Pai Separado - Capítulo II

Um conto erótico de Nando Khury
Categoria: Heterossexual
Contém 2157 palavras
Data: 06/02/2026 19:08:49

As garotas já estavam de pé quando acordei. Meu olhar cruzou com o de Juliana, voltando para dentro de casa. Vestia um short curtíssimo, ajustado ao seu corpo, e uma camiseta que mantinha amarrada acima da cintura, mostrando seu umbigo.

Cacau, minha caçula e a prima, estavam de biquíni, na beira da piscina, mas Juliana não parecia vir do mesmo lugar, seu corpo estava suado e não parecia água o líquido que escorria.

— Bom dia, tio. — disse entrando na cozinha, vindo em minha direção. — viu, acordei cedo, até deu tempo de correr na praia. O senhor não vai fazer exercício? — grudou o corpo ao meu, sorriu provocante, abrindo a geladeira em busca de uma garrafinha d’água.

— To vendo. Tava boa a corrida? Talvez eu vá de tarde.

— Ooo se tava. Só não tava melhor que minha companhia ontem de madrugada.

— Você não devia falar sobre isso aqui — recreminei.

— Fica tranquilo, não quero que ninguém saiba. Só queria deixar claro que eu gostei muito.

Fiquei mudo, a vendo beber água, lambendo levemente o gargalo da garrafa. A água escorreu no seu peito, sem causar grandes estragos, já que a camiseta estava completamente suada.

— Ahh, encontrei meus pais na praia e eles disseram que veem hoje de noite. Amaram seu convite.

— Que bom, quem sabe com ele por perto você se comporta mais.

— Me comportar como? - fingia inocência.

- Sem deixar ele ver que você é uma putinha - disse no pé do seu ouvido.

Aquele cheiro de suor, os resquícios de areia em suas canelas, me deixaram de pau duro. Sabendo que a noite não seria nada fácil com ela por perto.

E ela chegou rápido.

O dia passou voando, comigo sabendo que alguma provocação aconteceria entre ela e eu. Confabulei muitas maneiras de come-la de novo, pensando em como poderia fode-la durante a festa. Mas quando vi seus pais, meus grandes amigos, tirei a ideia mente.

Mesmo com ela enfiada em um vestido todo branco, que apesar de longo, tinha uma fenda absurda, desde a sua virilha até o sapato, com a torneada e musculosa perna esquerda exposta. Somada a um decote em V que parava perto do seu umbigo. Os seios em que eu mamara na noite anterior estavam bem apartados, quase aparecendo através do tecido fino.

Eu estava de bermuda de sarja e uma camisa de botão bege. Nada absurdo, mas realçava meus músculos.

Olhava o Peru assando, todas pessoas já estavam no jardim, quando ela se aproximou.

- Precisa de ajuda com o seu peru? - Perguntou abusando do duplo sentido.

- Você já ajudou com ele ontem - respondi fazendo pouco caso.

- Eu estava falando do que está assando, mas se quiser posso provar o outro, como provei ontem. - Juliana passava perigosamente perto do meu corpo. - O senhor está muito cheiroso, tio.

- E você está uma delícia nessa roupinha de puta chique.

- Obrigada. - Ela amava ser xingada. - Deixa eu provar o seu peru?

- Você faz muito barulho quando tá sentando nele. Tem muita gente na casa, não seria bom.

- Mas ele vai estar na minha boca, aí eu nem consigo gemer. Ninguém ia notar.

- E você quer me mamar aqui, no meio da cozinha? - Coloquei o peru de volta no forno, faltava pouco para ele ficar pronto.

- Não. Seu escritório é aqui perto. A gente entra lá, o senhor senta na cadeira e eu fico de quatro, bem na sua frente. - Me olhava nos olhos, passando a mão na fenda, revelando a bucetinha, sem nenhuma calcinha escondendo ela.

Não resisti.

- Vai pro banheiro e tranca a porta. Vou bater 3 vezes e você vai abrir.

Juju não respondeu.

Saiu da cozinha imediatamente, seguindo para o lado contrário de onde acontecia a festa. Seu rebolado sumiu pelo corredor que dava acesso ao banheiro principal da casa, que pouca gente estava usando, já que tudo acontecia no jardim e em nosso quiosque havia dois banheiros, muito mais simples de serem usados.

Não demorei nem um minuto para segui-la.

Cheguei em frente à porta e tentei abrir, só para saber se ela era obediente.

Porta fechada.

Dei as três batidas e ela abriu imediatamente.

Entrei a beijando. Nossas bocas se encontraram mais ferventes que a gordura do outro peru.

Tranquei a porta e conferi a maçaneta para me certificar, afundava a outra mão no tecido do vestido, apertando seu rabo.

