Adorando os pés e a buceta dela

Um conto erótico de Grazi
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2325 palavras
Data: 06/02/2026 20:21:06

Chegamos em casa depois do passeio, e eu já não aguentava mais. Cada passo na rua tinha sido uma tortura, o plug pressionando fundo, se mexendo a cada movimento, eu suando frio, e agora o desconforto tinha virado uma urgência desesperada. Meu cu latejava, inchado, e eu sentia uma pressão constante lá dentro, como se fosse explodir. Eu já tinha falado pra Carol que não dava mais, e ela me autorizou a ir direto pro banheiro quando a gente chegasse. Parecia que eu ia me cagar toda a qualquer momento, e não sabia se era pior andar devagar ou rápido.

“Oi Tia!”, eu disse apressada pra mãe da Carol assim que entramos, tentando parecer normal enquanto apertava as nádegas com força.

“Oi, meninas! Vão subir? O almoço tá pronto”, ela disse enquanto eu subia as escadas apressada.

“Rapidinho, mãe. A gente já volta!”, ouvi Carol responder por mim lá embaixo.

Eu corri pro banheiro do quarto dela, tranquei a porta e já fui abaixando a calça jeans com calcinha e tudo. Sentei na privada com as pernas tremendo, o coração disparado. O lubrificante já tinha secado completamente. Eu peguei a base do plug com os dedos, puxei devagar... Doeu pra caralho. O anel do cu, que tava inchado e sensível, se fechou em volta da parte mais grossa como se não quisesse soltar. Tive que forçar, respirando fundo, empurrando como se fosse fazer força pra cagar, até que com um estalo dolorido e um gemido baixo que eu tentei abafar, o plug saiu de uma vez, com um peido muito vergonhoso.

Que sensação maluca: uma ardência forte na entrada, um vazio repentino que fez meu corpo inteiro relaxar de alívio, e ao mesmo tempo um prazer estranho e difícil de explicar. Meu cu ficou latejando, aberto, vazio, e eu senti um fio de baba grossa que escorria da minha buceta grudar na mão que segurava o plug.

Fiquei ali na privada, esperando o pior. Achei que ia sair um monte. Mas não. Só veio um monte de gases acumulados ao longo da manhã, longos e barulhentos. Meu rosto queimava de vergonha. Será que a Carol tava ali no quarto ouvindo? Eu queria sumir.

Depois de uns segundos, respirei fundo, limpei o cu com papel (ainda sensível, ardendo), e peguei o plug na mão. Ele tava quente, melado. Abri uma fresta na porta. Carol tava deitada na cama, olhando o celular, e olhou pra mim.

“O que eu faço com o plug?”

“Lava direitinho lá na pia, com bastante sabonete. Depois guarda naquela gaveta.”

Eu assenti, sentindo o cu ainda aberto, vazio e ardendo. Respondi um “Sim senhora” mesmo sem necessidade de falar assim, mas deu vontade.

Voltei pro banheiro, abri a torneira, ensaboei o plug com cuidado, sentindo a textura do silicone na mão. Agora tava vendo os detalhes do que eu aguentei no cu. Meu indicador e polegar fechavam em volta da parte mais grossa por muito pouco. Saí do banheiro aliviada e constrangida. Abri a gaveta pra guardar o plug, e vi direito o monte de coisa bizarra que tinha ali. Outros plugs dos mais diversos tamanhos e formatos, vibradores, penis de borracha, e outras coisas que eu nem sabia o que eram. Guardei e fechei.

Carol deu um tapinha na cama, ao lado dela, me chamando pra sentar junto. Chutei os tênis para baixo da cama, troquei a calça jeans por um short confortável e fui. Ela me abraçou com carinho e me deu um beijo na boca, muito mais delicado e carinhoso do que o de ontem, enquanto acariciava meu rosto. Ficamos ali namorando uns minutinhos, então me conduzindo com as mãos daquele jeito autoritário mandou “Fica de quatro e abaixa o short, bunda virada pra mim”. Só obedeci. “Apoia o peito e a cara na cama, e abre a bunda com as duas mãos.” A mesma posição de mais cedo. Como as mãos ficam ocupadas abrindo a bunda, o único apoio do corpo na cama é o peito e a cara. Ouvi os clicks do celular. “Seu cu fecha rapidinho, nem ficou aberto. Olha aqui.”

