Parte 1.
Nesta história vou contar como aconteceu um processo de transformação inacreditável, tanto na minha esposa, como em mim também, que mexeu profundamente com a nossa relação, gerando uma situação crítica que poderia ter destruído nosso casamento, se nós não nos gostássemos demais, se não estivéssemos dispostos aceitar nossos impulsos e a nos transformar e nos adaptar à nova realidade, para conseguir superar o que se passou. Vivemos algumas crises fortes. Foi bem complicado, mas também foi revolucionário. No fundo, esta é uma história de amor, e retrata como esse sentimento de encantamento entre as pessoas pode ser profundamente transformador.
[Nota do Autor] – Uma história de 2015. Me foi enviada para tentar fazer uma nova versão. Gostei porque é bastante verdadeira, e pode servir de exemplo para muitos outros casais. Como sempre, mudei os nomes e dei uma nova roupagem. Espero que gostem.
Sou o Mirno, 38 anos, casado há dez anos com Lizlene, que tem 34 anos, mas nós já namorávamos desde que ela estava para fazer 18 anos. Eu fui seu primeiro namorado, e único homem.
Lizlene é formada em Educação física e com curso extra de fisioterapeuta, mas na época em que aconteceram estes fatos que eu contarei, ela já dava aulas de educação física em um colégio. Minha esposa foi criada em uma família conservadora, bem tradicional e quando nos casamos ela era ainda cheia de pudores.
Lizlene é uma mulher muito bonita, cabelos castanhos lisos, claros, cor de mel, corpo perfeito, sem um grama de gordura excedente, frequenta a academia de ginastica três vezes por semana, além das aulas que dá diariamente no colégio. É toda durinha e modelada. Irretocável.
Desde o início do namoro, ainda adolescentes, Lizlene sempre foi muito recatada, cheia de receios e cuidados. A nossa primeira relação sexual só aconteceu um ano depois de iniciado o namoro, ela com 18 anos, num processo muito lento de ganho de sua confiança, pois ela tinha pudores em excesso e, medo da rigidez dos pais.
Eu tive paciência, pois também não era experiente, e fomos aprendendo e nos soltando aos poucos. Ela sempre foi recatada, não gostava de filmes pornô, de ir a motéis e nem de falar muito de assuntos picantes, ou de sacanagens. Eu demorei muito a entender que era uma defesa que ela tinha, já que no seu íntimo, era um vulcão em ebulição.
Quando nos casamos, ainda éramos bem inexperientes. Mas, nossa vida era ótima, cheia de amor, com boas condições financeiras, e mesmo com um sexo bem-comportado, tivemos dois filhos.
Tudo seguia muito bem. Formamos uma família bem tradicional, mas, é natural que com o tempo, nosso sexo sempre muito semelhante, sem novidades, foi caindo na rotina.
A Lizlene, devido ao trabalho e o cuidado com os filhos, muitas vezes se mostrava cansada, e por se fazer uma pessoa não muito ligada nas questões sexuais, acabava deixando nosso sexo em segundo plano. Eu, ao contrário, sempre gostei de me excitar, de fantasiar, ver filmes eróticos ou de sexo. Para mim o sexo sempre foi muito importante. Eu me masturbava todos os dias, fantasiando, quando a Lizlene não estava disposta.
Com o tempo, com nossos filhos mais crescidos, passei a sentir falta de mais sexo, de novidades, e incomodado com aquela situação, passei a cobrar da Lizlene, mais envolvimento. Eu tentava criar algumas fantasias, ocasiões especiais e novos cenários, para despertar nela mais desejo. Consegui até alguns progressos, mas nada muito grande. Parecia que ela temia tirar a tampa da sua caixa de desejos reprimidos. Até que em um dos aniversários dela, resolvi fazer algo diferente.
Consegui uma reserva num hotel, numa cidade próxima, de serra, com paisagens lindas, um local extremamente romântico. Aproveitei para comprar presentes de lingerie, bem sensual, e mandei entregar com um bilhete dizendo que era para uma noite especial. Deixamos nossos filhos na casa da mãe dela e fomos. A noite nos aguardava com espumante gelada no quarto do hotel, um jantar delicioso, tudo com muito requinte. Lizlene estava deslumbrante com um vestido de seda azul marinho, muito bonito, decotado, e com a saia relativamente curta. Calçava sandálias pretas de salto, muito bonitas e delicadas. Por baixo do vestido, a lingerie preta de renda que eu havia comprado. Nós tivemos paz para namorar, jantamos e bebemos duas garrafas de vinho espumante, ela ficou muito feliz, e com aquele clima extremamente sensual, fomos para nosso quarto onde outra garrafa de vinho nos esperava.
