As Mulheres da Família - O Box - Parte 16

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 2455 palavras
Data: 06/02/2026 20:34:04
Última revisão: 07/02/2026 08:28:21

Na mesma hora eu desço e entro em casa. Alguns segundos depois a Jaque entra e diz:

— Já chegou pai?

— Já filha. Acabei de entrar. E você?

— Tudo bem, vou tomar um banho, ela disse, entrando no box.

Assim que ela saiu, foi a minha vez. Quando terminei e voltei para a sala, encontrei a Ju e a Jaque juntas. Minha filha logo adiantou:

— Pai, vou dormir na casa do Felipe hoje. Como amanhã é véspera de Ano Novo e não vamos passar juntos, quero aproveitar agora. Volto amanhã cedo, porque a tia quer ir ao mercado.

— Tá bom, filha — respondi.

A Jaque então se despediu: — Tio, vou subir também. Minha tia está me esperando para jantarmos e ver um filme. Você não vem?

— Hoje não. Vou ver um filme e dormir logo em seguida.

— Tá bom, tio — ela disse, me dando um abraço apertado e um beijo no rosto.

— Durma com os anjos.

— Pode deixar!

Antes de sair, a Jaque me lançou um olhar cúmplice, quase malicioso, como se dissesse: "Eu sei o que está rolando entre vocês".

Fui dormir. Acordei no dia 30 de dezembro e comecei a preparar o café por volta das oito da manhã. Cortei o pão e tomei a minha xícara de café, e depois comecei a lavar a louça. Eu estava apenas de samba-canção quando a Ju entrou na cozinha.

Ao olhar percebi que novamente a minha sobrinha estava usando uma calça de Lycra grudada. Ela estava com um visual todo esportivo: top, boné e o cabelo preso em um rabo de cavalo. Veio em minha direção e me deu aquele abraço apertado, repetindo a cena do dia anterior. Mas dessa vez sou um pouco mais ousado e a seguro pelo seu quadril. Meu pau volta a endurecer, e Juliana percebendo, empurra ainda mais o seu corpo no meu até endurecer por completo. Faço mais força em seu quadril e a puxo para ficar mais rente ao meu corpo. Minha mão foi escorrendo um pouco mais até que passo a minha mão na sua bunda. Dou um pequeno apertão nas suas duas nádegas gostosas, e ela pergunta:

— Vai querer pão, tio? — perguntou ela, com os olhos fixos na minha boca.

— Já tomei, Ju.

— Ah, que pena...

No exato momento em que nos abraçávamos, a Yara desceu as escadas. Eu estava apenas de samba-canção e com as mãos em sua bunda. Ela nos encarou, o olhar carregado de suspeita:

— O que vocês dois estão fazendo?

— Dando bom dia, tia. Estava perguntando se o tio queria pão — respondeu Juliana, soltando-me em seguida.

Juliana saiu apressada. Assim que o som do portão batendo ecoou pela casa, Yara preparou o sermão:

— Até a Juliana, Paulo? Ela é sua sobrinha!

— E a Jaque é a sua — rebati, seco.

— O que tem ela?

— Eu vi vocês se beijando ontem na cozinha.

Yara empalideceu instantaneamente.

— Não adianta ficar calada. Eu sei o que aconteceu entre vocês, mas o problema é de vocês. Não estou nem aí, só não quero julgamentos.

— Mas... e se a Beth descobrir? — ela gaguejou. —

Não vai descobrir. Se ninguém abriu a boca sobre aquela traição sua e dela na balada, não vai ser agora. Além disso, a Ju tem 23 anos, é uma mulher feita e sabe o que quer.

— Você é um safado — ela murmurou.

Aproximei-me dela, falando baixo:

— Puxei a irmã, pelo visto. Está pegando até a sobrinha...

— Pois é. Deve ser porque eu sou gostosa — ela retrucou, forçando uma tosse demonstrando ênfase.

— Uma mulher como você deveria ser dividida por mais pessoas.

