Alicia aqui. Morena, toda gostosa com imensos seios e uma bunda de dar água na boca. É assim que me descrevem..hahaha... tenho 20 anos, moro no interior de SP com meus pais, Maria e Carlos. Tenho 1,65m e 78kg, apaixonada em coroas gordos que estão sempre a procura de sacanagem com uma novinha.
Neste conto, irei falar da vez que fui abordada pela ronda municipal.rsrsrs... Tinha 1.7 anos e, naquele dia, estava louca pra aprontar.
Na época em questão, morávamos perto de um dos parques aqui da cidade. Raramente, caminhava por lá, pois tinha que andar alguns quarteirões e aquilo me desanimava. Porém, era sexta-feira e não tinha nada pra fazer.
Coloquei uma camisetinha regata branca, shortinho que ia até abaixo da bunda deixando as coxas à mostra e um tênis de corrida. Fiz um rabo de cavalo em meu cabelo e parti.
No caminho, alguns homens mexeram comigo em um bar.
— OHHH LÁ EM CASAA!
— Essa ai foi a nora que mamãe me pediu.
Eu apenas sorria e continuava minha caminhada. Cheguei na entrada do parque, devia ser umas 17horas e entrei. Algumas quadras, árvores, áreas de exercícios e uma imensa lagoa faziam parte do local. Além da pista de corrida, claro.
Comecei a correr, dei a volta no parque e soltava uns sorrisos para aqueles homens que me chamavam a atenção. Pena que muitos, estavam acompanhados.
Depois de algum tempo, parei na área de exercícios. Lá, algumas mulheres com seus filhos conversavam. Até que chegou um senhor ao meu lado.
— Boa tarde. Está usando este aparelho?!?
— Desculpa, estava só descansando.
Sai do aparelho e o coroa sentou. Claro que reparei no volume em seu short. O negão se movia e a rola mexia de um lado para o outro. Ele usava uma camiseta regata branca, por estar suado, consegui ver alguns pelos em seu peitoral.
Não era gordinho, eu diria. Era “fortinho”.
— Você quer fazer também?
Apenas balancei a cabeça.
— Ah não, estou apenas observando.
Ele olhou em volta e falou baixinho:
— Quer sentar no meu colo, mocinha?!? Assim meu exercício ficará mais pesado.
O coroa fez uma baita cara de safado, puxou o short mostrando as coxas.
— Quem me dera ter umas coxas igual as suas. Eu sou Hugo e você?
Virei de costas para ele. — Sou Alicia. — Me agachei sentindo o coroa me agarrar pela cintura.
Em instantes, Hugo me encoxava enquanto eu rebolava devagar.
— Será que não vão desconfiar?
Ele riu.
— Do que?!? Minha netinha não pode sentar no colinho do vovô.
Aquele papo foi me deixando mais excitada.
— Quantos anos o senhor tem?
— 57 e você?
— Tenho...
— Olha isso, Carla. Que pouca vergonha.
Antes que eu falasse, duas senhoras nos encaravam e julgavam.
— Melhor eu ir. — Me levantei e sai correndo.
Parei, ofegante, fiquei em cima de uma pequena ponte que separava o lago do rio que corria para o outro lado.
Depois de algum tempo, escutei:
— Te achei, moreninha!
As lâmpadas dos postes já acendiam ao longe. Escureceu rápido e me vi diante de Hugo. A pequena ponte é recoberta por folhas e musgo. Só quem está nela consegue ver quem está ali.
— Que susto! Aquelas mulheres pareciam horrorizadas.
Ele se aproximou.
— Também. Um mulherão desses sentada no colo de um velho como eu?!? HAHAHA
Olhei em volta, estávamos a sós. Obviamente, era minha chance de pagar um boquete.
— Velho?!? O senhor está em forma! Aposto que ainda tá bem ativo!
Era difícil perceber a reação dele. Estava escurecendo rápido demais.
— Alicia, né? — perguntou colocando a mão na minha cintura.
— URRUMMM!
— Aposto que tem idade pra ser minha netinha.
— Verdade! — coloquei a mão no peitoral dele.
Ele subiu a mão pelas minhas costas até chegar na minha nuca.
— Paga uma gulosinha pro vovô, neném?!?
Ele me forçou pra baixo, me encurvei dando uns passos pra trás. Minha mão foi direto no short e, para me apoiar, coloquei a outra mão na coxa dele.
GLUB, GLUB, GLUB
— Nossa! Isso que chamo de gulosa!
Eu enfiei a rola até a metade da minha boca. Hugo permanecia com a mão na minha nuca.
— ISSOOO! MINHA NINFETAAAA! AINNN!
Depois de algum tempo, o coroa me puxou pelo cabelo e me deu um beijo.
— Morena safada! Pena que está escuro aqui! Ia amar ver sua cara de puta trepadeira quando sentasse na minha rola.
— O senhor é muito safado. Nossa!
Ele me virou e me deu um tapa.
PLAFT
— Empina essa raba pro negão. Tem cara que ama um piru no cuzinho!
Estremeci. A rola dele parecia ter uns 18cm. O coroa me agarrou por trás e beijou minha orelha.
