Carnaval no Sítio

Um conto erótico de netossa2016@gmail.com
Categoria: Gay
Contém 1424 palavras
Data: 09/02/2026 08:55:55

Fui convidado para uma comemoração de Bodas de Prata de um casal que já conheço há muito tempo. São pessoas simples apesar de terem uma condição financeira muito boa. Eles alugaram um sítio que tinha alguns dormitórios além dos cinco quartos da casa principal. Era um local agradável, mas nada de tão especial. Era enorme, eu até fiquei na dúvida se seria realmente um sítio, havia também um córrego próximo e por vezes as pessoas se reuniam ao redor para se refrescar. Eles alugaram o espaço para o final de semana do carnaval, isso foi no início de 2016, e eu cheguei na sexta, mas alguns familiares já se encontravam lá, entre eles o filho mais velho do casal com a esposa e o filho de seis anos. Ela tinha mais dois meninos e a única menina, Bárbara. Como eu já os conhecia há tempos, a família sabia que eu era gay e isso nunca foi nenhum empecilho para que nossa relação fosse saudável. Me instalei num dos dormitórios em que dividiria o espaço com mais dois rapazes que eu só conhecia de nome, ambos na média de idade entre 20-25 anos, mas eles ainda não haviam chegado. Ficamos conversando, atualizando nossos assuntos e o filho mais velho sugeriu que fossemos ao córrego para dar uma refrescada e divertir o filho dele, eu gostei da ideia, estava muito calor realmente. Fomos eu, ele, a mãe dele, o filho e mais duas crianças; a esposa disse que iria ajeitar o almoço do filho e que talvez se juntasse a nós mais tarde.O caminho nos consumiu menos de dez minutos e, para nossa sorte, o céu não tinha nuvens, dando espaço para o sol castigar nossa pele. Chegamos ao local, estendemos toalhas e ensaiamos os primeiros banhos. O filho mais velho, Iago, tirou a camisa e aí eu pude ver o seu corpo...corpão na verdade! Nossa, o abdômen sarado e definido, os braços fortes onde pareciam minhas coxas! Me surpreendi com aquele espetáculo de homem, mas fui discreto na observação afinal era um ambiente familiar. Passamos boa parte da manhã por lá e resolvemos retornar para que a criança comesse algo e nós pudéssemos ajudar em alguma coisa na organização. Formamos involuntariamente uma fila e aos poucos fomos seguindo, curiosamente Iago ficou atrás de mim e durante a caminhada eu olhei pra trás e ele comentou:

- Não se preocupe, estou atrás de você...

Senti uma certa maldade na brincadeira e sorri dizendo um ingênuo 'ah', no que ele completou:

- Eu adoro ficar por trás...

Gente, isso me desconcertou, mas eu não deixei que as fantasias tomassem meus pensamentos.

Voltamos à casa, o pessoal havia começado a fazer o almoço, mas deixaram algumas porções de lanches servidos na área externa da varanda e nos reunimos de novo para mais conversas.

Não fizemos mais nada de notório até o almoço e à tarde eu fui dar uma volta pela propriedade, foi aí que percebi que realmente ela era muito grande e enquanto caminhava, eu olhava ao redor para me localizar. Cheguei a um local em que haviam algumas bananeiras e estavam carregadas. Resolvi pegar algumas e ouvi alguns passos vindo, então parei para ver quem poderia ser e era Iago.

- Oi, rapaz, cumprimentei. Eu estava dando uma volta e acabei chegando aqui.

- Eu ia dar uma corrida, mas tem muitos obstáculos, então resolvi andar também. Marina, a esposa, foi dar banho em Tiago (o filho) e depois disse que iria tirar um cochilo porque não havíamos dormido bem com a ansiedade de chegar aqui.

Ele estava ainda sem camisa e com uma bermuda de tactel.

- Você gosta de banana? Ele me perguntou.

- Adoro banana, respondi de forma bem insinuada.

Ele compreendeu e deu uma amassada no pacote entre as pernas.

- Deixa que eu arranco uma dessas pencas pra gente levar.

O macho veio pra junto de mim e começou a puxar a penca com força, dava pra eu ver seus músculos se contorcendo e aí pude notar também que sua bermuda ia escorregando deixando exposta sua sunga por baixo, ele não estava de cueca. Fez o esforço e a penca caiu quase intácta. Ele arrumou as bananas para que a gente pudesse transportar. Ficou aquele clima depois disso e ele me perguntou se eu aguentaria carregar porque ele poderia arrancar outra pra gente levar.

