Mulher Nova, Bonita e Carinhosa, Faz o Homem Gemer Sem Sentir Dor - A Ninfeta e o Tio Carente

Um conto erótico de Ana Luísa
Categoria: Heterossexual
Contém 3875 palavras
Data: 08/02/2026 22:22:21

Meu nome é Ana Luísa, ou Aninha para os mais íntimos. Sou uma jovem mulher, dezoito anos recém completados, a caminho da faculdade, mas desde muito cedo eu aprendi que os homens, ditos o sexo dominante, nada mais são do que seres vulneráveis, atrás de aprovação e querendo, a todo custo, provar que são duros o suficiente para não chorarem e não demonstrarem afeto em público, ou seja, são vítimas da sociedade machista que , muitas vezes, eles mesmos ajudam a manter.

Aprendi desde novinha que a mulher esperta, feminina e bem decidida, pode fazer com o homem o que bem quiser. Pode até fazê-lo chorar, gemer, e ser vulnerável, mesmo contra sua vontade.

É claro que aqui não estou querendo afirmar que não existam homens brutos, violentos, truculentos, capazes de fazer muito mal. Os números de feminicídio a que assistimos está aí para provar isso. Portanto todo cuidado é sempre bom. Mas até esses machos brutalizados têm as suas fraquezas.

Uma das pessoas que mais me ensinou e me fez aprender isso desde cedo foi a minha mãe, com o seu comportamento submisso.

Minha mãe fazia de tudo para agradar meu pai e não recebia nada em troca. Aquele homem estava sempre de mau humor para com ela. Ela praticamente estendia um tapete para ele passar e não recebia nada em troca. As putas da rua sempre conseguiam tudo com ele, mas minha mãe só ganhava indiferença. Meu pai era um macho escroto e eu decidi que comigo seria diferente.

A natureza foi generosa comigo. Meu pai era um homem lindo e minha mãe uma mulher de beleza exótica. A mistura dessas duas características, renderam dois filhos. Um menino esquisito e desengonçado, meu irmão. E uma menina delicada, formosa, cheia de feminilidade e curvas que foram se acentuando com a adolescência, eu.

Nunca dei a mínima para esses discursos radicais feministas, que pregam que a mulher tem de se transformar em um trator masculinizado para ter voz e autoridade.

Sempre soube que minha melhor arma era a beleza e a sedução, além da voz macia que sempre escondeu muita malícia nas atitudes e planos.

Essa sempre foi e sempre será minha principal arma para enfrentar o mundo machista. Eles entram com a brutalidade e eu com a sedução, quando pensam que estão vencendo a parada eu os apresento a fatura, que já fez muito macho chorar e gemer mesmo sem ter dor alguma.

Poderia relatar alguns casos, mas vou me ater a um pequeno exemplo, que me rendeu bons frutos.

O primeiro macho que se rendeu aos meus encantos foi o meu primo Daniel, filho da irmã de minha mãe, uma mulher que casou com um homem de posses, no interior de São Paulo, Tio Flávio, que também fará parte desse relato que vou contar para vocês.

Minha família sempre teve pouco dinheiro, nunca passamos fome, nem grandes necessidades, mas nunca tinha dinheiro de sobra para comprar futilidades e nem roupas caras, ao contrário da família de minha tia Lúcia, esposa do meu tio Flávio, pai do Daniel.

Sempre que possível a gente ia para o interior, eu e meu irmão, onde aproveitávamos a casa ampla com jardim imenso e piscina.

Era justamente nesses passeios de férias que eu aproveitava para seduzir meu primo, que desde muito cedo se mostrou encantado por mim. Ele tem dois anos a mais que eu e ficava enlouquecido ao me ver de biquíni na piscina. Eu aproveitava esses momentos para me esfregar nele, deixar que ele passasse a mão boba em minhas coxas e até em meus peitinhos, quando não tinha ninguém por perto para nos vigiar.

— Me deixa mamar no seu peitinho, Aninha? Só um pouquinho, prima. – Ele me pedia, quando me encontrava sozinha em algum canto da casa.

— Não pode! Você é meu primo e isso é pecado. – Era sempre a minha primeira resposta.

— Nada a ver isso que você tá falando. Eu tenho vários amigos que namoram com as primas. – Ele retrucava.

— Então vai lá namorar com as primas deles. – Eu respondia fingindo estar brava.

