A Saga De Sabrina - Parte 1

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 2213 palavras
Data: 06/02/2026 00:51:03

### A Saga da Sabrina

Tô batendo na porta dos quarenta agora, sou um tiozão casado, pai de família, vida ganha. Mas lá pelos meus vinte anos, no início da faculdade, eu tinha fama de ser o maior "caçador de potranca" do campus. Meu tipo era claro: morena, alta, daquelas com pernão de jogadora de vôlei e pele cor de jambo. Se tivesse sotaque do interior ou do Nordeste, melhor ainda, mas eu encarava qualquer brasileira que se encaixasse no perfil "cavalona". Tive uns namoros sérios, mas na real eu passava o rodo na calourada e nas veteranas. Um desses namoros foi com a Mari. Família tradicional, descendente de italianos, brava feito o cão. Não tenho grandes histórias com a Mari porque era tudo muito "papai-e-mamãe" rapidinho no meu quarto da república sempre que a gente matava aula, a saia jeans dela levantada, calcinha no tornozelo. Mas o corpo dela... putz. Ela se mantinha rasgada de definida jogando nos times da atlética, principalmente handebol e futsal. E quem jogava no mesmo time era a Sabrina.

A Sá e eu éramos unha e carne. Não diria que ela era "sapatão" nem nada, ela gostava de se arrumar pra balada, mas tinha um jeito meio moleca de ser. Amava futebol, sabia escalar a seleção de 94 de cor. Ela era engraçada pra caralho. A gente tinha o mesmo gosto meio nerd, meio cult: filmes do Tarantino, baixar série pirata na internet discada, essas coisas. Viramos melhores amigos rápido. Parte porque ela era foda de conviver. Parte porque, enquanto eu morava numa república caindo aos pedaços com mais quatro marmanjos que não lavavam a louça, a Sabrina morava com os pais, que eram podres de rico num condomínio fechado. A casa dela, com piscina e ar condicionado, era meu refúgio. Mas, principalmente, era porque ela era gente fina. A Mari morria de ciúmes. Não gostava do grude e a gente acabou terminando. Eu achava a Mari burra demais. Ela não via que a Sabrina não tinha nada a ver comigo?

Geral sabia que eu gostava das "Scheila Carvalho", das morenas de parar o trânsito. Esse era meu tipo. E a Sabrina? A Sabrina era o oposto. Era um chaveirinho de gente, não tinha nem 1,60m. Branquela azeda, cheia de sardas, e com um cabelo vermelho fogo natural. A gente vivia discutindo sobre o corpo dela. Ela dizia que era "gordinha", eu dizia que ela era "gostosa compacta". Mas vou te falar, a mulher era cheia de curva. Tinha peitos enormes que precisavam de sutiã reforçado pra aguentar o tranco no futsal. Cinturinha fina de pilão e os quadris... nossa senhora. O quadril dela abria de repente. E a bunda? Puta que pariu, a bunda dela era uma coisa de outro mundo, redonda, empinada, parecia desenhada a mão. Eu sei que disse que ela não era meu tipo, mas meu pau parecia ter vida própria e, volta e meia, eu me pegava manjado a retaguarda daquela ruiva invocada.

Então, éramos isso: a Sabrina e eu. Ambos no segundo ano da faculdade, com 19 ou 20 anos na cara. E por uns seis meses fomos melhores amigos platônicos inseparáveis. Vocês já sabem onde essa merda vai dar. Como eu disse, passava muito tempo na casona dela e os pais nem ligavam. Filha única, meio mimada. O pai dela, um figurão do Direito, gostava de mim porque eu compartilhava dos interesses dele — futebol e política — e eu estava fazendo um curso de "gente grande" (Engenharia), comparado à filha que fazia Artes Visuais e vivia suja de tinta. A mãe dela me adorava porque, aos 19, quando eu queria, eu era um lorde, educado pra caralho, aquele genro que toda sogra pede a Deus. A Sabrina brincava que eu queria era pegar a mãe dela (uma coroa conservada no formol). De qualquer jeito, eles gostavam de mim. E não tinham a menor preocupação da gente ficar sozinho em casa. Se bobear, acho que eles ficavam preocupados era da gente *não* estar transando.