Me mostrou as fotos. Meu cu estava fechadinho, bicudo, com as pregas inchadas de um vermelho arroxeado irritado. “O meu não fecha rápido assim. Tira meu plug.” Ela falou já ficando de quatro, deixando o vestido subir. Na posição que ela ficou, eu via ali aquela bunda perfeita, aquelas coxas bem torneadas, a buceta toda lisa com aqueles lábios grossos pendurados, super babada, e o cuzinho rosa claro esticado pra caralho em volta daquele cabo grosso. “Segura a alça, mas não precisa puxar”. Segurei, e ela começou a fazer força. O cu ia abrindo mais e mais na medida que parte grossa ia saindo, parecia que não tinha fim. Ela não gemia. Na verdade, nem mudava a respiração, fazia tudo parecer fácil. A parte grossa passou, e a ponta escapou fácil. O cu continuou ali aberto, bocejando preguiçosamente. Dava pra ver por dentro. “Tá sujo?” ela perguntou. Não tava. Só mesmo o melado do lubrificante. “Beija meu cu. Como se tivesse beijando minha boca.” Nem precisou falar duas vezes. Caí de boca lambendo a borda lisa e sem nenhuma prega, enfiando a língua, sugando com os lábios... Ela ia me falando o que fazer, e eu obedecendo. “Chega, vamos almoçar.” Ajeitou seu vestido, foi no banheiro, lavou o plug, guardou...

Chegando na cozinha, a Carol começou a servir seu prato. A mãe dela disse que já tinha almoçado, mas nos faria companhia. O cheirinho de comida caseira tava uma delícia. Me servi e sentei com Carol e a mãe dela. “Mãe, quero te contar uma coisa” ela disse com uma risadinha meio inocente, meio sapeca. “Conta ué”, disse a mãe dela com um sorriso cúmplice. “Eu e a Grazi, a gente tá namorando.” Eu quase engasguei! De surpresa, de felicidade, de vergonha, de tudo. “Finalmente, hein?” a mãe dela falou rindo, e eu toda sem jeito. “Eu sempre soube que tinha alguma coisa entre vocês”, a mãe dela emendou “Cuida direitinho da minha filha, viu Grazi?” e eu super constrangida mas com um sorriso bobo na cara “Pode deixar, tia!”

Depois do almoço, subimos pro quarto de novo. A mãe da Carol ficou lá embaixo assistindo TV. Carol virou pra mim com aquele olhar que já conhecia bem demais: preguiçoso, mandão, divertido. Chutou as sandálias pra um canto, sentou na cama, e bateu com os pés no chão ordenando risonha e brincalhona: “Pro chão. Agora.” Corri e ajoelhei, já abaixando a cabeça, segurando seus pés e começando a beijar. “Issooo, tá aprendendo rápido” ela disse risonha, e eu também sorri. Seus pés estavam diferente de ontem, menos suaves, mais ásperos do pó que grudou neles na saída pra sorveteria, mais suadinhos, cheiro um pouco mais forte. Eu gostei. Olhei pra cima e vi ela com o celular na mão. “Tô filmando, capricha.” Lambi, beijei, chupei, mordi, enfiei a lingua em cada espacinho entre os dedos, chupei cada dedinho um por um... Eu tava gostando disso de chupar os pés dela cada vez mais, e já tava perdendo a vergonha, então caprichei. Ela dava gemidinhos, elogiava, as vezes falava como queria que eu fizesse eu ia obedecendo. “Tenta enfiar meu pé na boca o máximo possível pra gente ver até onde entra”. Obedeci e dei o meu máximo, enfiei até sentir os dedos cutucando lá no fundo e dando vontade de engasgar. Ela trazia o celular perto, dava closes, mudava os ângulos. “Agora o outro pra ele não ficar com ciúme”. Repeti no outro pé, e ela parou de filmar e guardou o celular. “Grazi, você aprende MUITO rápido. Já vi que esse namoro vai dar muito certo.

“Deita na cama”, ela mandou enquanto se levantava. Deitei, ela arrumou meu cabelo ao lado do rosto, posicionou minha cabeça, e veio se posicionando em cima da minha cara, cobrindo minha cabeça com o vestido. “Fica aí.” Encostou a buceta primeiro, depois ajustando pra cobrir nariz e boca. O peso dela me pressionou contra o colchão, os lábios grossos dela se abrindo na minha boca, o clitóris grande encostando no meu nariz. Ela começou a rebolar devagar, esfregando, melando meu rosto inteiro com a baba dela. Eu lambia como podia, sufocada, respirando quando ela levantava um pouquinho, o gosto dela invadia minha boca, forte, salgado, quente, misturado com o cheiro dela.

O vestido cobrindo fazia tudo ficar ainda mais quente, sufocante e intenso. “Bate siririca, Grazi! Masturba seu grelo que eu vou gozar na sua cara!” Enfiei a mão dentro do shorts e encontrei meu grelo doendo de duro. Molhei os dedos na baba da minha buceta e comecei a siriricar enquanto tomava aquela surra de buceta na cara. Carol segurava meus cabelos e esfregava com uma força que as vezes machucava. Minha cara tava toda melada: Queixo, boca, nariz, bochechas, nada escapou. De repente o corpo dela travou, e senti a buceta dela contraindo forte. Ela puxava minha cara e segurava apertado, afastava só um pouco e já esmagava minha cara na buceta dela de novo. Respiração forte, e gemidinhos baixos e controlados. Cheguei a sentir um pequeno jato acertando meu nariz, não sei se xixi ou outra coisa. Nessa hora, comecei a gozar também. Gemi, e ela apertou mais forte a buceta contra a minha boca, selando de um jeito que eu não conseguia respirar. Foi a gozada mais forte da minha vida ali sufocando, pensando se ia desmaiar, enquanto ela terminava de curtir as últimas ondas do prazer dela.