- Eu não sei porque não faço ideia da distância até a casa, expliquei.

- Então eu levo, mas você vai na frente porque eu gosto de ir atrás, ele repetiu a brincadeira e eu aproveitei pra dar uma deixa.

- Então eu vou na frente e você empurra a banana atrás, é?

- Se você quiser eu empurro, mas você vai ter que descascar primeiro...

Iago já estava com a bermuda aberta e dava pra ver o volume contido dentro da sunga. O cenário era de um típico filme pornô! Ouvíamos os pássaros, o sopro do vento entre as folhas e as árvores eram as testemunhas do que rolaria alí. Eu me aproximei e passei a mão entre suas pernas, abaixei sua bermuda e ainda contemplei aquele belo espetáculo de macho à minha disposição. Desamarrei sua sunga e fui tirando seu mastro de dentro. Era uma senhora caceta! Pentelhos aparadinhos, grossinha, mas o melhor é que era cabeçuda. Passei a língua e ao mesmo tempo baixei sua sunga deixando-o totalmente nu! Mamei e amei ouvir seus gemidos e ele comentou:

- Porra, adoro uma mamada molhadinha assim...Já imagino colocando meu pau no seu cu...

Eu continuei mamando e deixando ainda mais saliva naquela pica. Tirei meu short e olhei nos seus olhos.

- Encosta ali que eu quero comer seu rabo.

Ouvir aquelas ordens daquele macho que me lembrava os homens do exército de Leônidas me deixou com ainda mais tesão!

Encostei na bananeira, empinei o rabo e ele veio. Lambuzou os dedos e começou a explorar meu cu, que delícia. Eu gemia e ele só arfava como uma serpente. Senti o calor do seu corpo junto a mim e ele começou a pincelar a cabeça da pica no meu cuzinho forçando a entrada. Ele tirava, botava e assim cada centímetro do seu membro explorava meu interior, logo ele estava todo engatado! Começou a bombar devagar curtindo o calor da minha bunda aquecendo sua vara e de repente começou a falar coisas ao meu ouvido, obscenidades maravilhosas! Ele tirou o pau e me mandou deitar, queria me comer de frango assado. Juntei algumas folhas para improvisar uma cama e deitei-me já com as pernas abertas aguardando o macho me possuir e ele veio com vontade. Segurava minhas pernas e abria pra ver a performance de sua pica entrando e saindo de mim, foi acelerando e explodiu num gozo que eu pude sentir seu mastro pulsar e me inundar de leite quentinho. Com a pica dentro e ainda dura, ele me pediu pra gozar e aí me masturbei gozando num êxtase explêndido. Ficamos parados por alguns minutos e fomos nos trocar. Como combinado, eu fui na frente e ele veio atrás. No caminho ele me contou um episódio de quando eu fui dormir uma vez na casa dos pais dele quando ele tinha 19 anos. Confesso que eu não me lembrava e ele então me contou que ele entrou no quarto onde haviam duas camas de solteiro, eu já estava deitado e ele veio depois. Me perguntou as horas, mas foi mais pra saber se eu estava acordado, eu respondi, mas estava sonolento. Como entrava a luminosidade do poste da rua pela janela do quarto, não tinha escuridão plena e ele me falou que deitou-se de cueca e fez questão de ficar de pau duro pra ver se eu percebia, mas eu estava dormindo, ele acreditou, então, como eu não reagia, ele resolveu colocar o pau pra fora pra deixar claro que ele queria putaria, mas mesmo assim eu não reagi. Eu ri e comentei:

- Se tivesse rolado alguma coisa nessa época, era capaz de você nem ter se casado depois. Joguei e ri junto com ele.

- Eu curto mulher, mas tem uns carinhas como você que me atraem porém eu me policio pra não cair em cilada. Até hoje você foi o primeiro cu de gay que comi, apesar de sempre ter a maior vontade, mas já deixei me mamarem, principalmente em banheiros, Ele explicou.

Chegamos à casa com as bananas e disfarçamos tão bem que ninguém nem notou a nossa ausência. Voltamos mais algumas vezes para as bananeiras, mas eu levava era outra que me deixava com a bunda vermelha e o cu ardendo, rsrsrsrs

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive NettoBahia a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários