Duas semanas depois eu estava em casa nas férias de verão. Ainda não falávamos sobre isso, não abertamente, o que era meio estranho. Mas recebia pelo menos dois boquetes todo santo dia. Todo dia. Geralmente mais. Às vezes muito mais quando a tia Carla aparecia.
Foi na primeira semana do ano novo que fizemos uma viagem juntos. Um resort all-inclusive em Punta Cana. A tia Carla foi fiel à palavra, e me comeu até eu não aguentar mais. Ela era maravilhosa, muito carinhosa, ansiosa pra instruir e disposta a fazer qualquer coisa. Tudo que eu tinha que fazer era dar uma dica do que queria, e estávamos nus rolando na cama, tentando achar novas maneiras de eu enfiar meu pau dentro dela. A tia Carla é muito criativa, muito vocal e muito, muito responsiva. Só os primeiros dois dias foram uma educação que nunca teria sonhado.
Não sei se ela era a melhor que existe, mas com certeza era a melhor que já tive, e muito mais. A mãe foi junto na viagem e testemunhou a maior parte. Mas sem o armário, eu e a mãe nunca fizemos nada além de nos aconchegar, beijar e apalpar um pouco. Pelo menos não até a tia Carla ter a ideia brilhante de colocar a mãe na varanda, e eu enfiar meu pau pelas aberturas da cortina. Isso foi quatro dias depois da viagem. Depois disso a mãe era a preparadora designada, me deixando duro sempre que a tia Carla queria outra cavalgada.
Dia cinco, finalmente joguei a carta do 'sem limites'. Isso deixou a tia Carla nervosa, então fomos com calma esquentando ela, e usamos muito lubrificante. Quer dizer, muito mesmo. Não acho que seja tão bom quanto a buceta dela, mas saber que eu era só o terceiro dela foi bem intenso. Ver ela lentamente entrando no clima enquanto íamos devagar foi incrível. Ver o primeiro orgasmo dela com um pau duro na bunda linda? Impagável.
Sempre amei minha tia, mas depois daquela viagem, as coisas foram pra outro nível totalmente diferente.
Depois, concordamos, a tia Carla e eu, que só transaríamos longe de casa. Exceto pelos boquetes particulares do glory-hole, claro.
Não foi até a semana antes das férias de verão que a mãe atingiu a meta. Soube que algo estava acontecendo no momento que entrei pela porta. Era a expressão no rosto dela.
"O que aconteceu, mãe? Ganhou na loteria?"
"Melhor," ela disse.
"Sério?"
A mãe assentiu. "Atingi a meta."
Ela parecia mesmo. Não acho que ela fosse ser tão gostosa quanto a tia Carla, mas estava com uma aparência muito boa. Finalmente percebi que ela tinha feito uma transformação completa. Novo corte de cabelo, nova cor, maquiagem, roupa nova, tudo. Fui lento pra perceber já que tinha visto as mudanças acontecendo ao longo do tempo, mas finalmente caiu a ficha. A mãe estava meio gostosa.
"Sua recompensa?" perguntei.
O sorriso dela parecia que ia rasgar o rosto. Ela andou pra frente e me pegou pela mão. Então me levou pelo corredor pro quarto dela. "Bem-vindo ao nosso quarto, meu bebê."
Tive uma ereção instantânea. Oito meses de provocação fazem isso com você. "Vou sentir falta do armário," disse.
"Não, não vai. Aquele armário não vai a lugar nenhum, e confia em mim, vai ter muito uso. Agora chega de conversa, estou enlouquecendo. Ganhei minha recompensa, e quero ela. Agora!"
O que posso dizer? Era minha mãe. Ela nunca ia ser a mulher selvagem que a tia Carla era, mas agora que estava nos remédios, estava pronta pra aproveitar o sexo. Me senti meio mal que o pai não tenha visto esse lado dela, mas porra, se os boquetes dela não eram suficientes, deveriam ter achado algum jeito de resolver!
Mas voltando ao ponto, fazer amor com a mãe foi incrível. Só porque ela era minha mãe.
A mãe me despiu, e fiz o mesmo com ela. Ela tinha comprado uma lingerie nova bem safada e corou terrivelmente quando recuei pra olhá-la.
"Não fica olhando, Rodrigo, é constrangedor," ela disse.
"Isso é ridículo, mãe. Você trabalhou tão duro pra entrar em forma; tem que me deixar ver os resultados. Você é uma MILF sexy, não é?"
Ela me deu um sorrisinho. "Alguns dos homens na academia parecem achar que sim."
"Mãe! Você está dando o que é meu?"
Ela pulou pra frente, surpresa no rosto. "Não, bebê. Nunca! Posso provocar eles um pouco, mas só existe um homem pra mim. Tenho guardado pra você. Sou sua agora, amor. Só sua."
