As Mulheres da Família - O Box - Parte 17

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 4985 palavras
Data: 09/02/2026 17:55:01
Última revisão: 09/02/2026 18:58:35

Juliana saiu do banho usando a mesma roupa curta de antes. Logo em seguida, Yara gritou para subirmos e ajudarmos com o almoço. Na cozinha, Yara agia como se nada tivesse acontecido minutos atrás, mas a tensão era evidente; o clima de desejo pairava entre nós quatro. Eu precisava confiar na Jaque; afinal, até ali, ela estava conseguindo tudo o que queria, e eu também estava saindo no lucro.

Durante o almoço, discutimos os planos para o Ano Novo. Decidimos ir até a Paulista ver os fogos e depois retornar para casa. Fui um pouco contra a ideia, mas a insistência da Jaque me fez perceber que ela tinha algum motivo oculto. Assim que terminamos de comer, ela anunciou:

— Vou para a casa do Felipe. Ju, vem comigo? Vai rolar uma festinha e quero te apresentar uns amigos gatinhos.

Aquilo me despertou uma ponta de ciúme, mas logo convenci a mim mesmo de que era apenas uma provocação dela. Para não ficar atrás, Yara comentou que também sairia: iria à casa da irmã do Carlos por volta das 15:00h e voltaria tarde. Ao descer, por volta das 13:30h, Jaqueline vai diretamente ao forno para tirar o bolo. Ela faz questão de empinar a sua bunda para eu e a Juliana ver.

— Acho que está gostoso pai. Vai ter que comer tudinho.

— Sim Jaque. Papai vai se lambuzar.

Juliana me olha, mas não com cara de reprovação, mas com uma cara que aquele clima estava acabando com ela.

O bolo foi para a mesa e logo estava cortado. Ela serviu as fatias e sugeriu que fôssemos para a sala. Seguimos o fluxo, pratinhos na mão e garfos a postos. Me instalei no sofá menor enquanto as meninas ocupavam o de três lugares. Eu mal tinha saboreado a primeira mordida quando Jaque, fixando o olhar em mim, levantou-se abruptamente e caminhou em minha direção. Ela senta na minha perna direita e diz:

— Deixa eu te dar na boquinha.

Ela pega o garfo, corta um pedaço de bolo e leva até a minha boca. Juliana fica olhando aquilo.

— Tá gostoso pai?

— Muito.

— Vem Ju, senta na outra perna do pai!

E a Ju sem pestanejar levanta e vai até a minha perna direita e se senta. Pega o seu garfo, corta um pedaço de bolo e leva a minha boca. Os seguros pelo quadril e novamente meu pau começa a endurecer. Cada um levou mais um pedaço à minha boca, e o bolo acabou.

— Vou ter que pegar mais para mim e para a Ju — disse Jaque, levantando-se.

Ela recolheu os pratinhos e seguiu para a cozinha, deixando apenas eu e Juliana na sala.

No instante em que ficamos sós, minha sobrinha me abraçou apertado, ficando ali, grudada em mim por alguns segundos. O silêncio foi quebrado quando Jaque retornou, perguntando:

— Alguém quer mais bolo?

Juliana nem sequer respondeu.

Minha sobrinha parecia totalmente entregue àquele momento. Ao desviar o olhar para Jaque, vi que ela fazia um sinal de "espera" com a mão. A situação estava começando a ficar complicada para mim também. Minha vontade era agarrar as duas e transar ali mesmo, na sala.

— Já que ninguém vai querer mais bolo, vou levar tudo de volta — disse Jaque.

Nesse momento, Juliana se afastou e respondeu:

— Eu não quero mais, prima. Pode deixar que eu lavo a louça.

Ela se levantou do meu colo e seguiu para a cozinha, decidida. Meu olhar vai diretamente para a bunda dela. E Jaque se aproxima de mim, e diz:

— Na hora de lavar a louça chega por trás e esfrega o seu pauzão na bunda dela!