Juliana tirou a mão de trás do seu corpo e colocou direto entre a fenda.

- Olha como você me deixa, tio. Todinha meladinha. - Sua buceta escorria.

- Isso tudo é vontade de ganhar pica de novo.

- Espero que acredite que foi a melhor foda da minha vida, ontem. Pra você pode ter sido mais uma ninfeta puta que mete, mas eu tava realizando o sonho de dar pro homem que sonhei em fuder desde que eu era uma criança - ria sem desgrudar a boca da minha, abrindo minha bermuda.

Quando fez menção em se abaixar, a virei com brutalidade. Mexi as pernas para a bermuda cair e tirei a pica, pulsante. Puxei seus cabelos com força, perdendo minha mão de vista em meio aos seus volumosos cachos dourados.

- Que isso, tio. Se meter em mim eu não garanto que consiga ficar sem fazer barulho - ria provocando, empinando a bunda, mordendo o lábio, se piscando.

Puxei seu vestido, mostrando o rabo delicioso, abri a bunda e dei um tapa nela, forte, estridente.

- Aiiii, tio. Eu não sou tão má pra merecer apanhar assim.

- É tão má que merece levar pica no cu! - Passei o polegar nas pregas fechadas, tentando enfiar o dedo.

Ela retraiu o corpo, me encarando pelo espelho.

- Já disse que no cu não, tio. O cuzinho não entra nada.

Puxei os cabelos com força, seu rosto inclinou, seu olhos arregalaram. Cuspi. A saliva caiu no seu rego e escorreu até as pregas.

- Me fode, tio. Põe logo na minha xoxota. Você já viu que ela tá babando pela sua rola. Soca na minha buceta vai.

Jogou a bunda para trás é a buceta engoliu minha pica. Tirei ela, pegando uma camisinha na gaveta da cômoda.

- Camisinha, sério? Prefiro no pêlo!

- Vai saber se aquele maconheiro fudido não tem alguma doença - falei para mostrar que não confiava nela, queria deixa-lá no lugar de puta, que era o que merecia.

Coloquei a borracha em volta do pau com rapidez, começando a socar na buceta dela imediatamente, arrancando gemidos profundos.

- Ahhhhh tio, isso me fode, come sua puta vai. Gosta dessa buceta, né?! Gostou de comer a novinha, melhor amiga da sua filha?

Puxava seus cabelos, metendo com pressão, socando fundo, odiando estar usando preservativo. O sentimento da foda não diminuiu, segui excitado, pensando na mãe e no pai dela, no quintal, sem ter a menor ideia de que a filha tomava pica na mesma casa.

- Gostei, é bom fuder uma buceta apertada assim!

Enfiei o dedo no cu de Juju, já melado pela baba. O polegar sumiu dentro dele. Mesmo com ela protestando, segui socando, a pica e o dedo.

- No cu não tio, no cu não… - gemia, me provocando mais.

Tentou segurar minha mão, mas a prendi, prendendo-a nas suas costas, metendo mais forte, abrindo seu cu, vendo a bunda engolir meu dedo enquanto fodia a buceta.

- Fala que quer no cu, fala. Sei que tu tá doidinha pra tomar no rabo. Deixa o titio, o macho dos teus sonhos, tirar o cabaço desse cu! Olha que nele eu meto até no pêlo.

Ela tremeu antes de responder, se gozou perna abaixo, tirando o corpo de perto do meu, restando apenas seu pulso preso a minha mão.

- Caralho, você mete muito gostoso, tio - beijou meu peito, a parte onde a camisa estava aberta. - Deixa eu mamar sem camisinha? Pra ganhar todo seu leite…

Alisou minha rola, arrancou a camisinha dele e ajoelhou.

- Nossa, que horror, gosto de borracha.

Dei um tapa forte na sua carinha de puta, que com certeza deixaria marca.

- Cala a boca e chupa! Vagabunda!

Seus olhos brilharam quando ouviu os xingamentos. Começou a mamar profundo, meu pau pulsava, indo na sua garganta.

Prendia seu rosto na rola, segurando forte os cabelos.

- Mama, filha da puta! Vadiazinha do caralho, queria tanto pagar boquete, agora faz direito! Mostra que é uma puta boa!

Dei mais um tapa na cara dela, sentindo na pica toda pressão que seu rosto aguentava sem se mexer.

Juliana não tirou a boca da rola nem um segundo. Apertou minhas bolas com carinho, bateu punheta no mesmo ritmo que chupou.

Vi a maçaneta abaixar e alguém fazer pressão na porta. Queriam entrar.

Juliana se assustou, olhou em direção ao barulho, mas não deixei que tirasse a boca da pica. Olhei brabo, sussurrando para que ela chupasse mais rápido.

