Sou uma casada infiel. Já tinha traído Paulo, meu marido e depois, quando soube que ele sentia tesão me vendo com outro homem, fiz sexo a três assumindo condição de hotwife. Na nossa ultima aventura, mostrei para ele quanto valia uma transa completa comigo.
Meu esposo sempre usa o chavão da delícia de ter uma esposa puta na cama e dama socialmente. Ultimamente, fica assistindo vídeos na internet mostrando garotas fazendo job em ruas mundo afora, como Estados Unidos e Tailândia. Acabamos transando com ele bem mais aceso e tarado.
Parece esquisito e imoral eu contar essas intimidades, mas, é uma forma de vivermos nossa sexualidade. Quem nos conhece ficaria horrorizado se soubesse o que esta esposa recatada já fez. E com a cumplicidade do marido! Na verdade, eu também gosto da fantasia de atuar como mulher ¨da vida¨, disposta a fazer sexo por dinheiro.
Durante um jantar na capital, Paulo me desafiou a fazer programas catando clientes na rua igual as meninas dos vídeos. Eu nem estava preparada para isso. Com um vestido justo, salto alto, maquiagem leve, estava mais para uma dona de casa elegante que uma garota de programa.
Fomos para a zona leste numa conhecida avenida ao lado do Parque do Carmo. Quem mora em São Paulo sabe onde é. Ficamos circulando e vimos várias mulheres se oferecendo, sentadas em ponto de ônibus ou nas esquinas das ruas laterais. Ele me deixou numa dessas esquinas e estacionou observando de longe.
Eu preocupada com possíveis cafetinas ou mesmo a polícia. Tentei me manter o mais discreta possível. O coração aos saltos, morrendo de medo. Vi vários carros passando, muitos devagar observando as mulheres. Alguns parando, elas se aproximando da janela e embarcando no veículo.
Nisso um deles parou bem onde eu estava. A escuridão impedia ver o condutor talvez pelo vidro escuro. Abriu a janela e fez um sinal com a mão me chamando. Aproximei e pude observá-lo. Estava de paletó e gravata, parecendo um assalariado de algum escritório. Era de meia idade e já de cara me convidou para um programa.
Sem noção de valores e de espaços para transa, subi rapidinho no banco de passageiro. Ele já colocou o carro em movimento, o que me aliviou um pouco. Entrou num motel próximo, pegou a chave na portaria e estacionou numa vaga anexa ao apartamento. Desci me deixando levar pela situação.
Entramos no quarto com temperatura agradável pelo ar condicionado. A TV ligada num canal pornô, sinal que o local tinha sido usado e recém limpo. Ele já foi tirando a roupa, ficando totalmente pelado. Eu também me desnudei, sem tirar a calcinha e sutiã. Ele me abraçou, beijando pescoço e colo dos seios.
Colocou uma camisinha, abaixou minha calcinha me conduzindo para a cama. Fiquei pensando que era assim a vida de puta. Ser um corpo para ser apenas usado e descartado. Sem qualquer preliminar, me penetrou no seco mesmo, só com a lubrificação do preservativo. Ardeu quando entrou em mim.
Passou a meter com desejo e volúpia, o que me fez entrar um pouco no clima. Copulou com vontade por alguns minutos e aos poucos, fui sentindo a xana umedecer. Isso deixou a coisa mais agradável. Ele não dizia nada, só passou a respirar mais pesadamente, aumentando o ritmo das metidas.
Pediu para mim ficar de quatro e pensei que ele iria quer um anal. Passou pela minha cabeça conversar um pouco sobre isso, mas, constrangida não fiz. Apenas deixei. No entanto o homem penetrou na buceta. Ao menos isso permitiu eu manipular o grelho, enquanto a foda ficava mais forte e rápida.
Meteu, meteu e parou enfiando o pau profundamente. Pelo tremelique do corpo ele gozou. Ainda deu mais algumas socadas e relaxou. Saiu de mim e foi ao banheiro. Levantei e fui atrás. Ele na ducha só lavou seu falo e deu espaço no box. Também lavei apenas a perseguida.
Quando me enxuguei e entrei no quarto, ele já estava vestindo suas roupas. Parecia mais apressado ainda. Coloquei minhas vestes também. Ele pegou a carteira e me deu duas notas de cem reais. Imaginei que seja o preço por uma rapidinha. No carro, ele me levou de volta ao lugar onde me pegou. Reparei na aliança em sua mão esquerda. Talvez a esposa esperando fosse a razão de tanta pressa.
