Conspiração 8.

Um conto erótico de Lukinha
Categoria: Heterossexual
Contém 5567 palavras
Data: 05/02/2026 14:33:33
Última revisão: 05/02/2026 14:39:30

Minha cabeça gritava nomes, lealdades, promessas. Mas meu corpo… meu corpo estava cansado de obedecer ordens que nunca tinham sido minhas.

Apertei Larissa contra mim. Senti seu calor, o perfume misturado ao álcool leve, à festa, à noite. As mãos exploraram sem pressa, aprendendo contornos, limites que não eram ditos, mas sentidos. Cada toque parecia um acordo tácito: é só isso, é só agora, é só nosso…

Eu ainda a tinha em meus braços, as mãos firmes em sua cintura, sentindo a renda do vestido preto sob as palmas. Larissa não se afastou. Seu sorriso contra minha boca era um desdobramento daquele sussurro. Às vezes a gente só precisa parar de ser forte mesmo.

— Relaxa! — Ela disse, como se fosse fácil.

Seus dedos subiram pelas minhas costas, traçando a coluna vertebral através da camisa. Cada vértebra parecia um ponto de ignição. Ela puxou o tecido para fora da calça, e suas mãos, quentes e decididas, encontraram minha pele.

— Ricardo… — Ela murmurou, separando os lábios por um milímetro. Seu olhar azul, na penumbra, tinha um brilho de desafio e permissão. — Aqui tá bom?

— Bom demais…

Foi um comando sutil, envolto no jeito dela de falar. Meu cérebro, embotado pelo desejo e pela surpresa, obedeceu.

Minhas mãos desceram por sua cintura, contornando a curva acentuada dos quadris. O vestido era curto, e as pontas dos meus dedos encontraram a pele nua das coxas, quente e suave como seda.

— Ahhhhh… — Ela inspirou. Um som curto e agudo.

Pressionei-a contra a porta com mais força, meu corpo se encaixando no dela. Através das roupas, eu sentia a rigidez do meu próprio desejo, um peso insistente contra o ventre macio dela. Ela esfregou-se contra mim, um movimento lento, uma sarrada leve, que me fez prender a respiração.

— Vamos devagar… — Ela pediu, mas suas ações eram tudo, menos lentas.

Suas mãos desceram entre nós, desafivelando o cinto com destreza. O som do couro deslizando pelo metal ecoou no quarto silencioso.

— Larissa…

— Shhh. Só sente.

Ela abriu minha calça, os botões cedendo sob seus dedos. A pressão no pau, antes preso, amassado pelo tecido, se aliviou, e então suas mãos agarraram dorme, ainda separadas pelo tecido da cueca.

Um gemido escapou da minha boca, involuntário, gutural. A sensação dela me tocando, mesmo com a barreira do tecido, era intensa demais. Sua palma era quente, seu aperto, macio.

— Tá tão duro… — Ela provocou.

Puxei o zíper do vestido dela. O som foi alto, sobrepondo a música abafada do andar de baixo. O tecido afrouxou nos ombros e logo se perdeu no chão. Ela ficou de pé diante de mim… Meu deus! Sutiã e calcinha preta, rendada, transparente.

Ela era incrível, brutal em sua atração. Seios médios, redondos, perfeitamente moldados pelo sutiã. A cintura era fina, um contraste dramático com a exuberância dos quadris. E a bunda… puta que pariu! Redonda, empinada de uma forma que parecia um convite gravado na própria estrutura de seus ossos. As alças da calcinha preta cortavam as nádegas carnudas, afundando-se na carne suave.

A luz fraca da lua, entrando pela janela, fazia sua pele clara brilhar.

— Você olha muito. — Ela disse, com um sorriso sacana nos lábios.

Não havia timidez, apenas uma consciência tranquila do efeito que causava.

— Não dá pra olhar pouco. Impossível! — Retruquei.

Avancei, minhas mãos indo direto para aquela curva gloriosa. Apertei as nádegas, sentindo a firmeza. Um espasmo percorreu todo o corpo dela.

— Você é gostosa demais. Irresistível! — Minha voz saiu rouca de desejo.

— Só tá falando isso porque quer me comer… — Ele brincou.

Não perdi mais tempo, calando sua boca com um beijo foi mais profundo, mais sujo. Línguas se encontrando, saboreando o gosto uma da outra. Minhas mãos puxaram as alças da calcinha para baixo. A renda preta raspou contra a pele. Ela me ajudou, empurrando o tecido para baixo, até que a peça se juntou ao vestido no chão.

Eu me abaixei, deixando minha calça e cueca caírem nos tornozelos. Meu pau já estava completamente ereto, curvando-se ligeiramente para cima contra meu ventre.

— Caralho, Ricardo… — Larissa disse, seus olhos escaneando meu corpo. — Você já tá pronto pra mim.

Ela não esperou. Seus dedos envolveram meu pau, o polegar deslizando sobre a cabeça, espalhando o pré-sêmen, sentindo a textura. Os outros dedos medindo a circunferência, a firmeza. Um arrepio violento sacudiu minhas pernas.

