Eu sou Adriane, fisioterapeuta nesse posto de saúde apertado de Guarapuava. Meu consultório vira nosso playground sujo toda tarde, e hoje foi uma daquelas sessões que me deixam tremendo de tesão negado. Sou virgem – buceta e cu intactos –, mas adoro ser a chupadora particular do Dr. Rafael, meu colega com pau de 18cm que me transforma em vadia gulosa.
Ele chegou suado do plantão, trancou a porta e sentou na cadeira giratória atrás da minha mesa, calça aberta, pau já meia-bomba saindo da cueca. "Vem cá, Adriane, hora de engolir minha rola até o talo", mandou, com voz rouca. Eu me ajoelhei entre as pernas dele no chão frio de azulejo, o cheiro forte de suor e macho invadindo minhas narinas, fazendo minha buceta pulsar na calcinha úmida. Segurei a base grossa com as duas mãos, sentindo as veias inchadas latejarem, glande roxa brilhando com umidade fresca.
Eu mandei: "Deixa eu lamber tua glande devagar até ela babar na minha boca, safado!" Comecei lambendo devagar, língua plana subindo da base até a cabeça sensível, rodando no sulco onde o pau encontrava os ovos cheios. Ele gemia, "Isso, lambe como uma puta faminta". Chupei a glande inteira na boca, sugando com vácuo, babando saliva grossa que escorria pela haste. Meu queixo já melado, eu forcei mais fundo: 10cm, 12cm, garganta se abrindo como um túnel apertado. Ele agarrou meu cabelo em rabo de cavalo, "Engole os 15cm, sua buceta virgem gulosa", e empurrou, pau invadindo até eu sentir as bolas batendo no meu queixo, rosto esmagado na virilha dele.
Ele fodia minha boca sem dó, agora um buraco de puta: quadris subindo e descendo, pau saindo babado até a metade e mergulhando fundo de novo, esticando minha garganta até o limite. Cuspe escorria em fios longos pelo queixo, pingando nas minhas tetas por baixo da blusa aberta. Eu engasgava a cada metida, olhos lacrimejando, mas sugava mais forte, língua pressionando a parte de baixo da rola, mãos apertando as bolas pra acelerar o gozo. Ele rosnou: "Engole os 15cm, sua buceta virgem gulosa, faz minha rola pulsar na tua traqueia!" Eu gemi com a boca cheia: "Mete fundo, Rafael, fode minha garganta como um cu de puta – aperta minhas tetas enquanto isso!" "Porra, Adriane, tua garganta é melhor que buceta de prostituta", ele grunhia, fodendo mais rápido, bolas contraindo na palma da minha mão.
Senti ele inchar, glande pulsando contra as amígdalas. Ele berrou: "Porra, tua boca é um cu de prostituta, engole tudo ou eu meto até tu vomitar leite!" Eu chupei mais forte: "Goza na minha língua agora, seu porcalhão, enche minha boca de porra quente pra eu engolir e cuspir nas tetas!" "Toma tudo!", e gozou explodindo na minha língua – primeiro jato quente e salgado direto na garganta, enchendo a boca com porra espessa e cremosa, gosto amargo de macho puro. Eu engoli metade, sentindo descer quente pro estômago, mas o resto transbordou: cuspi os jatos seguintes nas tetas pequenas, porra escorrendo pelos mamilos duros, pingando no chão. Lambi o pau limpo depois, sugando os últimos resquícios, enquanto ele ofegava, "Boa menina, limpou tudo".
Ele me puxou pro colo dele na cadeira, puxando a calcinha pro lado sem tirar – buceta exposta, lábios inchados e melados de tesão, clitóris duro implorando. "Agora eu te retribuo, vadia", murmurou, mergulhando a cara entre minhas coxas. Eu ordenei: "Chupa meu clitóris com força, Rafael, lambe minha buceta molhada até eu gozar na tua cara inteira!" Língua larga lambeu devagar da entrada até o clitóris, chupando os lábios carnudos por cima do tecido deslocado, bebendo meu mel salgado. Ele grunhiu entre as pernas: "Rebola essa buceta na minha cara, vadia, deixa eu beber teu mel salgado sem furar teu selinho." Dedão grosso roçou o clitóris em círculos rápidos, pressionando sem entrar, enquanto a língua forçava a calcinha contra o hímen intocado, lambendo como se quisesse furar.
Eu gemia alto, mãos no cabelo dele, rebolando na cara dele: "Lambe mais fundo, Rafael, me faz gozar!". Ele chupou o clitóris com vácuo, dois dedos massageando os lábios externos, roçando a entrada virgem sem invadir, óleo do pau dele ainda na boca dele misturando com meu gosto. Meu corpo tremeu, buceta contraindo em ondas, gozando forte na língua dele – mel jorrando na calcinha, molhando a cara inteira dele, pernas moles no colo.
Ele riu, limpando a boca: "Guardo tua virgindade pra um dia foder sem piedade". Ficamos ali, suados e melados, pau dele amolecendo na minha mão enquanto eu lambia porra das tetas. Consultório fedendo a sexo, mas eu saio intacta, virgem louca por mais boquetes assim.