O carro do meu marido deu uma piscada de farol e fui até lá. Paulo perguntou como tinha sido e eu balancei mão aberta, num sinal de mais ou menos. Entrei no veículo e disse:
- Já deu, né? Vamos embora!
- Só mais uma vez, amor. Tá bom?
Voltei na esquina. O movimento agora era maior de carros passando devagar e as garotas se oferecendo. Um veículo parou perto de onde eu estava. Me aproximei e vi que tinha dois homens. O motorista me convidou para ir ao motel com eles. Eu perguntei se iriam pegar mais uma mulher e disseram que não. Era eu e eles dois numa dupla penetração.
Recusei e me afastei. Eles continuaram parados e o carona desceu do carro e veio até a mim. Insistiu e disse que pagariam um extra. A proposta era esquisita e inusitada, mas, eu não aceitei. Eles seguiram adiante e tentaram com outra. Pelo jeito ela recusou também.
Estava desistindo da aventura quando um sedã parou. Me aproximei e vi um senhor com certa idade, entre cinquenta ou sessenta anos. Pediu para eu embarcar e saiu rodando. Acabamos indo para outro motel nas proximidades. O mesmo ritual com ele colocando o preservativo e metendo.
Entendi porque as prostitutas dificilmente tem orgasmos. Seu corpo é apenas um objeto a ser usado e nada mais. Penetrou, meteu com vontade e não demorou muito para gozar. Ficou um bom tempo dentro de mim e quando saiu com o preservativo cheio de gala, sua vara ainda estava meia bomba.
Foi para o banheiro se lavar. Fiz o mesmo e quando voltei, ele ainda continuava nu, assistindo um filme pornô. Quando fiz menção de me vestir, ele ofereceu mais cem reais para brincarmos mais um pouco. Deitei de costas e aguardei. Ele veio beijar meus seios e depois, passeou com a boca pelo meu corpo. Ao menos isso deixou a coisa menos maquinal.
Finalmente chegou no vértice do prazer, dando beijos leves na xaninha para depois iniciar uma mamada com vontade. Tudo isso enquanto mexia no pau. Não acreditei quando vi que de meia bomba ficou ereto! Disse então:
- Posso dar mais uma? Bem rapidinho, viu?
Como eu não disse nada, ele pegou outra camisinha, encapou a pica e veio pra cima. Coisa que seria normal num garoto jovem e me surpreendeu. Conseguiu penetrar e iniciou o coito. Estava ficando gostoso e tanto demorou que eu tive um orgasmo. Depois disso, tudo que eu fazia era esperar que ele gozasse logo.
Mas não foi o que aconteceu. Ele metia, metia e metia sem parar. Terminar que era bom nada. Passei a rebolar para apressar sua ejaculação. Dava para sentir seu esforço em dar essa segunda. Só que o tempo foi passando e nada. Não sei como uma puta profissional agiria nesse caso.
Já cansada e sentindo ardência na xoxota, resolvi gemer para ver se acelerava seu clímax. Nem isso estava resolvendo. Resolvi apelar usando palavras de baixo calão:
- Ahhhh, me fode, fode, vai! Ahhh, soca com força, vai, ahhhh, ahhhh, me arregaça vai, ahhhh, ahhhh.
Finalmente ele gozou. Como se alguém tivesse desligado o soquete da tomada, ele literalmente apagou ofegante. Demorou outro tanto para sair de mim. Preocupada pela demora, nem quis me lavar, vestindo a roupa enquanto ele se lavava. Ao me trazer de volta, ele elogiou dizendo o quanto eu era gostosa e gostaria de transar novamente comigo.
Pediu meu telefone e eu disse que era casada e meu marido não sabia dos meus programas. Apressada fui até o carro e o Paulo já foi dizendo:
- Puta que pariu, Berta, que demora! Já estava quase indo nos motéis te procurar, porra!
Expliquei o que aconteceu e meu esposo disse que o cara, com certeza, tinha apelado para as tais pílulas. Por um tempo não vou querer repetir tal aventura. Se um dia eu precisar de dinheiro, já sei como conseguir...
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FOTOS: A divulgação continua enviando fotos minhas. Quem quiser, é só deixar o e-mail nos comentários.
