Elas tinham saído há meia hora e eu estava no chuveiro batendo punheta quando perdi o controle. É tudo que posso dizer. Perdi completamente qualquer vestígio de sanidade que tinha. Simplesmente não conseguia tirar da cabeça o que a mãe estava fazendo. O que a tia Carla estava apoiando. Sem falar em como era arriscado e perigoso. É bizarro, eu sei, mas pensei, bom, esquece o que pensei. Pelo menos eu tinha um plano, e ia fazer alguma coisa.
Passei as próximas horas no armário, trabalhando no meu plano. Era doentio, retorcido, errado, e me deixando louco. Toda vez que ouvia um barulho lá fora, pulava, preocupado que fosse ser pego. O pai tinha levado a maioria das ferramentas elétricas dele, tornando meu trabalho um pouco mais difícil do que tinha antecipado. Mesmo assim, ao meio-dia tinha terminado meus esforços. Olhei o resultado, sentindo um senso obsceno de orgulho e muita vergonha. Também tinha um mastro de vinte centímetros tentando furar um buraco no meu zíper.
Conferi a eletrônica pela enésima vez. Verifiquei que tudo estava funcionando no meu notebook. Testei todos os controles, até estar completamente satisfeito que tinha feito tudo que podia.
Então desci pra sala de estar pra esperar.
* * * *
Elas só voltaram depois das duas. Trouxeram comida chinesa que sobrou. Muito legume pro meu gosto, além disso, eu já tinha feito um sanduíche.
Pelo menos elas pareciam estar de bom humor, mesmo que a mãe estivesse arrastando a bunda. Ela deu um abraço na tia Carla e disse que ia tomar banho e tirar uma soneca. Parecia que precisava das duas coisas. Acho que elas não tinham tomado banho na academia. Recebi um beijo rápido da mãe e me peguei inalando fundo, tentando ver se ela cheirava a porra, se tinha estado chupando paus de novo. Nada além do cheiro acre de suor.
A tia Carla me olhou e acenou pra porta.
"Vou acompanhar a tia Carla até a porta," disse pra mãe, enquanto ela ia em direção ao quarto.
Do lado de fora da porta, minha tia se virou e quase bati nela. Segurei ela pra não derrubar. Ela sorriu.
"Chega de Romeu. Fiz o que pude. Vou continuar pegando no pé dela sobre a academia e comer melhor. Estou fazendo minha parte. Preciso que você dê um passo agora e lide com o humor e a atitude. Você é o único que tem meia chance de botar a cabeça dela no lugar. Ela está pra baixo agora, então você precisa animar ela. Seja legal com ela, e faça ela pensar em coisas boas, não no passado. Consegue fazer isso?"
Eu ainda estava segurando ela, e ela não estava se afastando. "Vou tentar. Prometo."
Ela assentiu, então esticou a mão, puxou minha cabeça pra baixo e me deu um beijo, incluindo só uma pontinha de língua. "Faça o seu melhor. Você não vai se arrepender."
Tivemos um dia surpreendentemente legal, a mãe e eu. Ajudei com alguns problemas pela casa, e ela fez jantar pra gente. Dividimos uma garrafa de vinho assistindo um filme na Netflix. Sentamos um do lado do outro no sofá. Conversamos um pouco, e que Deus me mate se ela não evitou mencionar o pai uma vez sequer a noite toda.
Foi bom mas me fez pensar duas vezes sobre meus planos pra noite. Então eu olhava pra boca dela e pensava de volta no que ela tinha estado fazendo.
"Vou dormir cedo. Estou doendo por todo lado," a mãe disse.
"Eu também. Boa noite." Dei um abraço rápido nela, depois disparei pro meu quarto.
O armário da mãe compartilha uma parede com o meu. Tinha limpado aquele espaço e montado minha área. Liguei o notebook e liguei a webcam, que agora residia dentro do armário da mãe. Também abri o novo portal entre nossos armários. Tinha uns dez centímetros de diâmetro, acolchoado nas bordas e na altura do meu pau. Exatamente na altura do meu pau.