Inclinei o queixo dela pra cima beijando ela longa e fortemente. Quando terminamos desfiz o sutiã dela, tirando. Sim, os peitos dela caíam um pouco, mas eram incríveis. Finalmente estava vendo eles e tinha valido a pena esperar. Os mamilos dela já estavam duros como pedra na antecipação.
"Você ama meus peitos, não ama?" ela provocou.
"Sempre amei," admiti. "São fabulosos."
"São seus, bebê. Por que não reivindica eles?"
Coloquei a mãe de costas no que agora era nossa cama, usando só a calcinha. Dei um beijo rápido nela antes de descer a cama pra me aproveitar daqueles peitos incríveis. Devo ter trabalhado neles por uns dez minutos antes da mãe começar a implorar por mais.
Me levantei de joelhos e ofereci meu pau pra ela. "Chupa, mãe. Chupa como só você sabe. Quero assistir de verdade."
A mãe pegou na mão e deu uma lambida longa e lenta no meu pau. "A boca da mamãe é sua agora, bebê. Nem precisa pedir. Quando quiser, onde for, tira esse pau lindo e vou cuidar dele."
Estava empolgado demais pra deixar ela continuar por muito tempo. Tudo que realmente queria era assistir ela, ver aquele rosto bonito adorar meu pau. Assistir a mãe não deixava dúvida alguma de que ela amava me chupar. Amava absolutamente.
Ela gemeu quando me afastei, substituindo meu pau pelos meus lábios, beijando ela suavemente. "Não aguento esperar mais, mãe. Não aguento."
"Você não tem que esperar," ela sussurrou.
Desci a cama e tirei a calcinha dela devagar. Ela tinha obviamente aparado lá embaixo. Quando começamos com as coisas do armário, vi ela nua muitas vezes. Ela tinha um mato grande. Agora era uma touceira cuidadosamente cortada, e lisa como seda embaixo.
"Deus, você é sexy," disse.
"Sério?"
Não respondi. Só me abaixei e beijei ela entre as pernas, antes de cair de boca. A tia Carla tinha me ensinado muito sobre fazer isso. Ela não tinha filtro, e nem vergonha. Minha tia não hesitaria em me dizer o que gostava e o que queria. Tenho certeza que a mãe era o oposto. Ela faria o que eu quisesse, e nunca pediria nada. Então ela ia se beneficiar da instrução da tia Carla.
Foi uma sensação total chupar a mãe, ouvindo os suspiros ofegantes e gemidos dela. Ela continuava falando sobre como era maravilhoso, como eu era maravilhoso. Consegui deixá-la perto de gozar algumas vezes, fazendo o melhor pra deixá-la um pouco louca. Mas não queria que a primeira vez dela gozando pra mim fosse em nada além do meu pau.
Na terceira vez que a tinha à beira, recuei pros gemidos frustrados dela. Ela olhou pra mim em fascinação ansiosa enquanto eu abria as pernas dela, batendo meu pau contra o clitóris dela. Esfreguei pra cima e pra baixo na abertura dela, assistindo os lábios dela se abrirem pra mim. Ela estava tremendo quando pressionei a cabeça pra frente, assistindo desaparecer. Trabalhei pra frente e pra trás alguns centímetros até me estabelecer solidamente dentro dela. Então me estiquei sobre a mãe, olhando nos olhos amorosos dela.
"É hora, mãe," sussurrei.
Ela assentiu, me dando um sorriso. "Há muito tempo, meu amor. Me faz sua."
Me abaixei pros cotovelos, trazendo meu rosto pro dela. Beijei os lábios dela suavemente, encarando nos olhos dela, enquanto pressionava pra frente. Devagar, muito devagar afundei nela.
"Você está bem?" perguntei.
Ela balançou a cabeça. "Foda-se bem, estou fantástica!"
Ri. "Sim, você é." Recuei devagar, e enfiei todo meu comprimento de volta nela firmemente.
"Issoo," ela sibilou, inclinando a cabeça pra trás e fechando os olhos.
Meti nela devagar com golpes longos, entrando e saindo, só aproveitando a sensação de preencher a buceta apertada da mãe. E era apertada, mais apertada que a tia Carla. Mais apertada que a maioria das garotas que conheci na faculdade.
"Deus, você é incrível, mãe."
"Me come, bebê. Me come gostoso. Me come forte. Me come como se fosse dono de mim."
Aquela era uma oferta que não ia recusar. EstiQuei as pernas pra ter alavancagem e aumentei o ritmo. Senti ela tremer enquanto socava meu pau nela.
"Ah, bebê," ela gemeu. "Assim, mais forte, você vai me fazer gozar."
