A novinha amiga da minha irmã

Um conto erótico de salgado_rj
Categoria: Heterossexual
Contém 1313 palavras
Data: 07/02/2026 21:10:18

Minha irmã tem dez anos a menos que eu, na época estava próximo dos trinta e um, ela dos vinte e um. Teria uma festa aqui em casa no fim de semana, início de agosto e a festa seria “junina”, ela comenta que uma amiga tinha terminado o namoro e tava pensando em chamá-la por não estar legal. Não tinha o mínimo interesse no assunto e dei de ombro, até que ainda cedo a campainha toca e vejo uma menina desconhecida.

Olhei pela janela do quarto e imaginei ser a tal amiga, já que conhecia quase todos os convidados e que ela chegou umas cinco horas antes. Ela era dois anos mais velha que minha irmã com seus vinte e três anos, muito magrinha o que fazia ela quase não ter peito, o que diria ser PP de tão miúdo e uma bunda P, que no corpo dela parecia bem maior, cabelo comprido até o meio das costas no máximo e bem agitada / falante. Passei um tempo sem nenhuma interação com ela, quando sai pra pegar água e ela estava na cozinha, já veio me comprimentando com um semi abraço e um beijo no rosto, falando seu nome quando minha irmã terminava de falar que eu era o seu irmão. Pois ela já tinha achado que um primo bem mais novo era eu.

Conversei com pouco tempo com elas ali, bebi minha água e voltei para o quarto. Mal sentei na cadeira do pc, ouço batida na porta, era ela me entregando um doce que disse ter sido mandado pela minha irmã, agradeci e trocamos mais algumas palavras. Isso foi acontecendo ao longo do dia, até o horário que a festa começou.

Estava em um canto e ela veio sentar do meu lado e reclamar que a menina que estava conversando com minha irmã não era muito do agrado dela, falei pra ficar ali onde eu estava. O quintal aqui é bem grande e estava no final dele próximo a fogueira que estava apagada ainda, ficamos ali conversando até que chegou uma outra conhecida de ambos que empurrou ela pra mais perto de mim, abrindo espaço pra sentar no banco que estávamos. Com isso ficamos próximos demais e a mão dela quase na minha que eu mexi e ela sentia, com isso fui massageando um dedo dela com dois meus enquanto conversamos, fazendo de forma natural quase sem perceber. Até que a menina perguntou se estávamos juntos, pois estamos de mãos dadas. Ri e disse que não, que foi sem querer.

Logo depois ela foi ver outra coisa e continuamos ali ainda próximo sem necessidade agora, ela com a mão levemente sobre minha coxa, olha para as pessoas mais distantes de onde estávamos e fala “todo mundo vai achar que estamos juntos”, ri e falei “ainda bem que os dois são solteiros, o único risco é seu ex saber e querer problemas”. Nisso ela já estava acariciando minha coxa e toda a situação já estava tensa, sem pensar duas vezes, dei um beijo nela que correspondeu e de imediato gemeu dentro da minha boca apertando minha coxa. Ficamos ali conversando e já parecendo um casal, com ela sempre com a mão em mim e eu com minha mão nela. Até que em certo momento durante mais um beijo, ela passa sutilmente o dedo pra sentir meu pau que já estava duro, ela sorri e expressa ser uma pena está ali no meio da festa e a porta do meu quarto ser tão visível pela casa toda, mandei ela não ter pressa que criaria o momento ideal ao longo da noite, já que o combinado era ela dormir aqui. A festa foi se desenrolando e em alguns momentos nos encontrávamos por algum canto e a pegação era firme, sempre com algumas promessas.

Quando a festa já estava praticamente finalizada, só com alguns parentes que dormiria aqui, ela entrou na cozinha na hora que estava entrando no quarto, puxei ela rapidamente e mais uma vez nos pegando, agora com o blusão caipira aberto, conseguia acesso aos seus seios que fui chupando com muita vontade e ela jogando o corpo pra trás parecendo querer ter mais peito dentro da minha boca e intercalando a mão no outro, ela me puxa pelo cabelo pra beijar e a mão vai direto para o meu pau, que abre a calça já colocando meu pau pra fora e se abaixando de frente pra ele. Passa a língua nele todo, cospe na cabeça algumas vezes e começa uma punheta olhando e lambendo meu pau. No que ouvimos alguém perguntando onde ela estava que parou imediatamente, segurou o riso, me deu um beijo e antes de sair, pedi pra esperar, peguei uma cachaça que ficava no meu quarto e falei que era pra dizer que foi pegar pra minha irmã.

Logo depois, perto de todos que ainda estavam aqui, ela vem no meu ouvido com a cara mais natural possível e diz que ainda estava saboreando o gosto do meu pau e que agora precisava sentir o gosto do meu leite. Ri chamando ela de demônio que apertou minha bunda e saiu de perto.

Já era quase três da manhã todos estavam deitados e do nada a porta do meu quarto se abre, ela entra sorrateiramente e me dá um beijo, sabendo que ela faria isso, coloquei o colchão no chão para evitar ruídos, perguntei o q ela tinha dito pra minha irmã, disse ter avisado que ia me dá e mais tarde voltava. Falei novamente que ela era o demônio e ela não falou nada, só foi pegando meu pau na cueca e indo em direção, beijou, chupo, mordeu e tava ali relaxando com meu pau na boca e eu tendo que segurar pra não gemer e não encher a boca dela de porra. Logo em seguida ela para e já arruma o corpo sobre o meu sem o short e encaixando a buceta no meu pau, deixa ela ir descendo e engolindo meu pau até a base, deita o corpo sobre o meu e fica rebolando lentamente, me dá alguns beijos e falou q adora ficar por cima. Começa a sentar com mais força e a me beijar pra abafar o gemido, rebola e quica com muita habilidade, pedindo pra avisar quando fosse gozar pra ela me chupar. Peço pra ela ficar de quarto e é negado imediatamente. Dou um sorriso e aviso “nem sempre vc vai mandar!”, viro ela no colchão com muita facilidade, ela deveria ter metade do meu peso, com ela deita, dou umas bombadas forte, um tapa na cara dela e falo “agora fica de quatro”. O olhar dela muda e novamente diz que não, que se eu quiser, eu que coloque. O que fiz de imediato virando ela na cama, que na hora empinar a bunda e fica de dois apoio com a cara no colchão, começo a bombar segurando a cinturinha dela que nesse angulo parece ainda mais fina e ela mordendo o colchão, travesseiro e tudo que podia pra abafar os gemidos. Nessa posição começou a massagear o seu cuzinho o que vai ela joga a bunda pra trás com força, pedir pra não para que esta quase gozando, quando ela goza, o dedo entra no cu e fica sendo mastigado que nem meu pau pela sua buceta, que vai colocando meu pau pra fora enquanto ela deita por completo.

Olhando pra mim com o pau duro e ajoelhado, vem virando o corpo, puxa meu pau me fazendo sentar, encosta a cabeça na minha coxa e começa a mamar com muita calma e parecendo só não querendo perder a ereção até recuperar as forças. Assim que vai se recuperando, ela começa a punhetar e pede “goza na minha boca!” o que é atendido e depois de um dia de tortura com varios estimulos, gozo muito na boca dela que deixa cair no lençol.

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