**AVISO DE CONTEÚDO SENSÍVEL**
Esta narrativa contém material extremamente sensível que pode ser perturbador para alguns leitores. O conteúdo inclui:
- Abuso sexual e violação de consentimento
- Intoxicação forçada/induzida
- Traição conjugal
- Violência sexual
- Manipulação e abuso psicológico
- Linguagem sexual explícita
**Este material é puramente ficcional** e destinado exclusivamente para leitores adultos que compreendem a natureza do conteúdo. Se você é sensível a esses temas ou está passando por situações semelhantes, considere pular esta leitura.
ATENÇÃO: Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.
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Essa história é tão estranha que precisei escrever para te contar. Estou casada há exatamente quatro meses com o Pedro, que tem 24 anos (eu tenho 18). O Pedro sabe muito mais do que eu sobre o mundo. Todo mês, no último sábado, fazemos algo especial para comemorar nosso "mesversário" de casamento.
Para celebrar quatro meses de casados, um amigo do Pedro (que ele conheceu no Exército) nos convidou para um churrasco na casa dele, para conhecer ele, a namorada e mais dois parceiros do quartel.
Achei legal que o Pedro queria que eu conhecesse os amigos da caserna, mesmo eles não tendo conseguido ir no nosso casamento. Chegamos na casa do Paulo às 18h30 de sexta-feira e ele me apresentou à Fernanda, ao Thiago e ao Marcos. O Thiago estava fazendo de barman e quando falei que não bebo, ele me garantiu que ia fazer uma bebida muito gostosa chamada "Batida Especial" - uma batida de morango com leite condensado. Quando ele me entregou o drink, parecia mesmo uma vitamina de morango e quando provei, não acreditei que tinha cachaça. O gosto era exatamente de uma vitamina bem docinha.
Bebi bem rápido para um drink de álcool, acho que tomei como se fosse suco mesmo. Assim que meu copo esvaziou, o Thiago encheu de novo. O Pedro e o resto de nós ficamos conversando sobre nada de especial. A Fernanda trouxe pastel, coxinha e outros salgados e lá pela quarta, ou talvez só pela terceira dose, em algum momento disso tudo eu apaguei.
Domingo de manhã acordei na minha cama ainda usando minhas meias 7/8. Minha cabeça estava explodindo e eu estava enjoada. Estava tendo minha primeira ressaca da vida. Puxei as cobertas para ir fazer xixi quando percebi que tinha uma poça ressecada embaixo da minha bunda. Eu sei o que causou aquilo. Olhei pro Pedro e ele estava roncando horrores. Estava apertada para fazer xixi, então levantei e fui até o banheiro, e enquanto andava senti algo quente e líquido pingar na parte interna da minha coxa direita, depois outra na esquerda. Sentei no vaso, olhei minhas pernas abertas e vi dois fiapos do que obviamente era esperma. Passei o dedo para limpar e antes de jogar fora, levei até o nariz. Era esperma mesmo - parece que eu e o Pedro nos divertimos muito ontem quando chegamos em casa. Fiquei chateada por não me lembrar.
Fiquei surpresa quando, sentada ali, um bolo grande de esperma caiu de dentro de mim. Eu sei que o Pedro às vezes tem bastante, mas ontem à noite ele deve ter ficado muito excitado porque não me lembro de ter tido tanto dentro de mim depois do sexo. Me limpei e fiz algo que nunca faço - olhei pro papel higiênico e não acreditei na quantidade de esperma ali. Acho que a gente deve ter transado duas, talvez três vezes ontem à noite. O Pedro pode ser um tarado às vezes.
Ele quer que eu faça todo tipo de coisa estranha; a maior coisa que a gente parece brigar é que ele quer que eu chupe ele. Sem falar que ele quer me chupar. Ele vive tentando me dizer que esposa faz essas coisas; imaginei que um dia ele ia descobrir que eu sou uma esposa que não faz.
Tirei minhas meias e fiquei muito surpresa ao encontrar mais manchas de esperma nelas. Meu Deus, o Pedro foi um animal ontem à noite. Joguei na cesta de roupa suja, tomei quatro comprimidos de Dipirona e Epocler. Depois voltei pra cama. Quando acordei mais tarde me sentia melhor e prometi nunca mais ficar bêbada de novo, nunca!
Levantei, fiz café da manhã e não demorou muito até o Pedro entrar na cozinha. Dei o café dele e quando sentei para conversar sobre ontem à noite, o Pedro tinha uma expressão estranha no rosto. Falei: "Percebi que nos divertimos muito ontem à noite. Só lamento não lembrar de nada. Quantas vezes a gente transou quando chegamos em casa? Nunca tive tanto esperma seu dentro de mim, talvez a gente deva compensar mais tarde, né?"
