Eu nunca vou me esquecer do cheiro daquela tarde. O aroma denso de carne de porco queimando no espeto misturado com o odor acre de cerveja skol quente derramada no chão de cimento rachado, o som distorcido do sertanejo universitário saindo das caixas de som estouradas do meu tio Roberto, e a minha mãe — aquela mulher insuportável de voz estridente — gritando sobre política pra terceira geração de parentes que já tinha desistido de argumentar fazia duas horas. Mas antes de tudo isso, deixe que eu te apresente bem esses personagens, porque você precisa conhecer cada um deles pra entender como chegamos ao caos.
Minha mãe, Dona **Tereza Cristina Bolsonaro de Mendonça** — sim, ela colocou o sobrenome do presidente no registro de casamento depois de 2019, uma loucura que meu pai aceitou porque já não tinha mais forças pra brigar — é o epicentro de tudo. Cinquenta e dois anos, cabelo loiro acobreado pintado com aquela tinta do Mercado Livre que deixa a raiz laranja fluorescentemente óbvia após duas semanas, vestindo aquela camiseta verde e amarela do Brasil com as cores estampadas num tom agressivo de patriotismo de shopping. Ela usa calça jeans de cintura alta da C&A que esconde a barriga de quem bebe duas garrafas de vinho tinto por noite dizendo que é "pela saúde do coração segundo o dr. Lair Ribeiro", e aqueles óculos de grau com armação vermelha que ela usa pra parecer intelectual quando na verdade só compartilha fake news de grupo de WhatsApp intitulado "Família Cristã Contra o Comunismo". Ela é do tipo que diz "meu presidente" em voz alta no restaurante e acha que cloroquina cura TPM. Mas o pior não é isso. O pior é que ela realmente acredita que eu, sua única filha, sou a reencarnação de Santa Teresinha do Menino Jesus, uma virgem pura que espera a casa dos trinta pra beijar na boca.
Aí tem o **Gabriel**, meu namoradinho de igreja. Vinte e dois anos, mas parece dezesseis pela cara lisa de menino de coro. Cabelo preto alisado que cai na testa numa franja emo que ele acha que é moderna mas só parece que ele não enxerga bem, pele clara demais de quem nunca tomou sol porque "o corpo é templo do Espírito Santo", olhos castanhos doces como mel de açúcar mascavo, aquela barba falhada de adolescente que ele insiste em deixar crescer pra parecer maduro. Ele veste aquelas camisetas de banda de rock cristão — "Skillet", "Hillsong United", "Oficina G3" — e calça jeans larga estilo 2008 que esconde as pernas finas de quem nunca fez um agachamento na vida. Ele toca violão na missa das sete todo domingo, tem um terço de madeira no bolso traseiro sempre, e cheira a Natura Homem em spray, aquele odor sintético de floresta artificial misturado com ansiedade reprimida. Ele é o tipo que ajoelha pra rezar antes de comer um hambúrguer e acha que sexo antes do casamento é "perder a pureza como se fosse um pedaço de fita adesiva que gruda menos depois de usada". Pobre coitado. Ele me olha com aqueles olhos de cachorro golden retriever apaixonado, achando que sou um anjo de asas brancas, enquanto eu planejo quais primos vou comer no banheiro químico.
Do outro lado do espectro temos **Geraldo**, meu primo segundo pelo lado da minha mãe. Trinta anos, casado com aquela vaca chata da Márcia que tá sempre grávida ou amamentando, um ciclo interminável de maternidade que deixou ela com cara de sono permanente e Geraldo com os olhos famintos de quem não transa há meses. Ele é negro, pele escura brilhosa de ébano polido, alto, 1,85m, ombros largos de quem trabalha na construção civil desde os quinze, braços tatuados com desenhos de santos — Santa Edwiges, Nossa Senhora Aparecida — e nomes de mãe entintados na pele escura. Ele usa regata branca suada que marca os músculos do peitoral definidos, barriga tanquinho com gominho de quem carrega bloco de concreto, cabelo black power preso num coque bagunçado. O cheiro dele é inconfundível: cerveja barata, suor masculino forte de trabalhador braçal, e algo mais terroso, acre, de macho excitado que não transa em casa e busca alívio em qualquer buraco disponível. Ele tem aquele olhar de quem sabe que é bonito mas não precisa se esforçar, e quando ele me olha, é com um olhar de posse, como se eu já fosse dele por direito de primogenitura ou algo assim.