E eu falo bem baixinho:

— Jaque, não tá dando mais. Não tô aguentando mais esse tesão...

— Só mais um pouco pai. O meu plano está todo esquematizado.

— Mas que plano é esse?

— Confia em mim mais uma vez. Vai ser inesquecível, prometo para o senhor.

— Tá bom filha!

Me levanto e vou para a cozinha e vejo a Juliana lavando os pratinhos e a forma do bolo. Eu olho para aquela bunda deliciosa pedindo para ser explorado pelo meu pau, chego por trás e ela diz:

— Nossa, que susto.

A abraço e falo:

— Quer ajuda Ju?

Ela não responde, fica estática. Me ajeito um pouco mais e meu pau fica bem rente à divisa da sua bunda. Até borboletas na minha barriga começa a aparecer. A água escorre abundantemente pela torneira e Juliana continua estática. Meu pau estava muito duro e fico com uma vontade enorme de baixar aquele short curto e a penetrar ali mesmo. Até que a minha sobrinha faz pressão com o seu corpo no meu fazendo eu perguntar novamente.

— Quer ajudar Ju?

— Para lavar dois pratinhos não preciso, mas se você quiser continuar atrás de mim eu vou querer.

— Claro.

E ela volta a lavar a louça e foi o momento que eu passo a língua no pescoço de Juliana. Vi que ela desmontou toda, o corpo relaxou, parecendo que ia cair. Seguro ela pelo braço e pergunto:

— Tá bem?

— Tô tio! — Com a voz trêmula.

Ela fecha a torneira, vira-se e me abraça. Minhas duas mãos vão diretamente a suas nádegas e o aperto. Ela foi direto para a minha boca, mas eu viro o meu rosto, e sem graça com a situação, ela me abraça.

— Aconteceu algo?

— Calmaaa Ju.

— Você tá acabando comigo... — Diz minha sobrinha.

E prendo ela em meus braços até que a Jaque aparece na cozinha e diz:

— Tô atrapalhando alguma coisa?

— Não filha — e solto a Juliana.

— Tô com ciúmes. Também quero esse abraço.

— Para de ser ciumenta filha!

— Ah, eu sou. O senhor é todo meu. Não gosto de dividir o que é meu. Mas pra Ju vou fazer uma exceção, só porque eu amo ela.

— Ju, saímos às 15:00h.— E já era 14:10h

— Preciso ir?

— Precisa prima. As festas são chatas, aí você vai ser minha distração.

— Queria ficar com o tio assistindo um filme...

— Depois você fica. Prometo.

Elas vão para a sala e sentam no sofá. A Jaque pega o celular mostra o local da festa a Juliana.

— Parece legal, mas não estou muito a fim de ir, não — comenta.

— Por favor, priminha! Por favor — insistiu Jaque.

— Eu estou com uma preguiça.... Queria assistir a um filminho à tarde. Além disso, a tia também vai sair e o seu pai vai ficar sozinho. Não queria deixar o tio só.

— Está vendo, filha? Pelo menos a minha sobrinha pensa em mim — interveio meu tio. — Imagina só, eu ficar aqui sozinho?

— Ah, coitadinho... que dó! — Jaque brincou, mas logo completou:

— Mas não vai rolar, pai. Até a entrada da Ju eu já paguei. Mas prometo que amanhã de manhã estaremos de volta.

Ela se levantou, veio em minha direção e sentou no meu colo, me envolvendo com aquele jeito que só ela tem.

— Ah, pai, não pode ficar triste. Prometo que amanhã eu e a Ju te compensamos, tá bom?

Ela me abraçou apertado.

— Tá bom, Jaque...

Percebo que a Jaque empina um pouco a sua grande bunda. E logo em seguida, ela se levantou e avisou:

— Se quiser dar um abraço no meu pai, vai agora, porque já, já vamos tomar banho e sair.

Juliana não hesitou. Ela se levantou e veio em minha direção, envolvendo-me em um abraço que parecia carregar toda a doçura daquele momento. Ela senta no meu colo e ficamos assim por alguns segundos.