Enquanto namorávamos no sofá da suíte, bebendo vinho, conversávamos sobre a noite que nos esperava. Logo o assunto chegou em sexo. Eu disse que sentia falta de um clima mais sedutor, entre a gente, e de mais intimidade.
Falei que devíamos falar, expondo nossos desejos e vontades. A Lizlene, sob o efeito do vinho, já mais desinibida, estava receptiva à conversa. Pude falar das minhas necessidades, e que tinha algumas fantasias.
Curiosa, ela queria saber mais e fui contando que havia lido alguns contos eróticos, onde os casais eram mais liberais, e tinham aventuras muito excitantes. Cúmplices de tudo. Falei que li contos sobre ménage e trocas de casais. Desinibida pela bebida, a Lizlene se interessou por algumas das histórias que eu havia lido, e até contei a ela o que acontecia. Mas logo ela fez uma ressalva.
Ela me confessou que tentava evitar tais histórias ou fantasias, pois tinha muito receio disso nos arrebatar, de se tornar uma coisa viciante, perder o controle, e isso afetar o nosso relacionamento.
Curioso, procurei saber quais eram as suas fantasias, mas ela, enrolou, começou explicando que sabia que atualmente, quase não existem mais mulheres como ela, que se casaram virgens e só conheceram sexo com o seu marido. Eu questionei se ela tinha curiosidade de provar outro homem e ela disse:
— Ah, amor, é logico que bate às vezes, uma curiosidade em saber como seria fazer sexo com outro homem. Eu nunca fiz. Mas, confesso que evito dar espaço para tais fantasias.
Ouvindo-a falar, me senti muito excitado, descobrindo que me dava muito tesão saber dos desejos secretos da minha recata esposa. Ela falou também que nunca tinha dado muita atenção para pensar em fantasias, que achava perigoso, mas, se tivesse que listar algumas das suas curiosidades, ela talvez faria também sexo com dois homens. Mas, logo alertou que não passava de hipótese, já que isso jamais se tornaria real.
Excitado com as revelações, questionei por que ela achava impossível acontecer e ela disse:
— Como é que depois, eu vou olhar para você, depois de ter cedido à tentação, e me entregado a outro homem? Você suportaria? Depois disso, com certeza o nosso casamento poderia mudar e se destruir. Além disso, existe o risco de doenças. Mas, o mais difícil, é que para eu me interessar, teria que ser com alguém que eu sinta desejo e tenha certa intimidade. E jamais poderia ser alguém que seja conhecido.
Eu estava muito excitado com aquela conversa, jamais imaginei que a minha recada e fiel esposa, pudesse ter aquele tipo de fantasia já tão elaborada a ponto de fazer tais argumentações. Ela revelava que já havia imaginado, avaliado e ponderado a respeito.
Eu falei:
— Fico surpreso em saber disso apenas agora. Tantos anos juntos. Por que é que nunca falamos sobre isso antes?
Lizlene sorriu, com sinceridade, e disse:
— Olha, eu falei que admito apenas em situações imaginárias, fantasias, pois foi o que você me perguntou. Mas, não tenho vontade, isso é apenas uma curiosidade.
Como estávamos embalados no vinho, o clima era propicio para tais assuntos, eu bastante curioso, pedi que ela me contasse que tipo de fantasia ela havia imaginado.
Ela me citou algumas cenas de filmes normais, românticos, e algumas situações que ela imaginava, que despertavam nela uma fantasia parecida. Ela se via nas cenas e a excitavam. Nessa conversa ela me citou alguns dos atores que a atraíam, nas tais cenas dos filmes.
Cada vez mais excitado com aquelas aberturas, eu arrisquei e fiz a proposta de fazermos sexo imaginando que ela estaria com um daqueles atores que ela fantasiou. Ela me olhou desconfiada, mas como estava animada, aceitou. Assim fizemos e foi muito bom.
Mesmo a Lizlene sendo bem discreta, e não gostando de falar muito durante o sexo, percebi que ela ficou muito excitada de imaginar a situação, falávamos sobre o que imaginávamos, e pela primeira vez ela fantasiou junto comigo, estar com outro, sem se censurar ou coibir. Foi uma noite deliciosa. Após o sexo, na cama, ela disse:
— Impressionante como você se excita quando falamos tais fantasias. Você gosta mesmo disso.
Eu concordei e expliquei:
— Quando vejo você se abrindo, e compartilhando comigo seus desejos e sonhos, me sinto extremamente excitado. E você também ficou.
Depois desse dia, tudo voltou à nossa vida normal, e mesmo que eu a estimulasse, ela era menos receptiva a repetir aquilo, e se continha. Achei que ela havia esfriado. Passou mais um mês.
