ISSO OU NADA!

Rapidamente meu corninho se virou e começou a passar a mão na bocetinha da amiga, antes que eu mudasse de ideia. Eu ouvia a Gracielle suspirar e exclamar:

— Isso, corninho, que gostoso… Mete os dedos, dois dedos… isso…

Me deitei na cama, abraçada pelo Leleco, e fiquei assistindo por uns dez minutos, o meu marido passando a mão nos peitos e enfiando os dedos na bocetinha lisinha da Gracielle, que suspirava.

Reparei que ele estava com o rosto encostado e se esfregando nos peitos dela. Aquilo ajudou para que a amiga gozasse, deliciada, gemendo, dizendo que queria ficar ali naquela putaria pelo resto da vida.

Enfim, depois de meio minuto, quando a Gracielle foi se recuperando, eu disse:

— Pronto. Pode tirar a mão daí, corninho. Já liberei demais.

Eu me levantei da cama e disse ao Mancini que ia tomar um banho com o Leleco. E que ele depois iria se lavar.

Fui com o Leleco para o chuveiro e fechamos a porta. Lá dentro, voltamos a nos abraçar, a beijar, e eu me abaixei e chupei o pau do Leleco por uns três minutos, até que ele ficou novamente duro. O safado quis meter no meu cuzinho de novo, e eu deixei. Fiquei de pé com as pernas meio dobradas e separadas, e me apoiei na parede. Leleco foi enfiando novamente aquele pau enorme no meu cuzinho. Doeu, mas não tanto como da primeira vez. Eu já sabia como era a sensação e deixei que ele metesse. Quando percebi ele já tinha enterrado a pica toda e me fodeu gostoso, por uns cinco minutos, dizendo que eu era a putinha de cuzinho mais apertado que ele já comeu. Me deu muito tesão bancar a putinha dele. Até que percebi que ele ia gozar e deixei que gozasse dentro do meu rabo. Foi maravilhosa a sensação das jatadas dele dentro do meu ânus. Depois, ficamos ali agarrados por um minuto, apenas recuperando a firmeza nas pernas. Terminamos o nosso banho e quando saímos do banheiro, vimos o Sidonio deitado na cama, vendo o meu corninho novamente masturbando a Gracielle. O Sidonio estava falando:

— Mansinho, a minha esposa é louca para dar para você, e eu nunca neguei nada para ela, mas enquanto a Maura não liberar, não rola. Se ela perder a confiança já era. Você nunca pode fazer nada escondido dela, e nem mentir, senão isso tudo aqui acaba. Mas, veja que hoje já tivemos um grande progresso. Ela já até permitiu vocês se tocarem, um masturbar o outro. No tempo certo, vai rolar outras coisas, ela perde o ciúme e vale a pena esperar. Tenha paciência com sua putinha, faz os gostinhos dela, deixa a safada transar com quem ela quiser.

Mancini tocava uma siririca de novo para a Gracielle que ficava de pernas erguidas no sofá ao lado dele. Meu marido mexia a mão na bocetinha dela com habilidade.

Sidônio falava:

— Um dia ela vai ceder, mas por enquanto aproveita a minha mulher peladinha do seu lado, mete o dedo de novo nessa bocetinha gulosa, já que não pode meter outra coisa…

Ficamos, eu e o Leleco, da parta do quarto, espreitando de longe. Vi que o meu corninho aproveitava e enfiava dois dedos na boceta e mexia a mão, e a Gracielle gemia, de pernas abertas. Ele tentava chupar os peitos da amiga, mas ela o afastou, dizendo que eu não tinha permitido. Logo a Gracielle estava gemendo mais alto e gozando nos dedos do meu corninho.

Quando eu vi aquela cena exclamei:

— Eita, amor, você gostou hein? Já estão abusando! Repetindo a safadeza?

Meu marido disse:

— Pena que não posso fazer mais nada, queria pelo menos chupar um pouco…

Eu cortei.

— Hoje não, você está com muito fogo, vai se lavar agora, que esfria.

Ele se levantou do sofá e foi para o banheiro, tomar um banho. Eu e o Leleco ficamos abraçados sobre a cama, nos beijando. Depois foi a vez da Gracielle e do marido se lavarem.