— Volto depois, tá? — Disse Juliana, dando-me um beijo carinhoso no rosto antes de se levantar.

Na mesma hora, Jaque não perdeu a oportunidade e disparou:

— Pai, você é muito mole.

— Eu? — Perguntei, pego de surpresa.

— Sim — ela afirmou, com um sorrisinho de canto. — Existe uma maneira de abraçar sobrinhas...

— Como assim? — Questionei, curioso com o rumo daquela conversa.

— Ju, senta no meu colo? Deixa eu mostrar para o meu pai.

Juliana vai até a Jaque e faz o mesmo movimento. Senta no colo e de frente para ela.

— Olha pai e aprende. Minhas mãos têm que se mover até chegar nessa região, e quando chegar, você dá uma apertadinha (já com a mão na bunda da Juliana). Depois com todo o respeito do mundo, sua mão tem que deslizar para dentro do short. Já lá dentro você vai sentindo o tamanho da bunda, dá alguns apertões, desliza seus dedos até sentir a textura. No mesmo momento olho para a cara da Juliana e ela estava ali, sem reação, com os olhos fechados. Eu entendi que a Jaque queria fazer um ménage. Ela tira a mão e diz:

— Aprendeu?

— Aprendi.

— Deixa eu ver se aprendeu mesmo?

E a Juliana levanta. Mas para a minha surpresa a Jaqueline também se levantou e foi ela que começou a sentar em meu colo. Foi quando olhei na altura da sua boceta percebi que a minha estava completamente ensopada, pois seu short transparente a denunciava.

Ela senta e sua boceta fica bem em cima do meu pau que estava completamente duro.

— Me mostra pai!

Deslizo minhas mãos pelo corpo de Jaque inicialmente. Começo pela altura do ombro, passo pelos seus braços, quadril até chegar em sua grande bunda. Começo a deslizar por suas nádegas e sinto a maciez. Logo em seguida minhas mãos vão entrando por dentro do seu short colado e olho para a Juliana. Percebo que a minha sobrinha voltou a sentar no sofá, com os olhos fixados na gente.

Começo a deslizar as minhas mãos pela grande bunda da minha filha, sentindo aquela textura. Meus dedos exploram cada milímetro. Ela me abraça mais forte, sinto seus seios baterem no meu peito, e Jaque começa a rebolar bem devagar no meu colo fazendo eu sentir a sua boceta no meu pau. Dou um beijo em sua bochecha e olho para Juliana, que está mordendo os lábios enquanto assiste aquela cena.

A Jaque começa a esfrega a sua boceta em cima do meu pau. Ficamos por volta de 2 minutos assim. A sua respiração ofegante que batia em meu pescoço estava me deixando louco. Até que ela para, e me olha toda rendida e diz:

— Quer tentar Ju?

Vejo a Juliana se levantar e vir em nossa direção. Jaque levanta e meu olhar vai diretamente para a sua boceta toda encharcada. Estava até inchada. Juliana senta em fim no meu colo e me olha. Jaque ao invés de ir para o sofá grande, fica no nosso lado. Eu faço o mesmo processo, minhas mãos vão até o seu ombro, e vou descendo. Passo pelos seus braços, vou descendo cada vez mais, passo pelo seu quadril até chegar na sua bunda. Ela me abraça forte e minhas mãos desliza por cima do seu short. Fico por volta de um minuto passando a minha mão, até que decido entrar por dentro do seu short. Minha sobrinha não estava usando calcinha, e começo a sentir a textura da sua bunda. Era lisinha, sem nenhuma estria, dura...

Ela começa a rebolar também, sentindo o meu pau duro. Meus dedos escorrem por suas nádegas e exploro cada milímetro daquela bunda deliciosa. A olho e percebo o quão é parecida com Beth, sua mãe. Jaqueline fica nos olhando até que diz:

— E aí Ju, tá gostando?

— Muito. Tô com muito tesão prima!