- Só vai sair daqui depois que engolir toda minha porra!

Por um segundo pensei que ela poderia perder o clima, mas o que fez em seguida mostrou que Juliana era, realmente, uma garota pronta para ser tratada como puta, mesmo com a pouca idade.

Com a pica entre os lábios, abriu as pernas, mexendo nos lábios da buceta e esfregou a mão na minha perna, mostrando o quão melada ela continuava, mesmo depois de ter gozado, seguia sedenta de tesão.

Não aguentei.

Gozei, tirando a pica da sua boca, para que os últimos jatos jorrassem em seu rostinho angelical.

A porra pegou no nariz, escorrendo para a boca, criando um bigode branco.

- Assim fica difícil pra engolir - falou de boca cheia, se levantando. - Manchou toda minha maquiagem. - Se olhava no espelho, sem limpar o rosto. - Deixou minha cara marcada dos tapas.

- Isso é pro seu papai saber que a filha é puta!

- Quer que ele saiba é?! Quer que ele saiba que eu grito quando tô tomando pica sua? - Ela gostava da ideia.

- Eu vou sair do banheiro, você sai depois - vestia a bermuda, vendo as marcas de batom que ela tinha deixado no meu pau. - Quando você sair - pegara seu rosto com força, puxando para que olhasse nos meus olhos. - Vai ir direto falar com o papai, dar um beijo gostoso nele e falar bem pertinho do nariz. Será que ele vai sentir o bafo de rola da filhinha?

- Acho que ele não vai notar - respondeu, com as bochechas ainda apertadas.

Sai olhando para os lados, não havia ninguém no corredor. Bati a porta e a ouvi ser trancada por dentro.

Quando cheguei na cozinha, vi Cacau entrando na casa.

- Tá todo mundo com fome, pai. Não tá pronto o peru ainda? - Como sempre querendo ser pontual, preocupada com a organização das coisas.

- To tirando do forno, pode ir chamando o pessoal.

- Tá tudo tão maravilhoso… - beijou minha bochecha, radiante de felicidade. Sem notar o suor que a temperatura altíssima dentro do banheiro tinha provocado no meu corpo.

Esse foi, exatamente, o último momento em que a enxerguei apenas como minha filha. A última vez que pensei nela apenas com meu carinho paterno.

Juliana saira do banheiro, passava direto pela cozinha, provavelmente indo fazer o que eu tinha mandado.

Me olhou nos olhos e travou.

- Cacau! Era você mesma que eu tava procurando. - Juliana falou, andou em direção à amiga e a abraçou.

Ela beijou o rosto de Caroline, bem próximo da boca.

- Que isso, sua louca. Quase me deu um selinho. - Cacau riu e soltou sua taça de champanhe na bancada.

- Prova isso. É um creme delicioso que eu pus na minha champanhe, guardei um pouco pra você provar.

Pensei em interromper, mas não tive tempo.

A unha vermelha do polegar de Juliana, estava tapada de branco.

Não era creme, era a minha porra!

Cacau engoliu o dedo, bem do jeito que se engole um pau, sem que precisasse forçar para ser provocante, de maneira natural.

- Nossa, gostoso, hein. Tem mais?

- Não. Pior que a fonte secou. - Juliana riu e me olhou.

Ela passou a mão, a mesma mão que me punhetava, no rosto da minha filha, apertando ela contra seu nariz.

- Para, sua doida, vai saber onde essa sua mão tava. Vai me descabelar inteira.

A filha da puta tinha feito o pior possível para mim. Ao invés de seguir as instruções e provocar seu pai, me provocava.

Olhei para Cacau e já vi seu corpo com outros olhos.

As maçãs do rosto formando bochechas grandes, onde meus tapas poderiam ser muito mais satisfatórios. O vestido branco, de alças firmes, que seguravam seus seios volumosos, a barra curta, mostrando suas coxas e a deixando com um a bunda que viraria o rosto de qualquer um que a visse na praia.

Lembrei dela de biquíni, dela suada, dela dançando para o Tiktok.

Meu pau latejou. Sabendo que ela gostara do gosto da minha porra, que tinha sentido o cheiro do meu pau.

Meu ano estava fadado ao fracasso, eu não pararia de pensar em fuder minha própria filha, até conseguir cumprir aquele desejo.

- Isso é pro senhor aprender a não enfiar o dedo onde não deve. - disse ao meu lado, no pé do meu ouvido.

Meus olhos nunca mais viram minha filha do mesmo jeito.

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Comentários

Foto de perfil de Caco22

Excelente. Pena que endereço da Cacau no insta nao existe senao ia seguir. Abs

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