Ao voltarmos para a sala, estávamos todos pelados e ninguém fez menção de vestir roupa. Era muito gostosa aquela sensação de liberdade e de intimidade. Eu andava com um pouco de dificuldade, meu rabo doía um bocado, mas aos poucos o incômodo foi passando. Eu disse para o meu marido:

— Amor, que delícia que foi dar o meu cuzinho para o Leleco. Aprendi a gostar.

Mancini me olhou admirado e falou:

— Não acreditei que fosse aguentar.

Ficamos lá bebendo e conversando, eu sentada no colo do Leleco, até por volta das 22h, quando resolvemos ir dormir. Seguimos para nossos quartos. Leleco veio para o nosso quarto e nós nos deitamos os três na cama como viemos ao mundo.

Dormimos rapidamente, pois estávamos bem cansados. Eu fiquei no meio dos dois machos. Durante a madrugada eu acordei cheia de fogo novamente, sentindo o calor do corpo dos dois e me virei sem fazer muito movimento na cama. Despertei o Leleco com uma chupada das boas e quando ele estava de pau bem duro, cavalguei naquela rola, por um bom tempo. Eu estava adorando dar para aquele macho viril e tesudo, de pau muito grande. Falei no ouvido dele:

— Amei ser sua putinha hoje. Quero gozar de novo junto com você.

Vi que o meu corninho acordou com nossos movimentos e gemidos, e ficou assistindo. Não demorou muito ele já estava se punhetando enquanto eu gozava com o meu amante. Foi uma foda deliciosa, demorada onde eu tive vários espasmos de gozo até sentir a porra do Leleco me enchendo a bocetinha, mais uma vez. Meu corninho também gozou na punheta.

Depois voltamos a dormir juntinhos.

No domingo, o Leleco de despediu depois do café da manhã, pois teve que ir embora. Tinha coisas por fazer.

Ficamos os quatro no sítio, tomando sol, pelados, na maior intimidade. Era muito gostosa aquela liberdade e cumplicidade.

Perto da hora do almoço, a Gracielle me chamou de lado e disse que eu precisava premiar o meu corninho, com uma surpresa. Eu desconfiava que ela ia pedir que eu o liberasse, e foi o que ela fez. Eu, agradecida por ela ter sido generosa comigo, concordei que ela fosse lá provocar o Mancini, para a gente ver o que ele faria.

Gracielle foi se sentar na cadeira de vime da varanda, ao lado do meu marido que conversava com o Sidonio. Estávamos tomando caipirinha. A Gracielle perguntou ao marido:

— Corninho, você deixa eu dar para o Mansinho?

Na mesma hora o Sidonio olhou para ela que piscou o olho, e meu marido nem percebeu, tão vidrado que ele ficou com aquela fala. Sidonio disse:

— Você pode tudo, desde que a Maura tenha liberado.

Nesse momento eu vinha chegando da cozinha e falei:

— Vou premiar o comportamento exemplar do meu corninho. Amor, você está liberado, para uma bela trepada com a Gracielle. Hoje estou muito satisfeita e generosa.

Mancini não parecia acreditar, ficou me olhando, admirado. A Gracielle foi se sentar no colo dele, abraçou e começou a beijar meu marido na boca. Na hora subiu um fogo dentro do meu peito, uma sensação estranha, de estar perdendo alguma coisa, o ciúme incômodo, de ver meu marido beijando aquela gata deliciosa. Mas fiquei firme. Vi os dois se acariciando, e logo o meu corninho estava de joelhos no chão, entre as pernas da Gracielle, lambendo a chupando a bocetinha lisinha da amiga. Eu sabia que ele estava louco para fazer aquilo.

Eu e o Sidonio assistimos, excitados, uma belíssima foda, onde a Gracielle conduziu meu corninho, para que fizesse de tudo que ela gostava. Ela o controlava direitinho. Quando ele estava quase gozando, ela interrompia, e fazia o safado se controlar. Com isso, eles brincaram de sexo, por quase trinta minutos, fodendo em várias posições.

Eu fiquei admirada porque nunca vi meu marido fodendo com tanta virilidade, alucinado de tesão na deliciosa amiga safada. O Sidonio também estava admirado, e seu pau duro brilhava. A minha amiga gozou no pau do meu corno uma três vezes, e por fim, ficou de joelhos no sofá de vime, empinou a bunda, e fez com que ele metesse e gozasse em seu cuzinho. Nossa, eu quase tive o impulso de impedir. Mas me segurei.

