Minha esposa se transformou. (2).

Um conto erótico de Mirno (por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 4606 palavras
Data: 05/02/2026 02:21:37

Parte 2.

Fomos ao jantar, Lizlene de saia bem curta cor de canela e uma blusa verde água, só de alcinhas nos ombros e bem soltinha no corpo até perto da cintura. Seus peitinhos empinados, sem sutiã, ficavam balançado sob o tecido. Estava calçada de rasteirinha branca. Ela nunca havia se vestido tão sexy, antes. Naquele momento eu percebi que não era apenas para mim que ela se vestia daquele jeito. Muito linda como sempre. Entender aquilo me deixava muito excitado, cheio de fantasias.

Eu fui de calça de brim branca, folgada de corte reto, e camiseta cor de mostarda. Calçava sapatênis.

Jantamos sossegados, no restaurante que tinha uma mesa self-service de diferentes tipos de pratos para nossa escolha. Depois do jantar, começou a banda tocando com uma seleção de música dançante. Decidimos beber um vinho, e eu me desloquei até ao bar, para pedir a bebida. Lá, encontrei o Sigmund, bebendo um drinque, e enquanto eu esperava o vinho, começamos conversar, coisas corriqueiras, sem maiores detalhes. Eu disse que ia voltar para a mesa, se ele quisesse passasse por lá.

Peguei o balde de gelo com o vinho e duas taças, e voltei para nossa mesa. O vinho era muito gostoso e bebemos até que rápido. Fui buscar outra garrafa e bebemos mais. Logo, eu e Lizlene, já estávamos ficando meio bêbados, mas aproveitamos a euforia e decidimos nos divertir muito naquela noite. Fomos dançar pois a Lizlene gosta muito, especialmente de samba e de axé-music, e eu reparei que enquanto dançávamos, sempre estávamos sob o olhar observador do Sigmund que ficou observando do bar.

Depois de dançarmos duas seleções, voltamos para descansar e beber mais, já era perto da meia-noite, quando Sigmund se aproximou da nossa mesa, e nos cumprimentou. Eu vi que a Liz o olhava sorridente e o convidei para se sentar conosco, oferecendo vinho, e passamos a conversar sobre vários assuntos do dia. Conversa normal.

Passado um tempo, tocou uma música que a Lizlene adora, e ela me convidou para dançar. Eu disse:

— Já estou meio trôpego e bêbado. Não dou conta de dançar mais.

O Sigmund perguntou:

— Você aceita dançar comigo Lizlene?

Para mim ele perguntou:

— Eu posso?

Eu disse:

— Se ela quiser, pode. Eu já não me aguento nas pernas.

A Lizlene, meia constrangida com a situação, mas ao mesmo tempo querendo dançar, ficou me olhando, sem saber o que fazer, até que eu disse:

— Pode dançar, amor, aproveite que o Sigmund está inteiro.

Eles foram dançar. Percebi que a Liz ficou contente com a minha atitude. Ela certamente tinha vontade de dançar com ele mas por ela, não tomaria a iniciativa. Eu via de longe que eles conversavam enquanto dançavam, sorridentes, mas nada faziam que não fosse normal.

Depois de dançar umas três músicas, eles voltaram à mesa e o Sigmund agradeceu e pediu licença para ir ao banheiro.

Aproveitei e perguntei:

— E aí, amor? Gostou de dançar com ele?

Liz estava vermelha, afogueada, até um pouco arrepiada:

— Ele dança bem, amor, é muito cheiroso, tem um perfume agradável. Mas, ficou me elogiando o tempo todo, dizendo que eu sou uma pessoa especial. Que se sente atraído...

— Xavecando. – Eu disse sorrindo.

Ela deu uma parada, fez que sim com a cabeça, e me olhando sério, falou:

— Vou falar, mas não quero que fique bravo com ele.

Fiquei esperando e ela contou:

— Durante a dança, o Sigmund ficou dizendo que você tem sorte de ter uma esposa tão especial. Que eu sou maravilhosa, deliciosa. A sorte que somos liberais. Ele falava macio, no meu ouvido, sedutor, me puxou bem contra seu corpo, forçando meus seios contra o peito dele, e pude sentir seu pinto duro roçar nas minhas coxas. Estava me assediando... Foi por isso que eu parei de dançar.