Estava tremendo, com medo pra caralho. O que estava fazendo era insano, e se não desse certo, ia estar numa merda profunda até os oitenta. Mas eu tinha que fazer alguma coisa. Alguma coisa!
Respirei fundo, coloquei meu capacete do Darth Vader e liguei o modulador de voz. Então comecei a falar, devagar, repetidamente, nada além do nome dela.
"Vera." O grave na minha voz artificialmente modificada parecia profundo o suficiente pra sacudir as paredes.
"Vera."
"Vera."
A webcam captou ela olhando pro armário. Ela tinha um guarda-chuva na mão como um taco de beisebol. "Quem está aí?" ela sibilou.
"Abaixe o guarda-chuva, Vera," disse, as palavras saindo profundas e lentas.
"É você, Rodrigo? Se isso é uma brincadeira não tem graça."
"Não fale. Obedeça," disparei. "Abaixe o guarda-chuva!" Estava com os dedos cruzados. Isso tinha que funcionar. Tinha que!
Respirei aliviado quando ela colocou de lado. "O que está acon—"
"Não Fale!"
Ela ficou parada ali, tremendo na camisola.
"Muito bem, Vera. Se aproxime."
Ela se moveu pra frente devagar, e seus olhos se arregalaram. Finalmente viu a montagem que fiz pra ela.
"De joelhos, Vera. Não fale, Obedeça."
"Eu—"
"Não Fale! Obedeça! De joelhos, putinha!"
Ela quase perdeu, pude ver ela tremendo. Então se moveu pra frente, em frente ao buraco entre nossos armários, e se ajoelhou na pequena plataforma acolchoada que tinha feito pra ela.
"O que você—"
"Não fale. Chupa." Esse era o momento. A hora da verdade. Enfiei o pau duro que tinha estado acariciando pelo buraco e esperei.
Ela estava olhando pra ele, obviamente ainda em choque.
"Não fale. Não pense. Chupa. Chupa." Por favor, mãe, orei fervorosamente.
Ela estendeu a mão e senti a mão dela no meu pau pela primeira vez que conseguia me lembrar. "Chupa," disse firmemente.
Os olhos dela olharam pra cima pra pequena grade que tinha instalado, através da qual eu falava. "Não posso," ela sussurrou.
"Você pode. Você já fez. Você vai. É isso que você quer. O que você precisa. Não pense. Não fale. Chupa. Abre essa boca de puta e chupa!"
A mão dela estava se movendo, lentamente me acariciando. Pude ver que ela estava olhando pra ele.
Falei mais suave. "Chupa, linda. Chupa."
Ela se inclinou pra frente e pressionou os lábios contra meu pau, olhando pra grade antes de me lamber, uma vez.
"Issooo," disse. "Chupa. Chupa como só você sabe. Chupa, minha adorável putinha. Chupa."
Era tudo que ela precisava. Começou a chupar. E porra, ela era boa. Era óbvio que gostava. Me fez pensar qual era o problema do pai. Ela estava fazendo isso pra ele toda semana?
"Chupa, meu amor. Chupa gostoso. Chupa até secar. Chupa."
A chupada da mãe não era algum ato mecânico e desinteressado. Ela chupava gentilmente, balançando a cabeça até me engolir mais fundo, mais forte. A mão dela acompanhava os movimentos até estar brincando, lambendo meu pau, chupando minhas bolas, beijando a cabeça. De volta pra dentro da boca, a língua provocava e torturava, até eu estar abruptamente fundo na garganta dela, sentindo as pulsações em volta da cabeça. Então ela mudava de novo.
Levou só uns cinco minutos pra me fazer gozar. Ela era fenomenal. Não avisei, não era meu trabalho. Eu só estava ali pra fornecer o que ela obviamente precisava. Quando gozei, ela não hesitou em continuar me chupando até o fim.
***
Quando me afastei, ela gemeu pateticamente.
"Fica. Tenho outro pra você."
"Sim, senhor," ela respondeu suavemente.