Até que um dia, ela me disse que ia me revelar um acontecimento que mexeu com ela. De noite, em nosso quarto, minha esposa contou que uma colega dela, professora no mesmo colégio, havia confidenciado a ela, que estava tendo um caso com um outro professor. Ambos eram casados com seus cônjuges, mas haviam se envolvido numa relação paralela, movida a sexo. Fiquei muito curioso e ela me relatou detalhes, dizendo como foi que o tal professor que era um adepto da prática de dominação, seduziu a sua colega, que se descobriu excitada de ser uma submissa aos caprichos dele.
Lizlene confessou que a tal colega havia lido o livro “cinquenta tons de cinza”, e ficou alucinada, e por isso, se envolveu com o tal professor.
Nessa noite, ao me relatar o episódio, estava excitada, e confessou que a amiga havia revelado detalhes da relação que eles tinham, com práticas de dominação, e isso que ouviu dela a excitou muito.
Claro que eu também fiquei excitado, e nosso sexo nessa noite foi muito mais quente. Percebi que ela gozava muito forte, certamente com as cenas relatadas a ela, presentes na cabeça. Mas a Liz não quis me contar exatamente, o que eram. Para não expor os colegas.
Dias depois, ela acabou comprando o livro, depois da insistência dessa colega. Ali, foi quando eu senti o início de uma forte mudança na Lizlene, o que me deu também uma excitação enorme. Percebi que conforme ela ia lendo o romance, sua libido aumentava, excitada com a história do livro, e mais ainda, sabendo as aventuras da amiga de quem se tornou confidente. Com isso, passamos a fazer muito mais sexo do que o normal. Conversamos bastante sobre tais fantasias, ela foi perdendo a vergonha de conversar comigo sobre as fantasias, tomava gosto pela excitação que nos contagiava, e por um tempo brincamos muito com essa situação.
Em algumas vezes, ela fingia que estava com outro, estando comigo, e me chamava de nomes diferentes, dizendo que o marido havia deixado ela experimentar. Eu agia como se eu fosse outro. Claro que ela gozou muito, excitadíssima com a própria fantasia que alimentamos.
Comecei a perceber que, depois disso, a Lizlene estava mais receptiva a esses assuntos de sexo e fantasias. O que foi ótimo.
Até que no final do ano, tiramos merecidas férias, que há muito não tirávamos, deixamos os filhos com minha irmã, que também tem filhos e iria ficar numa chácara de veraneio. Eu e Lizlene fomos passar nossas férias em um resort. Somente nós dois, vários dias, sem os filhos, apenas para descansar e desfrutar das maravilhas do resort.
Chegamos lá numa sexta-feira de tarde, era pleno verão, e logo fomos aproveitar o sol da piscina do hotel. Nessa primeira vez a Liz usou um biquíni amarelo, mais comportado. Ali tomamos alguns drinques, eu pedi Cuba-Libre e a Lizlene tomou um coquetel de frutas. Era o começo das nossas férias.
Fazia muito tempo que não nos sentíamos tão livres. Ficamos bebendo e conversando junto da piscina, estávamos bem encantados com o local, vários outros hóspedes circulavam pelo pátio da piscina, todos elegantes e aparentemente bem de vida.
Quando chegou a noite, fomos ao nosso quarto, para tomar banho e trocar de roupa para irmos ao restaurante, jantar.
Fazia calor, e depois de termos tomado umas duas horas de sol, estávamos com a pele ligeiramente quente e avermelhada. A Liz foi escolher uma roupa para vestir comentou que não queria nada que incomodasse sua pele sensível e avermelhada. Eu disse que nas férias ela podia ser mais descontraída e bem menos formal, usando roupas mais sensuais. Queria que ela me provocasse, e me despertasse o desejo ao máximo.
Eu fui de bermuda castanha, chinelos, e camisa social branca, de mangas dobradas, e usada para fora da bermuda. Ele vestiu um vestido pretinho, tubinho básico, de tecido fino e delicado, tomara que caia, deixando os ombros desnudos. Dava para ver já uma ligeira marquinha das alças do biquíni na sua pele do colo e pescoço, que ia começando a pegar cor. E seus lindos seios sem sutiã, sustentavam o vestido que se assentava sobre seu corpo de formas impecáveis, modelando-o plenamente. Estava muito linda.
Jantamos no resort. E ficamos sabendo que após o jantar, o salão se transformava, vinha uma banda tocar ao vivo, e teria programação com música para dançar. Era uma programação regular do resort.
Naquela noite, embora a banda fosse boa e tocasse músicas dançantes, ficamos pouco tempo no salão, estávamos cansados da viagem e logo fomos estrear nosso quarto e a cama.
