Olá pessoal.
Esse é nosso primeiro conto, esperamos que gostem.
# A Mariana
Eu e a Luna temos dois gatos e quando viajamos, chamamos uma babá para visitar eles todos os dias, vou chamar ela de Mariana.
Uma vez fomos fazer uma viagem, e como já era de costume, a Mariana veio ver os gatos uma vez por dia. Quando voltamos de viagem, fomos na casa da Mariana levar um presente que compramos para ela. Como nunca tínhamos ido na casa dela, ela fez questão de nos mostrar tudo, sua gata, e a casa toda. Na sala, parei na frente da televisão e vi que havia alguns videogames e outras coisas de nerd, como tenho interesse fiquei olhando. Ela falou que eram coisas do namorado dela e que um dia a gente poderia marcar uma noite para se encontrar e jogar lá. Achei a ideia ótima e ficamos de marcar. Ah eu também vi um dichavador em cima do sofá, e pelo cheiro que havia na casa sabia que seria uma grande noite.
Fomos embora e quando eu saí com a Luna de lá, comentamos que aquele convite dela talvez fosse apenas por educação e que seria aquele clássico rolê que as pessoas falam de marcar mas nunca acontece. Para a nossa surpresa, na semana seguinte a Mariana chamou Luna no WhatsApp e perguntou se não gostaríamos de fazer aquele rolê no fim de semana seguinte. Aceitamos e nos oferecemos para levar algumas bebidas.
# Role na casa da Mariana
Chegando lá, a Mariana e o Sérgio (namorado dela) nos receberam muito alegres e receptivos, e com uma música rolando. Conversamos sobre gatos, a viagem que fiz com a Luna e video games.
Quando começamos a jogar Street Fighter, já estávamos todos levemente bêbados, e a Mariana acendeu um baseado. Perdi uma partida para o Sérgio que jogava com a Shunli e falei “não acredito que perdi pra essa gostosa”, ao que a Mariana ficou surpresa “como assim gostosa? É só um personagem de video game”. Todos rimos, e eu e Sérgio começamos a falar de personagens inclusive de desenho (ex: Vampira do X-Men Evolution) que a gente pegaria. A Mariana ficou mais surpresa ainda, menos a Luna que falou que ficaria com o menino do Digimon.
Foi um momento muito engraçado para todos, então a Mariana disse que só tínhamos coragem de dizer quem a gente pegaria pois eram personagens fictícios, e que não teríamos coragem de falar caso fossem pessoas reais. Então eu e a Luna falamos que temos um combinado de que podemos ficar com duas pessoas específicas do mundo, cada um pode escolher um brasileiro e uma pessoa de fora, a única regra é que deveriam ser pessoas famosas e levemente inatingíveis. As minhas eram Amy Lee e Pitty (pensando em mudar para Isis Valverde ou Mallu Magalhães), e os da Luna eram Jon Bon Jovi e Sóbis (pensando em mudar, porque ele é baixinho).
Eles riram bastante da nossa sinceridade e do quão específico nós fomos. A Mariana ficava cada vez mais surpresa com o que falávamos, mas ao mesmo tempo não era uma cara de reprovação e sim de curiosidade, querendo saber mais.
Então ela perguntou se poderíamos incluir nessa lista pessoas próximas a nós, colegas, vizinhos ou pessoas do dia dia. Antes que eu respondesse a Luna me surpreendeu e respondeu "pra isso a gente não faz lista, ah tri" e riu. Pairou um clima de uuuuuuu no ar. Essa resposta dela foi totalmente brincadeira, a gente nunca fez nada com outras pessoas, mas falar isso naquele momento foi muito engraçado e deixou o clima mais intenso.
# Relacionamento aberto
O Sérgio perguntou se tínhamos um relacionamento aberto, respondemos que não mas que é um assunto que seguidamente discutimos. Não na intenção de um dia colocar em prática (mas também não recusando completamente), mas conversando sobre o quão doido deve ser, o ciúmes que acontece, aquela pegação doida e tal.