E por último, mas não menos importante, **Rômulo**, primo pelo lado do meu pai — Deus o tenha, aquele que fugiu com a secretária quando eu tinha dez anos e deixou essa herança genética de traição correndo nas minhas veias. Rômulo tem vinte e cinco anos, surfista, corpo atlético de quem pega onda toda manhã na Prainha, cabelo loiro natural que fica com mechas mais claras do sol, olhos azuis gelados de quem olha através das pessoas, pele clara bronzeada com marcas de biquíni permanentes. Ele usa aquelas camisetas de algodão fino que molham e colam no corpo definido, mostrando os músculos em relevo, abdômen trincado, aquela tatuagem tribal nas costelas que ele fez aos dezoito numa noite de bebedeira. Ele é o tipo que não dá a mínima pra política, não tem religião, e vive numa eterna vibe de "vamos ver no que dá". Ele me comeu na última festa de fim de ano, atrás da capela abandonada no terreno do vizinho, enquanto o Gabriel rezava o terço lá dentro com minha mãe, e desde então ele me olha como quem conhece um segredo sujo e pretende explorar até a última gota.
E eu sou **Maria Flor Mendonça**, dezenove anos, a ponte entre esses mundos. Cabelo castanho preso num coque bagunçado propositalmente, alguns fios caindo no rosto oval que eu herdara do meu pai traidor, pele morena clara que pega sol rápido deixando marcas de biquíni que eu sei que enlouquecem os homens. Olhos verdes, herança da avó portuguesa, sempre semi-cerrados nessa expressão de quem tá a punto de bocejar de tédio mas que na verdade é só tesão contido. Corpo de mulher formado desde os quinze: cintura fina de 62 centímetros que eu marcava com cintos largos por cima de blusas de seda fina da Riachuelo que escondiam meus seios de copo B perfeitos, firmes, com mamilos rosados sempre duros — não era frio, era estado permanente de excitação. Minha bunda é redonda, alta, durinha, resultado de agachamentos pesados na academia que eu frequento fingindo que é pra "saúde" mas é só pra aguentar pica por mais tempo sem cansar as coxas. Eu uso saia rodada curta, florida, daquelas que terminam três dedos acima do joelho, e por baixo uma calcinha de renda preta enfiada de propósito no meio das nádegas, visível quando eu me abaixo. Sou a santinha que vai pra catequese, sou a puta que come dois primos no mesmo banheiro.
— A família tradicional brasileira tá acabando, Roberto! É o comunismo, é o Foro de São Paulo infiltrado nas escolas! As crianças hoje em dia não respeitam mais os pais! — gritava minha mãe, gesticulando com a latinha de Brahma duplo malte, o batom avermelhado borrado nos dentes amarelados pelo cigarro de palha.
Eu revirava os olhos por dentro, mas por fora mantinha aquela cara de santinha. Estava sentada na beira da piscina de azulejo azul desbotado, com as pernas cruzadas de forma calculadamente inocente, mas sabendo que a calcinha preta aparecia sob a saia molhada quando eu movia.
— Flor, vem cá filha, cumprimenta sua tia Neusa! — chamou minha mãe, acenando com a mão cheia de anéis de ouro falsos da 25 de Março.
Eu me levantei devagar, sentindo o ar quente úmido do verão carioca bater na minha pele. O Gabriel levantou junto, querendo me acompanhar como um cachorrinho fiel, mas eu coloquei a mão no ombro dele — delgado, franzino, cheirando a Desodorante Natura masculino sem graça — e sussurrei perto da orelha, deixando meu hálito quente escorrer sobre a pele:
— Fica aqui, amor. Deixa que eu vou... socializar.
Ele corou. Sempre corava. Tinha aquele rosto de menino bonito mas sem sal, e eu sabia que ele se masturbava pensando em mim toda noite, rezando um pai-nosso depois do orgasmo. E eu sabia também que ele nunca imaginaria o que eu tinha feito na última festa, no banheiro do sítio, com três primos diferentes enquanto ele tocava violão pra tia Neusa dormir na rede.
Eu andei até o grupo das mulheres, balançando a bunda. Quando eu me abaixei pra beijar a bochecha da tia Neusa — aquela mulher gorda, de 60 anos, com o mesmo vestido de florzinha desde 1998 — eu sabia que o Geraldo me varava do outro lado da área de churrasqueira, vendo a minha calcinha de renda preta enfiada no meio das nádegas.
— Nossa, Florzinha, tá cada dia mais bonita! Vai fazer a comunhão quando? — perguntou tia Neusa, me puxando pelo braço com mãos gordas e úmidas.