Na hora de trocar de roupa e nos deitarmos, a Liz me pediu para passar creme hidratante em todo o seu corpo, e eu pude admirar como ela ficava sexy com as marquinhas de biquíni. Falei:
— Nossa, essas marquinhas ficam demais. Se você usar um biquíni menor, vai ficar ainda mais sexy.
— Eu não tenho biquíni menor. – Ela me disse.
Eu falei:
— Eu vi na recepção do resort, que tem uma sala com uma pequena loja de conveniência. Ali talvez tenha algum biquíni. –
Ela disse que não precisava, que tinha dois biquínis novos e eram suficientes.
No dia seguinte, Lizlene acordou bem cedo, como era hábito, vestiu sua roupa de treino, cinza claro, justinha e colada e foi na academia do resort. Eu fiquei deitado um pouco mais. Meia hora depois, me levantei e fui tomar o café no refeitório. Depois, entrei na tal lojinha de conveniência e vi que havia alguns biquínis para venda, com apenas dois tipos de modelo.
Um era o clássico, de cortininha com tirinhas de amarrar nas laterais das tanguinhas, e o outro, um modelo maior e bem mais conservador, provavelmente para pessoas mais velhas, gordas ou tamanho GG.
Vi que os três modelos menores, tinha um verde limão, um branco e um cor de salmão. Resolvi comprar os três, e levei para o quarto, deixando sobre a cama.
Me troquei, colocando sunga, para ir à piscina, e foi quando chegou a Liz, ofegante, vinda do treino. Ela disse que ao chegar na academia, que era bem pequena, com poucos aparelhos, não tinha ninguém treinando. Porém, logo que começou a fazer os exercícios, chegou um rapaz, para treinar também. Dava para ver que ele era bem acostumado em academia, tinha um corpo muito bonito, musculoso sem ser exagerado, e era bem atraente. Relatou que ficaram treinando em silêncio por algum tempo, mas ele notou que a Liz sabia se exercitar, tinha familiaridade com os aparelhos, e começou a puxar conversa.
Ela disse que respondeu educadamente, e ele já perguntou de onde ela era, o que fazia, e ao saber que ela era professora de educação física, contou que também era sócio de uma academia, na cidade dele. Assim, segundo ela, eles se conheceram cordialmente, enquanto treinavam.
Mostrei os biquínis para a Liz, ela olhou e arregalando os olhos, falou:
— Eu não caibo nesses tamanhos.
— São os únicos que havia, e eu já pequei logo os três para você ter opções. Pelo menos, experimenta. – Respondi.
A Liz se despiu para provar, e logo que vestiu um biquíni, reagiu dizendo:
— Não posso usar um treco escandaloso desses! Estou quase nua.
Quando eu vi o biquini cor de limão justinho e pequenino no corpo dela, só com tirinhas de lacinho lateral, fiquei louco. Estava muito linda. Adorei e exclamei:
— Está linda, deliciosa! Ficou perfeito.
— Não acredito que você tem coragem de me deixar usar isso. É muito pequeno, mal tapa minhas partes, e minha bunda fica quase toda de fora. – Ela questionou.
— Pois eu deixo e vou adorar ver as marquinhas sexy que vão ficar. Sua bunda é perfeita. Não queria esconder.
Liz me olhava sem acreditar. Olhei para ela, sério:
— Estamos num lugar onde ninguém nos conhece, não devemos nada a ninguém, você é casada comigo, então não tem que dar satisfação a ninguém, e eu vou adorar ver minha esposa linda, com esse corpo maravilhoso, num biquíni fantástico.
— Não acredito no que estou ouvindo. Você é meio louco. – Ela afirmou.
Mas, ficou se olhando no espelho, virando de bunda, examinando como ficava.
Quando vi que ela não despiu o biquini logo e se examinava, eu percebi que estava tentada a ousar. Eu disse:
— Vai… Está perfeita. Vamos logo para aproveitar a piscina e o sol.
Liz se conformou, vestiu uma saída de praia tipo um roupão, de tecido fino, calçou sandálias de borracha e antes de sair do quarto falou:
— Nossa! Vou chamar muito a atenção com isto.
Eu tentei acalmá-la.
— A beleza atrai. Acostume-se pois é uma mulher linda. Me sinto orgulhoso. Aposto que as outras adorariam ser como você.
No trajeto para a piscina ela me contou:
— O rapaz da academia, usando do seu charme, mas com educação, começou a me elogiar, dizendo que eu tinha um físico muito bonito. Eu percebi a intenção e o interesse dele, e cortei os assuntos educadamente. Acabei meus exercícios e vim embora.
