Harém - Parte 5 - Sextas-feiras.

Da série Harém
Um conto erótico de Rafael
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2576 palavras
Data: 05/02/2026 19:17:48

Parte 5 – Sextas-feiras.

Eu me sentia realizado. Eu estava no céu enquanto tomava banho, e subi ainda mais alto quando, ao servir o almoço, o via sorrindo meio abobado para mim. Ele se jogou no sofá depois do almoço e não demorou a dormir. Eu fui para o meu quarto e acabei dormindo também. Acordei com ele batendo na porta. O quarto estava no breu, e eu estava tão relaxado que levei alguns segundos pra despertar realmente. Quando abri a porta, ele já foi falando.

- Não sei se você tinha planos para hoje à noite, mas se tiver, desmarca.

- Eu… não tinha… nada.

- Ótimo. Vamos fazer uma coisa hoje.

- Que coisa?

- Nada demais. Eu vou jogar online com meus amigos. Quero me exibir pros moleques. Mostrar minha putinha submissa pra eles ficarem com inveja.

- Me… mostrar? – Perguntei, sentindo um nó na garganta.

- Sim, sua puta estúpida. Não ouviu o que eu disse? – Falou, rude. Então, aveludando a voz, passou a mão nos meus cabelos enquanto dizia. – Pode ficar tranquilo. Não tem câmera, é só áudio. Eles só vão me ouvir usando você enquanto jogamos.

Eu sorri em concordância. Achei excitante a ideia de me expor indiretamente daquela forma, e confiava em Tomás. Por mais que só recentemente as coisas tenham esquentado, eu já o conhecia e dividia a república com ele há um semestre. Ele escolheu o que queria jantar e eu fiz com todo prazer do mundo. A única coisa que havia mudado, pelo menos até aquele primeiro momento, era a forma como tratávamos um ao outro. Eu o tratava com reverência, e ele me tratava da forma escrachada que usava agora. Apesar disso, ele continuava o mesmo contador de histórias que faziam a gente rir, e ainda era leve passar o tempo com ele. Depois do jantar, ele me chamou para o quarto dele. Me mandou sentar na cama enquanto preparava seu computador de mesa.

- Eu já vou entrar. – Disse, chamando minha atenção. Ele estava completamente nu, com o pau já em riste. – Entra aqui embaixo, venha cumprir sua obrigação de puta.

- Sim senhor. – Falei, entrando entre as pernas dele. Comecei beijando a cabeça de seu membro, chupando levemente, enquanto o ouvia dizer.

- Fala, rapaziada! O pai hoje vai jogar sendo mamado. – Falou, e então riu. Depois de alguns segundos, voltou a falar. – Porra, to falando. Arrumei um viadinho completamente submisso. Me trata como um deus e tudo o mais. – Um tempo de silêncio. – Só tive que tirar uma delas, mas eu vou fazer com que ele mude de ideia. - Mais risadas de Tomás. Eu só o chupava nesse meio tempo. Ele voltou a falar. – Mano, se vocês não acreditam, eu vou mostrar a vocês. – Ele riu antes de tirar o fone que usava. Com a outra mão livre, me puxou pelos cabelos para trás, tirando o pau da minha boca enquanto aproximava o microfone do fone da minha boca. – Fala oi pra esses betas, vagabundinha!

- Oi. – Falei, meio ofegante, ainda com um pouco de vergonha. Mas um fogo se acendeu em mim enquanto Tomás dizia. Só estávamos nós dois ali e uma plateia que não poderia nos ver, apenas ouvir.

- Diga a eles o que eu sou.

- Tomás é meu mestre pauzudo e gostoso. Eu morro de tesão em ser a putinha dele. – Falei, já sem pudor. E ele ainda me orientou a completar, o que eu fiz, repetindo exatamente o que ele sussurrava. – Tomás é um alfa, diferente de vocês, betinhas.

- Bom menino! – Falou, forçando minha cabeça novamente em direção ao seu pau e colocando novamente o fone. Eu voltei a chupar enquanto o ouvia se gabar. – Viram só? Viram como é obediente? E já voltou a engolir meu pauzão. – Mais risos. – Fala sério, Caíque, tu tá é com inveja. Todos vocês estão. Sempre quiseram uma putinha submissa assim, mas nunca tiveram uma.