Yara ficou estática, tentando processar o que eu acabara de dizer, mas a pergunta morreu em sua garganta quando Juliana retornou com os pães. — Vamos, Ju, tomar café. - Falo.

— Já comeu, Paulo? — perguntou Yara, recuperando a postura.

— Já, Yara. — Se quiserem tomar aqui... tem café pronto.

— Pode ser, assim economizo a louça — aceitou Yara.

Tomamos café fingindo que o ar não estava carregado de segredos. Logo a Jaque apareceu, cumprimentando a todos. Ao chegar na tia, deu-lhe um abraço tão apertado que parecia querer sufocá-la.

— Me solta, menina! Estou sem ar — reclamou Yara.

— Desculpa, tia! É só felicidade em te ver.

Yara me lançou um olhar culpado enquanto seguíamos com o desjejum. O dia prometia ser sufocante; às 9h30, o termômetro já marcava 29°C.

— Bom, vou subir e preparar o almoço. Ninguém vai sair hoje, né?

— Não — respondi.

— Então farei carne de panela.

— Quer ajuda, tia? — Jaque se ofereceu.

— Agora não. Mas se quiser, suba por volta das 12h40 para me ajudar com os cortes.

Assim que Yara subiu, Jaque nos olhou, abanando-se:

— E esse calor, gente?

— Insuportável. Estou morrendo — disse Juliana. — Acostumada com 20°C todo dia...

Por que você está de legging preta nesse sol? Coloca uma roupa mais curta. Eu vou trocar a minha agora. - Diz Jaque.

As duas foram para os quartos. O que aconteceu a seguir seria uma cena inesquecível:

Jaque voltou com o seu novo micro short. A peça era tão curta e colada que a minha filha fez questão de não usar calcinha, só para deixar evidente o contorno da sua boceta. Era tão justa que marcava até o tamanho do seu grelo gostoso. Sua coxas grandes também ganharam mais destaque, além de cobrir apenas metade da bunda. O top pequeno realçava as curvas dos seus seios, além de deixar os bicos duros mais evidentes.

E logo em seguida sai a Juliana, com um short curto, mas não colado, porém que deixava a polpa da bunda amostra, além de um top com um decote enorme. Se desse para puxar uns dois centímetros para baixo daria para ver até o bico dos seus seios. Percebi que tinha até piercing no umbigo.

— Agora sim. Tô mais fresca. - Diz Juliana.

As meninas voltaram para a mesa e retomaram o papo. O assunto era leve — falavam sobre a faculdade, provas e rotina —, mas o contraste entre a conversa comum e as roupas mínimas mantinha uma tesão no ar. Foi nesse momento que Yara desceu as escadas e parou bruscamente ao notar o visual das duas.

— Meninas, e essas roupas curtas aí? — Yara perguntou, com um tom de reprovação que não conseguiu esconder.

— O que que tem, tia? — Jaque respondeu, despretensiosa.

— O seu pai, Jaqueline! Esqueceu que tem um homem em casa?

Jaque deu de ombros, soltando um risinho debochado:

— Esquece, tia. O pai é de boa, fica tranquila. — Ela então se virou para a prima: — Ele fez ou falou alguma coisa para você, Juliana?

— Comigo? Não, nada — Juliana respondeu rapidamente, desviando o olhar.

— Então está tudo certo — concluiu Jaque, encerrando o assunto.

Yara suspirou, claramente desconfortável com a situação.

— Bom, vocês que sabem... Acho estranho ficarem com roupas tão coladas na frente de um homem, mas se vocês acham normal... Eu só vim buscar um detergente porque o meu acabou e está quente demais para ir ao mercado agora.

Ela pegou o que precisava e saiu apressada. As duas continuaram ali, conversando até por volta das onze da manhã. Em certo momento, Juliana se levantou para ir ao banheiro. Assim que ela se afastou, Jaque inclinou-se para frente e disse em voz baixa:

— Tá quase, pai.

Eu franzi a testa, pego de surpresa.

— Quase o quê, Jaque?

