### COROA GOSTOSA PEGA VARA DE 18 ANOS
— "Puta que pariu, que calor do inferno," Sandra suspirou, passando a mão pela nuca molhada.
Era uma tarde de sexta-feira em meados de janeiro, o auge do verão brasileiro. O ar-condicionado tinha pifado, fazia uns 40 graus na sombra lá fora, e dentro de casa a sensação térmica não estava muito melhor... talvez até pior... mesmo com todas as janelas escancaradas tentando pegar qualquer brisa que viesse da rua.
Ela estava lavando a louça usando apenas um biquíni fio-dental, e considerava seriamente a ideia de arrancar aquelas duas peças minúsculas de tecido e ficar pelada de vez, quando ouviu batidas na porta.
A mãe de dois filhos (sua filha, Cíntia, estava viajando com as amigas da faculdade para o litoral, e seu filho, Natan, tinha acabado de se formar no Ensino Médio) foi até a porta e teve uma surpresa ao ver o melhor amigo do Natan, o Jonas, parado ali. Embora ela não estivesse nua de fato, sentiu aquela pontada de vergonha por estar praticamente exposta na frente de um garoto de dezoito anos.
— Oi, Tia Sandra — cumprimentou Jonas, fazendo um esforço hercúleo para o queixo não cair no chão como num desenho animado antigo. A fantasia suprema dele, a mãe gostosa do melhor amigo, estava ali parada na frente dele num biquíni que mal conseguia conter aqueles peitos voluptuosos e fartos.
— Oi, Jonas. O Natan não tá, querido — disse ela, avaliando a aparência do garoto. Ele sempre foi meio nerd, meio magrelo, mas tinha encorpado pra caramba no último ano. Ela conhecia o Jonas desde que ele era um toquinho de gente, quando a família dele se mudou para a casa da frente. Ele e o filho dela eram carne e unha desde então.
— É, eu sei... eu acho que deixei meu carregador na área da churrasqueira da última vez que a gente fez um som aqui — disse ele, tentando desesperadamente não focar o olhar no vale profundo entre os seios dela que parecia chamá-lo para mergulhar.
— Ah, claro; pode entrar e dar uma olhada — disse Sandra calorosamente, dando passagem. Ela não pôde deixar de notar que os olhos dele deram várias escapulidas para o decote dela, onde praticamente tudo estava à mostra.
Ele entrou e soltou: — Caralho, tá um forno aqui dentro!
— Pois é, o motor do ar-condicionado pifou hoje de manhã — a *milf* suada suspirou pesado, o peito subindo e descendo.
— Hum, se a senhora quiser, eu posso dar uma olhada — Jonas ofereceu, tentando não encarar os peitos da mãe do melhor amigo com muita avidez... e falhando miseravelmente.
— Você entende disso? — ela perguntou ao fechar a porta, talvez uma decisão imprudente dado o calor.
— Entendo sim. Eu tô fazendo um bico nas férias com meu Tio Chico, aquele que mexe com refrigeração e instalação, então manjo bastante não só de encanamento, mas de ar split e elétrica — explicou ele, agora admirando as pernas torneadas dela. Ela era um pedaço de mau caminho... e ele conseguiria encher fácil um copão de açaí de 700ml só com a porra que ele já tinha batido pensando em comer ela.
— Nossa, isso salvaria minha vida — disse a mãe, agradecida. — Eu liguei pra todo mundo que achei no Google, mas ou ninguém atende, ou dizem que só têm agenda pra semana que vem.
— É, no verão todo mundo fica atolado de serviço — disse Jonas. — Meu tio emendou o feriado pra viajar com a esposa, senão eu estaria na rua trabalhando hoje também.
— Então dei sorte de você aparecer — disse ela.
— Não prometo nada, mas vou tentar — disse ele, lutando para disfarçar o pau latejando dentro da bermuda de tactel, tentando ajeitar o volume discretamente.
Sandra baixou os olhos por acaso e viu uma barraca inegável armada nas calças do garoto. Uma parte dela ficou lisonjeada por ter causado aquela ereção, enquanto outra parte ficou constrangida pelo mesmo motivo. — Precisa de alguma coisa? Ferramenta?
Ele disse: — Não, tranquilo. Tenho o kit no carro. Vou só lá no quintal dar uma olhada na condensadora, a unidade externa.
— Ah, tá bom.
— É, às vezes é só o capacitor que queimou com o pico de luz — explicou ele.
