- Capítulo 7 –
Eu estava em choque, paralisado na escada sem saber o que fazer ou dizer. Meu pai ali também parado sem falar nada.
- Pode dar licença? Perguntou um homem tentando subir a escada atrás de mim.
Forçosamente tive que me mover, apenas me virei e voltei para o salão do cinema. Eu precisava de ar puro, precisava sair dali. Apenas fui saindo apressado rumo à cortina que separava o salão da recepção.
- Me enche de leite seu velho safado! Fode esse cu apertadinho! Gritava Marlla enquanto ainda estava dando para o italianão.
Minha mente estava borbulhando com todas aquelas vozes, gemidos e gritos. Minha respiração estava difícil e sentia que iria me faltar o chão a qualquer momento. Tateando as paredes, consegui alcançar a cortina e sair para a recepção. Sentei num banco de cimento que lá havia. Segundos após minha saída, meu pai veio atrás e olhando ao redor me procurando, quando me viu, se aproximou de mim. Havia pavor em sua expressão.
- Precisamos conversar. Disse ele de forma séria.
Meu pai era uma versão mais alta minha. Branco, 1.80cm de altura, cabelos pretos que estavam grisalhos, alguns pelos pelo corpo, olhos castanhos com um leve tom de mel e barba. Ele se aproximou e lentamente sentou-se ao meu lado. Não nos olhávamos diretamente, estávamos sentados um ao lado do outro, mas sem fazermos contato visual.
- Eu jamais imaginei encontrar você num lugar como esse... E muito menos fazer o que fizemos. Disse meu pai que parecia escolher cuidadosamente todas as palavras.
- Nem eu. Respondi
- Sua mãe sabe que você frequenta esses locais? Perguntou ele.
- Não, não sabe. Na verdade essa é minha primeira vez aqui, e mesmo que não fosse minha mãe não se interessa por nada que eu faça, sua única preocupação é com ela mesma e com as coisas sendo feitas para ela. E quanto ao que fizemos, não sabíamos quem era quem. Não acho que devemos fazer muito alarde sobre isso. Assim como minha mãe, você nunca se preocupou comigo, não acho que deva começar a fazer isso agora. Respondi asperamente.
- Não é bem assim filho, eu sempre me preocupei com você, sempre paguei mais do que deveria de pensão para que você tivesse tudo o que precisa. Mas manter distância era melhor, assim sua mãe não faria inferninhos com nossa relação. Disse ele apaticamente.
- E você acha que isso foi o suficiente? Sabe tudo que passei durante esses anos? As humilhações e até desprezos que sofri por parte dela? Ela não me ama, nunca demonstrou nenhum afeto por mim, nenhum interesse, ela só me usou todo esse tempo para continuar tendo seu dinheiro e você não fez nada, apenas manteve distância e assistiu tudo isso calado. Meu padrasto Paulo, fez muito mais por mim nesses últimos meses do que minha mãe e você. Respondi com lágrimas já escorrendo pelo meu rosto.
A tensão estava tomando conta do ar na recepção, embora falássemos baixo, eu tinha certeza que o funcionário branquinho com cara de insuportável estava atento escutando tudo o que falávamos. Não conseguia olhar na cara de meu pai, toda a raiva que sentia pelos anos de abuso da minha mãe e pelo abandono dele havia ressurgido de uma só vez. Assim como eu ele mantinha seu olhar fixo para um vaso de plantas que estava defronte o banco que havíamos sentado.
- O que quer dizer com seu padrasto estar fazendo as coisas por você? Perguntou ele.
- Paulo fez minha mãe aceitar eu trabalhar e agora posso ter meu próprio dinheiro, me sinto mais independente e confiante, estar aqui hoje é a prova disso, eu jamais teria vindo a um lugar desses, mas com o carinho que ele me trata e respeita quem sou, agora posso fazer coisas que jamais teria sonhado em fazer. Respondi-o de forma eloquente defendendo cada letra daquilo que sentia.
- Você está transando com seu padrasto?
Gelei por dentro. O que meu pai sabia para me perguntar isso? Em minha mente eu rebobinava tudo o que havia falado e tentava ver se em algum momento havia dito algo que desse essa interpretação para ele.
- Do que você está falando? Perguntei meu gaguejando.
- Filho, você defendeu seu padrasto da mesma forma que um amante faria, não parece estar muito abalado de ter transado comigo, acho que na verdade eu sou o único que se abalou com isso aqui, e mesmo que não tenha participado do seu crescimento, eu te conheço, se você o defendeu dessa forma, não é amizade ou relação padrasto enteado, há algo mais nisso e nem preciso dizer que você sempre teve a mania de não responder diretamente quando está escondendo algo, você desconversa e devolve a pergunta com outra pergunta. Disse ele agora se virando e me olhando.
Eu não sabia o que fazer, ele havia me descrito exatamente como sou. Até mesmo com o insuportável do Renato eu não respondi diretamente quando ele me perguntou se eu gostava dele, eu devolvi a pergunta com outra pergunta. É claro que eu não gostava do Renato e na realidade eu nem sabia por qual motivo estava ali pensando nele naquele momento. Minha mente vagueou e com a saída de um cliente do cinema, voltei meus pensamentos para aquela recepção e tentava responder sem sucesso.
- Responda. Perguntou meu pai novamente
- Sim, estamos transando. Ele transa comigo para me recompensar todas as vezes que consigo fazer as coisas e não me submeter a vontade da mãe. Respondi sem pensar muito.
- Entendi. Vocês são adultos, então não posso fazer nada. Mas se sua mãe descobrir isso, ela vai te expulsar de casa, você está ciente disso não? Perguntou ele.
- Não pensei muito sobre isso, ela está distraída com Paulo e com o dinheiro que ele dá pra ela, então imagino que vá ficar tudo bem... Respondi aliviado em ver que meu pai não planejou nenhum escândalo ou algo do tipo.
- Não sei se é com o Paulo e o dinheiro dele que ela anda distraída... Disse ele quase num sussuro.
- O quê? Perguntei.
- Nada, apenas pensei alto aqui... Disse ele colocando a mão no meu braço.
Eu o encarei e ele me olhava com ternura.
- Se algo acontecer, me avise, pois você sabe meu telefone. E quanto ao que aconteceu aqui, não vou fazer como o Paulo, isso não foi planejado, foi um acaso que não vai se repetir. Vamos fingir que nada disso aconteceu. Disse ele ainda me olhando com ternura, mas firme em suas palavras.
- Por mim tudo bem. Respondi.
Levantei-me e fui indo em direção à cortina.
- Você vai voltar lá para dentro? Perguntou meu pai.
- Sim, eu não vou mais transar com você, porém há outros homens ali dentro com quem eu quero transar. Respondi de forma decidida enquanto abria a cortina e voltava para o salão.
Eu realmente não sabia de onde havia vindo àquela atitude. Meus sentimentos estavam uma bagunça. Ao mesmo tempo em que queria entrar e transar descontroladamente com todos aqueles homens eu também queria deitar em posição fetal e chorar. Meu pai não retornou para o salão. Escondido, observando pela fresta da cortina o vi saindo do cinema e ir embora.
Quando Marlla acabou de transar com o italianão e me encontrou, contei tudo o que havia ocorrido. Marlla ficou perplexo com tudo o que eu havia relatado.
- E se ele contar para sua mãe ou tentar te prejudicar de alguma forma? Perguntou Marlla.
- Não acho que ele faria isso, afinal, ele transou comigo. Respondi dando de ombros.
- Bem, isso é verdade, você também tem algo que pode usar contra ele caso seja necessário. Disse Marlla.
Eu não tinha mais nenhuma vontade de transar naquele dia. Combinei com Marlla que voltaria outro dia no cinema e fui embora. No caminho para casa fui pensando em tudo que havia ocorrido e aproveitando que iria caminhando, chorei tudo o que estava entalado dentro de mim.