A Mariana falou que tem uma amiga que tem um relacionamento aberto, e ela sempre ficou de boca aberta ao saber dos detalhes. Não que seja algo que ela condene, mas que a impressiona muito que os casais fazem isso e continuem juntos. Ela se mostrava sempre surpresa, e ao meu ver (apesar de eu ser ruim de detectar isso), levemente excitada com a ideia.
Falei que eu vejo que esses casais tem dois tipos. Aqueles que simplesmente separam amor e sexo, ou seja, se amam e transam, mas não veem problema em transar com outros porque isso não implica em amar outras pessoas; e aqueles casais mais avançados que realmente possuem tesão em ver seu parceiro tendo prazer com alguém de fora da relação.
# Beijo em casal
Papo vai, papo vem, a Luna pediu pra gente parar de jogar video game e jogar algo que elas gostassem também, como um jogo de tabuleiro. Falei de zueira “ok, vamos jogar casal contra casal, o casal que perder vai ter que abrir a relação, ah tri”.
Todos rimos, e a Mariana falou “eu acho que seria interessante apenas a ideia de beijar outro casal, tu faria isso, Sérgio?”. Ele falou que nunca tinha pensado sobre isso, mas que não teria como deixar de pensar que isso parece traição. Eu falei que no meu ver, traição pressupõe quebra de combinado, e se isso fosse algo combinado, não era traição.
A bebida e a maconha já tinha batido, e eu e a Luna começamos a contar uma história. A gente descobriu um site que é um “Tinder de fetiches” que apenas um casal joga entre si. E que já demos match na ideia de beijar outro casal, mas que até então não tínhamos colocado em prática, estava apenas no mundo das ideias.
Ao que a Mariana quase surtou e, já muito chapada falou “tá bom gente, vamos parar de enrolar e se beijar?”.
1 segundo de silêncio, 5 segundos de risada profunda de todo mundo. Até paramos a luta durante esse tempo.
Eu falei que já tinha dito pra Luna que faria isso, mas que deveria ser algo totalmente consensual entre todas as 4 pessoas, não rolar pressão para alguém aceitar algo e que caso alguém tivesse dúvida, não faríamos.
Todos concordaram e começaram a pensar. Olhei pra Luna e perguntei “tu ainda tem essa vontade ou não te sentiria bem de fazer isso hoje?”. Mariana e Sérgio ouvindo atentamente. A Luna respondeu que “se fosse rapidinho só pra ver como é não teria problema kkk”.
A Mariana perguntou se ficaria todo mundo ali na sala mesmo, ou como seria. Pausei o jogo e falei que poderíamos ficar ali ou duas pessoas iam para outro cômodo da casa, que na minha opinião era a melhor opção. A Luna concordou e me olhou com os olhos arregalados com cara de quem diz “o que que a gente tá fazendo?”. Rimos.
Então logo sugeri “bom, eu e a Mariana podemos descer as escadas e ficar ali na cozinha, e vocês dois (Luna e Sérgio), ficam aqui na sala. Todos nos olhamos, todo mundo concordou, nervosismo pairando forte no ar, mas ninguém se mexeu por um segundo. Até que a Mariana levantou e falou “ok, vamos lá” e se dirigiu pra escada para descer. Levantei da cadeira já chapado e bêbado, olhei pra Luna e falei “está tudo bem, tudo certo?”, ela respondeu que sim, e mandou eu descer de uma vez (daquele jeito carinhoso) para “acabar com esse nervosismo todo de uma vez”.
Desci as escada logo atrás da Mariana, e quando chegamos na cozinha já não sabia o que acontecia lá em cima, pois havia música tocando então não se ouvia nada das conversas deles.
Chegamos na cozinha, ela parou de lado pra pia, me olhou esfregando as mãos como se estivesse tentando fazer a ansiedade passar, parecia bem nervosa mas com vontade.
Eu tentando manter a calma, mas sem saber muito o que dizer falei “acho que é isso né?” e dei uma risada sem graça, eu realmente não sabia se precisava falar algo ou só beijar. Ela confirmou fazendo um “sim” com a cabeça. Coloquei as mãos na cintura dela, me aproximei e beijei.