— Ah é?

E Juliana respira profundamente, com um olhar de entregue, sem forças...

E Jaque continua...

— Você tá louca para sentar no pau do tio né, safada!

— Muito!

E a Juh me olha fixamente.

Tiro a mão da bunda da minha sobrinha e a seguro pelo seu quadril enquanto ela começa a cavalgar no meu colo. Jaque que estava no nosso lado, levanta e vai atrás da Juliana, sentando bem na ponta das minhas pernas.

Juliana vai um pouco mais para frente, para dar um pequeno espaço para a Jaque que está atrás dela. As mãos da minha filha ficam em cima da minha enquanto seguro o quadril da minha sobrinha.

E minha filha vai até o ouvido dela e diz:

— Mas ele é seu tio? Você sabe que se rolar vai ter quer ser segredo.

— Eu guardo.

— Ótimo. E você sabe que eu sou ciumenta, né? O que ele fazer com você ele terá que fazer comigo...

— É muito errado o que vocês estão fazendo Jaque... É incesto.

— É só você não contar...

Suas mãos vão entrando por debaixo do top de Juliana, começando a levanta-o. Mas antes de ver os bicos, Jaque para, e diz:

— Mas não vamos fazer. Vamos que estamos atrasadas. Vamos, vamos.

— Caralho. - Reclama Juliana.

Mas antes de sair a minha sobrinha vai até a minha boca e me beija. Ela entrelaça a sua língua na minha e elas entram em uma guerra, na qual uma quer invadir a boca do outro. Seu gosto doce e sua língua aveludada faz eu perder todo o sentido. Demorou uns 30 segundos até que a Jaque puxa a Juliana e diz:

— Vamos Jaque. Estamos atrasadas. Depois continuamos isso.

E as duas levantam

— Fico paralisado no sofá. Juliana vai para o banho e a Jaque vem em minha direção e diz:

— Tô molhada pai. Olha a minha boceta!

— Tô percebendo filha.

E nesse momento Yara desce para ver se estava tudo bem antes de sair. As meninas tomam banho, disfarçam, e as três saem juntas por volta de 15:20h.

No fim das contas, eu sabia que passaria a noite sozinho, e foi exatamente o que aconteceu. No entanto, a tarde trouxe uma novidade: recebi o produto que meu irmão me enviou para aumentar a performance e o vigor. No fundo, eu sabia que o usaria com a Juliana.

Chegou o dia 31 de dezembro. Às 5 da manhã, levantei e vi que as meninas não tinham chegado. Tomei um copo d'água e voltei para a cama. Dormi até que, por volta das 7h, ouvi o barulho delas entrando em casa. Escutei a conversa:

— Vai tomar banho, Ju?

— Vou.

— Vai lá que eu espero.

E a Juh entrou no banho. Assim que saiu, a Jaque foi a próxima. Ouço ela saindo e meu pau endurece na hora só de pensar no que ocorreu com elas no dia anterior.

Elas ficaram nos seus quartos por cerca de cinco minutos. Logo depois, ouvi a porta abrir e passos vindo em minha direção. A porta se abriu e a Juliana entrou no quarto; usava top e calça de lycra, parecendo pronta para uma corrida, embora estivesse com os pés descalços. Mas tinha um detalhe que deu para entender o que ela foi buscar. Sua calça estava bem alta, marcando o formato da sua boceta. Meu quarto estava totalmente escuro, e o pouco de claridade que entrava era vindo da porta aberta.

— Tá acordado tio?

Abro o olho e respondo:

— Acordei agora, Ju.

— Posso deitar um pouquinho com você?

— Claro. Aconteceu algo?

— Não, só saudades do senhor.

Fiz um sinal e ela veio, deitando-se ao meu lado. Pouco depois, a porta abriu de novo: era a Jaque, de top e short curto.

— Aham! Peguei vocês no flagra! — Brincou Jaque. — Ouvi os passos e sabia que você estava aqui, Ju.