— Ah, que cabeça a minha — ela riu de si mesma. — Eu não entendo nada disso.
— Relaxa, Tia — disse ele — não é algo que a gente pensa até parar de funcionar.
— Pois é, só dei falta quando comecei a derreter — respondeu a coroa suada, com um sorriso meio ácido.
— Vou lá checar.
— Ok, obrigada, Jonas.
Jonas deu mais uma olhada "discreta" — ou pelo menos ele achou que foi — no decote da mãe do amigo antes de ir para o quintal.
Sandra notou a secada extra nos peitos dela e o volume na bermuda dele enquanto ele saía. Estranhamente... e de forma confusa... ela sentiu uma umidade repentina na calcinha do biquíni. Ela supôs que não fosse tão estranho assim, já que ele tinha virado um homem bonito, e ela não transava há oito meses. O marido a tinha trocado por uma novinha há dois anos, e ela saiu em alguns encontros, mas mesmo a rapidinha terrível de oito meses atrás, onde o cara durou dois minutos e a deixou na mão, não chegava aos pés das gozadas que ela tinha com os brinquedos... e a coleção dela só crescia, já que seu apetite sexual era voraz. Além de três vibradores caros, ela tinha um sugador de clitóris que grudava na parede do box e, escondido no closet, uma máquina de foder importada. Sim, custou os olhos da cara, mas, porra, aquilo dava orgasmos de outro mundo! Mas, com tudo isso dito, ela estaria mentindo se dissesse que não sentia falta da sensação quente de um pau de verdade, de carne e osso, preenchendo ela.
Ela foi ao lavabo fazer xixi, lavou as mãos e voltou para a cozinha para pegar os ingredientes de uma salada. Sem chance de ligar o fogão hoje... nem fodendo! Se o Jonas não conseguisse consertar o ar, ela com certeza ia jantar fora e depois se enfiar num cinema gelado no shopping.
Quando a salada estava pronta, Jonas voltou para a cozinha, agora sem camisa, e disse: — Acho que descobri o problema.
— Tem conserto? — Sandra perguntou, distraída pelo peitoral suado e definido do garoto de dezoito anos. Ela não pôde evitar pensar em como gostaria de lamber aquele suor salgado direto da pele dele.
— Acredito que sim — disse ele. — Mas pra ter certeza, preciso checar a fiação do disjuntor aqui dentro.
— Tá bom — disse ela, incapaz de não admirar o abdômen trincado e os bíceps dele brilhando de suor.
Enquanto Jonas ia até o quadro de luz no corredor, ele sentiu que ela o estava comendo com os olhos. Ele balançou a cabeça para afastar aquele pensamento impossível... embora, no último ano do colégio, sua sorte com as mulheres tivesse mudado drasticamente depois de um verão trabalhando pesado em obras (o que é surpreendentemente fitness quando você passa o dia carregando peso e se espremendo em forros de gesso) e indo na academia. No terceiro ano, ele tinha ganhado um boquete da Carol no banheiro da festa de formatura; perdeu a virgindade com a Bia, uma menina que conheceu nos jogos escolares; e até comeu a Amanda, a mais gata da sala, nos últimos dois meses de aula, mas que infelizmente estava passando as férias na Bahia.
A coroa, subitamente cheia de tesão, balançou a cabeça para espantar os pensamentos impróprios. Precisando se esfriar literal e figurativamente, ela foi até a geladeira e ficou parada na frente dela com a porta aberta. Pegou uma pedra de gelo do congelador e deslizou pelo pescoço, descendo pelo colo, entre os seios. A sensação gelada na pele quente foi um alívio divino.
— Nossa... — Jonas deixou escapar, paralisado ao ver a mulher mais gostosa que conhecia fazendo algo que parecia cena de pornochanchada. O pau dele, que tinha dado uma acalmada enquanto ele trabalhava, acordou com força total, pronto para a guerra num piscar de olhos! Mas ele deve ter feito algum barulho, porque...
— Ai meu Deus, desculpa! — Sandra se desculpou, jogando o gelo na pia rapidamente, corada. — É que tá muito quente!
— Mas não por muito tempo... tá quase no jeito — disse ele, tentando parecer natural, mas desejando ser aquela pedra de gelo... bem... antes dela ter jogado fora. — Só preciso pegar uma peça na caminhonete do meu tio e a gente resolve isso!
