Eu não fazia ideia do que ela estava tramando. Só sentia que algo grande vinha se aproximando, como uma onda que você vê de longe e sabe que vai te derrubar quando chegar.
A semana inteira foi provocação pura, sem pistas concretas. Ela não falava, não mencionava fantasia, não dava nome a ninguém. Só me deixava no limite, dia após dia, com frases soltas que me faziam imaginar mil coisas.
Segunda-feira, mensagem no meio da tarde:
“Tô no banheiro do trabalho me tocando devagar, pensando em ser fodida bem fundo enquanto você assiste tudo. Gozei pensando na sua cara de tesão. Tá pensando em mim agora?”
Respondi com um “caralho, amor”. Ela mandou só um emoji de fogo e sumiu.
Terça, à noite, veio pro sofá de camisola curta, sem nada por baixo. Sentou de costas no meu colo, roçou devagar e sussurrou no meu ouvido:
“Imagina eu gemendo alto, sendo usada com força… você ia adorar ver sua mulher se entregando toda, né? Gemendo sem controle.”
Tentei virar ela, meter a mão. Ela riu baixo, segurou meu pulso:
“Ainda não. Tem uma surpresa vindo sexta. Quero você explodindo de tesão quando chegar a hora.”
Quarta foi cruel. Ela deixou o celular do lado da cama enquanto tomava banho. Abri sem querer (ou querendo) e vi uma conversa com “Daniel”. A mensagem mais recente dela era de ontem:
“sexta confirmada?”
Ele respondeu com um simples “tá combinado, 20h na sua casa”. Fechei o app na hora, coração na boca. Não falei nada quando ela saiu do banho. Ela se aproximou nua, sentou na beira da cama e começou a se masturbar devagar na minha frente.
“Pensa nisso, amor… eu sendo arrombada, gemendo alto, gozando sem parar… você vai ver tudo. É minha surpresa pra você.”
Quinta-feira, fotos e áudios o dia todo:
Foto da calcinha preta rendada levantada, buceta brilhando: “Tô assim desde manhã pensando na surpresa de amanhã.”
Áudio rouco: “Acabei de gozar no carro imaginando ser penetrada forte… você vai pirar quando ver.”
À noite dormiu colada em mim, nua, roçando a bunda no meu pau a cada respiração. Antes de apagar, sussurrou:
“Amanhã você entende tudo. Só relaxa e aproveita.”
Sexta chegou.
Ela disse que queria ficar em casa, “noite especial”. Vestiu lingerie preta nova — corpete apertado, cinta-liga, meia 7/8, calcinha minúscula. Batom vermelho escuro, cabelo solto. Parecia uma visão.
Eu estava na sala, cerveja na mão, quando a campainha tocou. Ela sorriu, deu um beijo rápido na minha boca e falou:
“Senta aí, amor. A surpresa chegou.”
Abriu a porta. Entrou Daniel. Atrás dele veio outro cara — loiro, alto, corpo seco, sorriso safado. Os dois entraram calmos, como se já tivessem estado ali antes.
Ela fechou a porta, virou pra mim e disse, voz baixa e firme:
“Amor, hoje eu vou ser fodida pelos dois. Ao mesmo tempo. E você vai assistir tudo. E me limpar com a boca toda vez que eles gozarem em mim.”
Meu mundo parou. Olhei pra ela, depois pros dois. Daniel me deu um aceno curto de cabeça. O outro — que depois soube que se chamava Bruno — só sorriu.
Ela veio até mim primeiro. Ajoelhou na minha frente, abriu minha calça devagar, pegou meu pau já duro e deu uma lambida lenta da base até a cabeça.
“Relaxa, amor. Isso é pra nós dois. Você só assiste e limpa. Depois que eles forem embora, você me fode do jeito que quiser.”
Depois se levantou, foi até eles. Beijou Daniel na boca com força, língua visível. Bruno já tirava a camisa. Ela ajoelhou entre os dois, abriu as calças quase ao mesmo tempo.