— Ano que vem, tia — respondi com aquela voz doce, melosa. — O Gabriel tá me preparando espiritualmente.
Mentira. Eu tava sendo preparada de outras formas. Tipo agora, quando eu senti a mão do Geraldo — trinta anos, casado com aquela vaca da Márcia — deslizando pela minha cintura enquanto eu fingia que não percebia, enquanto minha mãe continuava o discurso sobre "a família cristã sendo destruída pelo globalismo".
— Flor, você tá precisando de água? Tá vermelha... — sussurrou Geraldo atrás de mim, a voz grossa, baixa, cheia de duplo sentido.
Eu me virei devagar. O cheiro dele — cerveja, suor masculino forte, e algo mais terroso — bateu no meu nariz e eu senti a boceta pulsando, ficando molhada na hora.
— Tô com muita sede, primo — respondi, olhando direto pros olhos dele, mordendo o lábio inferior. — Mas não é de água que eu preciso.
Ele engoliu seco. A garganta dele subiu e desceu. Eu vi o volume na frente da bermuda jeans crescer. Ao fundo, minha mãe gritava sobre as drogas nas escolas, enquanto o Gabriel tocava "Evidências" no violão, achando que era romântico.
— A mãe tá te chamando — disse Geraldo, a voz trêmula, mas a mão desceu pela minha cintura e apertou minha bunda por baixo da saia, dedos grossos mergulhando na carne. — Ela vai ver...
— Ela não vê nada — sussurrei, dando um passo pra frente, encostando meu ventre nele, sentindo a pica dura através do jeans. — Ela tá ocupada demais salvando o Brasil pra notar que a filha é uma puta.
A palavra "puta" fez ele gemer baixinho. Eu me afastei rapidamente e voltei pro lado do Gabriel, que me olhou com aqueles olhos de cachorro apaixonado.
— Tudo bem, amor? — perguntou ele, parando de tocar.
— Tudo, Gabriel. Só tava... conversando com o primo sobre a obra de Deus.
Mentira. Eu tava imaginando Geraldo me comendo no banheiro químico. E eu ia fazer acontecer. Mas primeiro, precisava provocar mais.
As horas passaram. O sol começou a cair, tingindo o céu de laranja e roxo. Os homens ficaram bêbados. Minha mãe continuava gritando. Eu fiquei na piscina, agora sentada na beirada, com as pernas na água, a saia encharcada e colada nas coxas, transparente o suficiente pra mostrar a calcinha preta.
O Gabriel veio sentar do meu lado, timido, colocando a mão na minha coxa de forma casta.
— Flor, eu... eu trouxe a aliança que a minha avó deixou. Eu queria... queria te pedir em namoro oficial...
Ele abria uma caixinha de veludo. Um anel de ouro fino, com zircônia. Eu quase ri na cara dele. Namoro oficial? Comigo?
— Gabriel, que lindo... — fingi emoção, deixando uma lágrima falsa brotar. — Mas eu preciso pensar. É tão... tão repentino.
Ele ficou vermelho, satisfeito, bobo. Eu olhei pro Rômulo, que se aproximava com duas cervejas, o corpo atlético brilhando de suor, camiseta molhada colada nos músculos.
— E aí, prima, tá deixando o novinho sozinho? — perguntou Rômulo, oferecendo cerveja pro Gabriel, que recusou educadamente.
— O Gabriel é da igreja, Rômulo. Ele tem valores — respondi, a voz cheia de veneno doce.
— Valores... — Rômulo riu, sentando do outro lado, olhando pra minha calcinha molhada visível. — Valores são importantes, né? Principalmente em família.
A forma que ele disse "família" fez meus mamilos endurecerem. Eu queria. Eu queria muito.
— Mãe! — gritei, me levantando de repente. — Eu tô passando mal... acho que é o calor. Vou deitar lá no quarto dos fundos, tá?
Minha mãe, do outro lado, nem olhou. Tava ocupada mostrando vídeos de pixuleco no celular.
— Vai, filha! Pede pro Gabriel te levar!
— Não precisa, mãe. O Gabriel tá tocando violão pros tios. Eu consigo ir sozinha.
Eu olhei pro Gabriel, que tinha uma expressão preocupada. Eu me abaixei, beijei a bochecha dele, deixando meus seios rocaram no braço dele, senti ele tremer.
— Fica aqui, amor. Eu volto já. Reza por mim.
Eu me virei e andei em direção ao quarto dos fundos, aquele bangalô afastado. Eu não olhei pra trás, mas sabia que Geraldo e Rômulo me seguiam. Podia sentir os olhos deles queimando minha bunda.