— Quero te sentir assim… — Ela sussurrou. — Mas não ainda.

— Primeiro, eu… — Ela anunciou, e havia uma centelha de dominância naquela frase que não esperava, mas que me deixou ainda mais duro.

Ela posicionou meu pau ereto na vertical. A cabeça roçou o montinho púbico loiro dela. Um tremor passando por nós dois.

Então, ela começou. Uma tortura deliberada, lenta, meticulosa. Ela usou a cabeça do meu pau como um pincel, um instrumento. Pressionando-a contra os lábios externos inchados da xoxota, de cima para baixo. Um longo, lento movimento descendente. O som era suave, de pele deslizando sobre pele.

— Isso… — Ela suspirou, sua cabeça inclinando-se para trás.

Seus seios balançaram dentro do sutiã, os mamilos endurecendo contra o tecido rendado.

— Você tá me deixando molhadinha… — Ela murmurou, mais como provocação, seus olhos encontrando os meus.

Ela começou a friccionar lateralmente, esfregando meu pau de um lado para o outro na entrada da buceta. A cada passagem sobre o clitóris, já totalmente inchado e vibrante, fazia com que os músculos de suas coxas se contraíssem. Sua respiração tornou-se ofegante e irregular.

Eu estava enlouquecendo. A sensação era intensa, mas insuficiente. Cada toque inflamava os nervos do meu pau, enviando ondas de desejo que se acumulavam na base da minha espinha, sem escape. Meus dedos se enterraram na madeira da porta.

— Mais? — eu grunhi, mal reconhecendo minha própria voz.

— Pergunta direito.

— Você quer mais, Larissa?

Então ela intensificou. Pressionava a cabeça contra seu clitóris, usando um movimento circular firme. O som úmido era constante. Seu corpo começou a tremer, um tremor fino e incontrolável nas pernas. Seus lábios vaginais, já inchados, pareciam abrir-se, afastando-se um do outro sob a insistência da pressão. O interior era uma visão de carne rosa escuro, encharcado, as paredes brilhando com seus próprios fluidos. Um fluxo mais generoso de umidade escorreu, pingando no chão de madeira escura.

— Eu vou… Ricardo, eu acho que vou… — sua voz estava entrecortada, inaudível.

Ela não parou. Manteve aquele ritmo, friccionando a cabeça do pau por toda a extensão da xoxota, se demorando mais no grelinho. Seus quadris começaram a sacudir, pequenos espasmos para frente, tentando aumentar a pressão. Eu via suas expressões mudarem: dentes cerrados, depois boca aberta em um suspiro mudo, olhos apertados em fendas de concentração pura.

Então aconteceu. Um estremecimento violento a percorreu, das pontas dos dedos dos pés aos ombros. Os lábios vaginais se contraíram visivelmente, apertando-se em torno da cabeça da pica inchada de tesão.

— Ahhhhh… delicia… — Um som primitivo, de puro êxtase, escapou de sua garganta.

O clitóris pulsava sob a pressão da minha rola. Aa vagina se contraía em uma série rápida de espasmos, e um jato quente, não muito intenso, escapou da xoxota, umedecendo ainda mais a minha pele e pingando na madeira.

Seu corpo afundou para frente, as mãos se apoiando em meus ombros para se sustentar. Ela estava ofegante, suada na testa. Seus olhos encontravam os meus, vítreos e surpresos.

— Isso… nunca tinha acontecido assim… — Ela disse, entre suspiros, tentando recuperar o fôlego.

O orgasmo, em vez de saciá-la, pareceu acender um novo tipo de fome. Seu olhar desceu para meu pau, que agora latejava visivelmente, a veia saltada parecendo prestes a explodir, coberto da mistura brilhante dos fluidos dela.

— Minha vez de te fazer feliz. — Ela disse, e sua mão foi direto até o pau.

Mas não era uma punheta simples. Era mais calma e prazerosa. Ela começou com um aperto lento e firme na base, subindo centímetro por centímetro agonizante. Seu toque era suave, mas a técnica, implacável. Ela parava sempre que sentia que eu estava perto, seus dedos aliviando a pressão, apenas acariciando a pele sensível. Minhas pernas tremiam.

Eu gemia, palavras sujas e súplicas se misturando.

— Caralho, Larissa… Assim é covardia… não dá…

Ela passou minutos assim. Subindo, parando, acariciando, ameaçando. Cada vez que ela parava, a sensação de frustração era uma dor física, uma contração profunda nas minhas bolas. Eu estava suando, meu coração batendo contra minhas costelas como um pássaro preso.

Finalmente, quando eu estava no limite, rosnando de pura necessidade, ela parou completamente e se afastou.

— Agora… — Ela ordenou, virando-se e se apoiando em uma mesa empoeirada, próxima a nós. Suas costas arqueadas eram uma curva perfeita. Suas nádegas redondas e empinadas se apresentavam a mim, contraídas, à minha espera.

Ela olhou para trás por cima do ombro, e em seu rosto havia puro desejo.

— Agora você pode. Mas devagar primeiro, Ricardo. Eu quero sentir cada centímetro. — A ordem dela ecoou dentro de mim, me levando a gozar.

