Anya Taylor-Joy estacionou o jipe alugado na estrada de terra vermelha da fazenda isolada no interior do Uruguai. O sol já estava baixo, tingindo o pampa de um laranja queimado. Ela desceu devagar, botas de couro batendo na poeira seca, short jeans curtíssimo colado às coxas suadas, regata branca fina grudando no corpo, sem sutiã, mamilos marcados pelo tecido úmido.
Lá fora, no mundo de Hollywood, ela era Anya Taylor-Joy: a atriz etérea, admirada, desejada, capa de revistas, rosto de campanhas milionárias, corpo esguio e delicado que aparecia em telas gigantes e red carpets. Milhões a idolatravam, fantasiavam, escreviam sobre ela. Mas ali, naquele pedaço esquecido do pampa ela queria ser apenas a menina argentina que sempre amara a companhia de cavalos.
O dono da fazenda, um homem de pele curtida pelo sol e voz rouca de cigarro, a levou direto ao curral principal. Apontou para o garanhão preto isolado numa baia reforçada.“Esse é o Ébano. Nosso melhor reprodutor. Só entra em serviço quando a gente quer garantir linhagem de campeão. Ele não perde tempo com fêmea qualquer.”
Anya olhou.
O cavalo era uma montanha de músculo negro reluzente. O pelo brilhava com o suor do dia, cada músculo definido tremendo sutilmente quando ele mexia a cabeça. A crina longa caía como seda escura sobre o pescoço grosso. Quando os olhos castanho-escuros dele cruzaram com os dela, Anya sentiu um choque elétrico descer pela espinha até o clitóris. Foi instantâneo. A buceta dela se contraiu forte, um jorro quente de excitação encharcou a calcinha de renda em segundos. Ela apertou as coxas, mas o líquido já escorria devagar pela parte interna das pernas, deixando a pele pegajosa e quente.
O cheiro dela subiu — doce, almiscarado, inequivocamente sexual. O garanhão sentiu na hora. As narinas largas se abriram, ele bufou fundo, um som grave e vibrante que Anya sentiu reverberar no peito. O corpo inteiro dele estremeceu. Então o pau começou a sair da bainha: primeiro a cabeça achatada, grossa como um punho, vermelha-escura e brilhante de pré-gozo, depois o resto — um cilindro grosso, veias saltadas pulsando visivelmente, comprimento impossível balançando pesado entre as pernas traseiras. O cheiro dele chegou até ela: almíscar concentrado, testosterona pura, suor quente de macho no cio. Era tão forte que Anya quase cambaleou, o clitóris latejando dentro da calcinha molhada.
O dono riu baixo, coçando a barba grisalha. “Olha só… o Ébano nunca fica assim com visita. Parece que ele sentiu alguma coisa especial na senhorita. Tá bem interessado, hein?” Ele deu uma piscada cúmplice, mas não falou mais nada. Anya só conseguiu dar um sorriso tenso, murmurando “ele é impressionante mesmo”. Por dentro, porém, já estava obcecada.
Antes de se afastar, Anya pediu para fazer carinho no animal. O dono abriu o portão da baia. Ela se aproximou devagar, mão estendida. O focinho quente e aveludado dele tocou a palma dela, bufando suave. Anya passou os dedos pelo pescoço musculoso, sentindo o pelo sedoso e quente, o calor do corpo dele irradiando através da pele. Desceu pela crina, depois pelo ombro largo, cada toque fazendo o formigamento entre as pernas dela piorar. O cheiro do almíscar dele estava ainda mais forte de perto, misturando-se ao suor doce dela.
“Quer montar nele um pouco? Ele é manso com quem gosta”, sugeriu o dono, com um tom casual, mas os olhos fixos nela.Anya hesitou só um segundo, depois assentiu. Quando o fazendeiro fez menção de selar o animal, ela recusou. Queria montá-lo no pelo. Ela passou a perna por cima das costas largas, sentando diretamente no pelo quente e ligeiramente áspero do Ébano. O contato foi imediato e devastador: através do vestido fino e da calcinha encharcada, a buceta aberta e melíflua pressionou diretamente contra o dorso musculoso dele. O calor da pele do cavalo, o pelo curto e firme roçando contra os lábios inchados e o clitóris exposto por baixo do tecido, fez Anya soltar um suspiro trêmulo que ela tentou disfarçar.
O dono deu um tapinha leve na anca do cavalo e ele começou a andar devagar pelo curral. Cada passo fazia as costas poderosas se moverem sob ela, o músculo ondulando, pressionando ritmicamente contra a virilha dela. Anya mordeu o lábio inferior com força. Sem conseguir se conter, começou a se mexer sutilmente — rebolando devagar, esfregando a buceta melada contra o pelo quente, o clitóris roçando em cada contração do dorso. O prazer subia em ondas quentes e molhadas; ela sentia o líquido escorrendo mais, molhando o pelo do cavalo, deixando uma trilha úmida e escura onde ela se esfregava. O cheiro da excitação dela se misturava ao almíscar dele, e o Ébano bufou mais forte, o pau completamente ereto balançando embaixo, batendo contra a barriga com tapas surdos.