A primeira sensação foi a que sempre achei que teria, de estar traindo a Luna. Mas como tinha sido explicitamente combinado, fiquei tranquilo. E se a qualquer momento a Luna gritasse que não queria mais, eu pararia na mesma hora.
Nos beijamos por alguns segundos, bem lentamente, foi muito excitante, fiquei com a sensação que ela tinha leves picos de prazer durante o beijo. Do nada ela parou e falou “eu sempre quis te pegar” e voltou a me beijar. Aquilo me deixou bem excitado, além do beijo que estava ótimo.
Terminamos o beijo, comentamos sobre como foi bom fazer isso, e resolvemos voltar.
# Bunda e pau
Subi a escada na frente dela e quando olhei eles ainda estavam se beijando (e Sério pegando na bunda da Luna), então voltei e pedi pra Mariana voltar também para não atrapalhar. Puxei ela e começamos a nos beijar novamente. Enquanto beijava ela, fiquei pensando “por que não peguei na bunda dela também?” e assim o fiz. A bebida deixou tudo fluir mais naturalmente.
Conforme fui pegando na bunda dela com vontade, ela falou “se tu pode pegar eu também posso né?”, falei que com certeza, esperando que ela fosse meter a mão na minha bunda também. Mas para minha surpresa ela escorregou a mão direto por dentro da minha calça e pegou no meu pau. Aquilo foi extremamente prazeroso.
Gosto quando pegam no meu pau mesmo eu estando de calça, passa uma sensação de que eu estou de calça por estar em público, logo estão pegando no meu pau em público, logo podemos ser descoberto, logo excitante demais.
Eu senti que a mão dela deslizou pelo meu pau, então ele já estava babando após o beijo. Ao mesmo tempo que foi excitante, tive que me conter e falar “acho que não foi isso que combinamos com eles”, e ela falou “tudo bem”, tirou a mão do meu pau e passou parte da babinha no lábio, limpando com a língua e me olhando com cara de puta.
Fiquei maluco. Dei outro beijo meio animal nela, e aí sim ela começou a pegar na minha bunda. Depois de mais um beijo gostoso, paramos e resolvi espiar pela escada se já tinham terminado a brincadeira lá em cima, e assim eu e a Mariana decidimos parar e subir.
# Conversa pós beijo
Quando chegamos lá, os dois estavam sentados no sofá e ficaram nos olhando com cara de criança que fez arte. A gente chegou e pelo nervosismo de estar fazendo algo tão novo todos caímos na risada, mas uma risada gostosa.
Assim que os risos cessaram, ninguém disse nenhuma palavra, todos ficaram esperando alguém dizer algo, e ninguém disse. Assim que todos perceberam que um deixou pro outro falar algo e ninguém falou nada, o silêncio que veio depois foi mais engraçado ainda, e logo veio outra risada mais engraçada.
Quando essa risada se encerrou eu falei “ok, deixa que falo senão a gente vai ficar nisso a noite toda. O que vocês acharam? E digo vocês três, não só vocês dois” (e apontei pra Luna e pro Sérgio).
A Luna os caminhos da resposta e falou “ah eu achei bom, mas o que eu mais tô pensando é que eu jamais imaginei que isso ia estar acontecendo”.
O Sérgio falou “eu vou esperar a Mariana responder primeiro porque não quero criar provas contra mim” kkkk todos rimos (obs.: mal sabia ele que ela tinha pego no meu pau).
Então a Mariana falou “ai gente, eu gostei, confesso que já tinha imaginado algo assim acontecendo, por isso minha cara de curiosidade quando vocês dois começaram a contar sobre ficar com outras pessoas, mesmo sendo pessoas famosas…”. Então a Luna interrompeu e perguntou “mas tu imaginava com a gente?”. A Mariana travou por 1 segundo e recomeçou “ai gente, eu gostei… kkkk”.
Essa repetição da resposta era um claro “sim”, e a Luna que não é boba nem nada percebeu, mas a Mariana ficou com vergonha de confessar explicitamente. Isso fechou com o que ela tinha me dito, que sempre quis ter me pego.