“Me fode devagar”. Aquele sussurro rouco, misturado ao som dos nossos corpos ofegantes, foi um comando que se fixou em cada nervo do meu corpo. Eu a tinha de costas, a visão era uma tentação cruel: a curva perfeita de suas costas terminando naquela bunda espetacular.

Ela estava apoiada nas mãos, a cabeça inclinada para frente, os cabelos loiros caindo sobre os ombros, a bunda empinada.

Me posicionei atrás dela, minhas mãos encontrando a cintura estreita, sentindo o calor da pele. Esfreguei a cabeça de pica no vão daquela bunda incrível, testei a possibilidade de conseguir aquele cuzinho, mas ela se adiantou, fazendo a pica escorregar para baixo, até tocar os lábios da xoxota.

— É aí, seu safado. Não pense bobagens. — Larissa me repreendeu, mas não existia censura ou raiva em suas palavras.

O contato foi elétrico. Ela arqueou as costas ainda mais, pressionando-se para trás.

— Assim… — Ela respirou, a voz abafada. — Só encosta. Bem gostosinho…

Forcei um pouco, fazendo o pau dar batidinhas leve no grelo, indo e voltando, aproveitando para beijar seus ombros e morder o lóbulo da orelha.

— Nossa… — Ela gemeu, quando a cabeça passou diretamente sobre seu clitóris, que ainda estava saliente e vibrante.

Seu corpo estremeceu, e eu continuei. Para cima e para baixo, lateralmente, em círculos minúsculos. Arrancando gemidos baixos, suspiros de excitação.

— Ricardo… Isso é gostoso demais… — Ela tentou empurrar o quadril para trás, buscando a penetração, mas minhas mãos em sua cintura a mantiveram no lugar.

— Você disse devagar… — A Provoquei, doido para me afundar inteiro dentro dela.

— Para com isso… vem logo… eu quero…

Parei de provocar e apliquei uma pressão suave, constante. A cabeça começou a se afundar, encontrando alguma resistência inicial. Parei, sentindo a xoxotinha apertada ceder, milímetro a milímetro, envolvendo meu pau em um aperto úmido e quente.

Larissa prendeu a respiração.

— Assim… eu não sou muito experiente, seja carinhoso comigo — Ela pediu, um pouco tímida.

Eu não empurrei de uma vez. Deixei o peso do meu corpo e a pressão gradual fazerem o trabalho. Lentamente, a xoxota se abriu, agasalhando a rola por completo. A sensação era de um calor profundo e uma tensão incrível. Era extremamente apertada, como se fosse intocada. Um aperto que abraçava, que puxava. Seus fluidos, abundantes, facilitaram o caminho, criando um som de sucção úmida e baixa.

— Nossa… tá tudo dentro. Ahhhh… — Seus quadris tremiam.

Aquela admissão, dita com a voz quebrada de prazer, foi como gasolina no fogo. Meu pau pulsou dentro dela, e eu senti as paredes da vagina se contraírem em resposta, com um aperto involuntário e delicioso.

— Agora… mais… não para… — Ela ordenou, sua a voz recuperando o comando. — Mas ainda devagar. Quero a memória de cada momento.

Ela gemia sem parar, uma série de suspiros e gemidos abafados que se misturavam com o som da nossa pele se encontrando. Seu rosto estava virado para o lado, apoiado no braço, e eu via seu perfil: a boca entreaberta, os olhos fechados com força, os músculos da mandíbula tensionados.

A sensação de preenchimento era absoluta, esmagadora. Seu calor me envolvia por completo, as paredes da xoxota se ajustaram perfeitamente à minha forma, pulsando freneticamente.

Mantive o ritmo lento, profundo, metódico. Cada entrada era uma conquista completa. Cada saída, uma despedida prolongada. Meus quadris batiam contra as nádegas dela com um impacto surdo e macio. A carne redonda e firme ondulava a cada impacto, um visual hipnótico que fazia ondas suaves se propagarem pela superfície. O som da nossa pele se encontrando era um aplauso úmido e regular.

— Mais… Ahhhhh… não para… Ahhhhh…

Quando eu entrava até o fim, sentia uma resistência suave, uma barreira elástica, se curvando para acomodar minha invasão.

— Mais fundo… mais forte… Ahhhh… — Ela implorou em um sussurro, durante uma estocada mais potente. — Eu quero… não para…

Aumentei ligeiramente a força da estocada, sentindo os espasmos mais fortes. Um gemido diferente, mais profundo, saiu dela. Seus dedos arranharam a madeira.

— Ahhhh, caralho… como eu queria você…

Eu continuei, alternando entre empurrões longos e profundos e outros mais rasos, mas sempre lentos. Cada movimento era único.

— Tá me preenchendo por inteiro… Ahhhhh… não sobra espaço.

Ela começou a falar, frases entrecortadas.

— Seu pau é quente… tá queimando por dentro.

— Devagar… não para… nunca pare.

