Minha esposa se transformou. (8)

Um conto erótico de Mirno (por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 1059 palavras
Data: 09/02/2026 01:00:39

Parte 8. (Fim)

No outro dia, acordamos cheios de compromissos e retomamos nossas vidas normais. Preparar os filhos para a escola, nos arrumarmos e cada um seguir para seu trabalho. Nossos compromissos e obrigações eram imperiosos.

Eu tinha ficado intrigado com a forma que a Lizlene estava se comportando comigo. Comecei a questionar se porventura seria uma manipulação direta do Sigmund sobre ela, ou se era ela mesma que estava manipulando os dois, ele e eu, criando aquela imagem de submissa, e de dominadora comigo, apenas para dar vida à sua fantasia de submissa dominada e me dominando. Não podia descartar nenhuma hipótese. Fiquei me questionando se ela estava consciente de como estava mudada, e agindo de uma forma meio individualista, embora ela alegasse que não se tratava disso. No fundo, ela estava evitando acreditar nas minhas questões, nas minhas preocupações e inseguranças, para não estragar aquele momento de fantasia e fetiche dela, com o Sig, já que ela contava com a minha cumplicidade até então.

Mas, os dias foram passando, ela não mudou comigo nem com a família, e eu realmente não podia reclamar de nada, pois a minha esposa continuava a mesma pessoa amorosa, dedicada, respeitosa e séria, além de ter melhorado tremendamente a nossa interação sexual, com ela muito mais ativa, provocativa, me estimulando e não deixando de me despertar o desejo quase todas as noites.

Nossa atividade sexual que já era boa, ficou muito melhor. E até as conversas dela com o Sigmund ficaram mais esparsas, praticamente uma vez na semana, eles trocavam algumas mensagens, e apenas fazendo planos para um novo encontro.

Eu fiquei surpreso com isso, pois mesmo eu e ela tendo muita intimidade e praticamente nenhum segredo mais guardado, a Liz parecia estar valorizando a nossa relação, e considerando o Sig somente um amante eventual. Isso aconteceu quase naturalmente, passada a fase de encantamento inicial.

Aquilo me gradou e me deu tranquilidade pois perante amigos, familiares, e vida profissional, a relação da Lizlene com Sigmund ficou mesmo algo escondido, protegido, muito íntimo, só entre nós e que ninguém jamais veio a saber.

Nossa imagem na comunidade seguiu intacta, de um casal que segue os padrões normais da sociedade. Com a vida em ordem, nossa relação em harmonia e a Liz dedicada, e muito satisfeita, eu relaxei.

Foi justamente por isso, que eu concordei que a Lizlene tivesse outro encontro daqueles com o Sigmund. Tudo correu muito bem, eles combinaram, foram cuidadosos, discretos, e passaram novamente quase um dia todo, juntos em um hotel. De noite, depois de deixá-lo no aeroporto, ela voltou novamente esgotada, inchada, de tanto levar pirocada na boceta, na boca e no cuzinho, e muito saciada e feliz também.

Ela me contou detalhadamente tudo o que fizeram, o que me despertou novamente uma tara enorme, e me fez ficar uma semana tendo sexo intenso com a Liz, todas as noites seguintes, vendo algumas fotos que ela trouxe para me mostrar enquanto me relatava o que haviam feito.

Conforme fomos nos tornando mais habituados àquela situação, sempre falando abertamente de tudo, e a Liz sempre me mostrando o que eles conversavam, percebi que o jogo de dominação do Sigmund, era também um fetiche leve dele, Não representava perigo, era um jogo que ele usava para excitar as mulheres que gostavam disso. Na verdade, ele não queria ter compromisso com mulher nenhuma, tinha ficado traumatizado com o caso da noiva que o trocou pelo ex-namorado, e não queria mais compromisso.

Mesmo com a Liz, o tesão dele era alimentar aquela paixão bandida e escondida deles, em encontros pontuais, que era também uma bela fantasia, mas ficou claro que nenhum dos dois queria levar a lugar nenhum além daqueles momentos de luxúria e provocação.

Depois daquele primeiro encontro, o Sigmund tinha vindo visitar a Lizlene duas vezes, em três meses, e nossa vida seguiu sem alteração.

Eles agiam sempre da mesma maneira, ambos se encontravam num hotel em outra cidade, namoravam uma tarde inteira, e depois ele voltava para o seu Estado, e a Liz para nossa relação que era mesmo maravilhosa. Eu esperava a Lizlene, que ao regressar me contava tudo o que eu quisesse sobre o encontro. Nossa vida seguiu muito harmônica, e eu estava até achando que se melhorasse estragaria. Eu havia ganhado uma mulher mais sexy, mais segura, mais experiente, mais safada, e que sabia me dar muito prazer.

Tinha decidido não acompanhar os encontros dela com ele, para evitar que ele estimulasse provocações da Liz comigo, o que poderia despertar rivalidades, já que o ciúme ainda poderia ser um complicador. E justamente por isso, eles também se acomodaram mais. Embora quando a Liz voltava, sempre me excitou muito com as narrativas do que fizeram e tivemos noites sempre muito tórridas de prazer no dia seguinte ao encontro.

Com o tempo, eu fui tendo a percepção de que o Sigmund era um sujeito decente, e acabamos até fazendo uma certa amizade. A Liz se dava muito bem com ele, mesmo naquela relação casual, e de fato, a química dos dois no sexo era algo invejável. Eu não podia reclamar, porque meu sexo com a Liz ficou maravilhoso.. Eu e ela aprendemos muito e nos tornamos realmente um par que se entendia cada vez melhor.

O Sig me mandou mensagem e perdi o receio de conversar com ele. Com isso, foi nascendo uma amizade. Quase sempre trocávamos ideias.

Até que chegaram as férias novamente, e tivemos a oportunidade de programar uma viagem novamente eu e a Liz, e o Sigmund entrou nessa programação. A ideia da Liz era experimentar formamos um trisal, nas férias, num resort do Caribe.

A Liz, nunca escondeu que continuava me dando a opção de também ter alguma experiencia com outra mulher. Porém, ela não tinha interesse em presenciar nada pois alegou que sente ciúmes e não iria gostar.

Até naquelas férias, eu não tive interesse nem iniciativa para fazer nada disso. Mas, quando resolvemos fazer essa viagem juntos, as coisas começaram a mudar novamente. No resort para onde fomos, havia uma oferta muito grande de casais liberais, e acabamos tendo outras experiências mais incríveis.

Mas, isso será contado em outra oportunidade. Espero que tenham gostado.

Continua quando eu tiver mais história para contar.

e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 415Seguidores: 934Seguindo: 217Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Olha como são as coisas, a gente imaginando e criando mil teorias, tipo crime e castigo. KKKK Juro que imaginei que iria ter mais drama. Espero que nossas opiniões não tenha influenciado nesse final soft. Pois tudo era muito intenso. Ninguém nunca está satisfeito né meu velho? Rsrsr Grande abraço e uma ótima semana.

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