Entrei no quarto. Escuro, cheirando a mofo e tinta velha. Uma cama de ferro com colchão fino. Eu fechei a porta, mas não trinquei. Esperei.
Três minutos. A porta abriu.
Geraldo entrou primeiro, trancando. Rômulo veio logo em seguida, já tirando a camiseta molhada, revelando o peitoral definido, loiro, tatuagens de tribais.
— Sua mãe vai ver a gente faltando — disse Geraldo, já avançando.
— Minha mãe não vê nada além do Bolsonaro — respondi, dando dois passos pra trás, sentindo as costas baterem na parede fria. — Ela pode entrar aqui me pegando com vocês dois e ia achar que era uma intervenção divina.
Rômulo riu, baixo, gutural. Já tava com a mão na frente da bermuda, ajeitando a pica dura. — Você é uma puta do caralho, Flor. O Gabriel é um santo. Como é que você engana ele?
— Eu não engano ninguém — respondi, puxando o zíper da saia, deixando o tecido cair, ficando só de calcinha e blusa. — Ele que escolhe não ver.
Eu tirei a blusa por cima da cabeça. Sutiã de renda preta. Os seios saltando, mamilos rosados endurecidos. Geraldo gemeu, um som animal, e se jogou em mim. Ele me pegou pelo pescoço com uma mão e com a outra mergulhou na minha calcinha, três dedos grossos entrando de uma vez na minha boceta já molhada.
— Porra, tá pingando — rosnou ele no meu ouvido.
— Tira logo essa roupa e me fode — ordenei, a voz grossa, puta. — Me fode como o Gabriel nunca vai conseguir.
Rômulo já tava nu, a pica dele saltando pra cima, grossa, rosa, a cabeça vermelha. Ele era grande, uns vinte centímetros. Geraldo soltou meu pescoço e tirou a regata, revelando o peitoral musculoso escuro, abdômen trincado. Ele abaixou a bermuda e a pica pulou pra fora, preta, enorme, grossa como uma lata de cerveja, as veias saltadas, cabeça roxa.
Eu salivei. Senti a boca encher de água.
— Vem aqui, puta — ordenou Geraldo, sentando na cama, a pica ereta. — Senta nessa pica agora.
Eu tirei a calcinha e fui até ele. Atravessei o quarto nua, consciente de cada olhar me devorando. Quando cheguei na frente de Geraldo, eu não me sentei devagar. Eu enfiei. Desci de uma vez, sentindo a pica me rasgar, me preencher, chegar no fundo do útero com um golpe seco que me fez gritar alto — mas Rômulo já tava atrás de mim, colocando a mão na minha boca, abafando.
— Shhh, sua mãe vai ouvir, sua puta — sussurrou ele no meu ouvido, enquanto eu rebolava no colo de Geraldo.
Geraldo segurava minha cintura com as duas mãos, levantando e abaixando meu corpo. A cama rangia alto, batendo na parede, mas o som do sertanejo lá fora abafava.
— Mais forte — gemi contra a palma da mão de Rômulo. — Me fode mais forte, seu negão filho da puta.
Geraldo acelerou. Ele levantou, me segurando no colo, e me jogou de bruços na cama. Eu fiquei de quatro, bunda pro alto, e ele voltou a meter, de pé atrás de mim, batendo na minha bunda com força, deixando marcas vermelhas de mão negra na pele clara.
— Olha essa bunda — grunhiu ele, dando uma palmada forte que fez estalar. — Bunda de puta de luxo. Sua mãe é uma conservadora de merda e você é uma vadia.
— Sou, sou vadia — concordei, a cara no colchão empoeirado, a boceta sendo fodida sem dó.
Rômulo veio pra frente, subiu na cama, e enfiou a pica na minha boca. Eu abri a garganta sem reclamar, sentindo o gosto salgado de pré-gozo. Ele pegou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter na minha boca, no mesmo ritmo que Geraldo metia na minha boceta. Eu era um sanduíche de carne, sendo fodida dos dois lados.
— Tá gostoso, putinha? — perguntou Rômulo, puxando meu cabelo, fazendo eu olhar nos olhos dele enquanto engolia a pica até a garganta, engasgando, babando. — O Gabriel nunca te fodeu assim, né?
Eu neguei com a cabeça, a boca cheia, os olhos lacrimejando. Geraldo acelerou mais, a pica batendo no fundo, fazendo barulho de "ploc ploc ploc" molhado.
— Vou gozar — avisou Geraldo, a voz estrangulada. — Vou encher essa boceta de porra.
— Goza dentro, goza dentro — implorei, tirando a boca do pau de Rômulo. — Me enche de porra, por favor.
Ele gozou. Senti jatos quentes, grossos, enchendo meu útero, escorrendo pra fora. Geraldo gemeu alto, um urro animal. Quando ele saiu, a porra escorreu pela minha coxa, branca, espessa.
Rômulo não aguentou ver aquilo. Ele me virou de costas, deitou em cima de mim, e enfiou a pica na minha boceta já cheia de porra do Geraldo. Ele fodeu rápido, violento, sem cerimônia, mordendo meu pescoço, deixando marcas de dente.
— Sua mãe tá lá fora pregando moral — sussurrou Rômulo no meu ouvido, metendo fundo. — E você aqui, tomando duas picas de primos. Você é a puta mais depravada.
— Sou sua puta — confirmei, sentindo o orgasmo se aproximar, aquela onda quente subindo. — Goza em mim, Rômulo. Goza junto comigo.
Eu gozei. Foi intenso, violento, contrações fortes apertando a pica dele, meus dedos arranhando as costas dele, minha boca aberta num grito mudo. Ele gozou segundos depois, jorrando mais porra quente dentro de mim, misturando com a do Geraldo, enchendo tanto que começou a escorrer pela entrada, formando uma poça na cama.
Ficamos ali, ofegantes, suados, o cheiro de sexo forte no quarto fechado. Eu sentia as duas porras dentro de mim, escorrendo, pingando. Eu me senti completa.
— A gente tem que voltar — disse Geraldo, já se vestindo, a pica mole ainda grande, pingando. — Sua mãe vai suspeitar.
— Deixa ela suspeitar — respondi, deitada na cama nua, as pernas abertas, deixando a porra escorrer livremente. — Ela acha que eu sou virgem até o casamento.
Rômulo riu, se vestindo. Ele beijou minha barriga antes de sair. — Até a próxima festa, putinha.
Eles saíram. Eu fiquei ali mais cinco minutos, sentindo o corpo latejar, a boceta dolorida, inchada, cheia. Quando eu voltei pra festa, o sol já tinha caído completamente. Minha mãe ainda tava discursando sobre valores, agora com uma Bíblia na mão. O Gabriel veio correndo até mim, preocupado.
— Flor, você sumiu! Tá bem? Tá vermelha, suada...
Eu olhei pra ele, com carinho genuíno pelo coitado. Ele era tão puro. Tão inocente. E eu tava tão cheia de porra dos primos que ainda escorria pelas minhas pernas por baixo da saia.
— Tô bem, amor — respondi, beijando a boca dele, deixando ele sentir o gosto residual de pau que ainda tinha na minha língua. — Só tava... orando. Pedindo forças pros anjos.
Ele sorriu, satisfeito, bobo. Eu segurei a mão dele, apertando, enquanto olhava pro Geraldo e pro Rômulo do outro lado da piscina, que levantaram suas cervejas em um brinde silencioso. Eu levantei minha outra mão e fiz um sinal de joinha, sorrindo.
Foi quando eu notei. Minha mãe tinha parado de falar no meio da frase sobre "valores cristãos". Ela estava olhando diretamente pra mim, com uma expressão estranha, quase como se soubesse. Mas não era possível. Ela não podia saber. Exceto que agora ela caminhava na nossa direção, a Bíblia ainda na mão esquerda, mas na direita ela segurava o celular, a tela virada pra cima, mostrando claramente o aplicativo de câmera ligado. E ao fundo, eu vi a sombra do meu tio Roberto saindo rapidamente do bangalô dos fundos, ajeitando o cinto, com o rosto vermelho não de vergonha, mas de excitação satisfeita.
— Maria Flor — chamou minha mãe, e pela primeira vez em anos, sua voz não tinha aquele tom de certeza moralista, mas sim uma frieza calculista que me gelou o sangue. — A gente precisa conversar sobre o vídeo que o seu tio acabou de me mostrar. Sobre o que você estava fazendo no quarto dos fundos... e sobre quem mais estava com você.
O Gabriel olhou pra mim confuso, ainda segurando a caixinha de veludo do anel. Geraldo e Rômulo pararam de beber, pálidos. E eu, pela primeira vez naquela tarde, senti medo real, porque eu reconheci aquela expressão no rosto da minha mãe. Não era choque. Era oportunidade.
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>>>>> Se gostou comenta aí que eu publico mais das minhas aventuras rsrs