— Jura? Que maravilha! — disse ela. Ele saiu, e ela pensou: *Meu Deus do céu, que vergonha!*
Ela pegou o celular para se distrair da humilhação e começou a rolar o feed do Instagram. Ele voltou e foi mexer no quadro de luz de novo. Enquanto ela passava por postagens idiotas de política que a faziam revirar os olhos, a descoberta de uma série nova de romance na Netflix que a fez sorrir, e um vídeo engraçado de gato, ela viu que hoje era o Dia Mundial do Nudismo (não confundir com o dia da jardinagem pelada). Ela riu. *E com esse calor do cão, seria o dia perfeito pra isso!* Ainda suando em bicas, ela serviu dois copos grandes de mate com limão bem gelado... jogou umas quatro pedras de gelo em cada um para garantir, e foi até onde seu "marido de aluguel" improvisado estava para oferecer um refresco.
Para sua surpresa, o corredor onde ficava o quadro de luz estava um pouco mais fresco.
Ela encontrou Jonas mexendo nos fios com a chave de fenda.
— Trouxe um mate gelado pra você — disse ela. — Imaginei que você estivesse precisando.
Ele se virou, aceitou o copo e disse: — Valeu, Tia Sandra, tava precisando mesmo.
— De nada — disse ela. — E, olha, agora que você já é homem feito, pode me chamar só de Sandra, tá? Esse negócio de "Tia" me faz sentir velha.
— Tá bom... Sandra — disse ele, testando o nome na boca enquanto bebia o mate e, mais uma vez, secava o corpo perfeito da mãe do amigo, ali parada só de biquíni na frente dele.
Sandra estava fazendo a mesma coisa... admirando o corpo seminu do amigo do filho. — E aí... acha que dá pé?
— Sim — ele assentiu. — Fiz uma ligação direta aqui só pra funcionar agora, depois eu compro a peça certa pra trocar definitivo.
— Você é um anjo!
— Que nada.
— É nada não, tô te devendo uma, e das grandes — disse ela. E, sem querer, escolheu aquele exato momento para olhar para o volume na virilha dele.
— É o mínimo que eu podia fazer — disse ele, a voz falhando um pouco. — A senhora... você... já matou minha fome com tanto lanche depois da escola todos esses anos!
*Eu não me importaria de matar sua fome com outra coisa agora*, Sandra pensou, chocada com a própria ousadia mental. — Ah, foi um prazer — respondeu ela, tentando manter a voz neutra, enquanto imaginava o tamanho daquele pau. A barraca na bermuda de tactel sugeria que a "ferramenta" era de respeito.
— Não, o prazer é todo meu, Sandra — disse ele, numa tentativa meio torta e tímida de flertar.
Houve um silêncio carregado enquanto Sandra captava a indireta, percebendo que ela mesma tinha começado aquele jogo, mesmo que só na cabeça dela. Como psicóloga, ela sabia que o subconsciente muitas vezes dava a largada antes da gente se dar conta.
Ele virou o resto do mate num gole só, sabendo que tinha sido ousado demais, devolveu o copo para ela e disse: — O ar deve começar a gelar em alguns minutos.
— Isso vai ser ótimo — disse Sandra, percebendo que tinha deixado ele sem graça. Ela se virou para voltar para a sala, balançando a cabeça. *Que porra há de errado comigo? Ele tem dezoito anos! É o melhor amigo do Natan! A mãe dele faz pilates comigo!* E mesmo assim... mesmo assim... ele é gostoso pra caralho... e na idade dele, ele deve ter leite pra dar e vender, recarregar rápido e me dar as fodas que eu tô tão desesperada pra receber... que eu quero... e que eu preciso!
Sabendo que ela ia acabar usando um dos seus brinquedinhos no minuto em que ele saísse, ela abriu o site de contos eróticos no celular, como costumava fazer. Ela não se importava de ver pornô, mas o que ela curtia mesmo era ler putaria. Ela gostava daquela construção lenta do tesão, enquanto os vídeos geralmente eram só o "vamos ver" sem história nenhuma. Ultimamente, ela andava lendo muitos contos de *suruba*, já que era uma daquelas fantasias proibidas que ela achava que nunca ia realizar, mas hoje ela digitou na busca do site: "garotos de 18 anos".