— Eu estava com saudades do tio — respondeu a Ju.

— Eu sei, você quis vir embora o tempo todo. Eu também estou com saudades, pai. Me dá um espaço?

Ela fechou a porta e o quarto ficou escuro novamente. Com as duas deitadas comigo, uma de cada lado, abracei-as enquanto encostavam a cabeça no meu peito.

— E a festa, como foi?

— Chata. A Ju queria voltar assim que chegamos — disse a Jaque.

— Por que não voltaram?

— Estávamos de carona com o amigo do meu namorado, não tinha jeito.

— Entendi, foi por uma boa causa.

Juliana sobe mais um pouco e seu rosto fica bem próximo ao meu, pois começo a sentir a respiração bater em meu nariz.

— Faltou o senhor tio.... Se o seu senhor tivesse lá seria mais legal.

— Pois é, mas agora vocês estão aqui!

Minha mão vai até a bunda da minha sobrinha e ao lado, Jaque também sobe um pouquinho. E diz:

— Sabe pai, a Juliana não quis ficar com ninguém. E acredita que teve dois garotos interessado nelas?

— Porque não?

E minha mão vai até a bunda da Jaque e começo a apertar. Nesse momento meu pau começa a endurecer.

— É que tenho interesse em outra pessoa. — Responde Juliana.

— Em quem?

— Em você!

E sinto a sua boca voltando a minha e a gente começa a se beijar loucamente. Ela novamente invade com uma voracidade incrível. Nossas línguas começam a entrelaçar de uma forma que não eu conseguia parar de sentir aquela língua aveludada. O cheiro de morango era muito forte. Ao meu lado, a minha filha segura a minha rola e dá um beijo no meu peito. Até que a Juh para de me beijar e diz:

— Preciso falar uma coisa...

— O que? — Falo com a voz toda entregue.

— Vocês estão proibidos de falar isso para ninguém. Se meu pai souber ele me mata, te mata e mata a Jaque.

— Relaxa, ninguém vai contar nada. — Diz Jaque.

E Juliana volta a me beijar. Começo a dar apertões em sua bunda até que a Jaque começa a passar a sua língua em meu pescoço. Logo em seguida noto que a mão da minha filha vai até a bunda da sua prima. E nós dois começamos a aperta-la.

Até mordidinhas em seus lábios eu dou. Logo em seguida eu me viro e começo a beijar Jaque. Nossos beijos são sempre bons e pela primeira vez, ao colocar a minha língua para a fora, Jaqueline começa um movimento de quem tivesse em um boquete, mas com minha língua. Aquilo faz quase eu explodir de tesão, enquanto a Juliana começa a apertar meu pau com a sua mão enquanto beija meu peito. Ficamos assim por alguns segundos e o barulho de beijo começa a aumentar no quarto escuro. Puxo a Juliana e volto a beija-la. Sua mão continua em cima do meu pau. Seu cabelo fica metade no meu peito e metade no meu ombro.

Até que a Jaque se aproxima e puxa o rosto da Juliana e começa a beija-la. O barulho da troca de beijos entre elas é tão excitante que faz eu me envolver e ficarmos em um beijo triplo. A mão da Juliana vai entrando por dentro do meu samba canção até que ela segura o meu pau que estava duro como rocha. Ela começa a bater uma punheta dentro do samba canção mesmo.

Minha filha começa a tirar o top da Juliana fazendo liberar aquelas tetas gostosas. Ao retirar, Jaque joga a peça para longe e logo em seguida tira o seu. Puxo a Juliana, fazendo-a subir um pouco até deixar aqueles seios na altura da minha boca. Eu começo a chupar o esquerdo. Minha língua passa por sua aréola e depois nos seus bicos. Começo a dar vários chupões nele. Era simplesmente perfeito. Não era grande e nem pequeno, além de ser durinho. Devorava como se tivesse tentando colocar uma maçã na boca. Juliana e Jaque voltam a se beijar até que a minha sobrinha começa a lamber as tetas enormes da minha filha.

— Isso prima. Chupa essa teta, chupa safada.

— E pelos sons a Juliana parecia uma louca. O barulho de chupadas eram muito alto, além de sentir cair a sua baba que saia da boca em meu rosto. E nesse momento eu começo a revezar entre o seio direito e o esquerdo da minha sobrinha.

— Caralho tio, que delícia.

— Ainnnn!

Minha mão vai entrando na sua calça procurando por sua bocetinha. Quase chegando sinto que tinha um pouco de pelo em sua pepeka, fazendo eu ficar ainda mais louco, até que chego em sua boceta. Ela abre um pouco a perna e começo a sentir o local úmido e quente. Sinto o seu grelo e vejo que é grande igual ao da sua mãe. Começo a fazer movimentos circulares enquanto minha sobrinha continua chupando as tetas da minha filha. Até que revezam.

— Deixa eu chupar essa teta deliciosa Ju? — Pergunta minha filha.

— Chupa vai!

— Gosto assim... De vagabundas na cama.

E minha filha começa a dar vários chupões em seus seios. Eu também mudo e começo a chupar as tetas da minha filha. Os dois estavam bem molhados. Juliana de fato, caiu de boca neles e deu um talento deixando bem babadinhos. Eu pareço um bezerro brincando com eles. Entre as chupadas, a Jaque dizia:

— Ainn Pai. Assim. Adoro essas chupadas!

Até que eu tiro a mão de dentro da calça da Juliana e começo a puxar o short da Jaque, que me ajuda a tirar. Assim que é retirado eu volto a chupar as suas tetas.

Ficamos mais de 5 minutos assim. Até que minha filha e a Juh voltam a se beijar. Minha mão vai no meio das pernas da Jaqueline e sinto a quão molhada está. Beijo a sua barriga, em cima da sua pepeka e volto a passar a língua na barriga até chegar na sua teta direita.

— Caralho que tesão. — Diz minha sobrinha.

— Tá de calça? — Pergunta minha filha.

— Tô porquê?

— Tira vai.

E o movimento da Juliana na cama aumenta e percebo que ela está tirando a sua calça. Até que as duas, enfim, estavam peladas. Como estava tudo no escuro, não dava para ver o corpo de ninguém. Mas a Juliana diz:

— Nunca senti tanto tesão.

E volta a me beijar.

Até que eu falo:

— Cai de boca, cai?

— Você quer safado?

— Quero, cachorra!

E Juliana foi se abaixando, deslizando pelo meu corpo, e começou a tirar a minha samba-canção. Até que eu fico totalmente pelado com o pau duro. Ela segura com a mão e sinto o calor da sua boca o engolindo. Vai engolindo até colocar todo o meu membro em sua boca. Ela tira e uma grande baba escorre pela minha virilha.

— Caralho que rola gostosa, tio!

E volta a cair de boca. Começa a subir e descer, lambe todo o mastro, chupa as bolas e em vários momentos sinto até a garganta bater na minha glândula. Enquanto ela chupa meu pau, eu fico beijando a Jaque. E minha mão passa por toda a sua boceta até que a minha filha levanta da cama e puxa a Juliana para ficar no meio das minhas pernas. Ela se ajeita e pergunta:

— O que está fazendo prima?

— Fica de 4 para mim, fica. Empina essa bunda gostosa. Quero lamber esse grelinho.

E a Juliana se ajeita no meio das minhas pernas e volta a cair de boca. O boquete é simplesmente perfeito, o melhor recebido até ali, até mais do que o da Beth. Minha filha levanta e começo a ouvir barulho de lambidas, e a Juliana diz:

— Aiiinnn ainnnn.

Muitas vezes minha sobrinha para de me chupar, porque não estava se aguentando de tanto prazer.

— Ainn Jaque. Aiin.

E quando voltava mal conseguia me chupar. Ficamos assim por mais de 5 minutos. Até que a Jaque sai de trás da Juliana e vem em minha direção dizendo:

— Sente o gosto da boceta da sua sobrinha, sente, seu puto!