Eu disse:

— Não vou ficar bravo. Acho que qualquer um ficaria excitado se encostasse em você. Dançar junto provoca isso mesmo.

Logo questionei:

— E você? Sentiu algo? Gostou disso?

Ela não gostou da minha pergunta, e respondeu:

— Para com essa conversa. Está me testando?

Neguei, sorrindo:

— Não, não é isso. Estou apenas querendo saber como é que você recebeu esse assédio. Se gostou, se sentiu excitação. Pode ser sincera. – Eu disse.

— Você acha que eu deveria fazer como? Entrar na dele? Deixar ele se esfregar nas minhas coxas? – Ela questionou.

Resolvi explicar:

— Eu acho que você se censura demais. Não se permite nada mais liberal. No fundo, gostou de dançar com ele, sentiu o desejo nele… Teve até vontade… Sei como é... Pensa bem, estamos aqui num Resort onde ninguém nos conhece. Estamos de férias nos divertindo. Ele querendo seduzir você. Seu marido está tranquilo com isso. Eu acho que você fica com mais medo de você do que de tudo.

— Medo de mim? Como assim? – Liz questionou.

Vi que ela tentava disfarçar e me especular.

— Sim, tem medo de se soltar. Por que não aproveita e se diverte um pouco? Ele não fará nada que você não permita. Mas estava tentando provocar você… Não sentiu nada?

Lizlene me olhava admirada. Ela perguntou:

— Isso para você é normal? Ele me assedia e você deixa? Você quer virar corno, por acaso?

Eu expliquei:

— Não é uma questão de eu deixar. Estou sendo parceiro... apoiando. Se você sente vontade, se gostou dele, eu estou do seu lado. Notei que você simpatizou com o rapaz. Se ele tem o perfil que a agrada, por que você não se solta e se diverte um pouco? Quer namorar um pouco? Se permita… Pode ser que nunca mais você veja esse jovem novamente.

— Não acredito, você, meu marido, me dizendo isso? Será que você também quer? - Lizlene parecia mais curiosa do que brava.

— Estou apenas sendo seu cúmplice. Deixando você tranquila, para decidir. Não sei o que é que você deseja, mas me pareceu que, no fundo, mesmo que relute em aceitar, você gostou do Sigmund. Gostou de ser assediada por ele. Sente vontade de arriscar. Mas está insegura…

— O que o faz pensar assim? – Ela parecia mesmo curiosa.

— Noto que ele mexe com você, desde o primeiro dia. Seu comportamento mudou, está mais ousada, usando roupas provocantes. Você se vestiu tão sexy estes dias…

— Pensa que eu fiz isso por ele? Para provocar o desejo nele? – Ela perguntou.

— Penso que você está gostando de testar seu sex-appeal. Comigo, com ele, e com quem mais a observar. É uma ocasião favorável.

— Para você isso é normal? – Ela perguntou.

— Para mim, é. Normal e natural. Qual o problema?

— Você acha então que eu estou querendo provocar o rapaz? – Ela perguntou.

— Acho que sim. Não vejo problema. E pode até querer aproveitar e realizar a sua fantasia, de fazer sexo com outro. Qual o problema? Se for isso, eu admito, acho que deve aproveitar, pois eu não sei se terei coragem de propor isso de novo.

Eu tinha arriscado tudo, dado linha, esperando que ela se revelasse. No fundo, aquilo me excitava demais. Eu nem sabia direito o motivo.

Lizlene admirada, exclamou:

— Está falando sério? Você está louco? Teria coragem de deixar?

Fui muito direto:

— Vou ser muito sincero. Eu pressenti que você sentiu desejo. Conheço minha esposa. Mas não quer admitir. Tem medo do que pode acontecer.

Liz falou baixo:

— Ele me deu uma bela cantada, disse que está louco de desejo por mim. E perguntou se você é liberal.

— Você disse o quê? – perguntei.

— Eu tentei desconversar. Acha que ia dizer que estou com vontade e que você aceita? – Ela respondeu já perguntando.

Nesse ponto eu estava excitadíssimo com aquela conversa, vi que ela também estava e resolvi assumir:

— Eu fiquei com tesão vendo você dançar com ele, agarradinha. Decidi que se você quiser, eu hoje deixo.

Lizlene me olhava, calada, nervosa, atenta, e finalmente disse:

— Você é maluco, amor. Deve estar bêbado. Fala sério? Tem coragem mesmo?