Olhou pra mim enquanto chupava os dois alternadamente:
“Olha pra mim, amor… olha como eu engulo eles inteiros pra você.”
Gemendo alto, babando, olhos fixos nos meus.
Quando estavam duros e pulsando, tirou a calcinha devagar e jogou pra mim. Estava encharcada.
“Vem me preparar, amor.”
Me aproximei. Ela se deitou no tapete, abriu as pernas. Lambi ela inteira, devagar, sentindo o gosto dela enquanto eles se masturbavam assistindo. Ela puxava meu cabelo, gemia:
“Me deixa bem molhada pros dois me abrirem…”
Depois pediu:
“Agora.”
Daniel deitou no chão. Ela subiu em cima dele, encaixou o pau na buceta, desceu gemendo alto. Bruno se posicionou atrás. Lubrificante no pau e no cuzinho dela. Eu assistia a centímetros, respirando pesado.
Bruno empurrou devagar. Ela gritou de prazer. “Isso… mais fundo… arromba meu cuzinho…”
Quando os dois estavam completamente dentro, ela parou, tremendo.
Olhou pra mim:
“Vem me beijar enquanto eles me fodem, amor.”
Beijei ela com desespero. Os dois começaram a meter. Ritmo crescendo. Barulho molhado, gemidos dela enchendo a sala.
Depois de uns minutos, Daniel gozou primeiro, enchendo a buceta dela. Ela tremeu, gozou junto. Bruno continuou metendo no cu. Ela olhou pra mim:
“Vem limpar, amor.”
Me ajoelhei entre as pernas dela. Daniel saiu devagar. A porra dele escorrendo. Lambi tudo, chupei devagar a buceta dela, sentindo o gosto salgado misturado com o dela. Ela gemia baixo, acariciando meu cabelo.
“Boa, amor… limpa tudo pra mim.”
Bruno gozou logo depois, enchendo o cuzinho dela. Saiu devagar, porra escorrendo. Ela abriu mais as pernas:
“Agora o cu também.”
Chupei o cuzinho dela, lambendo toda a porra que escorria, sentindo ela pulsar na minha língua. Ela gozou de novo só com isso, tremendo.
Eles continuaram por horas. Trocaram posições várias vezes. De quatro, dupla no cu e buceta. De lado. Em pé, sanduíche. Toda vez que um gozava dentro dela — buceta ou cu — ela me chamava:
“Vem, amor. Limpa.”
Eu ia. Lambia, chupava, engolia tudo que escorria. Ela gemia alto toda vez, dizendo coisas como “isso, amor… limpa sua mulher cheia de porra pros dois”.
No final, os dois gozaram mais uma vez quase juntos. Daniel na buceta, Bruno no rosto e nos peitos. Ela ficou ali, suja, ofegante, sorrindo.
Eles se vestiram, trocaram poucas palavras com ela, me deram um aceno e foram embora.
A porta fechou.
Silêncio.
Ela se arrastou até mim, ainda com porra escorrendo do rosto, dos peitos, da buceta e do cu.
“Agora é sua vez, amor. Me fode. Me fode forte, com tudo que você guardou a semana inteira.”
Eu não esperei mais. Deitei ela no tapete, entrei na buceta dela ainda cheia, molhada, quente, escorregadia de porra alheia. Meti com força, sentindo o cheiro deles nela, o gosto na boca dela quando beijei. Ela gozou gritando meu nome, apertando meu pau. Gozei dentro dela, misturando tudo.
Depois ficamos ali, suados, ofegantes.
Ela encostou a testa na minha, sussurrou:
“Gostou da surpresa?”
Assenti, sem voz.
Ela riu baixo.
“Então semana que vem… a gente repete. Mas dessa vez você escolhe o segundo. Quero ver você assistindo e limpando de novo.”
E piscou.
Fiquei olhando pro teto aquela noite, com ela dormindo no meu peito. Ainda sentindo o gosto deles na boca. E uma vontade louca de repetir.
E de escolher quem vem junto.