— Mas eu quero você, Aninha. É com você que eu quero ficar. – Ele falava quase chorando. Então eu puxava a alça do biquíni e exibia só um peitinho para ele. Ele me olhava com uma cara de pidão, quase babando e, quando ele ia esticando a mão para tocar, eu cobria novamente. Deixando-o enlouquecido e com os olhos cheios de lágrimas. Era aí que eu deixava meu lado cruel aflorar.

— Tá bom! Deixa de ser chorão. O que você me dá se eu deixar você tocar um pouquinho?

— O que você quiser. – Ele dizia e eu olhava seu pauzinho duro dentro do calção de banho e sabia que podia pedir o que eu quisesse que ele daria. Escolhia sempre o melhor presente que ele tinha ganho, ou algum outro objeto de valor e, assim que ele concordava, eu deixava sua mão suada percorrer meu peito, apertar meus biquinhos, vendo ele apertando as pernas para logo em seguida soltar um gozo intenso, ralo e abundante, como são os gozos juvenis.

Assim que eu fiz dezoito anos fiz questão de perder a virgindade com um cara mais velho, que fazia cursinho comigo e que também babava por mim, assim teria mais uma ferramenta para negociar com meu primo.

Era assim que eu conseguia ficar com toda a mesada dele, só por deixá-lo roçar seu pau entre minhas coxas, dizendo a ele que não podia foder com ele por ainda ser virgem.

De verdade eu queria preservar esse trunfo para um objetivo maior.

A partir do momento que eu deixasse ele me foder, eu correria o risco de perder o meu objeto de lucro.

Durante essas nossas brincadeiras eu comecei a notar que meu tio Flávio percebia nossos jogos eróticos, claro que não a parte cruel que eu fazia, mas as investidas do meu primo. Eu sentia que ele estava muito interessado em participar. O homem chegava a babar me olhando desfilar pela piscina, sempre que não tinha ninguém por perto.

Eu comecei a pensar que, se eu conseguia tirar tanta coisa boa do meu priminho Daniel. Imagina o que eu não conseguiria tirar do tio carente?

Passei a fazer o meu jogo sensual e sedutor para cima do meu tio. Ele era um cinquentão muito charmoso, atlético, um homem bastante interessante.

Eu desfilava na frente dele quando estávamos na piscina. Tirava a calcinha da bunda sempre que estava de costas pra ele, depois olhava displicentemente e o via apertando o pauzão, desesperado, babando com a menininha doce e sedutora que ele viu crescer.

De repente começaram os presentinhos, os mimos caros, que ele me dava, os abraços mais demorados sempre que a gente se encontrava.

Mesmo que meus pais estivessem por perto, ele demonstrava carinho para comigo.

Eu sabia muito bem quais eram as intenções do macho carente e deixava ele colar seu corpão no meu, sentindo ele tremer. Algumas vezes chegava a sentir seu pauzão duro, roçando as minhas coxas. Ele também sabia que eu entendia e percebia o jogo que ele estava fazendo.

Um dia ele estava à beira piscina, sentado na espreguiçadeira, com uma cara angustiada. Minha mãe e minha tia estavam afastadas, e eu me aproximei por trás dele e toquei seus ombros com minhas mãos delicadas.

— Tá tudo bem Tio? Você parece tenso, cansado. Quer uma massagem? – Eu falei apertando seus ombros, numa espécie de massagem relaxante e ouvi o gemido de prazer que aquele macho soltou, apenas em sentir meu toque.

— Ah aninha, que gostoso! Quero sim, seu velho Tio está muito tenso. – Ele disse isso cheio de dengo, com uma voz rouca.

— Tadinho do meu Tio. Vou ajudar você a relaxar um pouquinho. Você não tá velho nada, ainda é um homão interessante demais. Só está muito cansado de trabalhar. – Falei massageando seus ombros e sentindo seu corpo reagir.

— Você me acha um homão, é? Tá falando a verdade ou apenas querendo me agradar? – Ele falou como todo macho querendo afirmar sua masculinidade, eu sabia o que ele queria ouvir.

— Acho sim Tio. O Senhor é um homão como poucos. – Eu falei aproximando meus lábios do seu ouvido e olhando diretamente para o meio de suas pernas, onde vi o pauzão reagindo. Continuei a massagem e ele continuou gemendo baixinho. Parecia sentir dor, mas era só tesão recolhido.