— Para meu plano dar certo. Seja safado comigo hoje. Demonstra que tem tesão em mim pois vou demonstrar que tenho em você. Vamos ver o comportamento da Ju.

— Tá, tá...

Depois de lavar a louça com a Ju por perto, me joguei no sofá pequeno para ver as notícias no YouTube. A Jaque e a Juliana ficaram no sofá de três lugares, entretidas nos celulares. Do nada, a Jaque levanta e, na maior ousadia, senta no meu colo, de frente para mim. Com um tom de voz carregado de malícia, ela diz:

— Pai, posso pedir alguma coisa em você?

— Pode Jaque, o que?

— Preciso de dinheiro para ir ao motel com o Felipe. Tô morrendo de vontade de dar essa noite. Ele está sem dinheiro.

Eu estranhei aquele assunto, mas decidi entrar no jogo:

— Pega o cartão e leva Jaque!

Você é o melhor pai do mundo!

E me deu um abraço. Assim que ela colou seu rosto na minha orelha, disse:

— Passa a mão na minha bunda, mas não aperta.

E eu fiz. Com minhas duas mãos eu comecei a deslizar, sem apertar. Olho para a Juliana com uma cara de safado e a vejo nos observando. A princípio, ela estava com as pernas entrelaçadas sobre o sofá, mas, assim que sentiu o meu olhar, mudou de postura. Recuou o corpo e, lentamente, abriu as pernas, sustentando o contato visual com uma ousadia silenciosa. Deu para ver claramente a calcinha rosa dela. E fico olhando enquanto Juliana faz uma cara de safada demonstrando: - Vem, me comer.

A Jaque me solta e diz:

— Tô achando que a Ju também quer um abraço de colo. Não é, Ju?

— Ah, parece bom. Eu quero...

Ela fecha as pernas e levanta. Vem em minha direção e elas trocam de lugares. Minha sobrinha senta-se de frente e me abraça. E eu passo a mão em sua bunda como que eu fiz com a minha filha. Juliana não fala nada, mas Jaqueline faz sinais para não a beijar ainda. Para tentar depois. E eu cumpri. Ficamos abraçados por mais de 5 minutos. Meu pau estava totalmente ereto.

E as duas ficam olhando para o meu pau duro por um momento, até que a Jaque diz:

— Acho que vou fazer um bolo. Pai, me ajuda?

— Claro, filha — respondi.

Voltamos para a cozinha. Jaque começou a separar os ingredientes, mas "esqueceu" justamente a farinha. Quando começou a falar, disparou:

— Pai, pega a farinha para mim? Esqueci.

O detalhe é que a Jaque nunca esquece a farinha. Peguei o pacote no armário e, em troca, recebi um abraço apertado.

— Obrigada, pai lindo!

Enquanto ela montava o bolo e o colocava para assar, percebi que a Juliana não tirava os olhos de mim. Com o timer do forno ajustado, me escorei na pia, como sempre fazia. Jaque me olhou, caminhou até mim e se virou de costas; o movimento foi preciso, e senti o volume do corpo dela pressionar contra o meu. Imediatamente a enlacei pela cintura.

— Será que o bolo vai ficar bom? — ela perguntou, com segundas intenções na voz.

— Tudo o que você faz fica bom — respondi.

— Aprendi com você pai. Tudo o que você faz é gostoso e caprichado. TUDO!

Olhei para a Juliana e vi que ela assistia à cena. Mas, ao contrário das últimas vezes, ela parecia à vontade, quase hipnotizada. Jaque, percebendo o clima, resolveu provocar:

— Será que o bolo vai ficar bom, prima?

Nesse momento, deslizei meu dedo pelo elástico do short da Jaque, afastando o tecido do corpo e percorrendo o contorno apertado em idas e vindas lentas. Juliana observava fixamente.

— Não sei... — Juliana respondeu. — Temos que esperar para experimentar.

— Pai, a Juliana está ficando brava! — Jaque explana.

— Eu? Por quê? — Juliana reagiu rapidamente.

— Porque a gente não te deu um abraço duplo ainda.

— Abraço duplo?

— É! Vem cá que eu te mostro.

Juliana se aproximou. Jaque se posicionou atrás dela, deixando a prima no meio, de frente para mim. Nos unimos em um abraço apertado, prensando-a entre nós.

— Sanduíche nela! — exclamou Jaque, apertando ainda mais o contato.

O rosto da Juliana estava enterrado no meu pescoço. Senti sua respiração ofegante, carregada de desejo. Ela parecia entregue, apenas esperando o sinal verde da Jaque para cruzar a linha que a própria Jaque havia desenhado. Eu estiquei o meu braço e consegui chegar na minha filha e a puxei para ficar mais colada com a Juliana, fazendo a pepeka da minha sobrinha sentir a minha rola. Dou uma mexida para ela sentir o volume e a respiração da Juliana fica mais forte. Ficamos assim por mais de cinco minutos. Quando nos soltamos, Juliana parecia zonza.

— Vou tomar um banho... está muito quente — disse ela, tentando recuperar o fôlego.

— Vai lá, Ju. Está bem quente mesmo — concordei.

— Muito... estou suando aqui — completou Jaque, me lançando um olhar cúmplice e malicioso.

Assim que a Juliana saiu, Jaque sussurrou:

— Pronto, pai. Depois você me agradece. Agora vou ver se a tia precisa de ajuda.

Ela subiu para a casa da Yara. Imaginei que a minha filha esperava que eu fosse atrás da Juliana no banheiro, mas a curiosidade me fez subir devagar para ouvir o que acontecia lá em cima. Pela fresta, ouvi a voz da Yara:

— Jaque, essa roupa está curta demais...

— Gostou, tia?

— Seu pai não deve gostar disso.

— A opinião dele não importa agora.

Você gostou? — Jaque provocou.

Ouvi Yara gaguejar antes de responder:

— A roupa é... é bonita.

E logo em seguida:

— Me solta, menina! Seu pai pode aparecer a qualquer momento.

— Não vai, não. Ele está trocando a resistência do chuveiro para a Ju tomar banho. Está ocupado.

— Eu não confio. Além disso eu sou casada.

— Tá bom, tia. Vou descer. Só me dá um beijo então?

— Por que você está me atentando?

— Quero você tia! Você é uma mulher incrível, gata, gostosa e experiente. E se rolar, não vai ficar no meu pé depois.

— Eu nunca fiquei com uma mulher!

— Começa comigo...

E novamente ouço barulho de beijos. Eu olho pela porta e vejo a Yara de costas enquanto Jaque a beijava de língua. Minha filha estava de frente a porta enquanto minha irmã de costas.

Foi quando Jaqueline percebe que eu estava lá e abre o olho. Continua a beijando com os olhos abertos até que com as suas duas mãos aperta a bunda da Yara com força, e logo em seguida, a empina bem só para me deixar maluco. O beijo demora uns 30 segundos e quando termina a Jaque ainda dá um tapa.

— Agora desce vai.

Jaque se vira e fica de costas para mim e atrás da Yara. Ela a abraça por trás, e diz com uma voz carregada de tesão:

— Só para ir embora. Lambe a minha mão.

Yara passa a sua língua na mão da minha filha, a deixando úmido, e Jaque vai descendo o seu braço, até entrar dentro da calcinha da minha irmã. Vejo um movimento circular do braço por alguns segundos, até que a Yara diz:

— Puta que o pariu. Desce Jaque! Por favor!!!!

— Gostosa.

Nesse momento eu volto para a casa e alguns segundos depois a Jaque aparece. Minha filha estava com tanto tesão que vai em minha direção e diz:

— Sente o gosto da boceta da sua irmã, seu puto!.

E ela coloca três dedos na minha boca, fazendo eu sentir o gosto da boceta da Yara, e ao tirar os dedos me dá um beijo de língua.

— Pai safado.

E Jaque sai com maior naturalidade rebolando o seu grande e suculento rabo.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 19Seguidores: 76Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

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