"Foi muito bom," disse pra ela. "Com prática, você vai ser excelente."
"Obrigada," ela disse.
"Tem uma garrafa de água do seu lado. Relaxa."
Me afastei e tomei um gole de refrigerante. Me sentia péssimo e maravilhoso ao mesmo tempo. Sabia que era doentio, mas estava esperando que fazendo isso, ela não sentiria necessidade de ir pra lugares perigosos e fazer coisas terríveis.
A mãe tinha me chupado. E foi o melhor da minha vida, sem dúvida. Sem comparação. A mãe tinha habilidades orais insanas. Me perguntei se a tia Carla era competitiva.
Estava acariciando meu pau, pensando na boca suja da mãe, e comecei a endurecer. Foi o suficiente pra mim. Enfiei meu pau pelo buraco.
"Chupa—"
Não tinha terminado de dizer a palavra antes de estar na boca dela. Meu Deus, aquilo era bom. Ela me deixou duro e foi trabalhar.
Depois de alguns minutos, ela se afastou e começou a esfregar o rosto contra meu pau. "Tão lindo, tão duro," ela sussurrou.
"Chupa, mulher sexy. Não fala. Não pensa. Chupa, minha linda putinha."
Ela ronronou enquanto me chupava, mudando as coisas, chupando diligentemente.
Era intenso demais pra eu falar muito. Deixei ela fazer o trabalho e aproveitei os benefícios. Levou muito mais tempo da segunda vez. Parte disso era que eu tinha acabado de gozar alguns minutos antes. Parte era a provocação dela. Ela estava assumindo o controle, prolongando, parando antes de eu me empolgar.
Ainda assim, até as melhores coisas devem terminar, e a boca da mãe estava lá em cima com as melhores delas. Meu gemido foi o único sinal que dei quando explodi dentro da boca dela. Mais uma vez ela me finalizou maravilhosamente, mantendo até eu estar mole e limpo.
"É tudo por essa noite," disse.
"Obrigada, senhor."
Apertei um botão no teclado, e o som de três notas tocou. "Quando você ouvir esse som, vai vir aqui e chupar."
"Sim, senhor."
Fechei a abertura e desliguei o notebook. Removi o capacete quente e suado e desliguei o modulador de voz. Então cai de volta na cama e repassei os boquetes de puta da mãe na minha cabeça de novo e de novo.
* * * *
Depois que acordei e tomei banho, percebi que a mãe ainda não tinha saído do quarto. Levou só um minuto pra ligar o notebook e ativar a câmera no armário dela. A mãe estava sentada na ponta da cama olhando pro armário. Ela estava usando nada além da calcinha. Não era o melhor corpo que eu já tinha visto, nem de longe, mas ela tinha seios bonitos.
Senti uma agitação nos meus shorts.
Decisão tomada. Abri o portal e toquei o som. A mãe saiu da cama como um foguete e ficou de joelhos. Nem tinha pensado em colocar o capacete, então não disse nada, só enfiei meu pau pelo buraco.
A mãe foi atrás dele como uma pintinha faminta. Estava ronronando e cantarolando enquanto me chupava. Caramba, ela parecia feliz.
Observei ela brincar com os próprios peitos enquanto me chupava. A mão dela até mergulhou na calcinha. Tentei resistir, mas ela parecia estar com pressa. Não tinha tempo de descanso; ela me chupou como se não conseguisse o suficiente. O que eu acho que talvez ela não conseguisse.
Ela me deixou gemendo alguns minutos depois, e ela riu. "Lindo, duro, delicioso, pau," ela sussurrou, antes de ir pro final. Meu Deus, não tive chance.
Gemi alto quando gozei pra ela. Ela foi gentil, me chupando suavemente, engolindo tudo que tinha a oferecer. Mesmo depois de terminar, ela beijou meu pau murchando, puxando gentilmente.
"Acabou," ela sussurrou melancolicamente.