Eu confirmei:

— Você é que vai decidir. Não eu. Eu confirmo que estou do seu lado para o que desejar. Fica ao seu critério. Estou cúmplice do que você quiser.

Lizlene me olhava, pensativa. Vi que estava quase. Eu disse:

— Vou sair para dar uma volta, e acho que ele vai voltar a falar com você. Ele está louco para isso. Aí você decide o que quer.

— Jura? Que loucura, amor! - Ela disse admirada, com voz ofegante. Mas não negou.

Eu me levantei e falei:

— Só tenho uma condição, se você for ficar com ele, não tranque a porta, eu preciso estar por perto, caso você precise.

Lizlene segurou a minha mão, eu ainda de pé, e falou:

— Espere, amor, que loucura… é isso mesmo? Jura?

Dei uma piscada cúmplice para ela e disse:

—— Coragem, eu estou dando meu apoio total. Senti que está com vontade. Pega ou deixa...

Eu saí e me afastei. Cheguei a sair do ambiente do salão principal, para um outro salão lateral onde pessoas apenas conversavam em sofás e poltronas, tomando seus drinques. Ali era mais escuro e discreto e eu podia ficar oculto, observando.

De longe, pela porta, eu vi que a Lizlene ficou sentada sem saber o que fazer. Bebeu sua bebida, pensativa. Olhava apenas os casais dançando.

Não demorou muito vi que o Sigmund voltava para a mesa e conversava com ela. Fiquei olhando de longe e percebi que ele se sentou na cadeira, ao lado dela, e conversaram por alguns momentos. Eles se olharam nos olhos. Dava para notar o desejo latente. Depois se levantaram e foram dançar. Fiquei num lugar estratégico do outro salão, tomando meu vinho, onde não conseguiam me ver.

Eles aproveitaram que tocava uma seleção boa para dançar junto e ficaram por um bom tempo. Mais de vinte minutos. Conversavam, e ele falava coisas no ouvido dela, a Liz sorria. Até que percebi o Sigmund tentando beijar Lizlene. Ela na primeira tentativa afastou o rosto, conversaram, ela sorriu, ele se aproximou novamente, e de repente ela se entregou e o beijou. Ficaram dançando abraçados e se beijando por alguns minutos. Pareciam um casal de namorados. O pior é que eu vendo aquilo, me dava uma excitação tremenda. Já não se importavam com quem estivesse vendo. Assumiam seu desejo mútuo sem se importar com o que outros poderiam pensar. Sabiam que ela era minha esposa. Pouco a pouco os beijos ficaram mais intensos. Minha emoção foi a mil. O coração batendo na garganta. Ciúme e tesão em doses intensas. Até que acabou a seleção musical e eles voltaram para a mesa, se sentaram e continuaram conversando.

Ele acariciava as mãos e os braços dela, delicadamente. Notei que a Lizlene estava excitada, arrepiada, mas ainda um pouco tensa.

O programa musical da noite, chegou ao final. Os músicos se despediram. De longe eu observei os dois rindo e se acariciando, trocaram mais uns beijinhos e se levantaram para sair dali. Quando eles saíram do salão, e entraram no seguinte onde eu estava, se aproximaram de mim e eu perguntei:

— Então, dançaram bastante? Aproveitaram?

Vi que o Sigmund ficou meio sem graça, e respondeu apenas com um sim. Sem muita ênfase. A Lizlene nem teve coragem de me olhar muito, ficou quieta, apenas esperando que eu dissesse algo. Vendo que eles esperavam alguma reação minha, chamei a Lizlene e disse:

— Venha, querida, quero falar com você um instante. Com licença Sigmund.

Ela me acompanhou e nos afastamos uns seis metros apenas, deixando o Sigmund parado à espera. As pessoas ainda estavam saindo do salão e passavam por nós.

Perguntei:

— Então, fiquei vendo vocês de longe. Você está gostando?

Ela respondeu, perguntando:

— Você viu? Ele me abraçou, me beijou...

— Vi, e você também o beijou muito. Retribuiu... Me deixou muito excitado, vendo.

Ela falou, meio que justificando:

— Pois, é, não resisti. Foi impulso... Deu vontade. Amor, o que eu faço? Agora ele quer me levar para o quarto, mas estou com medo.

— Medo do quê? – Perguntei.