Percebi que ela também estava se aproximando. Seus gemidos se tornaram mais agudos, menos controlados. O ritmo interno das contrações mudou, tornando-se mais rápido, mais espasmódicos. Ela começou a empurrar o quadril para trás para encontrar meus movimentos, uma dança sincronizada.

— Ricardo… tá vindo… tá vindo — Ela anunciou, com a voz estridente. — Mas diferente… mais por dentro…

Eu não diminuí o ritmo. Mantive as estocadas lentas, mas implacáveis. Foi o gatilho. Suas palavras, minhas palavras, a sensação física constante, tudo convergiu. Um tremor violento começou nas pernas dela e subiu pelo corpo todo. Suas costas arquearam de forma extrema, formando um arco. Um grito abafado escapou…

— Isso é demais… Ahhhhh… não para…

Eu também senti. Por dentro. Uma série de contrações rápidas e poderosas que começaram no fundo e percorreram todo o canal vaginal. Não eram apenas espasmos superficiais; eram apertos profundos e rítmicos, como uma ordenha.

O calor aumentou drasticamente, e um novo fluxo de fluidos, ainda mais quentes, inundou o canal já encharcado. O som da nossa união ficou mais molhado, mais barulhento.

Ela estava tendo um orgasmo intenso, impulsionado pela penetração profunda e contínua. Seu corpo convulsionou contra a mesa, e suas mãos escorregaram, fazendo com que seu torso superior desabasse sobre o tampo, os seios comprimidos contra a madeira fria. Mas seus quadris permaneceram altos, oferecidos a mim, e as contrações internas não paravam.

Aquilo foi demais. Aquela série de apertos úmidos e quentes, enquanto eu ainda me movia dentro dela, mesmo que lentamente, quebrou qualquer último vestígio de controle. Meu tesão explodiu.

— puta que pariu, mulher… caralho… Ahhhh…

Enterrei-me nela até o talo, sentindo meu púbis se esmagando contra as suas nádegas. Parei de me mover, apenas ficando lá, fundo, enquanto a onda do meu próprio orgasmo apagava qualquer vestígio de lealdade que ainda havia para com o Bruno.

Os jatos saiam com força, inundando aquela bucetinha apertada por dentro. Cada um deles acompanhando de gemidos roucos.

— Porra! O que foi isso… Ahhhh…

Meus joelhos cederam. Minhas mãos, ainda nos quadris dela, apertaram com uma força que certamente deixariam marcas.

A respiração dela estava ofegante, caótica. A minha, um rugido em seus ouvidos. A realidade do local, o tique-taque de um relógio antigo, o zumbido distante da festa… tudo voltou a existir.

Havia uma sensação de que estávamos sendo observados, mas que logo se perdeu na sensação de prazer do momento.

Eu me soltei, cuidadosamente, sentindo meu pau, agora sensível e mole, escorregar para fora dela com um som final e úmido. Uma mistura cremosa de nossos fluidos seguiu, escorrendo pela parte interna das coxas dela e pingando no chão. A visão da sua abertura, agora relaxada, ligeiramente aberta e escorrendo branco, era de uma intimidade brutal.

Ela virou o rosto, a bochecha pressionada contra a madeira da escrivaninha. Seus olhos azuis, pesados e satisfeitos, encontraram os meus. Um sorriso lento, exausto e genuíno, se formou em seus lábios.

— Então… — ela disse, a voz rouca de tanto gemer. — Isso que é devagar?

— Acho que o resultado foi mais importante do que o ritmo, não? — Respondi, e ela sorriu, se levantando e beijando minha bochecha com carinho.

Começamos a nos vestir com calma, um ajudando o outro a separar as peças, mas minha euforia não durou. Ela até veio como um suspiro curto, bonito enquanto existiu, mas rápido demais para sustentar o silêncio que se instalou depois.

Larissa percebeu antes mesmo de eu tentar disfarçar.

— Ei… — Ela disse, ainda próxima, mas já menos entregue. — O que foi?

Balancei a cabeça, passei a mão no rosto, tentando encontrar palavras que não soassem como desculpa.

— Nada. Eu só… — Parei, tentando entender o que sentia. — Foi bom, muito bom… mas sinto um aperto no peito, como se…

Ela se apoiou melhor, me encarando curiosa, mas sem cobrança.

— Como se?

— Deveria estar me sentindo leve… — Fui honesto. — Mas só ficou… pesado.

Larissa respirou fundo. Não parecia surpresa.

— Você tá pensando nele, né?

Não precisei perguntar quem.

— Bruno é meu amigo. — Respondi. — Sempre foi. Acho que acabei infringindo um código…

Ela inclinou a cabeça, séria agora.

— Ricardo, eu nunca prometi nada pra ele. Nunca dei esperança. Nunca disse que existia um “talvez”.

— Eu sei… — Falei rápido. — A parte racional sabe. Mas isso não muda o fato de que eu cruzei uma linha.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, como se escolhesse cada palavra.

— Sabe qual é o problema de vocês dois? — ela disse por fim. — Vocês confundem lealdade com posse. Como se eu fosse um território a ser respeitado ou disputado.

Aquilo me acertou mais forte do que qualquer acusação direta.

