Meu marido me transformou em uma puta (parte 1)

Um conto erótico de Ju&Vini
Categoria: Heterossexual
Contém 1193 palavras
Data: 04/02/2026 23:07:45

​Olá! Após um período lendo alguns relatos aqui no site, decidi tomar coragem e contar como meu marido transformou uma "mulher de respeito" em uma verdadeira devassa. Serão alguns relatos e espero que acompanhem.

​Me chamo Juliana, tenho 38 anos e um filho. Sou loira, de olhos verdes, cabelos até a cintura, tenho 1,70 m e 70 kg. Sem falsa modéstia, sou uma mulher muito bonita. Sou casada com o Vinícius; ele tem 39 anos, é branco, tem cabelos pretos e deve ter uns 1,80 m.

​Trabalho em uma indústria farmacêutica como propagandista e, por isso, tenho que estar sempre com o corpo em dia, cabelos e roupas alinhados. Para nós, mulheres, é sempre recomendado usar roupas sérias, mas sensuais ao mesmo tempo — como um belo decote, uma saia ou calça um pouco mais apertada. Ou seja: é preciso chamar a atenção. Neste ramo, praticamente todas as mulheres são muito bonitas e, para falar a verdade, é um meio bem promíscuo; muitas saem com médicos, gerentes, chefes e até outros propagandistas.

​Os congressos médicos que os laboratórios promovem são uma verdadeira loucura. À noite, nos corredores do hotel, só se escuta gente se pegando. Eu sempre evitei qualquer liberdade devido à minha criação muito católica e, até certo ponto, castradora. Vocês logo irão entender o porquê desses detalhes.

​Eu e o Vini temos um casamento muito bom, mas, após 15 anos juntos, é óbvio que caímos na rotina. O sexo, apesar de bom, não era mais constante: uma vez por semana e, às vezes, ficávamos até 15 dias sem transar. Eu adoro sexo, mas achava que era normal isso acontecer depois de um tempo. Porém, de uns três anos para cá, o Vini começou a se interessar pelo meu trabalho — na verdade, pelo que acontece nele.

​Do nada, ele começou a perguntar se minhas amigas tinham casos com médicos ou gerentes, e eu sempre dizia a verdade. Embora seja difícil de acreditar, após o casamento eu nunca dei mole para homem nenhum. O Vini sempre me perguntava se eu era assediada e eu respondia que sim, mas pedia para ele ficar tranquilo, pois eu nunca o trairia. Eu sabia que, por não ceder a esses "assédios", perdia algumas oportunidades profissionais; sabe como é, várias amigas minhas viraram chefes e gerentes, tanto na minha quanto em outras empresas.

​Comecei a ficar preocupada: será que, depois de tanto tempo, o Vini estava tendo crises de ciúmes? Estaria ele inseguro? Foi quando tive uma enorme surpresa. Em uma das nossas raríssimas transas, ele pediu que eu imaginasse que estava dando para algum médico ou gerente que já tivesse tentado algo comigo. Confesso que foi um choque, mas entrei na brincadeira e transamos deliciosamente. Chamei-o pelo nome de um dos médicos que eu visitava; ele enlouqueceu e eu gozei muito.

​Quando acabou a transa, ficou aquele "climão". Os dois estavam super sem graça e fomos dormir. No dia seguinte, durante o café da manhã, ele falou que a transa foi deliciosa. Ainda meio encabulada, eu concordei. Foi quando ele começou a falar algo que eu jamais imaginaria vindo dele: disse que tinha a fantasia de me ver com outro e que, na noite anterior, percebeu que eu também tinha essa vontade.

​Eu perdi o chão, fiquei sem saber o que falar. Ele continuou dizendo que, devido ao esfriamento sexual e para não me trair, começou a acessar sites de contos eróticos, interessando-se por histórias de traição e "fetiche de corno". Disse também que estava vendo vídeos de mulheres sendo filmadas por seus maridos e que isso era mais comum do que eu imaginava.