Ela me olhava nos olhos:

— Medo do quê? Amor, isso é loucura! Não acha?

Deu uma pausa rápida, e vendo que eu não a contestava, falou:

— Mirno do céu, você tem certeza de que está de acordo?

Tentei falar com muita calma:

— Sim, se você quiser, e é sua vontade, pode ir, estou de acordo. Mas só não tranque a porta. Tenho que ter acesso, se precisar.

Lizlene me olhou, assustada:

— Na sua frente, é impossível. Eu não consigo…

Eu disse, sem me alterar:

— Relaxa, amor. Vai com ele para o nosso quarto, eu não vou. Vou deixar você à vontade com ele... mas lá é tranquilo, também tenho a chave eletrônica. Se for preciso, por segurança, eu posso entrar numa eventualidade.

Ela me olhou fixo por uns dez segundos, avaliava pensativa, e depois disse:

— Você é maluco. Vou ver, juro, não sei o que vou fazer, nem sei se vou fazer algo.

— Tudo bem. Sei que está com vontade. Conheço você. Fique tranquila. – Eu disse.

Ela saiu, sem falar mais nada, e voltou ao encontro do Sigmund.

Pude ver que eles trocaram umas palavras rápidas, sorriram, ele concordou com a cabeça, e depois saíram em direção ao quarto.

Tinham que sair do bloco central onde ficava o restaurante e os salões, e pegar o corredor que levava aos blocos dos quartos. O meu coração disparou acelerado, num misto de tesão e de ansiedade, com algum arrependimento. Olhei no relógio e vi que eram 1h30. Fiquei ali esperando o tempo passar, dando tempo deles se soltarem.

Eu me sentia tão excitado como se o encontro sexual fosse comigo. Meu coração batia na garganta. Finalmente, minha esposa assumia que queria experimentar e dar para outro. Eu ainda não havia parado para pensar no que me levou a tomar aquelas decisões. Ao mesmo tempo em que me excitava muito dar vida a algumas das nossas fantasias, sentia que era a oportunidade de testar uma situação daquelas na prática. E queria ver como a Lizlene se comportava.

Fiquei na varanda do Resort, andando de um lado ao outro, o ambiente já havia ficado deserto, sem ninguém passando, eu tentando imaginar o que estaria acontecendo no quarto. Pensei que daria meia hora para eles, antes de ir espreitar. O tempo demorava a passar.

Quando foi 1h50 eu já estava ansioso. Fui andando pelo corredor que levava aos quartos. Cheguei na porta do nosso quarto, e tentei escutar algo, antes de abrir. Ouvia uma música lá dentro, mas era abafada e não ouvia mais nada. Esperei mais um pouco, talvez uns cinco minutos, e coloquei a chave eletrônica na fechadura da porta, que se destravou sem nenhum ruido. Abri a porta muito cuidadosamente, e escutei a música tocando no sistema de som do quarto. Ouvi a voz cristalina da Daniela Mercury.

Não…

Não me abandone

Não me desespere

Porque eu não posso

Ficar… sem você

Não, não, não

Não me abandone

Não me desespere

Porque eu não posso

Ficar… sem você

Eu não posso ficar

Ficar sem você

Eu não posso ficar

Ficar sem te ver

Fui entrando silenciosamente no pequeno hall interior que antecede o quarto da suíte, e que estava todo às escuras. Fechei a porta sem barulho, e fiquei ali, parado no escuro, o coração batia tão forte que pensei que seria ouvido por eles. Lentamente me aproximei da porta que dava no quarto, espiei, e tive uma visão inacreditável.

Lizlene estava de pé na frente do Sigmund, perto da cama, e eles não perceberam que eu estava espreitando. Ela já sem roupa, apenas de calcinha preta de renda fio dental, os seios desnudos, de costas para ele, que estava de cueca. Ele a abraçava por trás, beijava o pescoço dela, enquanto a mão direita dele estava já por dentro da frente da calcinha dela. Ele passava os dedos na bocetinha e minha esposa, suspirando, com a mão para trás puxava o corpo dele para ficar colado ao dela. Era possível perceber o tesão de ambos, com ele tocando suavemente com os dedos a bocetinha da Lizlene.