— Eu não quis te usar. — Falei. — Nem provar nada…

— Eu sei — Ela respondeu, me interrompendo, com uma calma quase desconcertante. — E eu também fiz minha escolha. Eu quis você. Só isso.

Me levantei devagar, puxando a camisa, tentando reorganizar não só a roupa, mas a cabeça inteira.

— Isso não apaga o que aconteceu… o que eu fiz. — Murmurei.

— Não! — Ela concordou. — Mas também não te transforma em monstro.

Ela me olhou irritada.

— Não me coloca no meio de uma guerra que só existe na cabeça de vocês.

Assenti. Era justo. Era mais do que justo.

— E agora? — Perguntei, realmente confuso.

Larissa deu um meio sorriso, daqueles que não convidam, nem expulsam.

— Agora a vida segue. Como sempre seguiu.

Ela se afastou um passo, como quem encerra algo sem cerimônia.

— Tem outra coisa que você precisa saber.

Levantei os olhos, já cansado demais para surpresas.

— Eu pedi transferência.

A frase caiu simples, sem dramatização.

— Como assim?

— Em definitivo. — Ela respondeu. — Tô indo embora.

O silêncio se alongou entre nós.

— Então… isso tudo… — Comecei, mas parei no meio.

Larissa cruzou os braços, observando minha reação.

— Não foi um plano, se é isso que você tá pensando. Mas também não foi acidente.

Engoli seco.

— Você já sabia que ia embora.

— Sabia.

Aquilo doeu mais do que eu esperava.

— Então eu fui o quê, Larissa? Uma despedida conveniente?

Ela não se esquivou.

— Você foi alguém que eu sempre quis. — Disse, direta. — Desde o começo.

Balancei a cabeça, tentando reorganizar a culpa.

— Então você me usou.

Ela deu de ombros, sem cinismo.

— Talvez. — Admitiu. — Mas não mais do que você se permitiu ser usado.

Respirei fundo.

— E o Bruno?

— Nunca foi sobre ele. — Ela respondeu. — Isso é algo que vocês dois insistem em colocar em mim.

E me encarou com firmeza.

— Eu nunca prometi nada pra ninguém. Só decidi não ir embora carregando um desejo que eu sempre empurrei pra debaixo do tapete. Eu te queria, e me permiti viver o momento.

O peso daquilo se assentou devagar.

— Você não me deve nada, Ricardo. — Ela continuou. — Nem eu a você. O que aconteceu… aconteceu porque os dois quiseram.

Assenti, mesmo sem concordar totalmente.

— Só que agora você vai embora. — Murmurei. — E eu fico aqui. Me sentindo culpado, e desonesto.

— Vou. — Ela confirmou. — E é exatamente por isso que tudo termina aqui.

Ela se aproximou, não para tocar, mas para finalizar.

— Não transforma isso em culpa eterna. Nem em um romance mal resolvido.

Ela passou por mim, totalmente vestida, já se afastando.

— Às vezes, a gente só cruza o caminho certo na hora errada.

Fiquei ali, sozinho, entendendo que não era abandono o que doía, era a clareza. Ela foi embora porque quis. Eu cedi porque escolhi ceder.

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{…}

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De volta ao presente:

O barulho metálico do cassetete contra a portinhola me arrancou do torpor.

— Ricardo…

Abri os olhos ainda meio perdido entre pele, cheiro e lembranças que já não faziam mais sentido. Lembranças que se transformaram em sonho quando adormeci na noite passada.

O carcereiro apareceu com aquele meio sorriso que só quem já viu de tudo carrega.

— Sua liberdade cantou, parceiro. — Ele disse, batendo o cassetete na grade. — Hora de se despedir do nosso hotel cinco estrelas.

Sentei devagar no colchão fino, o corpo pesado, a cabeça ainda mais.

— Até que enfim. — Resmunguei.

— É. Mas calma lá. Não é sair correndo abraçando o sol, não. Tem protocolo.

Ele abriu a cela.

— Vem.

Fui conduzido até uma sala pequena, administrativa. Meu advogado já me esperava.

Primeiro, a conferência de praxe: nome completo, filiação, data de nascimento. O escrivão digitava sem olhar para mim, como se eu fosse só mais um número no fluxo do dia.

— O alvará chegou cedo. — Meu advogado disse, finalmente sorrindo. — Tá tudo certo.

Assinei papéis. Muitos. Declarações de ciência, termos de compromisso, endereço atualizado, telefone, obrigação de comparecimento mensal, proibição de sair da comarca sem autorização judicial…

— Você vai responder em liberdade, Ricardo. — Reforçou o delegado, entrando na sala. — Isso não é absolvição.

E me alertou.

— Nada de confusão. Nada de sumiço. Nada de gracinha. Qualquer deslize, você volta pra cá no mesmo instante.

— Entendido. — Assenti.

Ele continuou, mais baixo, me encarando:

— E lembra: ainda tem um morto nessa história. A Justiça vai querer respostas, mesmo com a sua confissão.

— Eu sei. — Devolvi o olhar.

