Uma sessão matinal legal no nosso glory-hole foi seguida de uma longa caminhada no parque. Ela queria andar por pelo menos uma hora. Estava disposto o suficiente. Ela estava bufando e ofegando depois de dez minutos, mas vou dizer isso sobre a mãe, ela não desiste.
"Estou tão orgulhoso de você, mãe," disse enquanto ela se apoiava no carro, recuperando o fôlego. "Você consegue fazer isso. Sei que consegue. Você vai ser a mãe mais gostosa da região."
Ela sorriu. "Uma MILF?"
"E muito mais."
Ela se virou e me deu um abraço. "Você é demais, Rodrigo. Não te mereço."
"Claro que merece."
Ela riu e puxou minha cabeça pra baixo pra um beijo quente e gostoso. "Melhor filho de todos."
"Melhor mãe do universo," provoquei, minhas mãos vagando pra baixo e dando tapinhas na bunda dela.
Ela corou. "Se comporta, bebê. Não é hora nem lugar, né?"
"Não senhora."
Ela agarrou minha mão. "Vamos, estou morrendo de fome. Vamos pro Nattu."
Contive meu gemido. Teria preferido muito mais o Madero, mas estava disposto a apoiar a mãe na missão dela.
"Quando você tem que voltar?" ela perguntou enquanto beliscava a salada de quinoa com legumes grelhados.
"Essa noite. Tenho um grupo de estudos de manhã."
A mãe fez biquinho. "Então vamos ter que aproveitar ao máximo o tempo que sobrou."
De volta em casa, a mãe parou logo dentro da porta e me deu um abraço grande. Ela me chocou um pouco quando colocou minhas mãos na bunda dela. "Muito melhor hora e lugar, não acha?" ela provocou.
Era uma retaguarda substancial, mas se sentia bem nas minhas mãos. "Muito melhor. Te amo, mãe." Então a beijei. De verdade.
Quando terminamos, ela olhou pra mim com lágrimas nos olhos. "Vou tomar um banho e depois relaxar no meu quarto."
"Parece um ótimo plano pra mim."
Vinte minutos depois meu pau duro estava de volta na boca quente da mãe.
"Tenho que ir," disse, naquela voz artificial.
"Eu sei."
"Vou voltar logo. O mais rápido possível."
Ela estava esfregando o rosto por todo o meu pau, beijando e lambendo. "Esse fim de semana?"
"No máximo."
Ela assentiu, então beijou a cabeça do meu pau. "Eu... vou ser fiel a você. Nenhum outro pau."
"Bom. Ficaria muito infeliz de descobrir que minha putinha pessoal estava desperdiçando os talentos dela com os indignos."
Minhas pernas estavam tremendo antes dela chupar o terceiro de mim. Ia ter que descobrir algo pra fazer sobre isso.
"Você é incrível, minha linda chupadora de pau," disse enquanto tentava me recompor.
"Isso é tudo que sempre quero ser pra você, senhor. Incrível. Sua putinha amorosa. Sua chupadora de pau pessoal sob demanda."
Ri, "Excelente, estamos na mesma página."
Fechei tudo e fui pra sala de estar. A mãe se juntou a mim alguns minutos depois. Ela gritou quando a puxei pro meu colo. "Rodrigo!"
Abraçando ela forte, esfregui o nariz no cabelo dela. "Tenho que ir logo. Não quero dirigir no escuro."
Ela assentiu, fazendo biquinho.
"Esse foi o melhor fim de semana de todos. Estou tão feliz que você está melhorando."
A mãe suspirou, encostando a cabeça no meu ombro. "Vou sentir sua falta."
"Eu também, mãe. Mas volto logo."
"Esse fim de semana?"
"No máximo."
Ela sorriu. "Liga antes. Quero estar pronta pra você."
"Você sabe que a aula acaba em três semanas."
Ela assentiu, "Eu sei."
"Essas férias de verão vão ser incríveis. Eu sei. Eu simplesmente sei."
Vi aquele olhar travesso nos olhos dela. "Você acha?"
"Eu sei."
"Aposto que você está certo."
"Te amo, mãe."
Ela se virou e me beijou, longo e profundo. "Eu te amo, bebê. Mais do que uma mãe deveria. Volta logo pra mim."
"Vou. Segue o plano e se comporta, tá bom?"
Ela corou. "Vou, prometo."
* * * *
"Vai pro seu quarto, mãe."
Ela me olhou, surpresa, então sorriu. "Sim, senhor!"
Levou uns bons trinta minutos pra ela me drenar de novo. "Você é incrível, minha putinha sexy."