Para a surpresa da coroa cheia de tesão, a maioria das histórias que o site achou era sobre meninas de dezoito anos, com títulos tipo *Apagão: A Virgem de 18*, *18tão e Safada*, e um título bizarro: *A Vizinha de 80 Anos*. Quando ela finalmente achou um sobre um casal jovem, também tropeçou num conto de *cuckold* chamado *Novinho de 18 Espiona 3 Coroas*, com uma sinopse que dizia: "As mulheres deram um trato no corpo jovem dele." Só de ler o resumo a buceta dela já piscou, imaginando como ela poderia dar um trato no Jonas! Ela salvou também *O Vizinho de 18 Anos* e *Hóspede de Verão*. Ela continuou rolando a tela procurando mais, já que só o primeiro tinha realmente despertado o interesse, embora ela soubesse que poderia ser uma anfitriã excelente para o hóspede atual, se ele desse a brecha.
— Tá na mão — Jonas anunciou ao subir as escadas, agora segurando a camisa na mão, o peito nu brilhando de suor.
— Jura?
— Sim — ele assentiu — mas vai levar pelo menos umas duas horas pra gelar o andar de cima e a temperatura ficar decente de novo.
— Bom, só de saber que vai esfriar já tá ótimo — disse ela, sentindo um ventinho gelado nos pés descalços, já que estava parada perto de uma saída de ar.
— Posso te pedir um favor? — ele perguntou.
— Claro. Qualquer coisa — ela respondeu, e no fundo, ela falava sério. *Só me pede pra chupar seu pau. Só me pede pra abrir as pernas pra você lamber minha xereca. Só me manda debruçar no balcão da cozinha pra você me enrabar*, eram os pensamentos sujos que pipocavam na cabeça da mulher sedenta.
— Se importa se eu tomar uma ducha rápida? — ele pediu.
— Se importo? Nem um pouco — disse ela, e logo ofereceu: — Por que você não usa o meu banheiro, na suíte?
— Sério? — ele perguntou, surpreso.
— É, o Natan instalou aquele chuveiro com pressurizador e uns jatos de massagem laterais. É uma delícia — respondeu ela. Ela omitiu o fato de que um dos jatos ficava perpetuamente mirado na altura exata da buceta dela sempre que ela ligava.
— Pô, seria ótimo — disse ele. — Tô puro suor e graxa.
— Tá mesmo... — disse ela, com aquele tom de voz de atriz pornô nacional antes da ação começar. Percebendo o deslize, ela mudou de assunto rapidinho: — Hum, tem toalhas limpas no armário do corredor, bem do lado do meu quarto.
— Beleza, obrigado, Sandra — disse ele, com o pau latejando de tanto admirar sua *milf* favorita, e também pelo jeito sexy que ela não parava de olhar pra ele.
Ele saiu, e ela balançou a cabeça para si mesma de novo. Então, assim que ouviu o barulho do chuveiro ligando, uma ideia perversa brotou na mente dela. Ela também estava suada, não estava? Então ela precisava de um banho, ué! Abraçando o pensamento safado, e deixando o tesão assumir o volante, ela foi na ponta dos pés para o quarto. Deixou o top e a calcinha do biquíni caírem no chão do carpete e entrou silenciosamente no banheiro vaporoso.
Ela parou por um segundo. *Eu vou mesmo fazer isso? Eu vou mesmo entrar no box onde o melhor amigo do Natan tá pelado?* Enquanto ela se fazia essas perguntas, o corpo dela decidiu por conta própria e continuou a espreita em direção ao box.
O destino então confirmou que ela tinha tomado a decisão certa quando ouviu Jonas gemer, sem saber que a fantasia dele estava do outro lado da cortina:
— Ah, isso... puta que pariu, Tia Sandra, chupa meu pau assim, gostosa! — ela observou a silhueta dele batendo uma punheta furiosa com a mão cheia de sabonete servindo de lubrificante.
Encorajada pela confirmação de que ele estava tão tarado nela quanto ela nele, ela abriu a cortina de uma vez, entrou no chuveiro bem atrás dele e disse, enquanto passava os braços pela cintura dele e agarrava aquele pau duro:
— Eu falei pra você me chamar de Sandra.
— Tia Sandra! — ele engasgou, virando-se no susto para ver a mãe do melhor amigo completamente nua, com aqueles bicos dos peitos duros e grandes encarando ele.
— Não, eu sou a Sandra — ela corrigiu. Então ela se inclinou e tascou um beijo nele.
