OS DESEJOS DA ESCRAVA ISAURA - Parte 2

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Lésbicas
Contém 871 palavras
Data: 07/02/2026 22:25:17
Assuntos: Lésbicas

No banho, Leôncio toca o pequeno sino, que começa a ressoar. Aquele era o sinal de que precisava de alguma coisa. Isaura já havia tirado o vestido quando ouviu o sino tocar. Rapidamente, pega um roupão, cobre as partes íntimas e sai do quarto em direção ao banheiro.

— O senhor me chamou?

— Sim, Isaura. Por favor, pegue aquela escova.

— Aqui está, senhor.

— Passe-a nas minhas costas. Estou exausto. Passei o dia todo na cidade.

Isaura começa a escová-lo. Leôncio vira o rosto e vê o joelho da escrava à mostra, escapando do roupão. Era um joelho bonito, embora marcado pelo tempo e pelo trabalho. Ele segura as pernas de Isaura.

— Isaura, seu joelho é a coisa mais linda que já vi.

— Sinhozinho Leôncio...

Ele segura firme as pernas dela, acariciando o joelho e depositando vários beijos sobre ele.

Isaura tenta se levantar e se afastar, mas, antes que consiga ir embora, Leôncio se põe de pé e a agarra por trás, puxando-a para dentro da banheira.

— Solte-me… solte-me! — grita a escrava, debatendo-se dentro da água que respinga para todos os lados.

— Isaura, por que faz isso comigo? — insiste ele, a voz misturando irritação e desejo. — Por que recusa o meu amor?

— O senhor é homem casado… — responde ela, tentando puxar o braço de volta. — Respeite sua esposa.

Leôncio solta uma risada amarga.

— Eu não amo minha esposa. Nunca amei. Amo você, Isaura. Desde o primeiro dia em que a vi nesta casa. Se quiser, caso-me contigo. Você será dona de tudo isto

— Não quero...

Com um puxão violento, ele abriu as lapelas do roupão de Isaura. O tecido ensopado cedeu, e os seios dela saltaram para fora, expostos ao olhar voraz do seu senhor.

Leôncio não perdeu tempo. Suas mãos grandes e calejadas envolveram a carne macia com uma força possessiva, apertando-os com firmeza enquanto ela se contorcia.

— Me solte! O senhor está louco! — Isaura arquejava, sentindo os seus seios ser apertado com força, os pés escorregando no fundo da banheira.

Leôncio soltou uma risada rouca, sentindo a reação física do corpo dela ao choque da água e do toque.

— Vejo que está excitada, Isaura... os mamilos estão bem durinhos contra a minha palma — sibilou ele, aproximando o rosto do pescoço dela. — Por que continuar com esse teatro de virtude? Você sabe que não vai conseguir escapar. Renda-se de uma vez. Eu aposto que, no fundo, esse seu corpo de anjo deseja o seu dono tanto quanto eu desejo ser o seu carrasco...

Ele apertou ainda mais, colando o corpo dela ao seu, sentindo a pulsação acelerada da escrava que, entre o medo e a revolta, lutava para não se afogar naquele abraço impuro.

Isaura reúne toda a força que tem. Com um movimento rápido, acerta-lhe uma cotovelada no queixo. O impacto o faz cambalear para trás, soltando-a por um instante.

Isaura apoia as mãos na borda escorregadia da banheira e consegue se impulsionar para fora. Seus pés quase deslizam no piso molhado, mas ela recupera o equilíbrio e corre pelo corredor, ainda úmida, os cabelos colados ao rosto e às costas.

Sem olhar para trás, entra no quarto, fecha a porta com violência e gira a chave na fechadura. Encosta-se à madeira, ofegante, sentindo o coração bater descompassado no peito.

O silêncio vem aos poucos, quebrado apenas pela própria respiração.

Ela caminha até a cama e senta-se, tentando se recompor. Só então percebe o detalhe que a faz estremecer ainda mais: o roupão ficou no banheiro.

Malvina chega ao banheiro.

— Que barulho foi esse, Leôncio?

— Nada... Eu me levantei e escorreguei. Só isso.

Malvina pega o roupão no chão.

— O que essa roupa está fazendo aqui? É da Isaura.

— Ela deve ter tomado banho aqui mais cedo e esquecido o roupão. Estou exausto. Vou dormir.

Malvina foi até o quarto da escrava e bateu na porta.

— Sou eu, Isaura. Abra a porta.

— Sinhá, precisa de alguma coisa? — diz Isaura, abrindo a porta.

— Aqui está seu roupão, que você esqueceu no banheiro do meu marido.

— Ai, eu devo ter esquecido lá...

— Tem algo que queira me dizer?

— Nada, sinhá...

— Tem certeza? — pergunta Malvina, segurando a mão de Isaura.

— Tenho certeza.

Malvina puxou Isaura para mais perto, segurando firme os braços dela e encostando o rosto ao seu.

— Olhe aqui, escrava. Se eu souber que está dando em cima do meu marido, juro por tudo o que é mais sagrado que irei cortar sua língua fora. Está me entendendo?

— Sim... sim, sinhá... Eu juro que não fiz nada.

A fúria de Malvina diminuiu. Ela soltou levemente os braços da escrava e fez uma expressão harmoniosa, acariciando o rosto de Isaura.

— Isaura, você é só minha. Não gosto de dividi-la com mais ninguém, nem mesmo com meu marido. Você sabe disso, não é?

— Sim, sei...

— Diga. Quero ouvir da sua boca.

— Eu sou só sua, sinhá, e de mais ninguém.

Malvina não resistiu ao ouvir a escrava dizer aquilo e beijou intensamente sua boca, agarrando-a cheia de desejo. Foi difícil para Malvina controlar a tentação.

— Melhor eu ir. Tranque bem o quarto e vá dormir. Nada de ficar andando pela casa de madrugada.

Isaura fechou a porta. Em seguida, limpou a boca com certo nojo e foi se deitar.

Continua na Parte 3.

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