Então a Mariana continuou “mas é isso, eu gostei, vocês dois são pessoas que eu gosto muito, desde quando conheci vocês pela primeira vez vi que são pessoas legais, que cuidam bem dos gatos, e isso cria uma relação legal, então sim, gostei da nossa troca de beijos kkkk vai Sérgio, agora pode falar o que tu achou…”
Então ele respondeu “assim como vocês todos eu também gostei disso, achei uma experiência boa, principalmente porque todo mundo estava de acordo, nada foi forçado. Na minha imaginação, eu tinha um receio de como o homem da outra relação, no caso tu (e apontou pra mim) iria reagir de saber o que estava acontecendo com a mulher dele, se o cara iria aceitar de boa, mesmo sabendo que ele também estaria com a Mariana, é confuso, mas já tive um receito de rolar briga sabe”.
Eu respondi “sim te entendo, mas pra mim, pra não rolar essas situações chatas, tem que ter algum requisitos. Primeiro, todo mundo estar de acordo, e sem pressão para que uma pessoa aceite algo só porque as outras estão afim. Segundo, eu só reagiria diferente se houvesse algum desrespeito da tua parte. Teve?” perguntei rapidamente olhando pra Luna, ela não esperava e respondeu séria e surpresa “não não, não teve”. Rimos de como ela respondeu rápido e assustada.
Interessante eu ouvir esse “não teve” dela e lembrar dele pegando na bunda dela, interpretei isso como um sinal de que não foi algo desrespeitoso e que ela permitiu.
Continuei “então se não teve desrespeito, ninguém foi forçado a nada, é só a gente saber lidar com aquele ciúmes que surge depois, e a gente é obrigado a saber lidar com isso porque concordou com a brincadeira. Não vou negar que estou com um pouco de ciúmes agora.”
O Sérgio fechou com “sim realmente, mas apesar dos ciúmes, é engraçado ver esse sorriso de orelha à orelha da Mariana”. Ela realmente estava mas não percebeu, e essa foi outra hora que rimos muito.
# Segunda rodada
Então eu falei “vou sugerir outra coisa agora, a gente repete a troca de beijos, mas…” a Luna interrompeu e lançou “tu e o Sérgio se beijam”. Sérgio e Mariana arregalaram os olhos, eu concordei bem sério falando “isso”. A risada que eu dei em seguida fez os dois rirem muito de nervoso, eles realmente acreditaram, e não conheciam esse lado sarcástico bem sincronizado que tenho com a Luna
Continuei “na verdade ia sugerir de cada um ficar com seu casalzinho separado pra se pegar e conversar a sós sobre como foi. A Mariana achou ótimo e logo desceu com o Sérgio.
# Só nós dois
Sentei ao lado da Luna no sofá, “oi amor”, ela só respondeu “oi” com um leve sorrisinho no lábio, e beijei ela. Foi gostoso. Foi quente. Foi um beijo de liberdade, como se a gente se comunicasse durante o beijo, um dizendo pro outro que já tinha feito “swing de beijo” e estava tudo bem, sem estresse, sem traumas, só deixando a noite rolar suavemente.
Depois do beijo perguntei como ela estava se sentindo, se estava bem, tranquila. Ela falou que sim, que achou que seria um pouco mais traumático, mas foi de boa. Então pedi os detalhes.
Ela falou que quando Mariana e eu descemos, o Sérgio saiu da frente do video game e sentou do lado dela no sofá. Ele começou dizendo que era a primeira vez que estava fazendo aquela troca de beijos e o que ela estava achando da ideia. Ela, já sabendo o que quer da vida e sabendo que quanto mais o cara enrola pra beijar ela, mais nervosa ela fica, respondeu logo de cara “não sei o que tô achando porque a gente não fez nada ainda haha” indicando que algo deveria acontecer. Então ele se aproximou e começaram a se beijar, ali sentados.
A coisa foi esquentando, de mão na cintura foi pra mão na bunda, que foi a hora que subi a escada e vi eles ainda se beijando. Ela confessou que gostou, mas não queria ser julgada. Falei que tudo bem, se ela gostou de ele ter pego na bunda, e isso foi gostoso pra ela, não havia problemas. Daí ela falou “não, foi outra coisa…”.