Jonas ficou em choque! A mão dela estava no pau dele, batendo pra ele agora, e a língua dela estava dentro da boca dele! Ele, claro, beijou de volta, maravilhado com a sorte que tinha caído no colo dele.
Quando ela parou o beijo, perguntou, com um sorriso malicioso: — Você sabia que hoje é o Dia Mundial do Nudismo?
— N-não... — ele disse, ainda tonto com o que estava acontecendo. Uma coisa é bater punheta pensando na mãe gostosa do seu amigo, outra coisa é ter a mão dela no seu pau e ela te beijando, os dois pelados. Era outro nível de "Caralho!"
— Pois é — disse ela, usando seu melhor tom de voz rouca e sexy — e me parece que o Destino decidiu que a gente devia comemorar esse dia do jeito certo, não acha?
— S-s-sim — gaguejou Jonas, tentando processar o milagre que estava rolando.
— Agora deixa eu te limpar todinho — disse a mãe, pegando o sabonete e esfregando no peito dele. — Jonas, você virou um homem e tanto, hein!
— Ah, obrigado — ele gemeu, enquanto ela ensaboava o peitoral dele com uma mão e continuava masturbando o pau dele com a outra.
— E quando eu digo homem, é homem mesmo — disse ela, devolvendo o sabonete para a saboneteira e descendo de joelhos no azulejo molhado, admirando o pau de uns 18 centímetros bem de pertinho. Ele tinha até depilado tudo, tava lisinho. Que rapaz caprichoso!
— Ai, meu Deus, Tia Sandra... — ele grunhiu, olhando pra baixo e vendo aquela mulher linda de joelhos, totalmente nua, segurando a rola dele como se fosse um troféu.
— Ainda é Sandra — ela corrigiu de novo, olhando nos olhos dele. — Agora vamos garantir que esse pauzão fique bem limpinho.
Ela abriu a boca e encapou a cabeça do pau dele com os lábios!
— Puta merda... — Jonas gemeu, olhando sem acreditar que a Tia Sandra estava mamando ele!
— Hummmmmm — Sandra gemeu com a boca cheia, sabendo, ou pelo menos presumindo, que a primeira gozada dele não ia demorar pra sair, e ela queria sentir aquele jato quente de porra explodindo na boca dela. Ela sempre gostou de chupar pau quando era mais nova, e até nos últimos anos, quando chupar significava que ela não ia ser comida naquela noite, já que o marido tinha virado um cara de "uma e acabou". Não era como antigamente, quando ele conseguia dar duas ou três no mesmo dia. Dito isso, esse pau aqui parecia delicioso entre os lábios dela, e ela não ia parar até esvaziar aquelas bolas jovens pela primeira vez na rodada.
— Isso é bom demais... — ele gemeu. Ele tinha aprendido no pouco tempo de vida sexual ativa que elogiar a mulher na hora H, especialmente quando ela tá te pagando um boquete, é o básico da sobrevivência.
Ela tirou a boca do pau e disse, olhando pra cima, com os olhos pidões de puta: — Eu quero que você goze na minha boca, Jonas. Você consegue fazer isso por mim?
— C-c-consigo... claro — ele gaguejou. Aquela era a pergunta que todo homem sonha em ouvir!
— Ótimo — disse ela — porque faz quase um ano que eu não tomo um banho de leite quentinho na boca.
A *milf* faminta então enfiou o pau duro de volta na boca e começou a bombear com vontade, fazendo o movimento de sucção, enquanto a mão direita dela foi para baixo e segurou as bolas dele com firmeza. Muitas mulheres não sabiam o poder que era mexer nas bolas e como isso deixava o cara louco, geralmente acelerando a gozada.
— Ai, isso, não para — ele gemeu. Aquele boquete era facilmente o melhor da vida dele. E o toque dos dedos dela nas bolas dele era algo que ele nunca tinha sentido antes. E a melhor parte de tudo: era a Tia Sandra que estava chupando!
— Mentira! — ele engasgou, achando aquela escassez algo impossível. — Não uma mulher gostosa que nem você!
— Sou eu mesma! E é por isso que eu tô precisando tanto de rola agora — ela gemeu, enquanto ele voltava a socar com força... aquela posição permitia que o pau dele batesse nela num ângulo que pegava no fundo.
Jonas queria dar a foda que ela tanto desejava, então agora ele não aliviava nem um pouco, cada estocada indo o mais fundo que ele conseguia enterrar.
