Depois que iniciamos nossas safadezas, eu e meu pai nos tornamos inseparáveis. Cinema, supermercado... Tudo eu o acompanhava.
Ele foi me tratando cada vez mais duro e acabou comprando um vibrador de controle sem fio. Ele adorava me ver tentando conter... Meus gemidos... Ele ficava com o controle no bolso e nunca tinha hora certa pra apertar.
Na fila do supermercado, o safado apertou e minha reação foi bastante reativa... Ele colocou na vibração mais suave e manteve assim... Do nada, aciona a mais forte... Que safado.
Ele confessou que tem várias fantasias... Algumas nunca realizadas. Eu quis saber e ele cochichou em meu ouvido. Estremeci. Posteriormente irei revelar a fantasia.
Eu amava quando ele chegava e chupava minha bucetinha – cada vez mais larga. Graças a ele comecei a tomar pílula, mas logo tive que trocar.
Eu me sentia segura com o esperma jorrando dentro. Leite de macho.
Dias depois, senti enjôo e bastante cólica. Outra vez, 23h da noite eu suplico por um tipo de doce que eu comia na infância... Ele sabia qual. Uma espécie de geleia de morando. Ele estranhou o súbito desejo e se prontificou a ir procurar.
Ele rodou por muito tempo e só voltou pra casa quase 2h da manhã. Ele me observou comendo como louca e um olhar desconfiado me cercou.
"Você tem tomado as pílulas?".
Óbvio que sim. Ele pesquisou na internet e descobriu que essa marca não era confiável e já havia ocorrido diversas falhas. Praticamente a cada 10 mulheres, 3 vão engravidar.
A única vantagem era a ausência de efeitos colaterais.
Nao, algo definitivamente.
Nos beijamos apaixonadamente..
Ele me puxou e me deu um presente.
Um nipple clamp – prendedor de mamilo –'com corrente. Ele colocou em mim, apertou meus seios e manuseou a corrente. O cinto dele foi a minha coleira. A cada dia ele trazia um novo plug para testarmos.
Eu continuo sendo dele, sempre.
Só de imaginar aquele homem másculo... Eu entro em parafuso. Aquela rola enorme... Aquele peito peludo... Aquela barba... O jeito rústico moderno...