Vieram os procedimentos finais: devolução dos meus pertences. Carteira, celular, chaves. A sensação era estranha, de peso no bolso, como se aqueles objetos não me pertencessem mais.

O portão externo se abriu com um rangido lento, quase cerimonial. A luz do dia bateu no meu rosto com força.

Do lado de fora, meus pais estavam juntos, colados um no outro como se fossem um só corpo. Minha mãe foi a primeira a reagir. Não correu. Caminhou rápido, contida, mas quando chegou, me abraçou como se estivesse me recuperando de um naufrágio.

— Graças a Deus… — Ela sussurrou.

Meu pai apertou meu ombro, forte, do jeito dele.

— Bem-vindo de volta, filho.

E então eu vi Mariana. Ela estava alguns passos atrás. Olhar cansado, rosto sério. Não veio até mim. Esperou.

Bruno também estava ali, mais afastado, mãos nos bolsos, evitando qualquer contato direto. Não cruzamos olhares.

Me afastei dos meus pais e caminhei até Mariana.

— Bom… estou aqui. — Eu disse, sem saber bem como começar.

— Eu sei. — Ela respondeu. — O advogado nos avisou ontem à noite.

O silêncio entre nós era pesado, mas não hostil. Era cauteloso. Cheio de coisas não resolvidas. Mas havia um certo carinho também.

— A gente conversa depois. — Completei. — Com calma.

— É o melhor. Vamos para a casa dos seus pais. Estou ficando com eles.

Ela me abraçou e suas lágrimas acabaram molhando minha camisa. Ela parecia genuinamente feliz em me ter nos braços.

Quando finalmente dei o primeiro passo para fora do pátio da delegacia, senti algo estranho: não era alívio. Era responsabilidade. A liberdade não vinha como prêmio. Vinha como aviso. E eu sabia: do lado de fora, tudo continuava. Só que sem grades visíveis.

A casa dos meus pais estava viva como há muito tempo não ficava. A mesa da sala tinha sido empurrada para o canto, dando lugar a uma extensão improvisada, coberta por uma toalha branca. Petiscos por todos os lados: empadinhas, bolinhas de queijo, coxinhas, frios cortados do jeito que eu gostava, refrigerante, cerveja, suco natural… Tudo pensado. Tudo cuidado. Todas as coisas que eu mais gostava.

Minha mãe circulava entre a cozinha e a sala com um sorriso orgulhoso, ainda que cansado. Mariana ajudava em silêncio, eficiente, quase automática. As duas tentavam transformar minha ausência em acolhimento.

Eu abracei todo mundo, agradeci, sorri, mas levantei a mão, pedindo calma. Meu pai já tinha avisado que parentes e amigos chegariam em breve.

— Gente… eu preciso de um tempo. Só um banho. Fazer a barba. Depois eu volto.

Ninguém contestou. Era o tipo de pedido que não se discute.

Subi as escadas devagar, reconhecendo cada degrau, cada rangido antigo. O banheiro ainda era o mesmo. O espelho devolveu um rosto que eu mal reconhecia: mais magro, olheiras fundas, barba por fazer.

A água quente caiu como um acordo silencioso entre o corpo e a mente. Quando saí, vesti uma camiseta limpa, fiz a barba com cuidado, como se estivesse me reconstruindo aos poucos, e entrei no meu quarto de infância.

A cama de solteiro. O guarda-roupa antigo. Os livros esquecidos. O cheiro familiar. Me sentei na beira da cama e respirei fundo. Mariana entrou logo depois e fechou a porta.

Por alguns segundos, nenhum de nós falou nada. Ela foi até a janela, fingiu ajeitar a cortina. O corpo tenso entregava tudo.

Então o choro veio. Não foi explosivo. Nem dramático. Veio como quem segura demais e, de repente, não consegue mais se conter.

Eu me levantei rápido, mas antes que dissesse qualquer coisa, ela já estava ali, me abraçando com força, enterrando o rosto no meu peito.

— Eu nunca mais voltei lá… — Ela disse, com a voz abafada. — Nunca mais.

Passei a mão por seus cabelos, tentando acalmá-la.

— Mari…

— Seu pai e o Bruno cuidaram de tudo. — Ela continuou. — Limpeza, contas, advogado… eu não consegui entrar naquele apartamento de novo. Não consegui.

Fechei os olhos.

— A gente vende. — Falei, baixo, tentando acalmá-la. — Quando tudo isso acabar, a gente vende e compra outro.

Ela se afastou só o suficiente para me olhar.

— Não é “quando acabar”. — Ela corrigiu. — É agora. Eu não quero mais voltar para lá. Aquela casa… não é mais nossa. Não é mais um lar.

O silêncio pesou.

— Parece que tudo lá ficou congelado naquele dia. — Ela continuou. — Cada parede, cada móvel… tudo me acusa. Eu entro e parece que ainda tem polícia, fita amarela, gente olhando.

Senti o estômago apertar.

— Eu sinto muito. — Foi tudo que consegui dizer.

Ela balançou a cabeça.

— Não é só sobre o apartamento. — Ela respirou fundo. — É sobre a gente. Sobre a nossa vida.