O Pedro disse: "É, ontem foi loucura. Você não lembra de nada mesmo?"
Eu disse: "Não, a última coisa que lembro é de estar sentada ali te ouvindo conversar com o Marcos sobre coisas do Exército, aí acordei aqui na cama. Espero que não tenha te envergonhado na frente dos seus amigos ontem, envergonhei?"
O Pedro respondeu: "Não, imagina, você foi ótima. Você meio que desmaiou no sofá e aí te trouxe pra casa. Você foi demais, todo mundo gostou de você e até a Fernanda, que não gosta de ninguém, ficou impressionada com você. Quer dizer, antes de você apagar."
Conversamos um pouco mas sempre que eu queria falar sobre nossa transa de ontem à noite, o Pedro mudava de assunto. Acho que ele não deve ter gostado muito, mesmo tendo deixado tanto esperma em mim. Peguei a indireta e deixei pra lá; imaginei que o que quer que fosse, ele eventualmente ia conversar comigo sobre isso (pelo menos espero).
Fiquei ocupada o resto da manhã e lá pelo meio-dia estava pronta pra tomar banho. Fui até a sala onde o Pedro estava assistindo aquele jogo do Brasileirão que ele gosta. Avisei que ia pro banho, então fui pro quarto, e quando estava virando a esquina pro banheiro, o telefone tocou. Estiquei a mão e peguei, e estava prestes a dizer alô quando ouvi o Pedro dizer: "Alô?" Ia desligar quando ouvi a voz da Fernanda perguntar: "Você pode falar agora? Ela está por perto?" (Não podia desligar agora.)
O Pedro disse: "Ela acabou de entrar no chuveiro, o que foi?" Ela disse: "O Paulo queria saber se ela lembrava de alguma coisa de ontem à noite. Ela falou alguma coisa?" O Pedro disse: "É, ela acha que eu e ela transamos ontem à noite. Ela estava tão cheia de porra que vazou pra cama. Ela não tem ideia do que fez ontem à noite." Aí a Fernanda disse: "Espera aí, o Paulo quer falar com você."
Esperei pra ouvir o que vinha a seguir. O Paulo disse: "Cara, acabei de fazer cópias do vídeo de ontem à noite. Puta que pariu, sua mulher é uma delícia, mano. Estava prestes a etiquetar o seu quando pensei que a Fernanda devia ligar pra descobrir o que você quer escrever nela. Me diz, ela realmente não tem ideia do que fez?"
Meu marido, com voz orgulhosa, disse: "Não, ela não tem ideia nenhuma. Falei pra ela que a gente transou ontem à noite quando chegamos em casa, e a filha da puta acreditou." O Paulo disse: "Não acredito, véi. Quer dizer, toda aquela porra dentro dela e ela acha que veio de você. Cara, mal posso esperar sexta-feira que vem. Agora me diz, o que eu coloco na etiqueta?"
Teve uma pausa e então meu marido disse: "Coloca 'Flamengo x Palmeiras - Brasileirão' com a data de hoje. Ela odeia futebol, então sei que ela não vai nem olhar pra essa fita. Me fala, você gravou tudo? Quer dizer, ah, deixa pra lá, vou assistir e ver."
O Paulo disse: "Ah, gravei tudo sim, você vai adorar. Vou mandar pro seu escritório amanhã de manhã, pra você assistir lá. Tipo umas 9h30, beleza?" Meu marido disse: "É, mal posso esperar! Me liga quinta-feira lá pras 19h pra gente falar sobre o próximo fim de semana. Acho que talvez sexta-feira à noite funcione melhor pra gente. O que você acha?" O Paulo disse: "Talvez. Vou pensar e te ligo quinta, mas por que às 19h?" O Pedro disse: "Porque é o horário que a Luciana sempre toma banho. A gente resolve os detalhes nessa hora."
Ouvi os telefones desligarem e desliguei o meu também. A essa altura eu tinha lágrimas escorrendo pelo rosto e fui pro banheiro, sentei no vaso e chorei. Não conseguia acreditar. Meu marido fez algo comigo ontem à noite que foi absolutamente horrível. Eu sei que devo ter transado com outros homens.
Meu marido, que disse que me amava, o homem em quem eu confiava mais que tudo e todos, deixou outros homens transarem comigo. E ainda por cima, estava claro que ele armou tudo. Meu marido, meu marido, como ele pôde, por quê? O que faria ele fazer uma coisa dessas? Devo ir lá e confrontá-lo? Devo deixá-lo? O filho da puta, o desgraçado, como ele pôde? Eu o amava, ele disse que me amava. Eu tinha que ver essa fita de vídeo; eu simplesmente tinha que ver.