Cheguei em casa por volta das 20h e para minha surpresa, meu primo Carlos estava lá, todo largadão no sofá usando uma camiseta cavada e shorts de futebol e com o braço direito engessado.
- Demorou muito heim, estava pegando uma mina eh? Perguntou Carlos.
- Não, estava resolvendo umas coisas da faculdade. Respondi
Carlos havia sofrido um acidente de moto e acabou fraturando o braço direito. Sua mãe que trabalhava muito combinou com a minha de Carlos ficar em nossa casa por umas semanas até se recuperar. Nossa casa tinha apenas dois quartos, portanto, Carlos dormiria no mesmo quarto que eu, na cama extra que ficava ao lado da minha. Carlos era um pouco mais alto que eu, tinha por volta dos 175cm de altura, moreno, cabelo e olhos pretos. Ele era bem estilo malandrão e pegava várias meninas pelo bairro, já que ele não gostava de estudar e muito menos trabalhar, seu foco era passar a rola em qualquer rabo de saia que caísse no seu papinho mole e muitas caiam. Conversamos um pouco e ele me contou como caiu de moto no momento em que dirigia por uma rotatória do bairro e o pneu derrapou em areia que havia no asfalto. Depois daquela conversa fui pra cozinha comer alguma coisa e tomar banho.
No quarto, já tomando banho, estava deitado em minha cama pensando em tudo que havia acontecido. Não era possível ser tão azarado assim. Como no primeiro dia em um lugar tão bacana como aquele eu pude ver meu pau que não o via há anos e ainda transar com ele sem saber? Será que fazia muito tempo que meu pai frequentava aquele cinema? Será que a atual mulher dele sabia disso? Minha mãe sabia que meu pai curtia transar com outros homens? Eram muitas perguntas e absolutamente nenhuma resposta. E o que será que meu pai quis dizer com minha mãe não estar distraída com Paulo e o dinheiro dele? O que meu pai sabia que não me contou?
Eu virava de um lado ao outro na cama inquieto assim como minha mente.
- Ah, você já puxou a cama pra mim? Muito obrigado primo! Disse Carlos ao entrar no quarto e ver que a cama extra que ficava embaixo da minha cama, já estava puxada e arrumada.
- Imagina, é só deitar e dormir. Respondi com um sorriso.
Carlos entrou, deitou-se na cama e em minutos já estava dormindo. Eu não conseguia desligar minha mente, todas aquelas perguntas em minha cabeça ficavam indo e vindo. As lembranças de cada sensação dentro do cinema também tomavam conta de mim, eu revivia cada momento ali deitado. Acabei adormecendo de exaustão mental.
Domingo passei o dia em casa com meu primo vendo tv e ajudando ele com as coisas básicas. Paulo e minha mãe haviam saído para o cinema. Quando a noite caiu, meu primo precisava tomar banho e eu tive que ajudar, afinal o gesso em seu braço não poderia molhar. Entramos no banheiro e fui ajudando ele a tirar a roupa, na hora que fui para ajudar ele a tirar sua cueca, ele e eu demos uma risada e comentamos que aquilo era embaraçoso, mas tirei. Quando sua cueca saiu e comecei até a salivar vendo o pau do Carlos. Ele tinha um pau bem grosso e mesmo estando mole parecia ter uns 15cm. Confesso que fiquei imaginando mil coisas naquele momento, mas nada aconteceu, ele entrou no chuveiro, colocamos uma sacolinha de mercado em seu gesso e ajudei-o a se ensaboar. Carlos mesmo com dificuldades ia tentando fazer as coisas para evitar que eu tivesse que ficar esfregando ele. Eu estava com meu pau super duro dentro do shorts e tentava evitar que Carlos visse isso. Pós-banho fui ajudando-o a colocar sua roupa e ali ao colocar a cueca e o short nele, eu estava na posição certinha para mamá-lo, ajoelhado bem em frente ao seu pau que agora cheirava a sabonete. Por um momento minha cabeça quase se inclinou para abocanhar aquele pedaço suculente de caralho, mas voltei a mim quando escutei o barulho do portão se abrindo. Terminei de ajudá-lo a vestir-se e fomos dormir.