​Eu briguei feio com ele. Falei que jamais esperaria uma atitude dessas vinda dele. Ele tentou me acalmar, mas eu precisei sair para trabalhar. Naquela sexta-feira, não consegui produzir nada; só pensava na conversa. Achei que meu casamento tinha acabado; não tinha vontade nem de voltar para casa.

​Quando cheguei, não tocamos no assunto até nosso filho ir dormir. Quando entramos no quarto, falei que aquilo era uma loucura. Ele foi me acalmando e, quando percebi, eu já estava montada em cima dele. Foi aí que ele disse:

— Eu sabia que você era uma safada enrustida.

— Foi você que começou com essa história! — respondi. E transamos pelo segundo dia seguido.

​Percebi que aquilo dava tesão nele e em mim. Toda vez que transávamos, o assunto vinha à tona. As relações ficaram mais frequentes e mais quentes. Comecei a me sentir mais desejada, tanto por ele quanto por outros homens.

​Havia um casal amigo nosso com quem sempre saíamos: Erick e Lívia. O Erick era um homem muito bonito: moreno, quase 1,90 m e devia ter uns 100 kg. Era daqueles "ratos de academia", bem musculoso. Eu o achava bonito, mas nunca tinha sentido atração por ele. O Vini sempre dizia que, se não fôssemos casados, com certeza o Erick tentaria me "comer" (o Erick era amigo de faculdade do Vini, que conhecia sua fama de garanhão). Eu sempre achei que fosse besteira do meu marido, mas, depois que começamos a falar sobre outros homens na cama, passei a olhar o Erick com outros olhos.

​Até que um dia, durante uma transa, o Vini soltou:

— Pensa que eu não sei? Não é só o Erick que tem tesão em você; sei que você também tem nele.

Entrei na brincadeira e gozamos como loucos. Antes de dormir, o Vini provocou:

— Pelo jeito, você já escolheu seu alvo. Vai dar para o Erick, né?

Eu respondi rindo:

— Você está louco? É só uma brincadeira nossa, isso nunca vai acontecer.

Vini insistiu:

— Olha, acho que logo você vai dar para ele. Não tem problema, amor, eu só quero assistir.

​Fiquei com aquilo na cabeça, encucada. Será que haveria chance de um dia eu me envolver com aquele "cavalo"? Ele era um homem enorme e tinha um jeito de safado, mas será que ele teria coragem? E a nossa amizade? E a Lívia, esposa dele, que tinha virado minha amiga?

​Foi então que comecei a ler contos eróticos também. Fiquei com mais tesão ainda e decidi que iria, sim, provocar o Erick.

​Todas as vezes que saíamos juntos, eu dava um jeito de provocá-lo. Comecei a usar decotes mais profundos, shorts mais curtos e, sempre que a Lívia não estava por perto, dava um jeito de tocá-lo: colocava a mão no braço dele ao rir ou tocava em suas pernas enquanto conversávamos. Coisas sutis, mas que o encorajavam a ser mais ousado também. Discretamente, ele correspondia.

​Até que um dia decidi provocá-lo para valer. Iríamos a um jantar com vários amigos e dei um jeito de sentar de frente para ele. Por baixo da mesa, tirei o sapato e fiquei alisando a perna dele. Ele ficou desconcertado e incrédulo. O Vini estava ao meu lado, e eu sussurrei no ouvido dele: "Estou passando o pé na perna do seu amigo".

​Chegando em casa, transamos. Dessa vez, eu o chamei de corno e falei claramente que iria me entregar ao amigo dele. O Vini ficou super empolgado. Quando terminamos, peguei meu celular e havia uma mensagem do Erick perguntando o que tinha sido aquilo no jantar...

​Continua...

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Comentários

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Aventura muito bem preparada e exitante, sou um coroa na casa dos 64 anos, fotógrafo e adoro estas aventuras, me conte a segunda parte e mande algumas fotos, vamos conversar? caso interessar segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

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É o cara fica dês confiado mesmo! Mulher de amigo esfregando na cara...no aguardo

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Começo muito gostoso, espero a continuação, com o desabrochar dessa putinha deliciosa.

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