— Que vontade de meter nessa bundaaaa! Porraaa! Já estava ficando doido com você sentando no meu colo. Esse cuzinho piscando pra minha caceta.
Ele apertou meus seios.
— E essas tetas! Que tesão da disgraçaaa! CARALHOOO! Alicia, por tudo que é mais sagrado. Preciso meter nesse rabo, amor! Chupar essas tetas!
— Seu Hugo aqui não. Podem nos pegar e outra... nem temos camisinha!
Ele me soltou, guardou a rola e pegou em minha mão.
— Vamos voltar lá na quadra. Essas horas a molecada foi embora.
Fomos caminhando de mãos dadas. Realmente, o parque já tinha esvaziado. Na tal quadra, que fica diante da área de exercícios, apenas algumas partes eram iluminadas pela luz da Lua e alguns postes próximos.
— É aqui que vou ter gol! — zombou o coroa perto de uma das traves.
O local era cercado por muretas e grades. O coroa me puxou pela cintura e me beijou.
— AINNN Seu Hugo...já falei que...
Ele puxou uma camisinha do bolso.
— Acha mesmo que ando despreparado?!? Nunca se sabe quando uma puta pode aparecer por aqui.
O coroa encapou a piroca e pude ver aquele negócio enorme, cheio de veias. Fui até a mureta, abaixei o shortinho e a calcinha. Me apoiei de 4 abrindo as pernas.
— Olha só isso! Que loucura! Que rabão bonito!
Ele encostou a ponta no meu cuzinho e tranquei.
— No seco assim?!? Nem fudendo que... OHHH!
Ele tapou minha boca.
— Nada de fazer cu doce, mocinha! TOMAAAA!
A linguiça preta entrou me rasgando que até fiquei na ponta dos pés. Lágrimas saltaram dos meus olhos.
— OHHH! RABUDAAAA! 19cm ainda é pouco pra piranha novinha que nem você!
PLAU, PLA, PLAU
O coroa me enrabava sem dó. Seu saco batia em mim e logo começou a fazer barulho.
POC, POC, POC
— CACHORRAAAA! OHNNN!
POC, POC, PLAU, PLAU
— UINNN SEU HUGOOO! UINNNN!
— Geme baixinho pro vovô..ISSOOOO!
PLAU, PLAU, PLAU
— Assim que vocês gostam, né?!? Suas putinhas... não aguentam ver uma rola que já abaixam o shortinho e se colocam a nossa disposição. AHHHH! Putinha novinha nasceu apenas pra dar prazer. OHHHH!
O coroa estava descontrolado. Foi então que ele puxou meu rabo de cavalo.
— TOMAAA! TOMAAA!
PLAU, PLAU, POC, POC
— AINN MEU CUZINHUUUU! UINNN!
Ele parou. Tirou a rola deixando só a cabeçona no anelzinho e deu uma estocada forte.
— OHNN! AINN! CARALHUUU!
— ISSSOOO! GEME PIRANHAAA! TOMA OUTRAAA!
Repetiu o processo só para judiar de mim.
— Vai arregaçar meu cu assim. — resmunguei.
— Tu mereceeee! TOMAAAA!
PLAU
Me joguei de lado e sai. Cai de joelhos no chão.
Seu Hugo tirou a camisinha, veio até mim e pegou no meu rabo de cavalo.
— Vou me acabar é agora!
Só tive tempo de abrir a boca.
— Mama biscatona! Puutaaa! AHHHH!
Eu engolia até metade, impedia ele de prosseguir colocando as mãos em suas coxas grossas.
GLAB,,GLUBBB
Seu Hugo bateu com a pica na minha cara.
— Por favor, Seu Hugo. Termina logo com isso!
— Seja boazinha. Coloca os braços pra trás.
Obedeci e aguardei.
— Abre a boca e não se espanta... eu vou gozar bem no fundo da sua garganta!
Fui reclamar, a pica entrou de uma vez, quase vomitei quando o saco veio de encontro ao meu queixo.
— ARGHHH! ISSOOOO! VAAIII SER DIRETOOO! OHHHH!
Ele mexeu minha cabeça para frente e para trás.
— Boca de bucetaaaa! Não aguento maissss! OHHHH!
Seu Hugo afundou minha cara debaixo da sua barriga. O leite saiu direto do saco para minha garganta. Lágrimas escorriam dos meus olhos enquanto eu lutava para respirar pelo nariz.
— ALICIIIAAA! URRURRUUU! PORRAAA!
Uma luz veio em nossa direção. Do lado de fora da quadra, uma lanterna nos iluminou.
— Que bonito, hein?!?
Seu Hugo se assustou. Subiu o short rapidinho e saiu correndo pulando a mureta.
— Mocinha, o que é issooo?!?
Um guardinha se aproximou. Era o segurança que fazia ronda noturna.
— Tenha vergonha na cara.
Me levantei e fui me ajeitando.
— Uma moça bonita dessas, fazendo este tipo de coisa?!?
Olhei para ele. Aparentava ter um pouco mais de 40 anos, branquinho e com um bigodinho. Ele poderia falar o que for, mas notei que estava de pau duro, já que a calça era bem apertada.