Quase respondi, antes de perceber que não estava usando o capacete. Fechei a porta do portal e desliguei tudo. Pude ouvi-la no corredor, cantando suavemente antes mesmo de ter vestido meus shorts.
Era assustador ir pelo corredor. Não tinha ideia do que poderia estar enfrentando. Enfiei a cabeça na cozinha, e a mãe olhou pra mim e sorriu. "Dormiu bem?" ela perguntou.
"Como um bebê."
Ela riu. "Waffles?"
"Parece ótimo. Você parece estar de bom humor."
Ela olhou pra mim e corou. "Estou de muito bom humor, Rodrigo. Meu bebê veio em casa pra visitar."
De repente me senti mal pelas sete semanas de ausência. Avancei e a peguei nos braços, abraçando firmemente. "Desculpa. Juro que nunca vou ficar tanto tempo fora de novo. Vou visitar sempre que puder."
Ela olhou pra mim, e seu sorriso era absolutamente travesso. "Perdoado. E tenho certeza que vou ver muito mais de você de agora em diante." Então ela se afastou. "Arruma a mesa."
Fiz isso, e comemos. Porra, foi legal. Era como a mãe de antigamente. Ela estava feliz, e rindo e cheia de vida. Mesmo que estivesse só comendo uma tigela de aveia, enquanto eu devorava três waffles.
Nenhum de nós falou sobre o armário. Nem uma dica. De vez em quando ela ficava com aquele olhar, mas tudo que fazia era rir e conversar.
Depois, uma vez que tínhamos limpado a mesa e lavado a louça, a segui pra sala de estar, sem saber o que fazer.
"Vou pra academia por um tempo. Você vai ficar bem sozinho, não vai?"
Assenti. "Provavelmente deveria estudar mesmo."
"Perfeito."
Quando estava saindo alguns minutos depois, ela pausou na porta do escritório, onde eu estava trabalhando. "Te vejo logo."
"Te amo, mãe."
Ela tinha um sorriso enorme no rosto quando largou a bolsa de exercícios. Ela andou até mim, se inclinou e me deu um beijo. "Eu sei, bebê. Eu te amo também. Mais do que você jamais vai saber."
Então ela estava andando com uma alegria no passo que eu não via há anos.
Uma vez que ela tinha ido, voltei ao trabalho. Levou mais de uma hora pra tirar a eletrônica de voz do capacete e anexar à grade. Testei algumas vezes pra garantir que estava funcionando. Era meio legal ouvir a voz do Darth Vader emanando da grade. "Chupa esse pau grande e grosso, sua putinha nojenta. Eu sou seu pai!"
Substitui a garrafa de água no lado dela do armário e conferi como a plataforma de ajoelhar estava aguentando. Tudo parecia perfeito.
Então voltei a estudar, obedientemente ignorando minha nova ereção, sabendo muito bem que seria cuidada em breve.
O exercício da mãe levou mais tempo que esperava. Consegui algumas horas de estudo antes dela tropeçar entrando em casa. Ela parecia exausta, mas de um jeito bom de exercício, não de um jeito de duas horas de joelhos no glory-hole.
Pude ver que ela mal conseguia se mover. Corri e peguei a bolsa dela.
"Ela me matou, Rodrigo, absolutamente me destruiu," a mãe disse com um gemido.
"Quem, mãe?"
"Tina, minha nova personal. Ela é um monstro." As palavras soaram dolorosas, mas ela ainda estava sorrindo.
"Por que não toma um banho e tira uma soneca curta," disse.
"Não, preciso fazer almoço pra você, deve estar morrendo de fome."
"Posso fazer um sanduíche. Vou ficar bem. Agora pra cama com você. Não vou aceitar não como resposta."
Ela sorriu, e seus olhos brilharam. "Sim, senhor." Ela me deu um abraço rápido. "Me acorda até as três; não quero desperdiçar o dia todo."
Claro, às três horas eu estava parado no meu armário, pau duro pronto. Ativei o modulador de voz e toquei o som.
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
A nova câmera observando a cama dela capturou o movimento. Ela gemeu levemente.