— Você também é uma menina muito linda. Continua essa massagem, tá muito boa. Agrada seu Tio que depois seu Tio lhe agrada. – Era tudo que eu queria ouvir. Fiquei imaginando o que sairia como pagamento daquela massagem.

Eu continuei massageando seus ombros e descia minha mão, de vez em quando, pelo seu peito largo e forte. Sentia seus pelos grisalhos entre meus dedos. Era um macho bem interessante, meu tio Flávio.

— Tá relaxando tio? Tá gostando da massagem? – Eu perguntei com minhas duas mãos deslizando pelo seu peito, vendo seu pau pulsar dentro do calção de banho que ele usava.

— Tô sim minha linda. Tá muito gostoso, continua! Suas mãos são mágicas. – Ele sussurrou novamente. Eu continuei o que estava fazendo e caprichei muito nas passadas de mãos pelo seu tórax.

— Você é todo fortão Tio. Peitos largos, coxas grossas. Dá vontade de sentar no seu colo. – Eu falei fingindo um tom inocente.

— Pode sentar meu bem! Pode sentar no colinho do Tio. – Ele falou gaguejando, e quase pude ver uma baba escorrendo de sua boca. O macho estava salivando.

— Acho melhor não! A tia pode não gostar. Tem gente que vê maldade em tudo. – Falei com um sorrisinho nos lábios, que ele não viu por estar de costas para mim.

— Ela está lá dentro com sua mãe. Essas duas vivem fofocando, não tem ninguém por aqui, estamos só nós dois. – O homem falou isso quase implorando.

— Tá bom, mas só um pouquinho. Meu pai nunca me dá colo, acho que estou carente. – Eu falei novamente com um tom de menina carente na voz.

Sentei nas coxas musculosas e senti um tremor pelo copo dele. Ele passou a mão em volta da minha cintura, parecia temer me tocar.

— Tá gostando do colo do Tio? Pode se sentar mais acomodada. – O malandro falou e eu me fiz de desentendida. Me acomodei bem em cima do seu pauzão, sentindo aquela dureza se encaixar no meu de minha bundinha. Ele gemeu forte como um animal ferido e eu me encaixei mais ainda. Seu pauzão com certeza sentia o calor do meu rabo e de minha bocetinha que estava molhadinha. Ele viu que eu estava na maldade e segurou bem em minha cintura e forçou o pauzão para cima. Como se quisesse furar o tecido de seu calção e entrar em mim.

— Tô gostando sim, mas é melhor eu sair daqui. Alguém pode aparecer e não entender essa atitude de uma sobrinha carinhosa. – Eu falei, fazendo menção de me levantar.

— Não sai não, minha menina. Fica mais um pouquinho. Tá muito bom esse carinho que eu estou te dando. – Ele falava tentando me segurar em seu colo. Eu me mexi mais um pouquinho, me encaixando bem naquele volume e comecei a me levantar. Ele chegou a lacrimejar, ao me ver sair de seu colo, desencaixando meu rabo de cima de seu pauzão.

Eu fui para uma parte mais afastada da piscina e o vi correndo para o banheiro do vestiário, com a barraca armada em seu calção.

Eu me aproximei do vitrô lateral do vestiário e ouvi os gemidos do meu tio. Ele estava se acabando numa punheta, ali sozinho dentro do banheiro. Eu dei uma risadinha interior e senti que tinha plantado uma sementinha ali.

Naquele mesmo dia, ele saiu de casa à tarde e voltou no início da noite. No final do jantar ele aproveitou uma distração dos demais e me puxou para um cantinho, perto do seu escritório. Lá dentro ele abriu uma gaveta e tirou um embrulho pequeno e me entregou.

— Um presentinho do Tio pela massagem de hoje à tarde. De onde veio esse pode vir muitos outros. – Ele falou baixinho e saiu em direção à sala onde todos estavam.

Eu subi para o quarto onde estava acomodada e abri o pacotinho, vendo que era de uma joalheria. Dentro tinha um relógio pequeno e delicado, caríssimo. Junto tinha um envelopinho pequeno com um maço de cédulas, uma grana boa que depois ele me disse que era para eu gastar no cursinho. Me pediu para não falar para ninguém.

Eu escondi tudo. No futuro diria aos meus pais que o relógio tinha sido um presente de um rapaz do cursinho, que queria me impressionar.

Dias depois desse ocorrido, minha mãe tinha saído com minha tia para resolver umas coisas. Meu irmão e meu primo estavam na piscina.

Eu estava no meu quarto colocando o biquíni para descer, quando ouvi passos na direção do meu quarto. Segurei a parte de cima do meu biquini e, assim que meu Tio apareceu na porta, já com cara de lobo, eu me virei de costas para ele e falei inocentemente:

— Ah tio que bom que você apareceu. Me ajuda a amarrar a parte de cima do meu biquíni. – Ele segurou as cordinhas do biquíni e se aproximou bem do meu corpo, ficando quase colado em minha bunda. Eu senti o calor de seu pauzão já fazendo volume e empinei mais a bunda, roçando as nádegas em seu cacete que logo endureceu. O homem tremia e não conseguia dar um laço no biquíni.

— Você já está com uma marquinha de sol linda. – Ele gaguejou.

— Você gostou Tio? Tá bonita mesmo? – Eu perguntei toda dengosa e me virando de frente para ele, que soltou os cordões do biquíni e eu deixei cair de propósito, para que ele visse meus peitinhos. Ele abriu os olhos assustado e apenas murmurou quase gemendo:

— Tá lindo demais Aninha! Tá muito linda. – Ele disse isso e já levou as mãos em direção aos meus seios que já estavam com os biquinhos durinhos, devido ao tesão da situação.

— Vamos descer, Tio. Melhor a gente ir para a piscina. Alguém pode aparecer aqui. – Eu fingi preocupação.

— Pelo amor de Deus, não faz isso não Aninha! Eu faço o que você quiser. Me deixa tocar só um pouquinho. – Ele pediu quase com voz de choro. Suas mãos tremiam.

Eu apenas abaixei totalmente a parte de cima do biquíni e deixei os peitinhos livres. As mãos do meu tio tremiam, enquanto ele alisava e acariciava meus peitinhos e apertava os biquinhos com as pontas dos dedos grandes e trêmulos. Eu gemia baixinho, sentindo-o enlouquecer de desejo. Quando ele foi aproximando a boca do meu seio esquerdo eu me afastei e cobri os peitinhos como uma menina recatada.

— Não podemos fazer isso Tio. É errado! Você é meu tio. Vamos sair daqui. Alguém pode aparecer e não entender esse nosso ato de carinho inocente.

— Eu não sou seu Tio. Eu sou o marido de tua tia. Sou um homem carente. Sua tia não me dá mais atenção. Fica mais um pouquinho aqui, minha linda. Agrada mais o seu tio. Eu estou enlouquecido. Só penso em você, nos seus carinhos. Eu chego a gemer como se sentisse uma dor no meu peito, toda vez que penso em você. – Ele me pedia com voz de choro, e era uma delícia ver aquele homem grande e poderoso assim tão vulnerável. Minha vontade era dar um chá de boceta naquele macho, mas ainda não era a hora certa.

— Agora não Tio. Agora não! – Eu falei e saí do quarto em direção à piscina, deixando-o gemendo e chorando dentro do quarto.

Nesse dia ele não foi à piscina. Eu tive que ficar driblando meu priminho que insistia em me tocar. Mas meus planos agora eram outros.

À noite, durante o jantar, todos estavam à mesa e a conversa girou em torno dos estudos. Meu tio observava tudo, mas parecia não ter interesse em nada, seus olhos me observavam o tempo todo.

— Aninha está entrando na faculdade no próximo semestre. Vai estudar fisioterapia. - Minha mãe falou orgulhosa.

— O Tempo passou muito rápido. Parece que era ontem que ela estava correndo por aqui com os meninos. Agora já virou uma moça linda, indo para a faculdade.

— Estou ficando velha, Tia. – Eu falei, fazendo graça.

— Que velha que nada minha linda. Você está no auge da idade. Tá animada para a faculdade? – Minha tia quis saber.

— Estou animada sim, Tia. Minha única preocupação é a distância e o trajeto difícil da faculdade. Mas fazer o que? Vou ter que encarar vários ônibus para chegar até à faculdade.