Eu disse:
— Você atrai, eu faria o mesmo que ele. Se a visse na academia, procuraria me aproximar e conhecer você melhor. Isso não é crime.
Eu queria que ela perdesse a timidez e se tornasse mais solta. Chegamos na piscina e escolhemos as nossas espreguiçadeiras com um guarda-sol. A Liz disse:
— Pensei que você ia achar ruim dele ter me abordado.
Respondi:
— Não tenho motivo ainda, ele não cometeu crime nenhum, amor. Acho que ele agiu naturalmente, como qualquer um faria. Querendo conhecer você. Estamos no mesmo hotel. É natural isso.
— Achei que você fosse mais ciumento. Fiquei com medo de dar conversa temendo a sua reação. – Ela falou, enquanto retirava a saída de praia para se bronzear.
Ali na piscina, ela com aquele biquíni ficou ainda mais atraente ao sol.
Eu expliquei:
— Desde que ele não seja desrespeitoso, nem abusado, ou invasivo, não tenho motivos para reagir.
Eu estava querendo que minha esposa se despertasse mais para o lado sensual, ficasse mais excitada, e uma provocação de um rapaz poderia ajudar. Desejava que nossas férias fossem realmente muito recheadas de sexo e prazer. Por isso, estava sendo o mais liberal possível.
Aos poucos, foram surgindo outros hóspedes por ali e a Liz reparou que a maioria das mulheres, jovens e belas, usava biquínis mínimos, alguns até mais ousados, com fio dental total. Ela foi relaxando e se acostumando em seu biquini verde limão.
Passamos novamente todo o resto da manhã do sábado ali na piscina. Liz havia passado um creme bronzeador que realçava sua pele macia e brilhosa ao sol. Perto da hora do almoço, um rapaz passou perto de nós em direção ao bar. A Lizlene me disse:
— Olha o rapaz que eu falei, amor, o que hoje pela manhã estava comigo na academia. E que começou a dar em cima de mim.
— Deu em cima de você, ou somente procurou conhecer melhor? – Questionei.
Liz disse em voz baixa:
— Pelo jeito dele falar, de me olhar, malicioso, eu vi que ele estava cheio de desejo. Notei as intenções. Não insinuou nada, mas a gente sente…
— Ah, agora você contou com detalhes. – Comentei.
Na hora, me deu uma enorme curiosidade de ver se a minha esposa tinha algum tipo de interesse ou fantasia com o rapaz. Não sei dizer o que motivou aquilo. Foi uma intuição passageira, e por isso, perguntei:
— E você achou ele bonito? Gostou dele?
Lizlene sorriu, e como se fosse apenas um detalhe, disse:
— Ah, ele até que é gatinho sim, achei interessante.
Depois, ela deu uma risadinha de provocação e falou:
— Um novinho assim, bonito e forte, eu até ficava...
Eu achei graça. Era ela provocando, mostrando que fantasiava. Ela perguntou:
— Não achou ruim eu falar isso?
Eu rindo, respondi:
— Não, isso só prova que ele é do seu agrado. É muito natural. É como se eu falasse que a Marjorie Estiano conversou comigo, me deu atenção. Claro que me é interessante. Ou então… que a Paolla Oliveira me deu uma conversa na academia… Eu ia achar o máximo.
Liz me olhava intrigada, e perguntou:
— E seu eu desse conversa para ele? Acha que seria ruim?
— Não, não acho ruim. Que mal tem você conhecer melhor o rapaz? Se tem vontade acho natural. Não fique preocupada comigo. Estamos de férias para descontrair e aproveitar. – Respondi.
Eu queria deixá-la à vontade para que se soltasse mais.
— Acha certo uma mulher casada ficar de papo com um rapaz que não esconde o seu interesse? – Liz me especulava.
Dei de ombros, parecendo não dar importância. Estava gostando de ver o que ela diria. Falei:
— Desde que não falte ao respeito, não vejo problema. Aqui, ninguém a conhece. Ele se mostra interessado pois você é interessante mesmo, linda, e trabalham no mesmo ramo. Você não precisa escorraçar o jovem. Deixa ele conversar, se tornar amigo, mostrar o que pretende. Se ele é educado, não tem problema. Depois você me conta o que ele te disse. Ele não vai agarrar você e nem arrancar pedaço.
Lizlene não retrucou e continuamos na piscina. Naquele dia, pedimos no bar, um galeto assado que veio cortado em pedaços, com batatas fritas, e almoçamos ali mesmo, tomando sol e bebericando uns drinques. Percebi que a Liz já estava habituada com seu biquíni verde limão, entrava na piscina e se movimentava com desenvoltura. Estava irresistível.