Meu marido estava alucinado de prazer e até se esqueceu que eu e o Sidonio estávamos assistindo. Ele dava tapas na bunda da Gracielle e chamava de safada tesuda. Ela gemia, pedindo para não parar, e disse que sempre teve muito tesão em dar para ele.

Eu, confesso, também fiquei cheia de tesão ao ver a foda e fui me sentar no colo do marido da amiga. Aquele pau grosso me deixou cheia de vontade, e não demorou o Sidonio estava metendo na minha bocetinha, aquele cacete rombudo. Foi uma coisa muito louca porque ele foi metendo muito lentamente e conforme a pica entrava eu gozei logo, com a rola dele se enfiando na minha boceta. Acho que eu estava muito tarada de ter visto minha amiga gozando na rola do meu corninho. Foi uma manhã de prazer indescritível.

Depois disso, nossa intimidade ganhou uma força enorme, e quando resolvemos voltar para a cidade, no final da tarde, estávamos muito satisfeitos.

Depois desse dia, eu e meu corninho conversamos muito sobre tudo que aconteceu no sítio. Foi uma conversa bem transparente, e contei a ele que a Gracielle e o Sidonio trabalharam muito tempo na minha cabeça, para que eu ficasse cheia de desejo, e aceitasse o que aconteceu. Assumi que a ida para o sítio foi o que eles prepararam para nos envolver e nos iniciar nesse mundo liberal, mas eu disse que só faria o que ele aceitasse. Mancini disse que tinha entendido tudo, e que no fim havia sentido um tesão imenso do jeito que nós fizemos.

Eu assumi que sabia das intenções da Gracielle, mas avisei a ela que só ia continuar se meu marido estivesse de acordo. O Sidonio garantiu que ia ajudar a tirar o medo dele.

Meu corninho me confessou que gostou muito de tudo, do jeito que foi feito, e que no fundo, queria mesmo assumir o tesão de ser corno. Ele me confessou que gostou muito de ver o Leleco me fodendo como ele mesmo nunca fodeu. E de ver a esposa sendo fodida e enrabada por outro.

Nós nos entendemos completamente, e nossa amizade com o casal de amigos, desde então só melhorou. Mancini até tentou comer o meu cu, por duas vezes, mas não deu muito certo, ainda. Eu ainda estava dolorida de ter sido arrombada pelo Leleco. Eu disse que ele não sabe ainda comer um cu, mas o problema fui eu, pois ele comeu o da Gracielle que adorou e gozou na rola dele.

A nossa vida sexual é outra totalmente diferente, agora fazemos sexo praticamente todos os dias.

Meu marido me disse que eu posso repetir a dose e dar de novo para o Leleco, mas eu expliquei que o Leleco é amante da Gracielle, e ela só "emprestou" o macho dela por um dia, para me iniciar, e disse que agora se eu quiser, que arrume meu próprio amante.

Meu corninho confessou que aceitava muito bem que eu fodesse de novo com o Leleco, mas com outro, ficava inseguro novamente.

Eu disse que gostei muito, repetiria, mas a Gracielle só aceita "emprestar" de novo, se em troca, eu deixar que meu marido possa foder com ela. E isso, expliquei que não quero liberar novamente, por enquanto. Tenho medo do meu corninho ficar viciado na minha amiga safada e ela querer dar para ele todos os dias.

Meu corninho tentou por algumas vezes me convencer a aceitar novamente a troca com o casal, mas eu fui irredutível. Sei que a Gracielle é ciumenta também. A única possibilidade que eu vejo dele foder com a Gracielle é se eu puder foder com o Sidonio. Porém, essa parte é a Gracielle que ainda não aceita bem. Ela alega que o Sidonio é seu corno, e se ele gostar de foder outra mulher, talvez ele perca a tara de ver a esposa fodendo com outro.

Conforme fomos ficando mais tarados e assumidos, sei que meu corninho está louco para me ver novamente quicando, levando no rabo em outra pica. Eu também estou morrendo de vontade de dar novamente. Eu disse que não pode ser com ninguém conhecido.

Finalmente, resolvemos que ao publicarmos nossa história, poderíamos despertar o interesse de outros homens que quisessem entrar em contato conosco.

Quando escrevi para confessar este conto, estavam presentes o Sidonio e a Gracielle, que ficou muito animada com a minha ideia. Ela sabe que tem a possibilidade de o felizardo do meu corninho acabar fodendo as duas.

Prometo que vamos contar se acontecer uma novidade.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 407Seguidores: 927Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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