Fiquei imóvel.

— Eu te esperei. — Ela disse, finalmente. — Todos os dias. Mas eu não sabia se você voltaria pra mim… ou se voltaria em pedaços…

Me sentei na cama. Ela se sentou ao meu lado, ainda agarrada em mim.

— Eu não sei nem quem eu sou direito ainda. — Confessei. — Mas sei que tô cansado de fugir das coisas. Inclusive de você.

Ela me encarou, os olhos vermelhos, mas firmes.

— Então não foge. Sei que nem tudo é perfeito, que acabamos pisando na bola novamente, nos magoamos…

Não era hora para falar de erros, então a interrompi.

— Não vou. Mas também não vou prometer o que não sei se consigo cumprir.

Ela sorriu, mas aquele sorriso não alcançou seus olhos.

— Pela primeira vez, isso soa muito honesto.

Ficamos ali, ainda abraçados, próximos o bastante para sentir o calor um do outro, distantes o suficiente para respeitar as feridas.

Lá embaixo, risadas. Pratos batendo. Vida acontecendo. Em cima, dois adultos tentando entender se ainda existia um “nós” possível.

— Você cuidou de mim, deixou tudo de lado para me apoiar no meu pior momento. — Ela disse, ainda chorando. — Eu não vou abandonar você agora. Nós vamos passar por tudo isso juntos, tá?

Beijei sua testa, depois sua boca, e finalmente a abracei com a mesma intensidade que ela me apertava. E, desde que saí daquela cela, entendi que a liberdade vinha com a parte mais difícil: encarar o que ficou de pé depois do desmoronamento.

Respirei fundo antes de me separar de Mariana e abrir a porta do quarto. O choro tinha cessado, mas o peso não. Ela saiu primeiro, limpando o rosto, recompondo a postura como quem veste uma armadura antiga. Eu a segui alguns segundos depois.

A escada parecia mais curta do que antes. Talvez fosse só a pressa do mundo lá embaixo. A casa já estava cheia. Muito mais gente do que quando eu subi. Tios que eu não via há meses, primos que cresceram rápido demais, amigos antigos da família, gente que me pegou no colo quando eu ainda era só um pingo de gente. Até os pais do Bruno estavam ali, discretos, respeitosos, mas presentes.

Minha mãe me viu primeiro.

— Ele voltou. — Ela anunciou, como se ainda precisasse dizer em voz alta para acreditar.

Os olhares se viraram ao mesmo tempo. Vieram os abraços. Um por um. Alguns longos demais, outros contidos, cheios de cuidado, como se qualquer aperto mais forte pudesse me quebrar. Ou como se eu ainda estivesse algemado por dentro.

— Graças a Deus! — Ouvi mais de uma vez.

— Que alívio.

— A gente rezou tanto.

Assenti, agradeci, sorri quando dava. Em outros momentos, apenas baixei a cabeça.

Meu pai apertou meu ombro com firmeza. Não disse nada. Não precisava. Os pais do Bruno se aproximaram depois. A mãe dele me abraçou com os olhos marejados.

— Que bom te ver aqui fora, Ricardo. No que precisar, você sabe que pode contar com a gente. Somos família.

— Obrigado. — Respondi. — De verdade.

O pai dele apenas assentiu, sério, respeitoso. Havia ali uma mistura estranha de solidariedade e empatia. E eu sabia que eram sentimentos reais.

A mesa já estava sendo atacada. Copos enchidos, pratos circulando. Alguém ligou a televisão num volume baixo, só para preencher o silêncio entre as conversas.

— Senta, filho. — Minha mãe disse. — Come alguma coisa.

Me sentei. Agradecido. Cada mordida era uma confirmação de que eu estava livre. Comida de verdade. Gente de verdade. Vida acontecendo sem grades no meio.

Mas, mesmo ali, cercado de vozes e risadas, eu me sentia… deslocado. Como se tivesse voltado para uma festa que começou sem mim e que agora tentava me incluir por educação.

Mariana circulava pela sala, conversando pouco, sempre atenta, sempre por perto. Não sentou ao meu lado. Também não se afastou.

Em algum momento, um primo comentou sobre o trabalho. Um tio falou de política. Alguém perguntou quando eu voltaria “à rotina”. Eu sorri, desviei, desconversei. Rotina era uma palavra grande demais naquele momento.

Ali, entre parentes, conhecidos e rostos que me queriam bem, eu entendi outra coisa: o mundo não tinha parado por minha causa. Mas, de algum jeito, tinha aberto espaço para que eu voltasse a ele. E aquilo era mais assustador do que ficar preso.

Com o passar das horas, a casa foi esvaziando. Primeiro os tios, depois os primos, os amigos da família. Os pais do Bruno se despediram com cuidado, quase em silêncio. O próprio Bruno foi um dos últimos a sair. Um aperto de mão breve, um olhar que não sustentou o meu. Não dissemos nada. Não havia nada a dizer.

Quando a porta se fechou atrás deles, éramos só nós quatro. Meus pais, cansados, recolheram a mesa, organizaram a cozinha, retomaram a rotina como quem tenta convencer o corpo de que tudo voltou ao normal. Mariana subiu comigo, deitou ao meu lado no quarto de infância, e o cansaço finalmente me venceu.