— Nós já falamos sobre isso filha. Seu pai não está em condições de lhe dar um carro atualmente, mas quem sabe mais à frente a gente consiga comprar. – Minha mãe falou isso com sua voz sempre muito doce. Nessa hora meu tio abriu os olhos e me olhou de uma maneira estranha.

— Acho que a gente pode pensar isso Aninha, você é uma menina tão esforçada, nossa sobrinha querida. De repente a gente pode pensar em financiar um carro pra você. Né querida? – Ele falou segurando a mão de minha Tia, que apenas sorrio e fez positivo com a cabeça.

— Imagina Tio, isso não é correto. – Eu falei com meu jeito ingênuo forçado.

— Nem pensar Flávio. Não podemos aceitar uma coisa dessas. Vocês já nos ajudam em tantas coisas. – Minha mãe falou com seu jeito submisso de ser.

— Fica tranquila minha cunhada. A gente vai pensar nisso. Está decidido. – Meu tio falou, pondo fim da discussão. – Eu sabia que esse pensar era quase um sim. Bastava mais um esforço meu e esse carro estaria garantido.

Dois dias depois, era final da tarde, início da noite. Minha mãe e minha tia tinham um compromisso com outras mulheres na igreja nova da cidade, meu irmão e meu priminho resolveram sair para uma baladinha e eu resolvi ficar em casa. Meu tio tinha saído à tarde para resolver umas coisas e não tinha voltado ainda.

Eu coloquei um shortinho de malha bem fininho, sem calcinha, uma camisetinha curtinha e me deitei na cama e fiquei vendo umas coisas no celular. Estava meio friozinho e eu joguei um lençol por cima de minhas pernas.

Passou um tempinho, a casa estava em silêncio e eu ouvi um barulho no andar de baixo. Imaginei que seria meu tio, pois os outros ainda demorariam a chegar em casa. Ouvi um barulho na cozinha, acho que ele estava comendo alguma coisa. Depois ouvi um barulho no quarto da frente e percebi que o chuveiro estava ligado, ele estava no banho. Continuei deitada e, passados uns minutos, ele colocou a cabeça pela porta que estava entreaberta e perguntou:

— Você está sozinha minha linda? Não tem mais ninguém em casa?

— Estou sim Tio. Todos me abandonaram. – Eu falei bem dengosa.

— Posso te fazer companhia se você quiser. – Ele me disse com aquela cara de macho pidão.

— Claro que pode Tio. Chega aqui. – Eu disse batendo no colchão da cama. Ele se deitou ao meu lado, vendo que estava meio friozinho, ele puxou o lençol, me cobriu e ficamos ambos de barriga pra cima, lado a lado na cama.

— Tá friozinho hoje. — Falei e virei para o lado. Ele também virou e colou seu corpo no meu, ficando de conchinha comigo, me abraçando.

Eu senti sua mão em meu corpo e continuei quietinha. Sua mão vacilante se aproximou dos meus seios, percebi seu pauzão pulsando e sua vontade de tocar meus peitinhos. Ele não foi em frente, mas também não afastou seu pênis duro, colado em meu rego, separados somente por nossas roupas levinhas.

Tomei a iniciativa, me virei e o beijei na boca. Ele correspondeu ao beijo, em seguida me puxou pra cima dele, apalpou meu corpo com as mãos. Seus dedos grossos e másculos invadiram o meu shortinho, tocando em minha bunda nua.

Ele estava agitado e o tesão explodiu com amassos e beijos intensos. Ele veio pra cima e tirou meu shortinho. Fiquei pelada da cintura pra baixo. Fechei os olhos e curti o prazer que sua boca me deu ao tocar em minha boceta, após erguer e abrir minhas pernas.

Eu estava delirando de prazer, quando ele parou e se levantou rapidamente. Fiquei sem entender muito bem o que acontecia, mas ele saiu e voltou rapidamente com algo na mão.

— O que aconteceu? — Perguntei.

— Fui pegar proteção.

Ele encapou o caralhão rapidamente e veio novamente pra cima de mim. Facilitei o ato, abrindo bem as minhas pernas. Logo senti aquele mastro me penetrando suave e continuamente até estar tudo dentro. Aquilo era perturbador! Uma mistura de pecado, de proibido e o medo de sermos flagrados a qualquer instante.

Comecei a gemer bem putinha, como se fosse uma virgem inocente, enquanto suas bombadas se intensificavam, acabando comigo, me fodendo gostosamente.