Ele ria, gemia vez ou outra. Às vezes gritava com seus amigos, parecendo bravo, ou dava uns arranques que faziam seu pau fugir de mim, mas eu dava meu melhor. Outras vezes ele me xingava, narrava para os amigos o que eu estava fazendo, me mandava passar para seu saco, e eu obedecia a tudo. Fiquei bastante tempo mamando com afinco, revezando com o saco enquanto o masturbava. Eu olhava pra cima, em completa adoração, mas ele estava com os olhos fixos na tela, focado no jogo. De repente ele começou a gargalhar.

– Mano, vocês não valem nada. Mas eu vou fazer melhor pra vocês. Vou provar de uma vez que eu sou mesmo dono dessa vagabundinha aqui. Pera aí, vou ter de tirar o fone pra fazer isso. – Disse aos amigos. Ele tirou o fone de ouvido da cabeça e desconectou o fio que o ligava do computador. Eu ouvia tudo agora. Com a voz mansa, ele disse. – Putinha, os moleques querem que eu faça você se engasgar no meu cacete ou que eu bata na sua carinha. Qual você prefere?

- Eu… não sei. Me faça engasgar. – Disse, o olhando nos olhos. Ele me deu um tapa estralado no rosto.

- Resposta errada, vagabunda inútil. Eu vou te dar mais uma chance. Você quer que eu te faça engasgar ou bata na sua carinha? – Falou, rude. Como se fossemos sintonizados, eu entendi o que ele queria que eu falasse.

- Eu quero o que o senhor decidir. – Respondi. Ele sorriu e acariciou me rosto, e aquilo foi pagamento mais que suficiente pra toda aquela humilhação.

- Bom menino. Viram só, como eu já adestrei direitinho a puta!? Vocês tinham que ver os olhinhos dessa vadia olhando pra mim agora. Um viadinho mesmo. Senhores, em homenagem a vocês, ele vai querer as duas coisas. - Falou, arrogante, me enchendo de tesão. Ele fixou os olhos em mim e continuou, lentamente, como se me desafiasse a me entregar ainda mais. - Mas ouçam, ele vai agradecer primeiro.

- Obrigado, meu senhor. – Disse, sem desviar os olhos dele, comprando o desafio. Eu já sabia o quanto me excitaria inflar o ego dele perto dos amigos, então continuei, submisso. – Meu alfa sempre sabe o que é melhor pra mim. Obrigado por escolher o que eu quero.

Seus olhos brilharam para mim. O tempo parecia ter parado. Mesmo o burburinho que vinha do computador eu não ouvia mais. Tudo que existia era ele, olhando para mim do alto, com a expressão de vitória no rosto. Aquela era a minha vitória particular também. Ele acariciou levemente meu rosto e eu senti a energia que vinha dele. O momento foi quebrado por alguém, que falava pelo computador.

- O viado tá escutando a gente?

- Está. – Respondeu Tomás, sem tirar os olhos dos meus. – Está ouvindo tudo o que dizem.

- Diz aí, putinha, você vai querer mesmo que Tomás bata em você? Pode ser honesto com a gente. – Falou uma segunda voz. Eu ainda sustentava meu olhar nos dele, e só disse qualquer coisa quando ele me mandou responder.

- Sim. Eu quero que ele faça isso.

- Não é possível isso, Tomás. – Disse a primeira voz. – O que você tem que eu não tenho?

- A pergunta não é essa. – Respondeu Tomás. Só então nós paramos o contato visual. – Você devia se perguntar: o que eu sou que você não é?

Os amigos dele começaram uma algazarra, zoando esse primeiro garoto depois da resposta de Tomás. Ele chegou um pouco para frente, colocou o pau na minha boca e começou a enfiar com força, realmente me fazendo engasgar. Os amigos dele ficaram em silêncio por um tempo, como se quisessem ter certeza do que ouviam. Tomás deixou por um momento, até dizer.