Os dias foram passando e fui levando a vida como podia. De manhã bem cedinho deixava algumas coisas prontas para que Carlos pudesse comer durante o dia, já que minha mãe disse que ficaria fora durante boa parte do dia para fazer um curso de costura, saia com Paulo para o trabalho onde Renato continuava a ora me ignorar completamente e ora me atormentar totalmente, ou seja, seguia sendo insuportável. Durante a noite eu ficava na faculdade e nas vezes que saia mais cedo um pouco dava um jeitinho de passar na rua da antiga cervejaria para bater papo com Marlla.
Duas semanas se passaram e eu já estava quase subindo pelas paredes de tanto tesão. Com a presença de Carlos na casa, por mais que eu gostasse dele e sentisse como ele sendo um irmão pra mim, eu não estava tendo oportunidade de transar com Paulo e muito menos sair para ir ao cinema pornô, já que estando também no tédio, qualquer coisa que eu dizia que ia fazer Carlos também queria ir junto.
Estava no banheiro da empresa mijando e o tesão era tanto que meu pau apenas de encostar nele já ficava duro feito rocha. Ali mijando e pensando nas coisas que faria com Paulo quando tivesse a oportunidade e também pensando no pau do Carlos e no meu dia de farra no cinema pornô instintivamente quando acabei de mijar, continuei ali segurando o pau duro e levemente batendo uma punheta.
Sem perceber, por estar completamente envolvido em meus pensamentos alguém se colocou atrás de mim e abraçando-me segurou meu pau com as duas mãos. Eu estava ali, imobilizado por ele.
- Deveria ter mais cuidado ao bater uma punheta no local de trabalho. Disse Renato.
- Me solta. Disse raivosamente tentando tirar as mãos dele do meu pau e forçando para sair daquele abraço.
- Resistir é inútil. Disse Renato enquanto tranquilamente continuava a bater uma punheta para mim.
Era óbvio que mesmo que eu usasse toda minha força, eu não conseguiria sair dali, Renato era muito alto e muito mais forte que eu. Sabendo que ele estava certo no que dizia, apenas joguei minha cabeça para trás encostando-a em seu peito, suspirei e deixei que ele fizesse o que queria.
- Isso, bom garoto. Deixa que eu te satisfaça um pouco. Disse Renato encostando o queixo em minha cabeça e me envolvendo mais ainda em seus braços enquanto batia uma punheta em mim.
Por mais que eu achasse Renato insuportável, eu não negava que ele era um homem lindo. Seu corpo definido, sua elegância, sua voz sedutora que encantava todos e me irritava... E ali eu começava a sentir seu pau duro atrás de mim. Era engraçado saber que por ser muito mais alto o pau de Renato cutucava minha espinha e eu sentia suas bolas no alto da minha bunda. Ele era sempre muito cheiroso. Sua mão macia e branca com dedos grandes e ligeiramente grossos ali movimentando todo meu pau de forma lenta e consistente. Eu me jogava mais contra o corpo dele me contorcendo de excitação a cada ida e vinda de sua mão em meu pau. Ele passava a ponta de seus dedos na cabeça do meu pau e espalhava a babinha por toda a glande e me masturbava. Minha bunda ia cada vez mais se encaixando entre suas pernas e ele ia prendendo-as e dando uma leve jogada de cintura movendo-me junto com ele. Parecia que estávamos dançando, uma dança lenta e sensual onde Renato estava me proporcionando prazer não só com suas mãos, mas com todo seu corpo.
- Eu quero você jorrando seu leite todinho ali no mictório comigo aqui colado ao seu corpo. Sussurou ele em meu ouvido seguido de uma passada de língua em minha orelha.