Ela rebolava a bunda se esfregando nele. Estava no cio. Soltava gemidinhos. Fiquei chocado pela atitude liberada dela se entregando ao prazer, e ao mesmo tempo fiquei com muito tesão em ver aquilo. Meu pau duro pulsava dentro da cueca.

Eles continuaram naqueles toques sensuais e eu vi que a outra mão dele acariciava um dos seios da Lizlene. Ela gemeu lânguida, suspirando, e ele falou:

— Você é uma delícia! Que loucura! Muito tesuda…

Lizlene falou com voz tomada pelo desejo:

— Eu também fiquei com muito tesão em você. Desde o começo…

Ele questionou:

— O seu corno liberou tudo?

— Liberou… Meu corno está cúmplice. - Ela respondeu ofegante, suspirava com os toques.

Fiquei admirado dela aceitar fácil aquele jeito dele falar, me chamando de corno. Mas logo entendi que eles já haviam conversado sobre aquilo, quando ele disse:

— Eu falei que o seu marido queria muito ser corno… Facilitou tudo. Você duvidou.

Lizlene gemeu com as carícias, rebolou, e respondeu:

— Eu já sabia, ele fantasiava… mas tenho medo de que depois ele fique abalado com isso...

Ela se virou de frente e os dois se beijaram, ele continuou tocando a xoxotinha dela e perguntou:

— E você? Fantasiava? Vai dar gostoso essa bocetinha para mim, hoje?

Lizlene colocou sua mão dentro da cueca dele pegando seu pau. Falou:

— Fantasiei… Vou dar muito… estou louca de vontade se sentir esse pau gostoso…

Ouvindo aquilo, meu corpo se agitava em espasmos de tesão. Nunca imaginei que ficaria tão excitado com aquela situação. Minha esposa se soltava completamente. Assumia sua vontade de dar. Nesse ponto, eu me aproximei lentamente.

Os dois estavam se beijando, e quando perceberam minha entrada no quarto, a Lizlene se assustou e se afastou um pouco do rapaz. O Sigmund, mesmo me vendo ali, não se alterou, a puxou para si novamente e disse:

— Vem, continua… Ele está tranquilo… só quer ver...

— Como sabe? – Ela perguntou ansiosa.

— Ele veio manso… – Respondeu o rapaz.

Eu disse:

— Relaxa, amor, não vou interferir, estou apenas vendo, tenho muito tesão com isso, podem continuar.

Ouvi o Sigmund dizer baixinho no ouvido dela:

— Eu disse que ele gosta. Ele quer ser seu corno...Quer ver você dando gostoso…

Ela apenas gemeu: “Hum-hum” e não falou mais nada. Voltaram a se beijar.

Lizlene muito ofegante, voltou a pegar no pau do Sigmund, apertando, ofegante. Ela já não se importava comigo ali. Ele a deitou sobre a cama, e ajoelhado, debruçado sobre ela, começou a beijar, na boca, depois no pescoço, acariciou e beijou os seios por muito tempo. As mãos dele a acariciavam. Liz gemia com aquelas carícias e chupadas nos mamilos. Ela exclamava:

— Isso, isso, beija… adoro… que delícia…

Notei que ela já havia se acostumado com a minha presença. Parecia que ela ficou até mais solta depois. A seguir ele desceu beijando até na barriga, passou para as pernas, foi até na virilha, e acariciou a bocetinha da Lizlene por cima da calcinha. Ela ofegava:

— Ahhh, gostoso… Faz isso…

Naquele momento eu estava encostado na parede, com muito tesão, meu pau doendo de tão duro, olhando aquela cena, onde Lizlene estava completamente louca de prazer, gemendo, e às vezes me olhando, sem mais nenhuma vergonha de demostrar o seu tesão com aquilo.

Sigmund, já com o controle da situação, começou a tirar a calcinha dela, e depois entregou na mão da Lizlene e disse:

— Joga para o seu corninho...

Ela, em êxtase, não falou nada, apenas obedeceu e jogou a calcinha em mim. Nessa hora, minha esposa estava nua na frente dele, com sua bocetinha quase toda depilada, os poucos pelos concentrados apenas numa pequenina faixa bem aparada no centro, bem alinhados. Ele começou beijar e chupar a bocetinha da Lizlene que deitada de costas abriu bem as pernas, se oferecendo, e passou a gemer, puxando o lençol da cama com força, mostrando como estava delirando com as chupadas, totalmente entregue ao prazer. Os seios dela, túrgidos, tremiam levemente com os mamilos empinados. Aproveitando do estado totalmente lascivo da Lizlene, o Sigmund retirou a cueca e de joelhos sobre a cama, pediu:

— Vem, querida, faz o que disse que tem vontade… me chupa, como você disse que gosta.