Mas então ela notou o dono: parado ali perto, braços cruzados, olhando fixo. Os olhos dele estavam escuros, a respiração um pouco mais pesada, e Anya viu o volume evidente crescendo na calça jeans dele, o tecido esticando. Ele estava excitado, claramente, o olhar preso na forma como ela se movia devagar sobre o cavalo. Anya parou de repente, o rosto queimando, desmontou rápido com uma desculpa murmurada sobre o calor e o cansaço da viagem. O dono só sorriu de canto de boca, sem dizer nada, mas o ar entre eles ficou carregado.
A noite caiu pesada. A casa ficou silenciosa depois da meia-noite. Anya esperou na cama de hóspedes, o ventilador de teto girando devagar, o corpo febril. Ela se tocava devagar por cima da calcinha, dedos deslizando no tecido encharcado, sentindo o cheiro forte da própria excitação subindo até o nariz. Quando o relógio marcou 2:17 da madrugada, ela não aguentou mais.
Levantou-se descalça, vestiu só uma camiseta larga que mal cobria a curva da bunda e saiu pelo quintal de terra batida. O ar da madrugada estava fresco, carregado de capim úmido, feno seco e esterco quente. O estábulo parecia chamá-la.
A porta rangeu ao abrir. Dentro, o ar era denso, quente, saturado de feno, couro velho, suor animal e aquele almíscar masculino avassalador. A luz da lua entrava pelas frestas, iluminando o corpo enorme do Ébano. Ele já estava acordado — quando sentiu o cheiro dela de novo, relinchou baixo, urgente. Bateu uma pata no chão, o pau já completamente ereto, pingando fios grossos de pré-gozo que caíam na palha com plocs audíveis.
Anya trancou a porta. Aproximou-se devagar, coração na garganta. Estendeu a mão. O focinho quente tocou os dedos dela, depois subiu até a virilha. Ele bufou forte ali, narinas tremendo, inalando o cheiro forte da buceta melíflua. O pau dele deu um salto violento, batendo contra a barriga com um tapa surdo.
Ela se ajoelhou na palha que arranhava os joelhos. Com as duas mãos envolveu a base grossa — quente como fornalha, pele aveludada sobre veias duras, pulsando forte. O pré-gozo escorria viscoso pelos dedos, pingando na palha com cheiro salgado e forte.
Ela masturbou devagar, o som molhado ecoando. Depois se inclinou, lambeu a cabeça achatada — gosto salgado, metálico, almiscarado. Abriu a boca o máximo e chupou, só a glande cabendo, esticando os lábios até doer. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos seios. Gemia abafado, chupando com fome, engasgando quando ele empurrava levemente.
Depois se levantou, arrancou a camiseta e a calcinha. Nua, virou-se de costas, empinando a bunda, abrindo as pernas. A buceta brilhava, lábios vermelhos e inchados, mel escorrendo em fios pelas coxas. Segurou o pau com as duas mãos, guiou a cabeça grossa até encostar na entrada melíflua. O contato foi elétrico — quente, escorregadio, a glande pressionando os lábios sensíveis. Anya gemeu alto.
“Vem… só um pouco… só a cabeça…”
Empurrou para trás devagar. A glande entrou com dificuldade, esticando tudo, um alongamento doloroso e delicioso que fez lágrimas escorrerem. Sentiu cada veia grossa roçando as paredes internas, o calor queimando, a pressão distendendo a barriga de leve. Conseguiu uns dezoito centímetros — o pau pulsava vivo dentro dela, batendo fundo, cada pulsação vibrando no clitóris.
E ali, naquele momento, a verdade era crua e inescapável: lá fora, no mundo de luzes, câmeras e tapetes vermelhos, ela era Anya Taylor-Joy — a atriz admirada, desejada por milhões, rosto perfeito em cartazes gigantes, corpo esguio e elegante que inspirava fantasias luxuosas. Mas ali dentro do estábulo, no escuro quente e fedorento de feno e esterco, ela não era mais nada disso. Ali ela era apenas uma fêmea no cio, uma égua entregue, sendo coberta por um garanhão dominante, reduzida ao instinto mais primitivo, ao prazer animal de ser aberta, preenchida e marcada por um pau que não respeitava fama, beleza ou status — apenas o cheiro de uma buceta melada e pronta para ser fodida.
Rebolou devagar, deixando ele entrar e sair só a cabeça e alguns centímetros. O som era viscoso, indecente — squish molhado misturado aos gemidos roucos dela e bufos graves do cavalo. O líquido dele se misturava ao mel dela, escorrendo em golfadas quentes pelas coxas, pingando na palha.
Anya gozou rápido e violento. Corpo convulsionando, buceta apertando em espasmos em volta da glande, esguichando jatos quentes que molhavam as patas dele e a palha. Gritou baixo, unhas cravadas na palma. O cavalo bufou forte, o pau inchou mais — e veio o jorro. Jatos grossos, quentes, intermináveis enchendo ela por dentro, pressão subindo, transbordando pelas laterais, escorrendo em fios brancos e viscosos pelas coxas, pingando pesadamente na palha com cheiro forte de porra animal.
Quando ele saiu, com um plop molhado seguido de gotejar constante, Anya caiu de joelhos, ofegante. Buceta escancarada, vermelha, pulsando, vazando porra grossa que escorria até os pés. Passou os dedos na entrada dilatada, levou à boca, chupou devagar, gemendo ao sentir o gosto salgado e forte misturado ao seu mel.
Olhou para o Ébano, ainda ofegante, pau pendurado brilhando de saliva, porra e sucos dela.
“Você é perfeito…” sussurrou, voz rouca. E soube que voltaria.