Fiz como ela pediu. Ela era minha mãe, afinal. Comi ela mais forte, mais rápido, martelando meu pau nela com tudo que tinha. As mãos dela alternavam entre esfregar por todo meu corpo e me agarrar forte, cravando os dedos na minha carne.
"Goza pra mim, mãe," rosquei.
Ela gemeu, tremendo, gemendo suavemente enquanto trabalhava os quadris contra minhas estocadas, fodendo de volta.
"Goza, minha linda putinha, minha sexy chupadora de pau, goza!"
Os olhos dela se abriram e a boca escancarou enquanto ela ofegava. Tinha ela, pude sentir.
"Isso mesmo sua putinha sexy. Goza!"
Ela estava tremendo, dedos cravando em mim enquanto quase me jogava pra fora dela. Jesus, a mãe era uma mulher selvagem quando gozava. Ela me agarrou pelo pescoço, me puxando pra baixo forte, cravando os dentes no meu ombro nu enquanto estremecia embaixo de mim. Foi tudo demais, e minha necessidade de terminar veio sobre mim como uma avalanche.
Rosquei enquanto enfiava fundo, enchendo minha mãe de porra. Ela gemeu e se agarrou forte em mim enquanto tentei recuar. Parei de resistir e descansei em cima dela, enquanto meus quadris empurravam meu pau de volta pra dentro dela até estar completamente terminado.
Os braços dela finalmente relaxaram e me libertaram. Olhei pra baixo e vi lágrimas nos olhos dela.
"Te machuquei?" perguntei.
Ela sorriu, balançando a cabeça suavemente. "Nunca, meu bebê. Você nunca poderia me machucar. Foi perfeito, ainda melhor que meus sonhos e fantasias. Obrigada."
"Obrigado, mãe. Você é incrível."
Ela sorriu. "É tudo que sempre quis ser. Incrível pra você."
A mãe me deu um empurrãozinho pro lado, me desalojando de entre as pernas dela pra minhas costas. A mãe não é fresca com porra; acho que já estabelecemos isso. Ela não hesitou em descer entre minhas pernas, me limpando, depois me chupando de volta à dureza.
Quando tinha terminado aquela tarefa, saiu de cima de mim e ficou de quatro, de frente pro fim da cama. Ela rebolou a bunda pra mim. Não tinha nem perto da quantidade de bunda que tinha quando começamos, mas ainda estava cheia e tentadora.
"Me come, bebê. Me come gostoso. Me come como você quiser."
Comer minha mãe de quatro tinha que ser um dos maiores prazeres da vida. Agarrando aquelas bochechas grandes e macias, dando tapas na bunda dela brincando, assistindo todo o comprimento do meu pau desaparecer dentro dela, era hipnotizante. Adorei e disse a ela.
Ela riu, rebolando a bunda pra mim. "Sua, menino lindo. Como todo o resto de mim."
A segunda vez foi brincalhona e sexy. Incrivelmente divertida. Tentamos várias posições antes da mãe estar cavalgando em mim; olhando pra baixo pra mim com tanto amor nos olhos que era doloroso.
Ela estava cavalgando devagar e gentilmente quando uma mão acariciou meu rosto. "Te amo tanto, Rodrigo. Você me salvou. Você me fez incrivelmente feliz. Mais feliz do que achei que seria."
Puxei ela pra baixo e abracei antes de beijar. Ela ficou parada, enquanto eu empurrava meu pau pra cima dentro dela por baixo. Pressionei meus lábios no ouvido dela. "Não foi uma tarefa árdua, mãe. Amo cada minuto que passei com você. Sem mencionar que seus boquetes são os melhores de todos. Incríveis. Sou o cara mais sortudo do mundo."
Ela olhou fundo nos meus olhos. "Você entende que sou sua mulher agora, né? Completa e sem reservas. Sou sua até você se cansar de mim. Por quanto tempo você quiser, ou quão curto você quiser. O que você quiser."
Parei o movimento lá embaixo, e senti ela afundar no meu pau duro. "Pra sempre, mãe. Você e eu, pra sempre."
Ela me beijou então, e começou a se mover, ficando séria. Ela cavalgou forte até eu estar gemendo. "Goza pra mim, bebê. Me enche com aquela porra deliciosa," ela rosnou.
Gozei. Mais duas vezes na verdade.
Na manhã seguinte gentilmente saí dos braços da minha mãe e escapuli do quarto. Me limpei no banheiro antes de voltar pro meu quarto velho. Já estava ficando duro na antecipação.
Amo minha mãe. Amei comer ela pela primeira vez, e pelas próximas três. Tenho certeza que vou amar comer ela por quanto tempo isso continuar. Mas tem algo sobre ter a mãe de joelhos do outro lado da parede, chupando meu pau. É um vício.