- Estão ouvindo, sim!? A vagabunda engasgando no meu pau!? É assim que um alfa faz. Escutem, vou bater na cara dela.

Ele começou a me dar tapas enquanto me fazia engasgar nele. Os tapas eram mais ocos e barulhentos que doloridos. Eu sentia muito tesão fazendo aquilo, e isso dobrava quando escutava os amigos dele. Era quase que silêncio total, mas sempre que saía um som do computador, Tomás e eu nos excitávamos, e eu mesmo me engasgava voluntariamente no pau dele enquanto ele estapeava meu rosto. Nós nos olhávamos nos olhos e um reflexo de cumplicidade brilhava naqueles olhares cruzados.

- Senhores, eu estou prestes a gozar. – Anunciou Tomás, em voz alta. - Vou dar um mimo pra vocês. Podem escolher onde a puta vai ganhar gala.

- Na carinha. – Falou alguém, que foi apoiado em peso pelos outros. Mas Tomás ria pra mim, e eu senti que os planos dele eram outros.

- Eu já estou meio enjoado de jogar na carinha dele. Foi tudo que eu fiz até agora. – Falou. – Quero jorrar meu leite direto na garganta. Mas vamos deixar a puta participar um pouco. Onde você quer, vagabundinha?

- Onde o senhor disser que eu quero. – Respondi, quase automático.

- Bem, vocês ouviram. O viado também quer que eu goze na garganta dele.

- Ah, mas assim não vale. Ele vai escolher sempre a mesma coisa que você. – Reclamou um dos amigos dele.

- Você não disse que ia deixar a gente escolher? Agora vai cortar nosso barato assim? – Interpôs outro.

- Vocês estão muito emocionados. – Zombou Tomás. Ele não fodia mais minha boca, e estava me deixando chupar no meu ritimo. – Me precipitei deixando uns betinhas como vocês escolherem. Eu e a puta queremos gala na garganta dela, e assim vai ser. Mas, pra compensar, eu vou deixar vocês assistirem.

Eu parei na hora de chupar o pau dele. Olhei nos seus olhos com os meus arregalados de receio. Ele ria da minha reação enquanto os amigos dele vibravam e apoiavam pelo áudio. Enquanto eles só podiam ouvir, eu queria mesmo ser a puta mais submissa do mundo para Tomás. Me deixava a ponto de gozar vê-lo se gabar pros seus amigos e eu reiterar isso, dizendo como ele era, realmente, o maioral. Mas mostrar meu rosto… eu não queria aquilo. Tomás saiu andando nu pelo quarto, pegou uma cueca dele e voltou até mim. Erguendo a voz, falou.

- Eu vou abrir mão de ver os olhinhos dela brilhando pra mim na primeira vez que dou leite direto na garganta. Espero que isso mostre a estima que tenho pelos senhores.

Os amigos dele pareciam ovacioná-lo enquanto eu sentia meu estômago revirar. Ele pegou a cueca que trazia na mão e a colocou, aberta, sobre a minha cabeça. Como uma máscara. Desceu até que toda a parte superior do meu rosto estivesse coberta, do nariz para cima. Basicamente, só minha boca e queixo ficaram pra fora. Isso me acalmou um pouco, mas eu não tinha controle nenhum. Então, com uma mão me segurando, me guiou no rumo do seu pau e o enfiou na minha boca. Ele me xingava e voltou a me fazer engasgar, mas agora usava só uma das mãos pra fazer isso. Me mandou continuar me engasgando sozinho pois ia precisar da mão para bater na minha cara. A outra, eu sabia, ele segurava o celular, gravando minha humilhação para mandar para os amigos. Eu estava muito excitado, já com o pau para fora, me tocando, enquanto me esforçava para engoli-lo todo até que eu me engasgasse. Tomás comia minha boca com a rola, batia na minha cara, me puxava pelos cabelos, e assim se foi por uns dez minutos. Então ele me segurou com mais força, urrando, me fazendo ficar com os lábios colados à sua virilha. Eu não conseguia respirar, e quando senti os jatos quentes, comecei a engasgar ainda mais. Mesmo assim ele não me soltava e nem tirava o pau lá do fundo. Só me soltou depois que eu não senti mais nenhum jato de porra, e eu caí sentado no chão, respirando e tossindo com sofreguidão. Ele respirou pesado algumas vezes também e então, com a voz de comando, ordenou.