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
A mãe sentou abruptamente. Vi que estava nua; nunca tinha se vestido depois do banho. Ela cambaleou da cama em direção ao armário.
Ding-ding-ding "Vera."
"Aqui, senhor. Estou aqui!" ela ofegou, ajoelhando na plataforma.
Coloquei meu pau pelo buraco. "Chupa, minha putinha sexy."
"Obrigada, senhor."
Ela foi devagar pra começar mas não levou muito pra esquentar, e logo estava recebendo o melhor dela. E o melhor da mãe era alucinante.
Ainda não conseguia superar como a mãe era boa chupadora de pau. Mais uma vez, tive que me perguntar qual era a merda do problema do pai.
A mãe parecia ansiosa de novo e estava chupando como se estivesse numa missão. Não estava tentando segurar. Então quando a vontade veio alguns minutos depois, fui com ela e gozei forte na boca doce da mãe.
Ela não queria parar e continuou até não sobrar nada.
"Muito bom, minha doce chupadora de pau."
Ela sorriu. "Eu... posso... você tem outro pra mim?" ela perguntou timidamente.
Não estava planejando, mas que diabos, né? "Você vai ter que trabalhar por esse."
Ela assentiu ansiosamente. "Vou. Eu quero. Obrigada, senhor. Obrigada."
Coloquei meu pau murcho de volta na abertura e a mãe começou. Levou uns bons cinco minutos pra me deixar firme o suficiente pra fazer muito, e provavelmente dez até estar realmente duro. Dei pequenos encorajamentos, simples reconhecimentos de uma palavra naquela voz profunda e poderosa. "Sim," "Bom," "Legal," "Perfeito."
Ela respondeu bem a cada um e deu o melhor. Ouso dizer que foram bons trinta minutos que ela ficou ajoelhada trabalhando no meu pau, mas no final, ela recebeu sua recompensa.
"Você é incrível, putinha Vera," disse.
"Obrigada, senhor. Quero ser incrível pra você. A melhor."
"Você está chegando lá." Não ia deixar ela saber o quão boa eu achava que ela era. Queria ela trabalhando pra se tornar ainda melhor.
Com isso, fechei o portal, desliguei a eletrônica e me vesti. Cinco minutos depois estava na sala de estar, relaxando, assistindo TV.
A mãe entrou e me viu. Ela correu até mim. Juro, não estou brincando, ela realmente correu, os seios sem sutiã balançando. Ela me deu um sorriso enorme e um beijo grande. Pude sentir o cheiro de porra no hálito dela, mas por algum motivo não me incomodou.
"Obrigada por me deixar tirar uma soneca. Quer fazer alguma coisa?"
"Claro," disse. "O que você tem em mente?"
"Jantar e um filme?"
Como eu poderia dizer não pra uma mãe tão feliz? "Parece perfeito."
Foi. Perfeito, quero dizer. Seguramos as mãos no cinema e comemos dos pratos um do outro. Conversamos sobre história, atividades favoritas do passado, eventos atuais, minha grade de aulas, o programa de exercícios dela. Ela estava obviamente fazendo dieta, comendo pouco mais que uma salada e peixe grelhado no jantar, enquanto eu me empanturrava. Precisava da minha energia.
Quando chegamos em casa, recebi o maior abraço do mundo assim que entramos pela porta. "Melhor jantar-encontro em anos," ela me disse. "Obrigada."
"Me diverti muito, mãe. Você é demais."
Ela sorriu, os olhos brilhando. "Ainda não, mas estou trabalhando nisso, prometo."
Pude me sentir corando quando ela me deu um aperto antes de soltar. "Te amo, mãe," disse.
"Eu sei, meu bebê. E Deus, como eu te amo." Ela pegou o celular. "Minha irmã está me ligando há horas, e tenho ignorado ela. Tenho que atender. Por que você não relaxa ou estuda um pouco? Vou dormir depois dessa ligação."
Entendi a dica.