— Ai, isso, não para, não para — a *milf* repetia, o segundo orgasmo subindo rápido de novo.
E Jonas não parou. Ele metia o mais forte e rápido que conseguia, os gemidos selvagens dela aumentando a determinação dele de não diminuir o ritmo até ela gozar!
— Ai, porra, isso, Jonas! Me dá tudo, me dá esse pau todo, soca tudo! — ela balbuciava, o orgasmo agora na pontinha.
O quarto ainda estava um forno, o ar-condicionado improvisado lutando para conseguir resfriar a casa toda, então os dois suavam em bicas com aquele exercício intenso.
— Ai, Jonas, ai Jonas, ai caralho, ai porra, poooorra! — Sandra gritou, quando o segundo orgasmo rasgou o corpo dela.
Jonas não diminuiu o ritmo nem fodendo enquanto a *milf* dos sonhos dele gozava no pau dele.
— Ai, caralho... — ela gemia, o corpo tremendo incontrolavelmente.
Jonas, querendo variar a posição, tirou o pau, virou a mulher trêmula de lado, em posição de conchinha, se encaixou atrás dela e deslizou de volta pra dentro.
— Ai, isso, faz o que você quiser comigo, bebê — Sandra gemeu, sendo sacudida como se fosse uma boneca inflável de carne e osso.
— Quer mais da minha vara? — Jonas perguntou, comendo ela de ladinho.
— Eu quero tudo — ela gemeu — e quero sua porra toda também!
— É toda sua. Onde você quer que eu goze? — ele perguntou, enrabando ela com gosto, e passando a mão pra frente pra apertar o peito dela.
— Dentro da minha buceta, na minha cara, onde você quiser atirar — respondeu ela. Ela pensou que tanto lá no fundo quanto na cara seriam opções deliciosas.
— Então não tem problema se eu encher essa buceta de leite?
— Sem problema nenhum! Manda ver, joga tudo dentro, bebê — ela incentivou, já que essa opção parecia deixar ele com mais tesão.
— Ai, caralho — ele grunhiu, a segunda carga borbulhando nas bolas.
— Enche minha xereca, Jonas — ela provocou, empurrando a bunda contra as estocadas inexoráveis dele.
— Se prepara — ele avisou, sabendo que não ia aguentar muito mais.
— Enche até a boca — a mãe implorou, doida pra sentir aquele líquido quente preenchendo ela.
— Puta que pariu — ele rosnou algumas metidas depois, e cumpriu a promessa, enchendo ela de verdade!
— Isso! — ela gemeu, sentindo jato atrás de jato de porra sendo despejado na buceta dela, que estava abandonada há tanto tempo.
— Porra... — ele disse, bombeando até esvaziar tudo. Então ele escorregou pra fora e caiu de costas na cama, exausto.
Sandra se virou, um coquetel do gozo dele e dela escorrendo pelas pernas, e botou o pau mole dele de volta na boca... sentindo o gosto dos dois misturado na pele.
— Uau... — ele suspirou.
Depois de um minuto, ela perguntou: — Quer voltar pro chuveiro?
— Bora — disse ele.
— Acha que consegue recarregar? — ela provocou.
— Mais umas quantas vezes — ele garantiu, cheio de confiança.
— Então vamos descobrir quantas balas você tem guardadas nesse canhão pra mim — disse ela, puxando ele da cama e arrastando-o de volta para o chuveiro, agora deliciosamente gelado.
Seis gozadas dele depois... duas goela abaixo, duas dentro da buceta, uma cobrindo os peitos dela e uma finalzinha na cara... enquanto ela também curtiu mais uma dúzia de orgasmos.
Quando os dois estavam finalmente esgotados, o ar-condicionado já tinha deixado a casa numa temperatura agradável (eles tinham feito uma pausa pro Jonas correr na loja de refrigeração antes de fechar pra comprar a peça)... eles estavam deitados na cama juntos... ainda pelados... Sandra "cuidando" do pau dele com carinho... porra escorrendo da buceta dela enquanto ela torcia por talvez só mais uma rapidinha... quando ouviu palavras que a trouxeram de volta à realidade num tranco.
— Mãe! Jonas! Que porra é essa?
— Humm... oi, Natan — disse ela, depois de tirar o pau da boca, sem muita pressa. — Acho que tá na hora de te contar que o Jonas agora é meu melhor amigo também!
FIM
—