Adormeci rapidamente. Um sono pesado, sem sonhos, daqueles que não curam, mas suspendem a dor por algumas horas.

Quando acordei, o céu já estava escuro. A casa estava silenciosa. Mariana ainda dormia, virada de lado, o rosto cansado mesmo em repouso. Fiquei alguns minutos observando o teto. Livre. Mas não em paz.

Ali, naquele silêncio, entendi que não adiantava empurrar mais nada para depois. A liberdade, provisória, tinha vindo, mas as perguntas continuavam todas me esperando.

Levantei devagar, calcei o chinelo e desci sem fazer barulho. Meus pais estavam ocupados, cada um no seu canto. Aproveitei e saí pela porta dos fundos.

Caminhei pelo jardim. O cheiro de terra molhada, o barulho distante da rua, o mesmo quintal onde eu brinquei quando criança. Tudo parecia no lugar. Menos eu.

Procurei um ponto mais afastado, perto do muro, onde ninguém pudesse ouvir. Peguei o celular, respirei fundo e fiz a ligação.

Mateus, meu braço direito, atendeu rápido demais. Como se estivesse esperando.

— Sou eu — Disse, direto. — Preciso que venha até aqui.

Houve um breve silêncio do outro lado.

— Como você está?

— Vivo. Fora da cela. O resto a gente resolve.

Parei por um segundo, escolhendo as palavras.

— Traga tudo. Tudo mesmo. O que você conseguiu levantar desde o dia em que fui preso. Relatórios, arquivos, anotações, nomes… não deixe passar nada.

— Certo. — Ele respondeu, sério. — Quando?

— Hoje. O quanto antes. Agora, se possível.

— Entendi.

Encerrei a ligação antes que ele dissesse mais alguma coisa. Guardei o celular no bolso e fiquei ali, olhando para o jardim escuro, sentindo o peso da decisão se acomodar dentro de mim.

Até ali, eu tinha sido levado pelos acontecimentos. Reagido. Sobrevivido. A partir daquele momento, não mais. Era hora de ser ativo. Agente direto da minha própria investigação.

Eu ainda respondia a um processo. Ainda tinha gente querendo me ver cair. Ainda havia verdades mal contadas, versões distorcidas convenientemente, peças fora do lugar.

Mas, desde que tudo começou, eu não estava mais apenas tentando sair do fundo do poço. Eu estava pronto para descobrir quem tinha me empurrado.

Continua…

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Comentários

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Agora sim vamos aos fatos muita coisa ainda por vir

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Ainda continuou com a mesma opinião, todo mundo aí cometeu erros, independente de quem errou mais nas suas escolhas, todos erraram na minha humilde opinião, então não tem como passar pano para ninguém. Até porque pelo que eu imagino, ainda tem muita coisa para ser exclarecida. Como a segunda vez que Ricardo ficou com Larrisa, quando ele já era casado. Porque depois de tudo que houve o casamento continuou e a sociedade também.

Tem muita coisa do passado para ser exclarecida, alem de saber quem tentou ferrar com Rodrigo no presente.

A propósito, nos últimos episódios senti falta de uma personagem, Lívia se não me engano, a "namorada" do Bruno. Não sei se tem algum coisa a ver, mas quando uma personagem some, eu fico desconfiado 😂

Cada vez a história está melhor e eu mais curioso 🤣

Parabéns Lukinha, está top 🤝🏻

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É que eu estou contando um período anterior ao da Lívia. E até mesmo da Mariana nessas duas últimas partes.

Mas, especificamente sobre a Lívia, ela é uma personagem sem muita relevância no presente. Mas ainda teremos muito da Lívia nas memórias do passado.

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Tudo muito bem, tudo muito bom, só não entendo o porquê desse cara ainda ter o o Bruno e a mulher do lado dele, passou da hora de espanar os dois e ir viver a vida dele. Afinal como ele mesmo disse a ela: se o Bruno é tão bom, porque ela não foi viver com ele?. Agora fica ela aí, dando uma de Madalena arrependida, depois de literalmente ter fedido vida dele.

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Acho que a frase dela "do para me apoiar no meu pior momento. — Ela disse, ainda chorando. — Eu não vou abandonar você agora. Nós vamos passar por tudo isso juntos, tá?"

Talvez de uma pista...

Ou não...

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outro ponto importante esclarecido hoje, ele não traiu o amigo como foi informado pela Mariana, ele transou com alguém que rejeitou o amigo e estava interessada nele desde o inicio, o Bruno sabia, se ficou apaixonado aí é problema dele. No capitulo passado ele se separou da Mariana, agora estão juntos novamente, tem de esclarecer isso.

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Acredito que a decepção vai ser gigante quando ele descobrir. 3 estrelas

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Todos tem culpa no “cartório” !!!

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Até esse capítulo, eu concordo plenamente com você 🤷🏻‍♂️😅

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Segundo o Lukinha é isso aí mesmo. Mar de lama...

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