A mãe deve ter ficado no telefone com a tia Carla por uma hora, sentada na varanda, bebendo sua água com gás e limão. Estava suando sobre o que estavam conversando, mas pelos sons da última conversa, a mãe não compartilhava muito das coisas pessoais dela com a irmã. Me senti seguro.
Estava deitado na cama, fazendo uma leitura leve, quando ouvi a mãe no corredor. Ela bateu na minha porta ao passar. "Vou dormir. Te vejo de manhã."
Foi o suficiente pra me tirar da cama, acariciando meu pau enquanto entrava no armário. Não fui um momento cedo demais. A mãe quase tinha me vencido lá e estava ajoelhada quando abri a portinha. Ainda estava ligando a eletrônica quando a mãe começou a me chupar.
Liguei o modulador de voz e ajustei o microfone. "Que chupadora de pau doce," disse. "Senti falta dessa boca."
Ela riu, antes de me engolir fundo e engasgar no meu comprimento algumas vezes. "Senti falta desse pau lindo."
"Todo seu, minha linda putinha. Todo seu."
Isso pareceu deixá-la feliz, e me permiti esquecer tudo exceto a sensação da boca talentosa dela. Achei que poderia me acostumar com isso algumas vezes por dia. Era uma ótima maneira de começar o dia, e uma puta maneira de terminar um.
Não tinha muita comunicação acontecendo. Chupadas da parte dela e o gemido ocasional da minha. Fechei os olhos e aproveitei a atenção. Quando ela teve o suficiente de brincar, começou a ficar séria. Soube imediatamente e logo estava sucumbindo aos talentos consideráveis dela.
"Termina na sua cara, putinha."
Ela ofegou enquanto tirava meu pau. "Sim senhor, me avisa quando."
A mãe voltou à chupada feroz e não foi um minuto depois que eu estava no meu limite. "Agora, linda."
Olhei pra tela do notebook e vi ela chicoteando a cabeça com a língua, enquanto a mão bombeava meu pau. Não era nem perto de tão bom quanto a boca dela, mas foi o suficiente. Com um grunhido, gozei e ela pegou na cara, uma série de jatos de porra cobrindo ela bem. Ela estava gemendo enquanto cada um acertava.
"Limpa."
"Sim, senhor." Ela me levou de volta na boca, chupando cuidadosamente até eu estar murchando.
Eu quis dizer pra ela limpar o rosto, não meu pau, mas não ia culpá-la por me colocar em primeiro lugar. "Agora seu rosto, não perde uma gota."
"Não senhor, não vou perder."
A mãe passou um dedo pelo rosto e lambeu limpo, repetindo o gesto de novo e de novo até ter certeza que tinha pegado a maior parte.
"Outro, senhor? Você tem outro pra mim?"
Meu Deus, a mãe era uma putinha gulosa. "Isso pode ser arranjado. Relaxa."
Dei uma pequena pausa, sentando e relaxando por um minuto, bebendo um pouco de água. A mãe ficou ajoelhada. Eu tinha que ficar em pé o tempo todo. Valia a pena mas era um pouco cansativo. Uma vez que tinha recuperado o fôlego, enfrentei o buraco e enfiei meu pau de volta nele. E minha mãe amorosa foi com tudo.
Não tinha certeza se tinha outro em mim, mas subestimei a mãe. Ela tinha me drenado bem, mas não ia deixar outra chance ser desperdiçada. "Meu Deus, eu amo esse pau lindo," ela disse, me acariciando com a mão uma vez que me deixou duro de novo.
"Bom, porque você vai receber muito dele. Agora chupa."
"Sim, senhor!"
Era tarde quando terminamos, dentro da boca quente dela de novo. Ela parecia incrivelmente satisfeita. "Muito bem, putinha. Você pode descansar agora."
"Obrigada, senhor."
Estava fechando a portinha quando ouvi ela falar. "Senhor?"
"Sim, minha linda chupadora de pau?"
"Eu... eu amo isso. Eu te amo."
"Claro que ama, lábios doces. Agora descansa. Você vai precisar."
* * * *
Continua…