No final do dia fomos ao quarto, para tomamos banho e depois nos vestirmos para jantar. Lizlene estava bem bronzeada e vestiu uma blusinha cropped, preta, folgadinha, sem mangas, sem usar sutiã, que deixava seu umbigo parente. E uma saia branca, curta. Usava por baixo uma tanguinha branca de renda. Também usou sandálias de salto. Reparei que ela se cuidava e fazia uma maquiagem leve. Isso indicava que ela sabia que seria analisada, admirada, e queria agradar. Eu elogiei seu traje e fui de calça de brim cor de areia, de amarrar na cintura, e uma camisa polo verde escuro. Calçado com sapatênis castanho.
Depois do jantar, assistimos a banda tocar no salão, onde os hospedes dançavam e se divertiam, e como eram músicas dançantes conhecidas, eu dancei umas três músicas com ela. Lizlene adora dançar. Eu que não sou muito conhecedor da dança.
Até que, ao voltarmos para nossa mesa, eu percebi a presença do rapaz, parado no bar, e admirando a Lizlene. Disse a ela que o rapaz não tirava os olhos dela, e minha esposa, que já tinha tomado três taças de vinho, disse:
— Eu disse a você que ele estava me desejando e querendo me cantar. Nem disfarça. Você não acreditou. Ele está mesmo interessado em mim, olha como ele me observa.
Eu respondi bem calmo:
— Realiza. Se eu tenho vinte e poucos anos, venho passar uns dias no resort, solteiro, e vejo uma mulher linda, fascinante, que me enche de desejo, você acha que eu iria ficar quieto e indiferente, ou ia tentar me aproximar, e ver se seria correspondido?
Lizlene me olhou, pensativa, e perguntou:
— Você não achou ruim? Não fica com ciúme desse rapaz?
Respondi:
— Se eu sentir que você está encantada com ele, apaixonada, querendo me trocar, eu ficarei com ciúme. Caso contrário, não fico. Mesmo assim, se nada acontecer que me dê motivos para reagir, eu nada posso fazer. É algo que eu tenho que esperar. Acontece isso em todos os lugares e em diversas situações ao longo da vida. Ainda mais sendo casado com você, uma das mulheres mais atraentes que eu conheci. Vai dizer que somente aqui que você é admirada, desejada e percebe interesse de alguém?
Liz me olhou muito intrigada, e falou:
— Você realmente deposita muita confiança em mim. Fico admirada.
Eu perguntei:
— Mas eu não tenho razão? Você não é cantada e assediada quando eu não estou? Aposto que sim. E muito
Liz fez que sim, calada, e confirmou:
— Pior que é. Muitas vezes. Chega a ser cansativo. Eu tenho que ignorar.
Respondi querendo motivá-la a se soltar:
— Dê umas olhadas para o rapaz também, vamos ver o que ele faz?
Minha esposa alertou:
— Para com isso, eu não sei fazer essas coisas. Brincar com fogo.
Ela cortou o assunto. Ficamos na nossa mesa bebendo, vendo os casais dançarem, e mais para o final da noite, a Lizlene foi ao banheiro. Quando ela estava saindo para voltar à nossa mesa, o rapaz passou por ela, e a cumprimentou educadamente. Aproveitou e disse que ela estava muito linda, fascinante. Ela não deu muita conversa, e ao se afastar ele disse que a esperaria na academia, na manhã seguinte.
Liz não respondeu nada, e voltou ao meu encontro na mesa, onde me contou o ocorrido. Eu achei graça e falei:
— Achou o seu admirador.
Resolvemos ir dormir e voltando para o quarto ela me contou melhor o que aconteceu. Eu disse:
— Você já tem um grande admirador aqui no Resort. Isso é certo. Ponto para você.
Achamos graça disso, demos risadas e nessa noite tivemos uma deliciosa noite de sexo. Desinibida pelos drinques, estimulada pelo sol que tomamos, Liz estava muito sensível e disposta para o sexo. Eu desconfiei que ela fantasiava, mas nem quis perguntar.
No outro dia, domingo, o terceiro das férias, a Lizlene foi à academia no mesmo horário pela manhã, e novamente não havia ninguém.
Quando retornou uma hora e meia depois, eu aproveitei para perguntar:
— E o rapaz de ontem, foi na academia?
Ela respondeu:
— Sim, foi, poucos minutos depois que eu estava lá, o rapaz chegou, e novamente não parou de falar comigo. Ele se chama Sigmund. É dono de uma academia.
— É? O que ele disse?
Ela contou como foi:
— Ele ao entrar já foi falando: “Bom dia, tenho sorte, comecei bem o dia, dormi pensando em encontrar você por aqui hoje”. Eu apenas respondi um pouco tímida: “Bom dia”!