Ela riu, ainda brincando com meu pau murchando. "É tudo que eu quero ser. Incrível pra você. Sua putinha amorosa."
Fechei a porta, desliguei a eletrônica e esperei a mãe do lado de fora da porta dela. Ela pegou minha mão e caminhamos de volta pra sala.
"O que você quer fazer essa noite?" perguntei.
"Só relaxar com meu menino. Fiz lasanha pra você."
"Sua lasanha boa?"
Ela assentiu. "Fiz bastante. Amanhã é meu dia do lixo, então vamos comer no jantar também."
Comemos e me empanturrei, enquanto ela beliscava seu peito de frango sem pele e sem osso. Depois nos jogamos no sofá. A mãe estava ficando bem ousada, enroscada em mim, a mão no meu colo. Os dedos dela fazendo rabiscos na minha virilha. No meio do segundo episódio, eu estava duro como pedra.
"Intervalo rápido?" a mãe perguntou, o dedo dela correndo pra cima e pra baixo no meu pau.
"Funciona pra mim."
"Te encontro aqui de novo?"
"Perfeito."
Quase corremos pros nossos respectivos quartos. Nem me preocupei com a eletrônica, e a mãe não disse uma palavra. Enfiei meu pau no buraco e suspirei quando a boca da mãe o engoliu.
Meia hora depois estávamos de volta no sofá, aconchegados. "Te amo tanto, Rodrigo," a mãe sussurrou.
"Eu sei, mãe. Você sabe como mostrar isso."
"Você também, docinho. E quero dizer isso no sentido mais literal. Docinho."
Isso foi o mais perto que chegamos de falar sobre o assunto.
Deitamos no sofá juntos, a mãe na minha frente. Estava abraçando ela, e deixando minhas mãos vagarem mais do que deveria. Não era como se ela fosse me impedir.
"Amo isso," disse a ela, minha mão dentro da blusa dela, brincando com os peitos grandes.
"Eu também, meu bebê. Eu também. Me avisa se precisar de um intervalo."
Ela empurrou a bunda de volta contra mim, rebolando contra minha ereção. Não faço ideia de como era possível, mas eu estava duro pra ela de novo. "Daqui a pouco. Não quero me mexer agora. Estou feliz demais."
A mãe ronronou enquanto eu cutucava meu pau pra frente e pra trás entre as nádegas dela. Os mamilos dela eram como dedais, quase tão grandes, e possivelmente mais duros. Estava roçando o pescoço dela, e considerando quebrar todas as nossas regras não ditas.
"Você consegue guardar um segredo, Rodrigo?" a mãe sussurrou.
"Você sabe que consigo," disse a ela.
"Esse é grande, ninguém pode saber. Nem minha irmã, nem ninguém. É muito importante pra mim."
"Seu segredo está seguro comigo, mãe. Juro."
Ela se virou, pegando minha mão e colocando dois dedos na boca. Ela chupou eles enquanto me encarava. Quando parou, cobri a boca dela com a minha. Minha mão desceu pra apalpar a bunda dela.
Quando terminei de beijá-la, ela sorriu, então moveu minha mão. "Se comporta, meu bebê. Existem regras, sabe."
"Sim, senhora."
Ela se aconchegou em mim. "Meu segredo..."
"Me conta, posso guardar."
"É você. Você é meu segredo. Você é minha recompensa na meta. Quando eu alcançar minha meta, ganho você. Completamente. Só quando eu for digna de você. Só então."
Ela olhou pra mim nervosa, corando.
"Melhor. Meta. De. Todas," disse.
"Sério? Você não está bravo?"
"Bravo, você está louca? Te amo, mãe. Vou ser o que você precisar. O que você quiser. O que te deixar sã e feliz. E se isso significa ser sua meta, bom, não poderia estar mais feliz."
"Você me faz feliz, Rodrigo. Não fiquei tão feliz em, bom porra, não consigo lembrar. Vou conseguir. Vou ser digna de você, vai ver."
"Isso é bobagem, mãe, você já é digna de mim, e muito mais."
Ela balançou a cabeça, passando a mão pelo meu corpo, parando com ela em cima do meu pau dolorido. "Não sou. E não quero você dizendo que sou. Preciso estar feliz com como pareço, como me sinto, antes de poder estar totalmente feliz com... você sabe."
"Vou esperar. E vou torcer por você, e ser o que você precisar na sua jornada."
"Promete?"
Assenti. "Preciso que você vá pro seu quarto agora, mãe. E não enrola."
"Sim, senhor." Recebi um beijo rápido antes de corrermos pelo corredor pra eu poder estar entre os lábios maravilhosos da mãe de novo. E de novo.
* * * *