E ela me dá um beijo. Jaque estava toda ensopada, seu rosto estava muito molhado. Logo em seguida puxo a Juliana para cima e dou um beijo nela. Assim que terminarmos Jaque diz:

— Tá gostando da rola do meu pai?

— Caralho. Tô ensopada de tanto tesão. Que isso. Vocês são loucos...

— É, não viu nada.

E elas se beijam mais uma vez.

Até que a ouvimos ...

— Paulo? Jaque? — Era a voz da Yara nos chamando.

No mesmo instante, Juliana diz.

— É a tia!

Jaque, mantendo o controle apesar do susto, sussurrou rapidamente:

— Ju, corre para o quarto. Pai, atende ela. Eu vou logo atrás. Saímos assim que ela se afastar.

As duas pegaram as roupas espalhadas e correram em direção ao corredor. Como a porta da sala ficava em um ângulo que não permitia ver a entrada dos quartos, o plano funcionaria. Eu respirei fundo e gritei:

— Um minuto, Yara! Já vou!

Coloquei a samba canção e um short, e fui abrir a porta. Minha irmã me encarou, impaciente:

— Estou chamando vocês fazem um tempo. O que houve?

— Eu estava dormindo, não ouvi — menti, tentando manter a voz firme.

— Mas e a Juliana e a Jaque?

— Voltaram da casa do Felipe há quase uma hora, estavam bêbadas. Devem ter apagado.

— Puta que pariu! — Yara exclamou.

— Tenho que acordá-las. Combinei que iríamos ao mercado cedo para comprar as coisas do Ano Novo.

Percebi que Yara não arredaria o pé sem uma solução. Antes que ela desse um passo em direção aos quartos, sugeri:

— Deixa as meninas dormirem, eu vou com você. Vamos de carro, é mais rápido.

— Está bem, melhor assim. Pelo menos você me ajuda com as sacolas.

Me vesti rapidamente e fomos. Passamos quase duas horas e meia no supermercado enquanto ela escolhia tudo com calma. No caminho de volta, ela mencionou que a irmã do Carlos, a Roberta, passaria em casa mais tarde. Pensei que seria só depois do almoço, mas, para minha surpresa, ela apareceu apenas vinte minutos depois de chegarmos.

Ao entrarmos, Jaque e Juliana já estavam na cozinha tomando café. Yara já entrou cobrando:

— Poxa, combinamos o mercado e vocês deram mancada. Nem para acordarem!

— Ah, tia, desculpa — Jaque disse, fingindo cansaço.

— Chegamos às sete da manhã, estávamos mortas.

— Percebi. Chamei e nada... sorte que seu pai foi comigo.

Logo a irmã do Carlos chegou e se instalou, ficando até as 19h. Era um tédio. Yara e as meninas começaram os preparativos da ceia; toda vez que minha irmã subia para buscar um ingrediente, a Roberta ia atrás, alugando o ouvido dela com conversas fiadas. Enquanto isso, meu olhar cruzava com o da Juliana, que me encarava fixamente, e eu percebia a Jaque observando cada movimento da Yara.

Por volta das 15h, Jaque abriu a geladeira e fez uma careta:

— Gente, não pegaram nada para beber à noite?

— Mas não vamos para a Paulista? — Questionou Yara.

— Sim, mas quando voltarmos precisamos de um champanhe para brindar!

— Ah, eu tenho uma garrafa guardada lá em cima — lembrou Yara. — Vou buscar.

— Deixa que eu te ajudo, tia. Vamos ver se está boa.

Yara subiu para a casa dela e Jaque foi logo atrás. Curioso e pressentindo algo, decidi segui-las, mas antes me virei para a visita:

— Ju, fica um minuto aqui com a Roberta? Vou ver se elas precisam de ajuda para pegar.

— Claro, tio — Juliana respondeu, voltando a conversar com a Roberta.