Eu não sabia como, mas aquele ordinário sabia muito bem cada ponto de prazer meu. Eu me arrepiei todinho com sua língua deslizando pelo lóbulo da minha orelha. Meu corpo começou a estremecer e eu sentia o cavanhaque de Renato roçar pela minha nuca. Aquilo estava sendo demais para mim, meu corpo tremia e meu pau começava a latejar de uma maneira que nunca tinha sentido, parecia que meu pau estava prestes a explodir, as veias super inchadas, meu pau muito quente e minhas bolas pareciam que haviam levado um soco de tanto que estavam doendo. Quando fui gozar, Renato parou de me masturbar exatamente segundos antes de toda aquela explosão de porra sair de mim. Acredito que nunca gozei tanto em minha vida, eram jatos e mais jatos de esperma quente e pastoso jorrando do meu pau e invadindo o mictório e alguns jatos voando e colando-se ao azulejo do banheiro. Eu achei que ia desmaiar, mas ali amparado pelo corpo de Renato eu sabia que estava seguro. Quando achei que tudo havia acabado, Renato novamente volta a me masturbar e meu pau que agora estava com a glande extremamente sensível me fazia contorcer.
- Para está me dando aflição. Resmunguei.
- Shhhiuuu... O melhor ainda está por vir, resiste, essa aflição é apenas passageira, logo passa. Disse ele ainda esfregando o cavanhaque em meu pescoço e intercalando com beijos e passadas de língua em meu pescoço e orelhas.
Ele estava certo, meu pau que ainda estava muito duro não demorou a ceder e aquela aflição passou dando espaço novamente para o prazer. Renato havia intensificado a punheta e eu estava ali levando minhas mãos para trás e enquanto agarrava-me em suas coxas, ele continuava seu gingado me fazendo sentir seu pau duro em minhas costas. As mãos de Renato deslizavam por toda a base do meu pau. Como havia gozado as mãos dele agora estavam lambuzadas com meu esperma e ele usava isso como se fosse lubrificante e me masturbava com mais intensidade subindo e descendo por todo meu pau até a cabeça. Não demorou muito e novamente comecei a me contorcer e gozei novamente muitos jatos de porra, mas dessa vez Renato não parou até que a última gota saiu. A intensidade foi tanta que cheguei a ficar na ponta dos dedos do pé até terminar de gozar.
- Está satisfeito? Perguntou Renato.
- Sim, obrigado. Disse ofegante.
Sem a menor cortesia, Renato ao perceber que eu havia me acalmado do gozo e me recuperado, simplesmente saiu detrás de mim e foi lavar suas mãos na pia, saindo do banheiro sem falar mais nada.
- Escroto insuportável. Falei alto.
Como pode ficar fazendo essas coisas comigo? Eu tento ser legar com ele e essa desgraça faz essa palhaçada comigo. Saí do banheiro e fui direto até a mesa dele.
- Você acha que sou palhaço? Perguntei irritado olhando bem nos olhos azuis cobalto de Renato.
- Não sei do que você está falando. Respondeu ele na maior cara de pau.
- Você acabou de me fazer gozar duas vezes seguidas e saiu como se nada tivesse acontecido, é disso que estou falando. Falei bravo, mas num tom baixo para garantir que ninguém escutasse.
- Realmente não sei do que você está falando. Respondeu novamente Renato com uma serenidade de dar inveja a qualquer monge.
- Preciso levar esses documentos no RH. Disse Renato levantando-se e saindo da sala.
Eu fiquei ali parado na mesa de Renato vendo-o sair da sala extremamente tranquilo com suas pastas em mãos. “- Ele com certeza quer me deixar louco.” Pensei.
O dia correu tranquilo e Renato novamente fez-se de sonso o restante do dia.
Eu realmente não sabia o que ele queria com aquilo. Mas de algo eu já tinha certeza, ele embora me irrita-se não queria meu mal, ou poderia ter me exposto de alguma forma.
Em casa os dias iam passando e Carlos ia ficando cada vez mais manhoso. No banho ele já havia desistido de ficar tentando se ensaboar e já me deixava fazer isso. Eu sempre aproveitava para tentar ensaboar perto do seu pau mas ele quando eu me aproximava já dizia que iria terminar sozinho e pedia pra eu pegar a toalha.