Eu congelei.
Fiquei imaginando a quantidade de coisas que eles poderiam ter feito enquanto eu estava lá embaixo com a Mariana. Tipo ter chupado ele. E isso me deu um mar de sensações estranhas. Primeiro um leve ódio por terem feito aquilo, misturado com um ódio de ter deixado a oportunidade de ter feito o mesmo com a Mariana. Depois uma certa excitação, pois “meio que” eu poderia fazer o mesmo, já que ela fez e ainda por cima sem ser o combinado. Claro que não existe isso de “se tu fez, agora eu também tenho direito” foi apenas algo que a minha mente pensou, não foi racional. Depois voltou a raiva porque eu pensei que dependendo do que ela falasse, eu poderia perder a confiança nela. Depois me culpei por cogitar perder a confiança nela. Depois todos esses sentimentos vieram juntos na cabeça e eu não sabia mais o que pensar. Fiquei confuso, agitado, levemente arrependido, queria sair correndo dali sem ela, depois com ela, depois queria estar sozinho. São muitos sentimentos. E tudo isso em 1 segundo.
Falei um pouco sério demais “o que foi a outra coisa?”. Ela respondeu “ele pediu pra eu pegar no pau dele, e passei a mão por cima da calça”. Como falei sério demais, ela respondeu super culpada, com uma cara de quem achou que isso pegaria mal pra ela.
Confesso que fiquei bem aliviado, e simulei estar derretendo no sofá. “NUNCA MAIS ME DÁ ESSE SUSTO DE NOVO”.
Falei que tinha acontecido algo parecido entre Mariana e eu e contei em detalhes como tudo aconteceu, inclusive de ter subido e visto eles se beijando e ele pegando na bunda dela. Talvez nessa mesma hora ela estivesse pegando no pau dele, mas como ela estava de costas pra mim, o corpo dela cobriu tudo.
Alinhamos tudo, contamos a história toda, ela conferiu se eu estava de pau duro, e óbvio que estava, e nessa hora ela falou “eles não estão demorando pra voltar?”.
Um ponto de interrogação ficou sobre nossas cabeças.
Então levantamos e fomos descendo as escadas para ver onde eles estavam, e nessa hora eu vi que esse dia era um dia diferente: conseguimos ver ao fundo, pela porta do quarto aberta, o Sérgio deitado na cama com as pernas abertas, para fora da cama, e as calças no pé, virado na nossa direção. Só não vimos tudo que poderíamos porque a Mariana estava ajoelhada entre as pernas dele subindo e descendo com a cabeça num claro movimento de boquete.
Eu fiquei mais de pau duro ainda. Nós voltamos subindo as escadas tentando fazer o máximo de silêncio como se fôssemos duas crianças aprontando pela casa. Quando chegamos novamente no segundo piso, tranquei a porta como se estivéssemos fugindo de algo, ofegantes, com o riso solto, tentando não ser descobertos. Eu estava excitado, e desconfiava que ela também estivesse, já que aquela vez na casa de swing ela se excitou ao ver os boquetes.
Nessa hora não sabíamos muito bem como agir, o fato de eu ter trancado a porta mostra isso.
Porém depois de alguns segundos começamos a pensar no que fazer. Ficar ali até esperar eles gozarem? Ou… gozar?
# Começamos a transar
Falei pra Luna “vamos aproveitar que eles estão entretidos e vamos nos entreter também?”. Ela respondeu “e se eles tentarem entrar aqui?”, eu falei “a porta está trancada e eles sabem o que vamos estar fazendo”.
Fomos para o sofá novamente e começamos a nos pegar. Nos beijamos loucamente, pois ambos claramente estavam com tesão.
Mão aqui, mão ali… eu parei e falei “acho que é a primeira vez que vamos transar em uma casa que não é nossa” e rimos.
Para agilizar as coisas, tirei minha camisa, joguei no chão e voltamos e nos beijar. Estava muito gostoso ela passando a mão no meu pau por cima da calça. Como o tesão já estava a mil, baixei a calça e fiquei só de cueca e ela continuou passando a mão.