Eu não sabia em que horas ou momento eles teria falado sobre aquilo. Mas na hora nem me distraí muito. A Lizlene levantou-se da cama, e me olhou, como se esperasse que eu falasse algo. Eu fiquei calado, sem reação, só olhando. Ela se ajoelhou na cama e começou beijar o pau dele, lambeu a pica toda, e depois chupou, colocando quase todo em sua boca.

O Sigmund, passou a gemer com as chupadas, exclamando:

— Delícia! Uma verdadeira putinha… Chupa tudo, engole meu pau inteiro!

A Lizlene aproveitou para beijar as bolas, lamber e chupar de novo a caceta. Ela exclamou:

— Que delícia de cacete! Um tesão!

Eu nunca tinha visto uma chupada dela, como aquela. Parecia as atrizes dos filmes pornô. Nesse momento, ele falou meio sussurrado para ela, mas eu consegui ouvir:

— Chupa tudo, engole o meu pau, querida, mostre para o seu corninho como você gosta de mamar numa rola de outro macho. Bem que você falou… Veja como ele está adorando ver.

A Lizlene sem parar de chupar o pau dele, me olhou por alguns segundos como se confirmasse o que ele havia dito, e continuou mamando com vontade. Eu já estava a ponto de gozar. Meu pau babava na cueca…

Para não gozar com as mamadas dela, o Sigmund retirou o pau da boca da Liz, e se levantou da cama, fazendo com que ela ficasse de pé diante dele. Eles se beijaram novamente, ele acariciando e apertando a bundinha dela. Lizlene pediu baixinho:

— Vem, vamos… Eu quero você…

Ela mesma foi até à mesinha de cabeceira e pegou a camisinha que já haviam deixado ali. Deduzi que houve uma preparação antes da minha chegada. Ele ficou de pau empinado, esperando e eu vi melhor como a pica era grande. Ela esticou a camisinha e colocou no pau dele. Me admirei como ela fez aquilo tão facilmente. Era cena de filme.

Liz já nem olhou mais para mim. O rapaz falou:

— Fica de quatro na cama, querida. Igual uma cadelinha no cio.

Ela obedeceu e na posição que se ajoelhou o rosto dela ficou de frente, olhando para mim. Liz me olhava fixamente, sua expressão era de tarada completa. Parecia que ela estava me desafiando a ver, como ela se entregava ao outro macho.

Ele se ajoelhou por trás dela, e começou a esfregar a pica na entrada da bocetinha. Liz rebolava.

Meu coração continuava muito acelerado, e meu pau latejava dentro da cueca. Ouvi a Lizlene gemer, dizendo:

— Vem… Mete… Pode enfiar…

Ele esperou um pouco, brincando com a pica na boceta e pediu:

— Fala primeiro para o seu corninho como você está louca de tesão.

Ela apenas pediu:

— Para com isso! Deixa ele. Vem logo, mete em mim.

O rapaz não aceitou, e falou:

— Tenho que ouvir você falar com ele. Eu fico mais tarado com isso. Adoro comer uma putinha casada na frente do corno. Vai… Diga o tesão que você sente e quer dar para mim. Agora serei o seu macho alfa. Senão eu não meto e não vou comer você.

Ele ficou esfregando a pica na bocetinha e a Lizlene, rebolando, cada vez mais excitada, gemendo, me olhou e falou:

— Olha amor, a sua esposa louca de vontade de dar para o Sigmund. Não é isto que você queria ver?

O Rapaz insistiu:

— Diz o que eu pedi. Fala que ele já é seu corninho.

Lizlene soltou um gemido quando ele cutucou o pau na boceta, e exclamou:

— Ahhh, Mirno, que loucura... vou dar para ele... você agora já é meu corninho.

Nesse momento, o rapaz enfiou o pau duro na boceta dela por trás, de uma vez, e ela soltou um gemido alto:

— Ahhh, assimmm! Mete!

Gostou? – Ele perguntou.

— Simmm! Meteeee... Que pau é esse! – Ela gemia rebolando.