Só isso? – Perguntei.
— Eu não disse nada mais, para não dar trela, mas o rapaz não desistiu e puxou conversa comigo a todo momento, enquanto estávamos nos aparelhos, sempre educado, fazendo com que eu ficasse mais à vontade, até eu terminar os meus exercícios e voltar.
Eu dei uma risadinha e disse:
— Então, você viu que ele não ataca.
Liz me olhava, pensativa, e depois de uns segundos, enquanto se despia da roupa de ginástica, disse:
— Não ataca, mas ficou bem insinuante. Acho que amanhã eu não vou na academia nesse horário. Isso já está me incomodando. Mais um pouco, vira assédio.
Eu não falei nada, mas percebi que, na verdade, ela estava sentindo o interesse do rapaz, tinha mexido com ela, e ficou tensa. Sabia que ela só me contou para ver a minha reação. Eu, estava gostando daquele jogo sutil de sedução que percebia se estabelecer. A Liz já havia me afirmado que achava o rapaz bem atraente. E curiosamente, saber aquilo me deixava bem excitado. Então, não fiz questão.
Fomos para a piscina e a Liz aproveitou nesse dia para usar o biquíni cor de salmão, que eu havia comprado. Quando ela vestiu disse:
— Nossa! Este parece ainda menor do que o outro. Mais justinho e mínimo.
Eram biquínis da coleção “micromínimus”, da famosa marca australiana Wicked Weasel, muito sexys, conhecida por seus modelos provocantes, com malhas bem delicadas, e com cortes que valorizavam as curvas do corpo.
Eu elogiei:
— Está maravilhosa! Estou adorando. Você é a mulher mais gostosa e atraente do Resort. Com esses biquínis fica irresistível.
Liz me olhou, meio intrigada e disse:
— Você gosta de me ver assim, provocante? E todos azarando a sua esposa?
Sorri, e concordei, dizendo:
— Eu adoro ver você atraente e provocante. E os outros que se aguentem. Seria triste ter uma esposa feia e derrubada, que ninguém admira.
Ela achou graça. Quando ela foi se refrescar, na água da piscina, e retornou, reparei que o biquíni de malha bem fina, sem forro, ficava quase transparente, e deixava ver os seus mamilos e a marquinha escura dos pelos acima da xoxota. Achei incrível, mas não falei nada.
Até que ela mesma se olhou mais detalhadamente quando passava o bronzeador e exclamou:
— Amor, esse biquíni é um escândalo. Quase transparente! Meu deus!
Eu olhei, admirando, e falei:
— Você conseguiu ficar mais sexy do que já é. Não ligue. Aproveite para ousar. Estou adorando o que estou vendo.
Ela se sentou, cruzou as pernas, tentando proteger a visão de sua xoxotinha e falou:
— Meu deus, vou morrer de vergonha. Todos vendo minha pepeka e meus peitos.
— Relaxa, Liz, você está maravilhosa. Ninguém vai atacar você. Eu estou encantado de ver como fica sexy.
Ela nada mais falou. Na piscina, nosso bronzeamento continuava cada vez melhor. Minha esposa já estava bem dourada devido aos bronzeadores que estava usando. Aproveitamos para almoçar ali na beira da piscina novamente. Só que dessa vez comemos uma deliciosa massa com molho de camarões bem grandes e saborosos.
Pouco depois do almoço, soube que haveria um torneio de sinuca no salão de jogos do Resort e resolvi ir lá para ver. Queria participar.
A Liz disse que ficaria ali na piscina mesmo. E perguntou:
— E se o rapaz vier falar comigo?
— Ué, conversa com ele. Não tem nada demais. Aqui em público está mais do que protegida. Mas se não tiver interesse, dispensa. Ele vai respeitar.
Fui para o salão de jogos e estavam se formando as duplas mediante sorteio para a disputa do torneio de sinuca. Vi que o rapaz também estava por ali. Mas não se inscreveu.
Joguei três partidas, em dupla com um outro hóspede, que até jogava bem, ganhamos duas partidas, mas na terceira disputa, fomos eliminados. Saí do salão uns quarenta minutos depois e resolvi voltar para a piscina. Quando cheguei, vi que o tal de Sigmund, estava conversando com a Lizlene. Ele sentado numa espreguiçadeira, e ela na outra. Reparei que a Liz já havia se distraído e estava tranquila, com as pernas cruzadas sem se importar com o biquíni transparente. Ela me apresentou:
— Amor, este é o Sigmund, o rapaz que eu conheci na academia. Ele tem 29 anos e está de férias. Contou agora que marcou de vir com a noiva, mas poucos dias antes de virem, o noivado acabou, coitado.