Coloquei a mão por dentro da blusa dela até chegar nos peitos, e o biquinho estava bem duro, cheguei a mexer meus lábios como se já estivesse chupando eles.
Tirei os meus tênis com os pés mesmo para facilitar a tirada da calça. Quando fiz isso e fiquei só de cueca, ela meteu a mão por dentro da cueca e sentiu todo o melado que tava ali, melado esse que a Mariana já tinha provado. Nisso, ela ficou levemente surpresa, tanto que até parou de me beijar, baixou a cueca para ver e falou “que putaria é essa aqui seu safado? Se tá assim é porque quer”. Se abaixou e passou o melzinho nos lábios, deu um beijo na cabecinha e voltou lambendo os lábios pra limpar tudo.
Ela sabe que fazer isso me tira do sério, ver ela brincando com precum ou porra mesmo me deixa doido. Enquanto ela lambia os lábios pra limpar, já fui pra cima e voltei a beijar ela. Não me importei muito se aquilo ia pegar na minha boca ou não.
Continuamos naquele beijo quente, então tirei a blusa dela e continuamos nos beijando. Colei bem meu corpo no dela pra sentir aquela região da parte de cima dos peitos no meu peito. Ela estava com um sutiã vermelho lindo, que eu já estava louco pra arrancar. Então coloquei a mão nas costas dela e desencaixei o sutiã, o que facilitou muito para pegar nos peitos lisos e macios dela.
Quando puxei o sutiã e ela ficou com os peitos pra fora, ficamos com a sensação de estar fazendo algo errado. Parece que não podíamos estar pelados ali haha apesar de engraçado, isso era verdade. Não sabíamos como Mariana e Sérgio iriam reagir ao saber daquilo. Mas a cara dela era de “não saio daqui hoje se não sentar nessa pica”. E como eu também estava pelo crime, continuei a brincadeira.
Me abaixei e comecei a chupar os peitos dela. Ela estava com muito tesão, mas segurando muito para não gemer algo. Parte desse tesão ela descontava agarrando muito firme o sofá, como se quisesse arrancar o tecido. Mas a outra parte era impossível controlar e soltava leves gemidos gostosos.
Lambi bastante até ter certeza de que iria encontrar uma bocetinha escorrendo melzinho na hora de chupar.
Puxei ela para ficar em pé, coloquei de costas pra mim, e mandei ela se apoiar no sofá, mantendo a bunda empinada. Aproveitei esse momento pra baixar a calça dela e me deliciar naquela bunda, mas ainda de calcinha. Beijei e lambi aquela bunda de todas as formas, enquanto ela rebolava na minha cara. Puxei a calcinha pro lado e dei algumas lambidas na bocetinha, não tanto para ela gozar, mas mais para provocar e mostrar que algo mais viria por aí.
Me levantei, puxei ela, e mandei ela baixar minha cueca com a boca, como uma boa submissa faria. Ela muito obediente desceu beijando minha barriga, ficou de joelhos, pude ver aquela coxa grossa e linda perto do meu pé, e ela vindo com a boquinha morder e puxar a cueca pra baixo.
Esse momento é muito mágico porque é o momento que a mulher vê o pau pela primeira vez e rola uma reação. Tem muitos vídeos com esse tema, só de reações. Como ela já conhece meu pau, não tem como fingir surpresa toda vez que vê ele, mas mesmo assim continua sendo um momento chave.
Depois disso ela começou a beijar e lamber minha coxa, simplesmente o melhor jeito de começar um boquete, pois o pau fica duraço mesmo sem encostar nele. Depois ela subiu e começou a lamber as bolas. Eu sou muito sensível nas bolas, eu quase perco o controle do meu corpo quando ela faz isso.
Nisso mais um precum escorria pelo meu pau. Então ela foi lambendo das bolas até a cabeça enquanto limpava com a língua. E mais uma vez aprontou aquilo de deixar uma babinha pendurada entre a cabeça do pau e o lábio dela. Claro, tudo isso enquanto me olha com cara de puta.
Antes que ela continuasse, mandei ela voltar pra posição que estava quando tirei a calça dela. Se ela assoprasse meu pau nesse momento era capaz de eu gozar, então precisei segurar.