Subi as escadas em silêncio. Antes de entrar, parei junto à porta entreaberta e ouvi a voz da Jaque:

— Tem certeza que a garrafa está aqui, tia?

— Tenho, Jaque. Está debaixo da pia, bem no canto.

Espiei pelo vão da porta. A cena era instigante: Jaque estava abaixada, de quatro, empinando bem a sua bunda enquanto enfiava a cabeça debaixo da pia à procura da garrafa. Yara estava logo atrás dela, observando a cena de um ângulo privilegiado. Ouvi minha irmã murmurar:

— Jaque... que bunda enorme você tem.

— Gostou, tia? — Jaque respondeu com um tom provocativo, sem sair da posição.

— Pode ser sua.

— Jaque, Jaque... você não existe — Yara disse, com a voz vacilante.

— Achei! — Jaque anunciou, levantando-se.

Recuei rapidamente para não ser visto e continuei ouvindo do corredor.

— Só essa garrafa? — Perguntou Jaque.

— Vou ter que ir ao mercado buscar mais bebida.

— Mas para que tudo isso?

— É Ano Novo, tia! Precisamos comemorar direito! Uma garrafa de champanhe não vai dar nem para o começo.

— Ah, tá certo. De fato, uma garrafa de champanhe não vai dar.

— Eu acho que podíamos usar ela para outra coisa, tia. O que acha? — Com a voz mais seduzente.

— Com o que?

— Podemos jogar em seu corpo enquanto eu passo a minha língua em você.

— Para Jaque...

— Fala que não é uma boa ideia?

— Você é muito safada, menina!

— Imagina a cena. Você na cama, totalmente pelada, eu jogo no seu grelinho e começo a chupar. Aposto que você vai retorcer de prazer.

— Para Jaque!!!

— Imagina só...

E ouço um barulho de beijo novamente.

— Porque você está fazendo isso? Sou casada, mulher e sua tia...

— Porque eu quero.

E volta a dar um beijo nela.

Antes da minha filha descer, Yara diz:

— Jaque, vou confessar...

O que tia? Confessa tudo para mim...

— Me deixou molhada só em pensar no que você falou.

— Vou arranjar uma brecha para isso. Vamos descer se não o pai vai estranhar.

E eu desço correndo. E logo em seguida a Jaque e a Yara aparecem com a garrafa na mão, e a Jaque diz:

Ju, vamos no mercado. Só essa garrafa não vai dar nada.

— Tá bom prima.

— Ficamos apenas eu, Yara e a irmã do Carlos conversando. Já estava ficando tarde, quase 19h, e fazia duas horas que as meninas tinham saído. De repente, ouvi o portão: eram elas chegando com quatro sacolas lotadas de bebidas. Tinha vodca, Smirnoff, vinho e uma caixa de cerveja.

— Para que tudo isso, Jaque? — Perguntei.

— Para beber quando voltarmos, ué!

— Vocês são loucas.

Olhei para a Jaque, que me encarou com um ar de safada.

— Nossa, já são sete da noite! Vamos nos arrumar, precisamos sair às 20h para pegar um lugar bom — disse ela.

Nesse momento, a irmã do Carlos se despediu, dizendo que passaria o Ano Novo na casa da prima deles ali no bairro. Tomei banho rapidamente e, logo depois, foi a Jaque. Juliana e Yara usaram o banheiro do andar de cima. Por volta das 20h40 estávamos prontos. Tiramos o carro da garagem e fomos para a Paulista. Foi um sufoco estacionar e só conseguimos chegar perto do palco às 23h. Eu estava muito puto; poderia estar em casa com minha filha e minha sobrinha — que já voltaria para a cidade dela no dia seguinte. Naquele momento, Bruno e Marrone tocavam no palco.

O próximo é o último capítulo dessa história. Mas se esse conto tiver mais de 100 corações em 3 dias, eu posto estendendo mais 5 ou 6 capítulos. Obrigado por lerem até aqui.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 20Seguidores: 77Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

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essa história precisa de mais, muito bom

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