— Minha menina linda! Isso tá muito gostoso. Eu sou o homem mais feliz do mundo. Eu sonhei com isso muito tempo. – Ele gemia e choramingava ao mesmo tempo que me fodia vigorosamente. Era um macho intenso que sabia foder uma fêmea fogosa. O tesão era grande, mas sabíamos que tinha que ser rápido.

— Tá gostoso Tio! Você é um homão incrível. Fode sua menina. – Eu falava, enquanto cruzava minhas pernas em suas costas, sentindo seu pauzão me tocar lá no fundo. Meu corpo estremeceu e eu não lembro de ter tido orgasmos com tanta intensidade antes.

Ele não suportou ouvir esses comandos safados de sua menina e começou a gozar forte, intenso, gemendo. De repente eu o ouvi chorando de tanto prazer.

— Ah minha menina! Eu poderia morrer agora que eu iria feliz. Eu estou louco por você. Eu faço o que você quiser.

Eu ouvi aquilo e meu prazer se intensificou. Já imaginava a cor que eu iria escolher para meu carro novo.

Descansamos um pouco e eu me virei, mostrando a minha bundinha empinada para ele. O homem estava tão faminto que logo eu senti seu pau duro roçando minhas nádegas, procurando meu cuzinho. Eu me retraí e me afastei um pouco. Novamente falei com minha voz de menina inocente:

— Isso não Tio! Ainda não estou preparada para algo assim. É melhor o senhor ir para seu quarto. Daqui a pouco o pessoal vai chegar. – É claro que eu não iria entregar tudo assim de primeira. Precisava guardar algo novo para uma próxima negociação.

Três meses depois, eu cheguei em casa da faculdade, dirigindo meu carro esportivo vermelho, e encontrei meu pai sentado no sofá, lendo um artigo numa revista de história. Ele me abraçou, me deu um beijo e falou graciosamente:

— Estava aqui lendo sobre mulheres fortes e lendárias. Estava vendo aqui a trajetória de Helena de Troia. Não sei de onde tiraram essa ideia de que a mulher é o sexo frágil.

Filha; uma mulher nova, bonita e carinhosa consegue o que quiser de um homem. Faz o sujeito gemer sem sentir dor. – Ele falou sorrindo.

— Credo pai, isso aí é letra de música da MPB. O senhor está poético hoje.

Nós dois sorrimos e fomos nos deitar.

*****

Aceitei o desafio e resolvi escrever um conto baseado na música do Zé Ramalho, gravada por Amelinha, com sua voz melodiosa. Um sucesso imenso que embalou o Brasil inteiro no ano de 1982.

Leia, comente e vote. A gratificação de quem escreve é a manifestação de quem lê.

Abraços a todos!

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Comentários

Foto de perfil de Leon-Medrado

Muito bom esse conto. Parabéns. Gostei muito. O desafio cumprido com louvor.

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No espaço em que estou, procuro dar mais atenção à arte e ao conto do que a dissecações morais da obra.

A leitura de uma música depende muito de como se escuta. Essa em específico pode ser entendida, por exemplo, como uma homenagem ao poder de sedução , ou como um retrato de um imaginário masculino, mas não necessariamente a defesa dele.

Se essa música fosse escrita hoje, provavelmente soaria diferente. Toda obra carrega o ambiente histórico e cultural em que foi produzida.

Para mim a arte retrata a realidade “é assim que funciona”. A arte traz um fato real que acontece na sociedade. Eventuais julgamentos morais ficam para cada um .

Parabéns por cumprir o desafio dentro do desafio — e pelo conto, que ficou uma delícia.

3 estrelas.

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Aninha,

Desafio cumprido com louvor.

Vai ter gente reclamando que você agiu por interesse e até quem vai te chamar de puta. Mas não ligue não. Pra mim foi um brilhante enquadramento no tema.

Agora, quanto ao que acho, digo que muitos que se imaginam machos alfas do rebanho, quando encontram uma bela mulher, descobrem que pertencem ao rebanho de ovinos, mas aí, já chegou o momento da tosa e, apesar de se dizerem bodes velhos, entregam suas lãs como qualquer ovelhinha inocente.

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Listas em que este conto está presente

Desafio Pirata 2 Música
Desafio proposto pelo autor Ryu. Tag: “desafio-pirata-2-musica” sem as aspas.