Eu estava exausta, as costas latejando como se alguém tivesse martelado nelas o dia todo. Aos 45 anos, trabalhar no escritório e cuidar da casa sozinha me deixava destruída. Minha filha Sofia, de 22, tinha virado massagista profissional depois da faculdade, e eu sempre pedia uma mãozinha quando a dor apertava. "Filha, me ajuda aqui, por favor? Tá insuportável", eu disse, me jogando na cama do quarto. Nunca imaginei nada além de alívio muscular – era só uma mãe pedindo socorro para a filha. Sofia, com seu jeito prático, pegou a bolsa de massagem e acendeu uma luz baixinha. "Deita de bruços, mãe. Vou usar aquele óleo bom de lavanda pra relaxar tudo", ela respondeu, sem malícia nenhuma nos olhos castanhos.
Tirei a blusa e o sutiã, ficando só de calcinha, e me estiquei na cama com uma toalha embaixo. Sofia derramou o óleo nas mãos, esfregando pra aquecer, e o cheiro invadiu o quarto – calmante, mas com um toque quente que eu não esperava. Suas mãos tocaram minhas costas, firmes e suaves, espalhando o óleo devagar. No começo, foi só alívio: os dedos dela apertando os nós tensos na lombar, circulando em movimentos ritmados. Eu soltei um gemido baixo, involuntário, de puro relaxamento. "Aqui é o pior, né?", ela murmurou, ajoelhando-se sobre mim pra pressionar melhor, as coxas dela roçando levemente nas minhas nádegas através da roupa. Meu corpo reagiu sem eu mandar – um calorzinho subiu pela espinha, misturando com a dor que ia sumindo. Achei estranho, mas ignorei, pensando que era só o óleo aquecendo a pele.
Ela continuou, descendo pras coxas, abrindo um pouco as minhas pernas pra alcançar os músculos internos. O óleo escorria, viscoso e quente, deixando tudo escorregadio. Sem querer, meu quadril se mexeu um pouquinho pra cima, buscando mais pressão, e eu senti um formigamento lá embaixo, automático, como se o corpo estivesse acordando sozinho. "Relaxa mais, mãe", Sofia disse baixinho, as mãos agora subindo de novo pras costas, mas roçando as laterais dos meus seios por acidente. Meu coração acelerou, e eu percebi que meus mamilos estavam endurecendo contra a toalha – não era intenção minha, juro, mas o toque dela, o óleo deslizando, estava criando um clima que eu nunca tinha imaginado com ela. Sofia parou por um segundo, como se também sentisse algo, mas continuou, talvez achando que era só a massagem.
Virei de barriga pra cima pra ela massagear os ombros, ainda inocente no plano. "Me vira devagar", pedi, e ela me ajudou, derramando mais óleo no meu peito. Seus olhos encontraram os meus, e havia uma confusão ali, misturada com algo mais profundo. As mãos dela desceram pros seios, massageando os músculos peitorais, mas os polegares roçaram os mamilos endurecidos. Meu corpo arqueou sem controle, um gemido escapando mais alto do que eu queria. "Sofia... espera", eu sussurrei, mas minha voz saiu rouca, e em vez de parar, eu segurei a mão dela ali, o calor crescendo entre as pernas involuntariamente. Ela corou, os lábios entreabertos, e eu vi que o corpo dela também reagia – o top esportivo marcando os mamilos dela, o suor brilhando na pele morena.
Tudo aconteceu sem planejamento, como se uma faísca tivesse acendido sozinha. Puxei ela pra perto, nossos lábios se tocando num beijo que começou hesitante, mas virou faminto. Tiramos as roupas restantes, o óleo se espalhando por toda parte, tornando nossas peles escorregadias e quentes. Sofia subiu em cima de mim, entre as minhas pernas, e nossas vulvas se tocaram por acidente no movimento – mas o atrito, o clitóris dela roçando no meu, fez meu corpo tremer automaticamente. "Mãe... o que a gente tá fazendo?", ela murmurou, mas já rebolava devagar, o óleo facilitando o deslize molhado. Era involuntário, o prazer construindo sem que a mente mandasse parar; eu agarrei suas nádegas, puxando-a mais perto, sentindo a umidade dela se misturar à minha, os gemidos ecoando no quarto.
Invertemos, eu agora por cima, o corpo tomando as rédeas enquanto a mente ainda lutava pra processar. Me movi pra frente e pra trás, sentindo o clitóris inchado roçando no dela em ângulos que mandavam ondas de eletricidade pelo corpo. "Não para, mãe... tá tão bom", ela gemeu, as unhas cravando nas minhas costas onde antes só massageava. O som dos nossos corpos se chocando era real, cru – suor, óleo e excitação escorrendo pelas coxas, tudo acontecendo como se fosse inevitável.
Viramos de lado, pernas entrelaçadas como tesouras, rostos colados. Nessa posição, era mais íntimo, nossos beijos se misturando aos movimentos laterais, o óleo tornando cada roçada suave e intensa. Minha mão desceu pro quadril dela sem eu pensar, guiando o ritmo, sentindo os lábios dela se abrindo contra os meus, o calor pulsando automático. "Nunca imaginei isso, filha", confessei entre suspiros, mas o corpo não ligava – acelerava, o prazer guiando a mente pro abismo.
Por último, de joelhos, ela na frente e eu atrás, pressionando minha vulva contra suas nádegas escorregadias. Tribando de trás, o óleo escorrendo pelas curvas, uma mão minha descendo pra estimular o clitóris dela enquanto me movia. O ângulo era novo, profundo, e meu corpo respondia com tremores incontroláveis. "Ah, mãe... eu vou...", ela choramingou, e o orgasmo veio em ondas, nós duas colapsando juntas, corpos entrelaçados e cobertos de óleo, a mente finalmente aceitando o que o corpo tinha iniciado sem permissão.
A dor nas costas tinha sumido, substituída por um calor proibido que nos pegou de surpresa. Nunca tínhamos imaginado, mas agora, era real.