Eu vendo a minha esposa naquele estado de tesão, fiquei a ponto de gozar sem tocar no meu pau. Chegava a sair um pouco de baba. Eu sentia o pau latejando.

Ele passou a socar com ritmo, fodendo minha esposa com vontade, e perguntou:

— Gosta de pau grande, né safada?

— Adoroooo! – Gemeu minha mulher delirando e rebolando na rola que a fodia.

Agarrado na cintura dela ele socou forte, “Flap” … Flap” … “Flap”... e ela já gritava de tesão:

— Issoooo, fode… força.., Vai ...uhhh gostosoooo!

Os dois ficaram fodendo assim por um bom tempo. Não sei nem quanto tempo. Senti que a Lizlene gozava seguidas vezes, gemendo, uivando, estremecendo toda.

Eu, estava completamente consumido pelas cenas que eu via acontecer, minha cabeça não conseguia mais pensar com clareza, e me sentia extremamente tarado. Estava alucinado de ver minha esposa dando para o comedor.

Eles mudaram de posições, e minha esposa parecia gostar cada vez mais daquele sexo intenso, que demorava, permitindo que tivesse vários orgasmos, uma após o outro, enquanto o rapaz a fodia sem dar trégua. No final, ela ficou deitada na cama novamente, oferecida, e o recebeu entre suas coxas.

Os dois fizeram a tradicional posição papai-e-mamãe, fodendo muito forte, e quando percebeu que ia gozar, o Sigmund retirou a camisinha e gozou muitos jatos sobre a barriga da Lizlene. Ela estava completamente entregue, deliciada, e plena de prazer. Com a mão ela espalhava a porra dele pela barriga e pelos seios.

Ele se deitou ao lado dela depois, e ficaram exaustos, respirando com dificuldade. Ouvi minha esposa exclamar:

— Ahhh, que delícia! Adorei… adorei…

Eu não saí de onde estava. Imóvel.

Uns cinco minutos depois, já recuperada, a Lizlene se levantou, e foi ao banheiro. O Sigmund nem foi ao banheiro, se vestiu em seguida e quando a Lizlene retornou ao quarto, eles se beijaram e ela disse:

— Obrigada, foi muito bom, maravilhoso.

Ele disse:

— Sempre que você quiser.

A Liz falou:

— Foi ótimo, mas isso termina aqui.

Ele fez um aceno de despedida em minha direção, virou-se e saiu do quarto.

A seguir, ela veio até mim, me beijou e disse:

— Obrigada meu amor, eu precisava mesmo dessa experiência. Você tinha razão. Eu queria muito. Mas tinha muito medo. Eu prometo que foi só dessa vez, não vai mais se repetir.

Eu não tinha nada para falar. Fiquei abraçado com ela, por mais de dez minutos, em silêncio. Apenas desfrutando da intimidade quente e amorosa daquele abraço. Ela enfiou a mão dentro da minha calça e apertou meu pau que ainda permanecia muito duro. Ela sussurrou:

— Agora você já é meu corninho!

Estremeci, ouvindo aquilo, tomado de um tesão louco.

Ela perguntou:

— Gostou de ser meu corninho?

Ela sentiu meu pau dar solavancos na mão dela. Minha garganta estava travada. Ela me masturbou com calma, enquanto gemia no meu ouvido:

— Goza, amor, goza para mim, meu corninho safado! Amei ter feito isso. Gozei muito no pau do Sigmund. Ele é muito tesudo.

Eu tive um orgasmo avassalador, jorrando porra na mão dela aos montes.

Depois, todo melado, enquanto eu fui ao banheiro, a Liz arrumou novamente a cama e ao voltar, já lavado, fomos nos deitar. Dormimos abraçados, mas calados.

O domingo acabou daquele jeito, o Sigmund se foi poucas horas depois, na manhã da segunda-feira. Ficamos mais alguns dias no Resort, aproveitando daquelas férias. Nossas relações sexuais estavam muito mais quentes e intensas, pois nas nossas mentes, as imagens de tudo que havíamos passado, estavam bem presentes. Mas não voltamos a tocar no assunto.

Ao retornarmos das férias, nossa vida voltou ao normal, e por muito tempo nunca mais falamos sobre aquele episódio. A nossa vida continuou normalmente como antes. Mas, tudo já estava em mudança silenciosa.

Continua na parte 3.

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