Quando ela empinou novamente, baixei a calcinha vermelha de renda e comecei a lambuzar aquele cuzinho lindo com a boca. Eu abracei as coxas dela por traz e enterrava a cara no meio das nádegas. Que delicia.
Nessa hora já era muito possível ouvir os gemidos dela, curvada sobre o sofá, completamente exposta, com a raba babada, e totalmente entregue pra mim. Levantei e comecei a bater com o pau na bunda dela, ela adora rebolar nesse momento, fica linda e gostosa, e eu fico com vontade de enterrar até ela gritar de prazer.
Coloquei um pé entre os pés dela, indicando para ela abrir as pernas, empurrei um dos pés um pouco mais até levar ele para cima do sofá, deixando ela inclinada, com a bunda empinada e pernas abertas. Me abaixei um pouco pois ela é baixinha, encaixei a cabecinha na portinha, e deslizou pra dentro com uma facilidade incrível. Nessa hora ela soltou o gemido mais gostoso da noite até então.
Comecei um vai e vem mais lento, sentindo meu pau todo se lambuzando, enquanto ela gemia gostoso. Que maravilha.
Ficamos assim um tempo, eu ainda sem acreditar que aquilo estava acontecendo, era pra ser apenas uma noite para conversar e beber, e do nada estava pelado comendo a Luna casa estranha. Por esse motivo, tive a mesma sensação que tive no swing, por ter ficado de pau pra fora num lugar incomum.
Estava tão gostoso que, por incrível que pareça, não estávamos preocupados se a Mariana e o Sérgio já tinham “terminado”, ou qual era a situação deles.
Quando mais uma vez senti que estava perto de gozar, tirei e mandei ela deitar no sofá, queria sentir aquele sabor.
Então ela deitou, abri as pernas dela com as mãos, segurando bem firme nas coxas, me ajoelhei no chão, cheguei bem perto e dei um belo de um beijo no clitóris. O barulho do beijo foi alto, por causa do vácuo da minha boca entre os labinhos da buci dela. Depois voltei e comecei a lamber. Estava toda lisinha, escorregadia, e como estava muito molhada, o cheiro exalava pelo ar, meu rosto escorregava na pele dela conforme eu mexia para os lados.
Depois de muito sentir a textura do grelinho na minha língua, levantei e meti, com ela na mesma posição. Desse jeito é bem gostoso porque consigo meter e masturbar ela ao mesmo tempo, apesar da dificuldade de se estar em um sofá. Cada vez que ia com o corpo pra frente e voltava, ficava um fio de melzinho dela colado na minha perna. Não tinha como ela estar mais molhada.
Quando essa posição cansou, e sabendo que ela ama sentar, tirei de dentro, sentei no sofá, dei um tapa na minha coxa e falei “senta aqui…”. E rapidamente ela obedeceu. Sentou fácil, e começou a cavalgar de forma linda. Foi muito fácil ver que o orgasmo dela estava perto. Ela sentava tão forte e tão gostoso, que eu não precisava fazer muito movimento com o quadril, ela sabia exatamente como rebolar pra gozar. Fiquei acariciando aquele corpo, aquela bunda, apertando ela, beijando aqueles peitos que balançavam pela minha cara.
Até que a respiração dela começou a ficar muito forte, acho que ela tentou gozar sem gemer muito alto para não chamar a atenção, tentou descontar tudo apenas na respiração, mas não deu certo. O corpo começou a amolecer perto das últimas sentadas, e enterrou a cara e boca no meu pescoço pros gemidos não sairem muito alto. Acelerou, acelerou, o gemido veio… depois foi desacelerando, até parar de rebolar.
Senti o corpo suado dela colado no meu, meu pau pegando fogo pelo calor da bocetinha dela, e comecei a dar leves metidinhas pra ouvir o gemidinho dela. Depois de alguns segundos ela se afastou do meu corpo com um suspiro, como quem diz “gozei e já me recuperei”, e voltou a dar umas reboladas. Deitei meu corpo pra trás, coloquei as mãos atrás da cabeça e relaxei. Ela começou com uma sentada diferente. Não era naquele ritmo dela, com a intenção de esfregar o clitóris no meu corpo pra gozar, era a sentada violenta, aquela de entre e sai frenético, aquela que eu não aguento, ou aguento pouco.