Cumprimentei o rapaz, e disse:
— Que golpe! Ela que quis terminar?
— Ela preferiu voltar para o ex-noivo dela. Mas, me disse em cima da viagem. Estava tudo pago, eu resolvi vir e aproveitar sozinho mesmo. - Ele falou.
Ficamos conversando, lamentei o ocorrido com a noiva, mas ele disse que de certa forma foi melhor assim, pois ela nunca deixou de gostar do ex. E não daria certo.
Notei que ele era mesmo simpático, parecia centrado, equilibrado e seguro. Acabei conhecendo melhor o rapaz. Fiquei até com um pouco de pena do seu rompimento recente.
Durante as conversas percebi que ele e a Liz já tinham conversado bastante e já pareciam mais familiarizados. Pouco depois, com o sol se pondo, resolvemos voltar ao quarto e nos despedimos do Sigmund. Quando já estávamos no nosso quarto, a Liz falou:
— Eu disse a você que ele ia aproveitar para vir conversar. Bastou você sair para ir jogar e pouco depois ele apareceu. Está sempre me rondando.
Eu sorri, e falei:
— Pronto, você já tem o seu admirador fixo. Relaxa. Vai ser seu fiel acompanhante no resort.
Lizlene fez um gesto meio vago com a mão, e falou:
— Só me faltava essa. Um paquerador de mulher casada.
Eu achei graça, e comentei:
— Ah, deixa o seu ego aproveitar. Você está linda, e irresistível. O gatinho ficou vidrado. Aposto que tem mais alguns no resort que adorariam azarar você também. Mas não tem coragem.
— Você não fica bravo? Não acha ruim? – Ela perguntou.
— Não acho ruim. Eu fico orgulhoso de ter uma esposa atraente assim. E ele está só demonstrando que se sente atraído, sem cruzar a linha do respeito. Eu acho isso até normal. Não vi nada que ele fizesse que fosse desrespeitoso ou não aceitável.
Minha esposa deu de ombros, e respondeu:
— Você não estando ele fica mais ousado. Mas, se você acha isso, está tudo certo.
Questionei:
— Você realmente o acha atraente? Ele faz o seu tipo?
Ela, percebendo minha provocação na pergunta, resolveu me picar, e respondeu:
— Ah, ele é gato. Um jovem muito atraente sim, educado, e parece ser bem amadurecido, e experiente. Sem dúvida é bem interessante.
Nós estávamos despidos para tomar banho, eu reparei que ela tinha os mamilos dos seios bem empinados, indicando excitação. Eu também me sentia excitado, seu corpo escultural, com as marquinhas de biquíni ficara muito mais sexy. Falei:
— Seu corpo todo está revelando que esse assunto a excita. Adorou o interesse do rapaz. E deixou ele ver sua xoxotinha sob a malha transparente do biquíni.
Lizlene me olhou e vendo que eu estava de pau duro respondeu:
— Seu tarado. Só pensa nisso! Não excita apenas a mim, pelos vistos. Você idem.
Quando estávamos no box do chuveiro, para tomar banho e irmos novamente ao jantar, comecei a beijar e acariciar Lizlene, por trás, tocando sua bocetinha, e senti que ela estava melada. Eu provoquei:
— Nossa, está meladinha? É porque sentiu o interesse do seu admirador fixo?
Lizlene, suspirando, se esfregou em mim, e apenas fez: “Hum-Hum” ...
— Safadinha! Gosta de despertar o desejo nele? – Eu exclamei. E logo perguntei:
— Você daria essa bocetinha para o Sigmund?
Minha mulher, pela primeira vez sendo mais arrojada, talvez estimulada pelo tesão, respondeu:
— Claro que sim, ele é lindinho. Parece ser muito gostoso. Acho que seria muito excitante dar para ele.
Eu apertando seus seios disse:
— Humm, que safada! Louca para dar para o rapaz Assumindo seus desejos mais secretos.
Encaixei meu pau duro entre as nádegas dela, por baixo, e falei:
— Você teria coragem de dar para ele hoje, se estivesse sozinha?
Liz com voz ofegante respondeu:
— Não começa… Não me provoque, amor. Fica dando ideia… Depois posso perder o controle.
— Fiz uma pergunta simples. Apenas responda – Falei.
— Se eu fosse solteira, e se ele quisesse, eu teria coragem sim. – Ela disse.
— Assim que eu gosto. Uma mulher verdadeira e assumida. E cheia de tesão.
Ela nada mais disse. Terminamos de nos arrumar e fomos ao jantar.
Continua na parte 2
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