Um dia, vou para a casa da Sabrina depois da aula, no meio da tarde, matar o tempo antes de pegar o busão pra minha república. Não lembro porquê. Acho que tínhamos matado a última aula e fomos ver MTV ou jogar Playstation. Mas acabamos jogando conversa fora, tomando uma cerveja que roubamos da geladeira do pai dela e curtindo a companhia um do outro no quarto dela, no andar de cima, com o ar condicionado no talo. Sinceramente, não faço ideia do que a Sabrina vestia da cintura pra cima. Essa memória se perdeu no tempo. Mas lembro perfeitamente que ela usava aquele shortinho de moletom cinza, bem curto, do tipo que a gente usa pra dormir, que abraçava aquela bunda grande com força. A Sabrina era o tipo de garota que, não importava o quão folgada fosse a roupa, a bunda dela marcava presença, "comendo" o tecido.

Em certo momento, ela começa a me zoar sobre meu gosto para mulher. Era o passatempo favorito dela. Nós éramos universitários, ela super "miçangueira de humanas" e adorava me zoar por ser um "coxinha" que só queria uma "bela, recatada e do lar" pra casar, mas que na rua só corria atrás de "piriguete". E então ela faz algo que nunca tinha feito. Ela joga o próprio corpo na roda.

— Eu diria que você só quer uma bunda tipo daquelas dançarinas de axé, mas a minha raba dá de dez a zero em qualquer tábua que você já pegou.

Eu rio, dou um gole na cerveja e digo:

— Sá, para de viajar, você não é meu tipo, sabe disso.

Aquilo foi o pano vermelho para essa tourinha brava. Ela bufou, cruzou os braços e começou a falar que eu não aguentaria ela. Que ela ia me desmontar em dois tempos. Eu continuo rindo, o que só deixa ela mais pilhada, e então ela solta a frase que mudaria nossas vidas pra sempre:

— Aposto cinquenta conto que faço você gozar em cinco minutos usando só a minha mão.

Eu rio de novo, mas dessa vez o riso morre na garganta. Ela parecia estar falando sério, com aquele brilho de desafio no olho. Ela me empurra no peito, me derrubando na cama.

— Ah é, duvida, otário? — ela diz, e eu tô fodido. O que caralhos você responde pra isso? O que você diz pra sua melhor amiga falando que te bate uma punheta em cinco minutos? Eu gaguejo algo dizendo que duvido que ela tenha essa manha toda, e nosso destino está selado. Somos competitivos. Não íamos deixar barato.

E então, lá estou eu, sentado feito um idiota na beirada da cama box dela, enquanto a Sabrina abre o zíper da minha calça jeans e pesca meu pau meia-bomba pra fora da cueca. Ele fica lá, meio solitário, saltando pra fora enquanto a Sabrina senta ao meu lado, cruzando as pernas de índio.

— Tá esperando o quê, a banda passar? — pergunto com a voz fina e fraca.

A Sabrina revira os olhos e aponta pro rádio-relógio digital na mesa de cabeceira. Ela está esperando os números virarem para 15:47 para sabermos exatamente quanto são cinco minutos. Invejo vocês com cronômetro no celular hoje em dia, a gente vivia na idade da pedra.

Nesse ponto, acho que ganhei a aposta. É a Sabrina. Minha melhor amiga, totalmente vestida, que nem é meu tipo. Eu aguento cinco minutos, tranquilo. Minha confiança nem se abala quando vejo a Sabrina cuspindo na palma da mão, deixando tudo bem lubrificado com a saliva dela. Eu aguento. O relógio bate 15:47, ela agarra meu pau com firmeza e começa a bombear com entusiasmo. Ok. A pegada dela é perfeita, técnica de quem sabe o que faz, e o braço dela vira um borrão, mas ela não vai manter essa velocidade. Estou bem. E então aquela baixinha maldita solta o plano secreto.

Ela encosta a boca no meu ouvido, o hálito quente batendo no meu pescoço, sem parar de bater pra mim nem por um segundo, e sussurra:

— Sabe o que a Mari me contou sobre você naqueles dias que a gente se trocava no vestiário?

Eu solto um "o quê?" engasgado, tentando não gemer.

— É... Sobre como você é obcecado pelo "anel". Sobre como você vivia pedindo, implorando pra enfiar seu pau no cuzinho dela, mas ela nunca deixava porque tinha medo de doer.

Aquela anã desgraçada. Aquela tampinha ardilosa do caralho. A Sabrina continua me masturbando, apertando a cabeça do meu pau a cada descida, enquanto começa a derramar veneno erótico no meu ouvido. Ela me conta como a Mari ficaria gostosa com meu pau enterrado no rabo dela. Sobre as caras de choro e prazer que ela faria. Sobre como a bunda bronzeada dela ia ficar linda toda melada com a minha porra escorrendo. Eu olho pro relógio em pânico. Como caralhos ainda é 15:48?!?! Eu engulo em seco. Eu aguento. Eu consigo.