Ficamos assim o máximo de tempo que aguentei, pois é um dos momentos mais gostosos da transa pra mim. Isso porque eu não preciso mais me sentir culpado se gozar rápido, já que ela já gozou. E se eu não gozar rápido, aproveito muito mais tempo (sem falar que daí o jato vem forte).
Ela rebolou desse jeito na maior malícia por alguns segundos, até que pedi para ela sair e ficar de joelhos. Prontamente ela obedeceu, ficou de joelhos me olhando com uma carinha que estou lembrando agora e ficando duro. Fiquei em pé e sem usar as mãos passava o pau na cara dela, todo melado, nós dois nos olhávamos com um sorriso safado no rosto, um sabendo o que o outro tava pensando: “que loucura estamos fazendo???”.
Aquilo tudo, o clima, estava tesudo demais. Com receio de demorarmos muito e também pelo prazer absurdo que estava, segurei a cabeça dela, puxei e falei “vem que vou te dar teu leitinho”. Ela abocanhou metade do pau e virou a cabeça de lado pra poder olhar no meu olho e me ver gozando enquanto me chupava. A Luna sabe que carinha de puta, safada e submissa acaba com a minha estrutura, e naquela hora ela fez uma das melhores carinhas de puta. O gozo tava vindo, ela me olhando, eu pelado num lugar diferente, já tinha feito ela gozar, tudo colaborava.
Quando estava quase lá, tive a mesma sensação que sempre tenho quando vou gozar na boca. Gozar tem algumas semelhanças com fazer xixi, e na boca de alguém… não sei explicar, mas quando vou gozar na boca dela, é como se ela fosse brigar comigo, falar “que diabos tu tá fazendo?”, eu sei que isso não vai acontecer, mas é como se eu estivesse fazendo algo proibidozinho. No fim das contas acho que isso é algo que deixa o gozar na boca mais prazeroso.
Então gozei, e saiu muito, senti fácil uns 4 jatos fartos. Segurar a parte de trás da cabeça dela nessa hora melhora tudo em 1000%. É claro que não pude conter uns mínimos gemidos nesse momento, nunca perguntei se ela gosta dos meus gemidos, ou se prefere só ouvir minha respiração ofegante, ou que eu fique quieto.
# O pós
Depois de gozar ela engoliu tudo como uma boa putinha, deu um beijinho na cabecinha e já lançou “acho que a gente tem que se vestir né?”. Então começamos a nos vestir, ela sentou no sofá, destranquei a porta e voltei a jogar Street Fighter como se nada tivesse acontecido.
Alguns segundos depois Mariana e Sérgio entram, ela vai pro sofá, ele pega o outro controle pra jogar… e sou obrigado a falar “vamos fingir de novo que nada aconteceu?”. Todos rimos muito.
Eles nos confessaram que nos viram pelo buraco da fechadura por alguns segundos enquanto transávamos, e que isso excitou eles demais, então voltaram pro quarto e deram uma segunda. Eles já sabiam que vimos a Mariana chupando o Sérgio, era obvio, se não quisessem ser vistos teriam fechado a porta.
Rimos bastante, nos chapamos mais um pouco e conversamos sobre como foi a noite, de um jeito leve, engraçado, livre, ciumento em alguns momentos, mas com consentimento, e muito prazeroso.
Já eram 2h da manhã passada quando o sono começou a bater. A Luna me chamou para ir embora e aceitei porque precisava muito dormir. A bebida e a maconha estavam ótimas, mas bateu a canseira.
Nos despedimos deles, agradecemos pela noite, e prometemos convidar eles para uma noite de jogos de tabuleiro lá em casa.
Assim que o Uber chegou, abri a porta pra Luna entrar e perguntei “esse convite foi apenas por educação ou vamos fazer mesmo?”.
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Queremos escrever mais contos no futuro.
Se quiserem nos dar feedbacks, podem enviar no contoscasal1313@gmail.com.
Beijos