Eu cheguei em casa depois de um turno longo no spa, os braços cansados de tantas massagens, mas animada pra relaxar. Aos 22 anos, eu adorava meu trabalho como massagista – era terapêutico, íntimo, e me fazia sentir útil. Minha mãe, de 45, estava lá na sala, se contorcendo de dor nas costas. "Filha, me ajuda aqui? Tá doendo pra caramba", ela pediu, com aquela voz exausta que me partia o coração. Nunca pensei em nada além de ajudar – era só uma filha cuidando da mãe, como sempre. "Claro, mãe. Deita no quarto que eu pego minhas coisas", respondi, pegando a bolsa com óleos e toalhas.
Ela se deitou de bruços na cama, tirando a blusa e o sutiã, ficando só de calcinha. Acendi uma luz suave e espalhei uma toalha embaixo dela. Peguei o óleo de lavanda – meu favorito, com um toque quente que relaxa os músculos fundo. Derramei nas mãos, esfregando pra aquecer, e o cheiro encheu o quarto, calmante e um pouco inebriante. Toquei as costas dela primeiro, espalhando o óleo devagar, sentindo os nós tensos na lombar. Ela gemeu baixinho, e meu corpo reagiu sem eu esperar – um calorzinho subiu no meu peito, como se o toque estivesse ecoando em mim também. Ignorei, focando na técnica: círculos ritmados, pressão firme. "Aqui dói mais, né?", murmurei, ajoelhando em cima dela pra apertar melhor, minhas coxas roçando nas nádegas dela por acidente. Meu coração deu um pulo, um formigamento involuntário lá embaixo, mas pensei que era só o cansaço do dia.
Continuei descendo pras coxas, abrindo um pouco as pernas dela pra alcançar os músculos internos. O óleo escorria, viscoso e quente, deixando tudo escorregadio. Sem querer, o quadril dela se mexeu pra cima, e eu senti um arrepio automático, minha respiração acelerando. "Relaxa, mãe", disse baixinho, mas minhas mãos tremiam um pouquinho agora, roçando as laterais dos seios dela sem intenção. Meu top esportivo de repente parecia apertado, os mamilos endurecendo contra o tecido – não era pra ser assim, juro, mas o óleo, o calor da pele dela, estava criando um clima que eu nunca tinha imaginado com ninguém, quanto mais com ela. Parei por um segundo, confusa, mas continuei, achando que era só a proximidade.
Ela se virou de barriga pra cima pra eu massagear os ombros, e ajudei, derramando mais óleo no peito dela. Nossos olhos se encontraram, e tinha uma faísca ali que me pegou de surpresa – confusão, mas também algo quente. Minhas mãos desceram pros seios, massageando os peitorais, mas os polegares roçaram os mamilos endurecidos. O corpo dela arqueou, e o meu respondeu no mesmo instante, um calor úmido crescendo entre as pernas sem controle. "Mãe... espera", sussurrei, mas minha voz saiu rouca, e em vez de parar, segurei ali, sentindo o tremor dela ecoar no meu. Ela corou, e eu vi que não era só eu – o suor brilhando na pele dela, os lábios entreabertos.
Tudo rolou sem plano, como se o corpo tomasse a frente da mente. Puxei ela pra mim, ou ela me puxou, não sei – nossos lábios se tocaram num beijo hesitante que virou urgente, línguas se entrelaçando. Tiramos as roupas, o óleo se espalhando por toda parte, peles quentes e escorregadias. Subi em cima dela, entre as pernas, e nossas vulvas se roçaram por acidente no movimento – mas o atrito, meu clitóris no dela, mandou uma onda de prazer que me fez rebolar devagar, involuntária. "Mãe... o que tá acontecendo?", murmurei, mas já gemia baixinho, o óleo facilitando o deslize molhado. Era automático, o prazer crescendo sem permissão; ela agarrou minhas nádegas, puxando mais forte, nossa umidade se misturando, gemidos preenchendo o quarto.
Invertemos, ela agora por cima, e meu corpo se arqueou pra encontrar o dela, me movendo pra frente e pra trás sem pensar. Sentia o clitóris inchado roçando no dela em ângulos perfeitos, ondas de eletricidade subindo. "Não para, mãe... tá incrível", gemi, as unhas cravando nas costas dela onde eu massageava antes. O som dos corpos se chocando era cru, real – suor, óleo e excitação escorrendo pelas coxas, tudo guiado pelo instinto.
Viramos de lado, pernas entrelaçadas como tesouras, rostos colados. Nessa posição, era mais perto, beijos se misturando aos movimentos laterais, o óleo tornando cada roçada suave e intensa. Minha mão desceu pro quadril dela sem eu mandar, guiando o ritmo, sentindo os lábios dela se abrindo contra os meus, o calor pulsando. "Nunca pensei nisso, mãe", confessei entre suspiros, mas o corpo acelerava, a mente se rendendo ao que tinha começado sozinha.
Por fim, de joelhos, eu na frente e ela atrás, pressionando a vulva nas minhas nádegas escorregadias. Tribando de trás, o óleo escorrendo pelas curvas, uma mão dela descendo pra estimular meu clitóris enquanto se movia. O ângulo era novo, profundo, e meu corpo tremia incontrolável. "Ah, mãe... eu vou gozar", choraminguei, o orgasmo explodindo em ondas, nós duas caindo juntas na cama, corpos entrelaçados e cobertos de óleo, a mente aceitando o inesperado.
A massagem tinha virado algo proibido que nos pegou de guarda baixa. Nunca imaginei, mas agora era real, e inesquecível.