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
Ding-ding-ding "Vera."
Ouvi a mãe gemer, depois lentamente sentar.
Ding-ding-ding "Vera."
Abruptamente ela sentou reta, e um sorriso enorme engolfou o rosto dela.
Ding-ding-ding "Vera."
Ela saiu da cama num flash, todas as partes femininas e macias dela balançando sexualmente. "Estou indo, senhor! Estou indo!"
Enfiei meu pau pelo buraco e a mãe não hesitou nem um segundo em engolir fundo.
"Devagar, minha adorável putinha. Devagar e suave, me deixa aproveitar."
"Sim, senhor," ela assentiu.
Ela estava me provocando agora, tão lindamente, tão sexualmente.
"Te treinei bem, minha sexy chupadora de pau. Você é excelente."
Aquela foi a primeira vez que disse a ela que ela era melhor que boa.
"Excelente, senhor? De verdade?"
"Além de excelente. Soberba, a melhor."
Ela estava sorrindo enquanto lambia meu pau. "Melhor que minha irmã puta?"
"Não tem comparação. Nenhuma. Ela é amadora comparada a você." Talvez não totalmente verdade, mas sei que é isso que a mãe gostava de ouvir.
"Por favor, senhor. Você não pode contar isso pra ela. Ia partir o coração dela. Só diz que sou só um pouco melhor. Por favor." Ela terminou a súplica engolindo fundo.
"Como desejar. Agora me mostra por que você é a melhor."
Levou uns dez minutos pra ela fazer exatamente isso. Quando terminamos ela continuou brincando com meu pau, fazendo o melhor pra trazer de volta à vida.
"Senhor?"
"Sim, minha deliciosa putinha."
"Me promete que nunca vamos parar de fazer isso. Não importa o que aconteça, você não pode tirar isso de mim. Por favor. Vou fazer qualquer coisa que você quiser."
"Depois de todo o trabalho que levou pra te deixar nesse ponto, acha que eu desistiria disso? Nunca. Você é minha putinha pessoal, minha chupadora de pau requintada, e isso nunca vai mudar."
"Obrigada, senhor. Obrigada, obrigada, obrigada!"
Então a mãe provou que era uma milagreira deixando eu duro de novo, depois passando mais quinze minutos pra derrubar de volta.
* * * *
Depois de mais ou menos um mês, estávamos em três ou quatro vezes por semana, porque ela disse que eu estava acabando com ela. Ainda estava recebendo meu boquete matinal diário do armário, e parecia que isso nunca ia parar. Vamos encarar; a mãe amava chupar pau, especialmente o meu. Joga a tia Carla aparecendo algumas vezes por semana pra 'praticar', e eu estava no paraíso.
Depois daquele primeiro verão com a mãe, me mudei de volta pra casa e ia e voltava pra faculdade. Minhas notas levaram um golpe no primeiro semestre, mas a mãe entendia bem a coisa toda da cenoura e vara. Um fim de semana fora com as duas irmãs, seguido do trancamento da porta do armário até minhas notas voltarem onde deveriam estar resolveu quaisquer problemas escolares. Estava no quadro de honra até o fim do ano. Minha recompensa foi inimaginável.
Já faz quatro anos agora. A mãe está com aparência melhor do que nunca, e os boquetes dela ainda são os melhores, embora a tia Carla esteja bem perto. Fazemos algumas 'férias em família' por ano, onde as irmãs me mimam podre. A mãe ainda não é tão boa quanto a tia Carla na cama, mas é muito menos mesquinha com a bunda, e ela é minha mãe, o que compensa muito. Além disso, ela ficou muito melhor. Tem uma puta mentora e treinadora na irmã dela.
Não sei pra onde vamos a partir daqui. A mãe diz que não preciso trabalhar. O negócio do pai continua crescendo, e a parte da mãe é mais do que provavelmente vou ganhar depois de 20 anos. Ainda assim, tenho que fazer alguma coisa. Vou dar mais um ano na faculdade e conseguir meu mestrado. Depois disso, estou pensando em tentar trabalhar como escritor de viagens freelancer. Me prometeram as melhores companhias, e meio que fomos picados pelo bichinho das viagens. A tia Carla tem essa meta estranha de cinquenta países, cinquenta posições. Ela carrega seu livro ilustrado do Kama Sutra onde quer que vamos, marcando cada nova meta. A mãe acha que seria legal chupar pau em cem cidades diferentes. Já que o único pau que ela vai chupar é o meu, parece que vou estar ocupado se as irmãs conseguirem do jeito delas.
Até converti um painel fotográfico dobrável no nosso próprio glory-hole de viagem pessoal.
Me desejem sorte!
~~~~~~~
**FIM**