Eu estava namorando há três anos e tinha certeza de que havia me curado do meu vício em sexo. Estava vivendo uma vida monitorada, não exagerávamos, muitas vezes ficávamos semanas sem transar e eu gostava daquilo. Nada perturbava a minha mente, apenas vivia.
Até que Mariana teve a brilhante ideia de alugarmos um apartamento para morarmos juntos. Todo dia olhar para aquele corpinho, tomando banho, se trocando na minha frente... Eu a secava dos pés à cabeça, mesmo ela sendo minha namorada há três anos, e eu nunca a tinha visto daquela maneira. Aos poucos, meus pensamentos perturbadores foram voltando à minha cabeça.
Imaginava Mariana amarrada com cordas, exibindo toda a sua bucetinha e o rabo para mim — era inevitável. Pensava nos seus pezinhos, na sola rosa.
Toda vez que dormia ao seu lado, meu pau ficava duro como uma rocha, mas, para não atrapalhar nossa rotina, eu não a procurava. Escondia e reprimia todo o meu desejo, reprimia quem eu era de verdade.
Nunca havia dado sequer um tapa na cara de Mariana durante o sexo. Ela era uma menina religiosa e sempre gostava das mesmas posições: missionário ou de quatro, mas eu sempre tinha que insistir muito.
Eu tentava me concentrar no trabalho remoto, na série que a gente assistia junto no sofá, nas coisas normais de casal, mas era inútil.
Toda vez que Mariana entrava no quarto de calcinha e camiseta larga, ou saía do banho enrolada na toalha, meu corpo traía na hora. Meu pau inchava dentro da cueca, latejando, e em poucos segundos eu já sentia aquela umidade quente se espalhando no tecido. Não era só uma gotinha — era melado mesmo, escorrendo devagar, deixando a cueca grudenta e marcada.
Eu tinha que me virar de lado, cruzar as pernas, fingir que estava mexendo no celular pra esconder a mancha escura que se formava.
Eu me trancava no banheiro com qualquer desculpa ("vou tomar um banho rápido"), mas na verdade era pra me tocar rápido, imaginando ela. Imaginava Mariana subindo em mim de frente, sentando devagar na minha rola grande e grossa que eu mal conseguia controlar mais.
Muitos de vocês podem pensar, o porquê eu escondia essas coisas da minha mulher, mas só quem vive uma relação sabe como escondemos partes de nós com medo de magoar o próximo é meu vício em sexo era um segredo que eu guardava a sete chaves.
Eu imaginava Mariana abrindo as pernas, a bucetinha molhada roçando na cabeça antes de descer tudo de uma vez, gemendo baixinho enquanto rebolava devagar, os peitinhos balançando na minha cara.
Sentada de costas, empinando o rabo redondo, as mãos apoiadas nas minhas coxas, subindo e descendo com força, me deixando ver tudo: o cuzinho apertado piscando, a buceta engolindo meu pau inteiro, o barulho molhado ecoando no quarto.
Eu gozava em menos de um minuto pensando nisso, mas o alívio durava pouco. Cinco minutos depois, já estava duro de novo só de ouvir ela cantarolando na cozinha.
Ela estava morando com um lobo e não sabia.
Mas começou a notar. Não falava nada diretamente, mas eu via nos detalhes. Quando eu desviava o olhar rápido demais do corpo dela, ou quando ficava quieto de repente, ela sorria de um jeito diferente — um sorrisinho de canto de boca, quase provocador.
Uma vez, enquanto ela se trocava na nossa frente (coisa que antes era normal), ela demorou mais do que o necessário pra vestir a calcinha, virando de lado pra me dar ângulo perfeito da curva da bunda. Eu senti o mel escorrendo de novo pela extensão do meu pau, e dessa vez ela olhou direto pra minha virilha por um segundo. Não disse nada, só mordeu o lábio de leve e continuou se arrumando como se nada tivesse acontecido.
Outra noite, deitados na cama, ela se aninhou de conchinha comigo. O corpinho quente colado no meu, a bunda encaixada exatamente onde meu pau estava latejando. Eu fiquei imóvel, respirando fundo pra não me mexer, mas ela se mexeu de propósito — um reboladinho sutil, quase inocente, que fez minha rola pulsar contra ela. Senti o tecido da minha cueca molhar mais ainda.
Ela soltou um suspiro longo, como se estivesse relaxando, mas eu juro que senti ela apertar as coxas de leve. Depois virou pro outro lado e dormiu. Ou fingiu dormir. Eu fiquei a noite inteira acordado, confuso pra caralho.
Três anos juntos, ela sempre foi a certinha, a religiosa, a que dizia "devagar, amor" quando eu tentava algo diferente. Agora parecia que ela estava testando, brincando comigo sem assumir. Ou será que eu estava imaginando tudo? Será que era só minha cabeça doente projetando desejo onde não tinha?
No dia seguinte, quando ela saiu do banho e passou por mim enrolada na toalha, deixou cair de propósito (ou não?) e se abaixou devagar pra pegar, me dando visão completa da bucetinha depilada brilhando de umidade. Meu pau babou tanto que senti pingar na perna. Ela se levantou, olhou pra mim com aqueles olhos grandes e perguntou, toda doce:
— Tá tudo bem, amor? Você tá estranho esses dias...
Eu gaguejei um "tô sim" e saí correndo pro banheiro de novo. Enquanto me masturbava pela terceira vez no dia, pensando nela cavalgando de costas, eu percebi que não tinha mais volta. O vício não tinha ido embora — só estava acordando de um jeito mais violento, e Mariana, sem dizer uma palavra clara, parecia estar gostando de ver eu me perder. Mariana passava a ser minha obsessão.