Ela se deixou cair ao meu lado, me tascou um beijão na boca e caiu do meu lado, sorridente. “Você é a melhor namorada do mundo, Grazi!” Eu nem conseguia raciocinar direito, ali com a cara toda suada, melada, depois de ter gozado enquanto era sufocada na buceta dela, mas feliz como nunca na vida.

Carol mais uma vez se aninha por trás de mim, de conchinha, me dando vários beijinhos carinhosos na bochecha, orelha, pescoço, “você tá com meu cheiro no rosto todo”, ela diz sorrindo. Fica ali brincando preguiçosamente com meus peitos. Me dá um sono, e eu cochilo com a cara toda melada do prazer dela.

Quando acordo, já tá escuro. Ela não tá no quarto. Vou no banheiro, lavo o rosto, e desço para procurar ela. Tá na sala, sentada no sofá com a mãe assistindo filme. “Tá com fome? Mamãe fez cachorro quente”. Eu tava sim, fui na cozinha, montei um dogão para mim, e voltei pra sala. A mãe dela levantou e sentou no outro sofá, pra eu poder sentar com Carol. Sentei e o resto da noite foi bem tranquilo, comendo cachorro quente, vendo filme, conversando normal... Esses momentos me deixavam muito feliz. Um puta contraste com o lado pervertido do nosso relacionamento. “Vai ficar até amanhã ou vai embora hoje, Grazi?” A mãe dela perguntou. “Ainda não sei, tia.” Carol interrompeu toda meiguinha “Ahhh, fica Grazi! Amanhã de manhã você vai.” Eu ainda tinha que lavar roupa e ajeitar algumas coisas para segunda de manhã voltar à rotina normal de escola, mas dava pra ficar até domingo de manhã, sim. “Beleza então.” Carol tinha razão, depois que ela gozou ficou muito tranquila, meiguinha, quase como se tivesse outra personalidade. Não teve provocação nem humilhação pelo resto da noite, só amorzinho de namoradinha. Eu tava gostando de ambos os lados dessa dinâmica, a única parte que ainda me deixava apreensiva era o lance do “dono” dela.

A mãe foi dormir cedo, e ficamos só nós duas no sofá, luz baixa, filme rolando no fundo. Carol tava com a cabeça no meu colo, eu fazendo cafuné no cabelo dela. O silêncio era confortável, mas minha cabeça não parava quieta. A foto daquele cara ainda tava queimando na minha memória, e o jeito que ela falou dele no sorvete... eu precisava saber mais. Não aguentei.

“Carol... posso perguntar uma coisa sobre... ele?”

Ela virou o rosto pra cima, olhando pra mim com um sorrisinho preguiçoso. “Claro, amor. Pergunta.”

Como é que ele chama?

“Rafael, mas não é pra ficar chamando dele pelo nome. Chama de ‘mestre’ ou ‘meu dono’. Meu dono que eu digo, meu, não seu”, disse rindo.

Eu respirei fundo, tentando não soar desesperada.

“Ele... tipo... como ele é com você quando vocês ficam? Ele manda muito? Tipo... mais do que você manda em mim?”

Ela riu baixinho, esticou a mão pra apertar minha coxa.

“Ele manda pra valer. Não tem essa de ‘por favor’ ou ‘se você quiser’. Ele decide tudo: o que é pra eu vestir, como eu devo falar e me comportar... Como, quando e onde eu posso gozar... Tudo. Me chama de ‘menina’, faz eu me humilhar pra ele, me pune se eu não faço algo do jeito que ele quer... Mas é gostoso pra caralho. Eu derreto toda com o jeito que ele me trata.”

Meu estômago revirou. O ciúme veio forte, mas junto veio aquele calor torto entre as pernas.

“E... você goza mais gostoso com ele ou comigo?”

Ela fez uma pausa, pensativa, depois sorriu maliciosa.

“Depende. Com ele é mais intenso porque ele não tem pena. Me faz implorar, me deixa louca de tesão antes de deixar eu gozar, me machuca, me humilha. Mas com você... foi diferente. Você é minha, Grazi. Você obedece porque quer me agradar, e isso me deixa louca de outro jeito. Você é minha namoradinha submissa, e ele é meu dono.”

Eu engoli seco. “Eu vou conhecer ele?”

Ela se sentou, virou de frente pra mim, me deu um selinho.

“Ainda não. Você precisa estar mais pronta. Mais obediente. Mais minha. Quando eu achar que você aguenta ver eu ajoelhando pra ele, ver ele me usando, abusando de mim... aí a gente vê.”

Ela me deu um beijo na testa, depois na boca, devagar.

“Mas relaxa. Você é minha namorada, entendeu? Ninguém vai tirar isso de você.”

Eu assenti, mas por dentro tava um nó. Ciúme, medo, tesão, tudo misturado. E o pior: eu tava adorando.

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