— Quer saber um segredo, Marcos? — A Sabrina sussurra, a voz rouca. Eu não falo nada. Estou focado no plano do silêncio estoico. Não negocie com terroristas. — Eu adoro dar o rabo. Puta que pariu, como é bom. Minha bunda gorda sendo arrombada por um pau duro. E o seu pau é bem feitinho... Acho que ele ia ficar lindo desaparecendo no meio das minhas bandas.

Ela continua falando. Continua descrevendo a sensação, mas eu perco o foco. Porque agora eu estou pensando numa coisa só. Foder o cu da minha melhor amiga. Aquele rabo imenso e macio. Estou latejando na mão dela. Ela ri, aquela risadinha de quem sabe que ganhou. Ela sente meu pau pulsando.

— Uuui... Você quer me comer no cuzinho, Marcos? Quer?

Eu odeio ela. Eu odeio essa diaba ruiva. Eu olho pro relógio. 15:49. Jesus Cristo. Já era. Então ela muda a posição do corpo, ainda me masturbando freneticamente, mas a boca dela agora está pairando logo acima da cabeça do meu pau. Sinto a respiração quente dela na minha pele sensível.

— Eu pensei que era só com a mão! — eu gemo, quase sem ar.

Ela responde, os lábios roçando na uretra:

— E é... mas a gente não quer fazer sujeira no tapete da minha mãe, quer?

Eu percebo que estou prestes a gozar dentro da boca da minha melhor amiga. Mais do que isso, agora que ela se inclinou sobre o meu colo, aquele shortinho cinza empinou e a bunda dela está na minha cara, ou pelo menos o contorno dela. A ideia de estar atrás daquilo, de estar *dentro* daquilo, me joga do precipício.

— Ai caralho, Sá... — eu gemo alto, caindo pra trás na cama dela, minhas bolas revirando. Eu olho pro teto em êxtase, esperando aquele momento mágico dos lábios quentes e úmidos dela envolvendo meu pau.

Eles nunca vêm.

Em vez disso, aquela ruiva filha da puta puxa o rosto pra trás no último segundo, rindo, enquanto acelera a punheta pro clímax. Eu percebo o que vai acontecer, mas minhas bolas já perderam o controle e meu pau vira um vulcão em erupção. Minha calça jeans é bombardeada. Minha porra espirra pra todo lado: no jeans escuro, na minha própria barriga, nas minhas bolas e na mão da Sabrina.

— Nem quatro minutos! — ela ri, triunfante, limpando um respingo na coxa.

Eu vejo ela lambendo um pouco da porra que caiu no dedo dela, provocando. Aquilo devia ter me deixado pronto pro segundo round na hora, mas eu estava preocupado demais com a desgraça da minha calça. Eu agarro a primeira coisa que vejo, uma camiseta velha dela, e tento limpar a bagunça, com ela reclamando que era a favorita dela, mas não adianta. O grosso saiu, mas ficaram aquelas manchas brancas, duras e denunciadoras no jeans.

— Sabrina, eu tenho que pegar o ônibus pra casa! — eu grito com ela, xingando ela de tudo quanto é nome.

Ela gargalha e aponta que eu devia vazar logo antes que os pais dela chegassem e vissem a "obra de arte". Eu encaro ela, incrédulo, percebendo que ela vai me fazer atravessar a cidade naquele estado. Eu junto minhas coisas correndo, fecho o zíper com cuidado pra não prender nada, tento ajeitar a camiseta pra cobrir o volume e as manchas, e vou saindo.

Antes de ir, paro na porta do quarto.

— Você falou sério? Sobre... — eu não consigo terminar a frase. Sobre dar o cu.

Ela me olha no fundo do olho, fica super séria por um segundo, e então diz:

— Desculpa, Marcos, mas você não é meu tipo. — E fecha a porta na minha cara.

E foi assim que eu tive que pegar o "intercampi" e depois o circular lotado pra casa com a calça claramente gozada. Uma velha beata, segurando um terço, ficou me encarando a viagem inteira, e não de um jeito bom. Era mais num jeito de "será que eu chamo a polícia ou o padre?". Eu desci no meu ponto correndo e me enfiei na república. Tive sorte: meu colega de quarto, o "Rato", não estava, e eu pude trocar de roupa e amuar em paz.

Porque, veja bem, eu estava puto. Incrivelmente puto. Não por causa da mancha na calça. Mas porque eu tinha acabado de perceber que estava absurdamente, incontrolavelmente atraído pela minha melhor amiga, a Sabrina. E pelo rabo dela.

***

Continua!! Aguardem a próxima parte!

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