Fiquei no chuveiro por muito tempo. Me sentia suja. Me sentia usada e não conseguia esfregar forte o suficiente pra me limpar. Andei meio no automático o resto do dia, acho que não falei três palavras com ele o domingo inteiro. Fui dormir cedo e chorei até pegar no sono. Segunda-feira só conseguia pensar em deixar o Pedro, mas percebi que se eu saísse, meus pais teriam vencido. Eles me disseram que ele não prestava, disseram que nosso casamento não ia durar. O que posso fazer, não tenho dinheiro, não tenho como me sustentar, porra, nem sequer tenho acesso à nossa conta bancária, tudo está no nome do Pedro. Preciso mudar isso antes de deixá-lo.
Quando chegou segunda à noite, tinha pensado num plano. Quando o Pedro chegou em casa, agi como sempre. Até dei um beijo de oi nele. Vi que ele estava carregando uma fita de vídeo e perguntei: "O que é isso?" Ele disse: "O Paulo gravou o jogo do Flamengo pra mim ontem e talvez eu assista mais tarde." Eu sabia o que era. Queria arrancar da mão dele e assistir pra ver exatamente o que eu fiz. Em vez disso, agi exatamente como ele sabia que eu ia agir. Disse: "Futebol! Como você consegue assistir essa porcaria? O jantar está pronto, vai lavar as mãos, fiz aquele estrogonofe que você adora."
Durante o jantar coloquei meu plano em ação. Disse: "Amor. Sinto que sou sua empregada. Tipo, eu cozinho, eu limpo, a gente transa e é a mesma coisa todo dia. Quando você vai começar a me tratar como esposa de verdade?" A cara dele, peguei ele completamente de surpresa. Ele me olhou e disse: "Como assim? Você é minha esposa, te trato como minha esposa, por que você tá falando isso?"
Sorri e disse: "Ah, claro que trata - você me permite fazer toda a limpeza de casa, mas não estou no documento do carro nem no título dele. Porra, meu nome nem está na conta do banco. Tudo pertence a você, não a nós. Se faço parte da sua vida, por que não estou listada como Sra. Silva nessas coisas? Por quê?"
O Pedro disse: "Desculpa, amor, eu ia mudar tudo isso, juro que ia, só tenho estado muito ocupado. Vou resolver logo, prometo." Eu disse: "Que bom, porque até você começar a me tratar como esposa e colocar meu nome nesse tipo de coisa, vou dormir no quarto de hóspedes."
Meu Deus, o choque na cara dele foi fantástico. Queria ter uma câmera pra guardar aquela expressão pra sempre. Ele disse: "Isso não é um pouco extremo? Vou te colocar na conta e vou mudar os carros. Você sabe que está como coproprietária da casa, e isso deveria contar pra alguma coisa." Falei num tom sarcástico: "Coproprietária? Não estou como coproprietária. Você me colocou como, o que é mesmo? Porra, não sei como chama isso mas recebo a casa em caso da sua morte. Não chamo isso de coproprietária, é mais tipo uma apólice de seguro. Porra, por que a gente é casado se você não vai compartilhar tudo comigo?"
O Pedro jogou o guardanapo na mesa enquanto se levantava, então disse num tom bem bravo: "Tá bom. OK, amanhã eu venho pra casa, te pego e a gente vai mudar tudo. Isso te satisfaz?" Eu disse: "Vamos ver, mas vou dormir no quarto de hóspedes até estar feito." O Pedro saiu estressado da sala de jantar e eu limpei a mesa e lavei a louça. Tomei banho e me preparei pra dormir.
No dia seguinte, fiel à palavra dele, o Pedro apareceu e me levou ao Detran, depois ao banco e por fim ao cartório de registro. Às 15h30 meu nome estava em tudo que a gente tinha. Até me deram um cartão de débito temporário pra usar até o meu chegar pelo correio. Senti que pelo menos agora eu podia pegar um pouco do dinheiro dele e dar o fora. Não ia ficar sem nada, isso com certeza.
Não via a hora do Pedro sair pro trabalho na terça de manhã. Nunca saí do quarto de hóspedes até ter certeza que ele tinha ido embora. Levantei, fui pra sala e lá estava - o Pedro tinha deixado a nova suposta fita de futebol junto com as outras fitas. Peguei e enfiei no videocassete, liguei a TV e fiquei ali esperando pra ver o que tinha nessa fita. Assisti enquanto a TV ganhava vida.
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>> Muito pesado ou podemos continuar?