— Me acompanhe!
Fui em silêncio com ele até uma das guaritas.
— Sente-se!
Ele voltou com um copo e uma garrafa com água.
— Você quer prestar uma queixa?!?
Bebi a água. O gordinho sentou bem na minha frente.
— Está tudo bem! Eu provoquei aquele coroa.
— Sou Renato! Tem certeza disso?
Balancei a cabeça.
— Sim...sim!
— Você estava com o short abaixado. O que houve?
— Nada demais. Fizemos apenas um sexo anal e... bem... acredito que depois você viu!
Ele levantou da cadeira e foi até a porta.
— Você sempre faz este tipo de coisa por aqui?
Neguei com a cabeça.
Mais uma vez, o gordinho olhou para fora. Fechou a porta e se aproximou já removendo o cinto. Fiquei calada enquanto ele abaixava a calça.
— Para não ter problemas! Vem dar uma mamada, vem!
Me ajoelhei, apalpei a rola por cima da cueca box.
— Só uma mamada? — Abaixei a cueca e chupei com gosto. O piru dele estava salgadinho.
— ASIMMM! OHHH!
GLUB, GLUB
— Chupa melhor que minha esposa, CARALHOOO!
GLUB, GLUB, GLAB
O cacete dele era cheio de veias, com a minha experiência, diria ter uns 14cm.
— ISSSOOO! ASSIMMM! OHHHH!
Renato segurou meu rabo de cavalo.
— Mulher que anda por ai com o cabelo assim, tá mais é querendo rola mesmo!
GLUB, GLUB, GLUB
Ele me soltou e se sentou na cadeira.
— Levanta e vem cavalgar, biscate!
Me levantei, tirei meu shortinho e minha calcinha. Quando fui tirar a camiseta ele me interrompeu.
— Não precisa! Esses peitos devem estar cheio de porra daquele coroa. Quero sua buceta! Só falta rola ai pra você voltar pra casa satisfeita!
Sentei de frente, ele apertou minha bunda e deu uns tapas.
— ISSOOOO! CAVALGAAAA! AHNNNN! ASIMMMMM!
PLAU, PLAU, PLAU
Segurei o colarinho do uniforme e beijei o gordinho.
“Não quer meus seios? Então, vai sentir a porra do coroa na minha boca?” — pensei enfiando a língua bem fundo.
PLAU, PLAU, PLAU
— HUMMMM! HUMMMM!
O gordinho queria parar de beijar, mas eu não deixei. Segurei a cabeça dele com força enquanto sentava loucamente.
— AHHH! PUTAAAA! Tu quer é muita porra nessaaaa AHHHH!
Ele me abraçou e encheu minha bucetinha. Quando, finalmente, parou de gozar. Levantou da cadeira comigo em seu colo e continuou metendo.
PLAU, PLAU, PLAU
— QUE ISSOOOO! OHHHH!
— SUA PIRANHAAA! TOMAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
Depois de algumas metidas, me soltou, me virando sobre a cadeira.
— Fica de 4. Anda!
A rola dele permanecia dura que nem pedra.
Me apoiei na cadeira colocando os joelhos em cima do assento e coloquei as mãos no encosto.
— O negão arrombou seu cuzinho, hein!! Olha só! Bom que vai entraarrr ARGHHH!
O gordinho me segurou pela cintura e bombou ritmadamente.
— Ele pode até ser pirocudo. Mas, eu meto gostosooo! TOMAAA! TOMAAA!
— AINN RENATOOOO! OHHNNNN!
— GOZZAAA SUA PUTA SAFADA!
Nem acreditei quando minha buceta contraiu e senti o choque do orgasmo vindo.
— OHNNN! AINNN! TO GOZAA AA AAA AAANN DOOO!
Renato fudeu com vontade enquanto eu delirava.
— Vou te leitar, vagabundaaaaa! AHHHH! TOMAAAA!
Gozamos quase ao mesmo tempo. Meu cuzinho contraia conforme minha xota melava a cadeira. Renato me abraçou e ficamos parados.
PLAFT, PLAFT
— Agora sim, preenchemos todos seus buracos, cachorra! — Renato saiu de dentro e a porra escorreu pelas minhas coxas. — Que rabo gostoso! Se você pedir, largo tudo pra ficar com você. PUTA QUE PARIUU!
Peguei minhas roupas e me vesti sob o olhar admirado do gordinho.
— Sempre que quiser, fico aqui depois da seis e meia. Vou amar ser seu macho fixo.
Dei um sorrisinho sacana e falei:
— Quem disse que puta é mulher de só um homem?!? HAHAHA
Sai andando e fui pra casa. Ainda, passando pelo bar de outrora, escutei:
— Lá vem ela! OOOHH DELICIIAAA!
— Uma morena dessas eu me acabo!
E foi assim, aquele dia foi sensacional e descobri que, às vezes, caminhar no parque faz bem.rsrsrs
Se gostaram, comentem e nos sigam... Quem ai quer caminhar no parque comigo a noite???
Bjinhosss!!