Numa sexta à noite quando voltei muito cansado da faculdade, comi e fui dormir. Paulo e minha mãe haviam saído e não tinham voltado ainda. Carlos já estava deitado também. Durante a noite acordei com gemidos. Era minha mãe transando com Paulo no quarto ao lado. Embora eu eventualmente escutasse os dois transando, a frequência que isso acontecia tinha diminuído bastante ao ponto do próprio Paulo também me falar:
- Sua mãe anda muito cansada com o curso de costura e com seu primo em casa e nossos horários apertados, não estou transando nem com ela e nem com você, logo logo meu leite vai empedrar nas bolas.
E ele estava certo, com meu primo em casa e eu ajudando-o não tinha tempo para Paulo e eu sairmos um pouco antes para podermos ir num motelzinho ou até mesmo fazer algo em alguma rua afastada. Mas eu estava feliz, pois Paulo ainda era carinhoso comigo e sentia liberdade para falar de tudo também.
O barulho dos gemidos ficava cada vez mais intenso e eu automaticamente fui levando minhas mãos para meu pau para começar a bater uma punheta.
- Se vai bater uma, me ajuda aqui também. Disse Carlos
Eu havia esquecido por segundos que Carlos estava bem ali do meu lado na cama extra. Quando me virei e olhei, ele estava com a cabeça levemente erguida me olhando e como estava sem coberta, eu pude ver seu pau todo apontado para cima debaixo do short o que era até engraçado já que parecia que ele havia feito uma cabana com seu pau no short.
- Você quer o que? Respondi sem graça.
- Bate uma pra mim primo, faz semanas que não gozo, estou na maior seca e sua mãe gritando no pau do seu padrasto não ajuda. Disse ele sussurrando e já vindo em minha direção subindo na minha cama.
- Você tá louco? Perguntei.
- Para primo, eu sei que você quer, acha que não percebo você de pau duro enquanto me dá banho? Acha que eu não vejo você tentando ensaboar meu pau? Vai logo me ajuda nisso.
Eu não sabia o que falar, ele estava certo, então me sentei na cama enquanto ele ia deitando, e com as pernas pro alto eu puxei seu short e cueca deixando-o sem. Seu pau era grosso e devia ter uns 19cm. Ele abriu bem as pernas e me sentei entre elas e comecei a bater uma punheta pra ele.
- Cospe na sua mão e bate uma gostosa pra mim vai. Disse ele.
Assim o fiz, cuspi em minha mão direita e fui batendo uma punheta pra ele, ele abriu mais as pernas. Com a mão esquerda ia passando ela por suas coxas. Fui masturbando ele delicadamente, mas com firmeza. A cada subida e descida ele gemia baixinho:
- Isso vai, bate uma pro primão. Dizia ele.
No quarto ao lado Paulo estocava seu pau com força em minha mãe e no meu quarto eu tentava seguir o ritmo das estocadas conforme ia punhetando Carlos.
- Chupa ele. Disse Carlos.
- Não primo, isso já é...
Antes mesmo que eu pudesse terminar de falar, com as duas pernas cruzando-se atrás de mim, Carlos forçou-me contra ele e com sua mão esquerda terminou de puxar minha cara de encontro com seu pau. Ele foi muito ligeiro e quando senti já estava com metade do seu pau enfiado na minha boca.
- Eu falei pra chupar porra. Sussurrou Carlos irritado.
Eu comecei a chupá-lo e a engolir cada vez mais seu pau, ele ainda me prendia com suas pernas cruzadas atrás de mim e ia me forçando a engolir seu pau. Era delicioso aquilo tudo, mas ele me forçando assim do nada me deixou um pouco apavorado. Fui relaxando conforme ia mamando.
No quarto ao lado escutamos o gemido de Paulo gozando e Carlos aproveitou para me fazer engolir seu pau inteiro e jorrar vários jatos de leite quente direto na minha garganta.
Após todo seu leite descer, ele descruzou as pernas atrás de mim.