- Limpa meu pau com a língua, vagabunda. Deixa brilhando, como tava antes de você fazer essa bagunça toda.

- Sim… sim senhor. – Respondi, tentando me recompor e já ficando de joelhos novamente. Era minha obrigação fazer aquilo, e eu já estava a ponto de gozar. Eu lambi toda a extensão, e então suguei por umas duas ou três vezes o pau meia bomba, até senti-lo me empurrar de leve. Ainda assim, como fui pego de surpresa, caí sentado no chão, enquanto o ouvia dizer.

- Agora vocês vão ver uma puta gozar só por ser pisada por mim.

Eu senti uma pressão na minha cabeça, me levando para o chão. Era o pé de Tomás, eu sabia disso. Meu rosto tocou o chão, o pé dele em cima, pressionando, e eu apenas toquei no meu pau. Foi o suficiente para que eu explodisse em porra ali, no chão do quarto dele. Meu corpo se arrepiava e tremia enquanto eu ejaculava, e Tomás só tirou o pé de cima de mim quando me sentiu parar.

- Como se diz? – Perguntou, a voz firme.

- Obrigado, mestre. Obrigado, meu alfa. – Respondi, em transe, beijando seus pés, que repousavam do meu lado. – O senhor é o melhor.

- Viram só? É assim que se faz, seus punheteiros. – O ouvi falar. - Viram como a vadia gozou forte? Como beijou meus pés em completa devoção depois de me servir? Esse é o poder de um alfa de verdade.

Então ele voltou a se sentar na cadeira de frente ao computador. Eu continuei mais um tempo ali, no chão, me recompondo da incrível sensação que tive há segundos atrás. Eu tive mais prazer nas últimas horas que em toda a minha vida antes. Eu sentia a ardência na minha garganta, mas aquilo me enchia de felicidade e eu não podia ver a hora dele repetir aquilo. Eu tirei a cueca dele do rosto, e ele falava com os amigos.

- Mandei o presentinho lá no grupo, vocês viram? Pra ensinar vocês.

- Porra, eu tô vendo. – Falou um dos amigos. – Que delícia de puta, engole tudo sozinha.

- Caralho, e o gran finale? É um viadinho completamente submisso mesmo, você não estava brincando. Gozou sendo pisado e ainda agradeceu beijando seus pés. – Constatou outro. – Tomás, você teve a sorte grande.

- Da próxima eu quero ver a carinha dela. Quero ver antes e depois de estar coberta de porra. – Disse mais um. Os outros riram e concordaram. Até Tomás riu e entrou na brincadeira dizendo.

- Eu posso pensar no caso de vocês. Se forem bons meninos, o pai faz pra vocês verem ao vivo. Agora, se vocês nos dão licença, nós precisamos de um banho. Até sexta!

Foi a primeira vez que tomamos banho juntos. Tomás passava a mão levemente sobre meu corpo, como se quisesse me limpar da sujeira que ele mesmo fez, enquanto dizia estar orgulhoso de mim. Aquilo me enchia de uma felicidade que eu quase não entendia. No fim das contas, Tomás estava certo. Tudo que eu precisava para me sentir… completo… era da validação dele. Depois do banho, ele me chamou para conversar. Disse que estávamos entrando de férias e, como eu ia voltar para a minha cidade por aquele período, ele ia esperar eu voltar para tirar minha virgindade. Eu tinha medo e excitação com aquela ideia. O final de semana foi intenso. Eu nunca passei tanto tempo de joelhos na minha vida. Tomás parecia insaciável, e qualquer coisinha era motivo pra que ele me mandasse enfiar entre suas pernas e chupar seu pau. Todas as refeições, assistindo seus programas favoritos na TV, tomando banho… todas essas ocasiões vinham acompanhadas da ordem dele. E eu fazia como ele queria. Só uma coisa me preocupava: como seria a última semana de aula agora que eu tinha aceitado as regras dele.

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