- Valeu primo, precisava demais disso. Disse Carlos saindo da minha cama e indo dormir.
- Ah tudo bem. Respondi ainda meio incrédulo com o que acabara de acontecer.
No sábado eu havia planejado de ir ao cinema pornô após o trabalho e assim o fiz. Dessa vez fui sem Marlla, pois numa das noites daquela semana que passei no paredão da antiga fábrica de cerveja, Marlla havia me dito que iria viajar, mas me desejava sorte nas transas. Chegando ao cinema pornô o funcionário branquinho com cara de insuportável me disse:
- Seu pai está ai novamente, aproveita e já senta nele no pelo.
- Ah obrigado por me avisar. Respondi já entendendo que naquele dia, ele escutou absolutamente tudo.
Entrei no salão do cinema e era incrível como aquele local insalubre era ao mesmo tempo um local que despertava instintos tão selvagens em mim. Já entrei e fui logo procurando meu pai, pela silhueta no banco eu já havia identificado ele. Aproximei-me e fui logo beijando sua boca e no momento que ele percebeu que era eu tentou me afastar, usei a mesma tática que Carlos, mas usando as mãos ao invés das pernas e passando elas atrás do pescoço dele continuei beijando-o até que ele parasse de tentar me afastar. Fui sentando em seu colo de frente pra ele e comecei a sentir seu pau duro embaixo de mim. Movia minha bunda esfregando-a em seu pau que estava pulsando dentro da calça. Ele me ergueu com uma das mãos e fiquei ali parado com a bunda pro alto, sabia o que ele queria fazer, ele abriu sua calça e abaixou-a. Saindo de cima dele, ajoelhei-me e comecei a chupar seu pau com toda fome do mundo. Ele gemia e puxava meus cabelos contra seu corpo forçando-me a engolir seu pau. Levantei e tirei minha calça, aproveitando-me do seu pau todo babado, segui o conselho do funcionário do cinema e sentei no pau do meu pai sem camisinha. Ele gemeu forte. Senti cada veia do seu pau escorregar pelo meu reto e invadir meu cu. Era deliciosa essa sensação. Ele começou a socar seu pau em meu cu sem cerimônia, me virou colocando-me de quatro no banco e me segurando pela cintura começou a socar no meu cu com bastante força. As pessoas ao redor formaram uma rodinha para apreciar o show que estávamos dando.
- Isso paizão, fode meu c...
Recebi um tapa bem forte na minha bunda antes mesmo de terminar de falar e estocadas mais violentas. Era engraçado saber que podia falar aquilo pra ele, pois as pessoas ali, exceto o funcionário da recepção, não sabiam que aquele era meu pai de verdade.
Meu pai parou de me fuder e agachando-se atrás de mim começou a chupar meu cu. Sua língua sambava dentro do meu cu que agora estava bem aberto após todas suas estocadas violentas. Enquanto ele chupava meu cu, um outro cara que assistia todo aquele show veio se aproximando e me olhando acenei para ele com a cabeça fazendo-o vir e colocar o pau em minha boca. Era isso, eu chupava aquele pau enquanto meu cu era chupado. Meu pai me vendo chupando voltou a fuder meu cu. Outro rapaz bem novo veio e sentando no chão começou a chupar meu pau. Era sensacional tudo aquilo. Eu me sentia muito sexy sendo objeto de desejo daqueles homens e principalmente do meu próprio pai que me fodia com força e desejo. Percebi suas estocadas aumentando a velocidade assim como os demais caras também.
- Vou encher seu cu de leitinho. Anunciou meu pai.
Sem nem ter como responder por estar com a boca ocupada com uma piroca, só pude rebolar mais e comecei a sentir os jatos quentes invadindo meu interior, ao mesmo tempo em que também comecei a sentir os jatos quentes descerem pela minha garganta. O tesão era muito grande e gozei na boca do novinho que me mamava. Após tudo aquilo, sentei com meu pai e ficamos ali abraçados, só nós dois. Conversamos bastante ali naquele banco e quando toquei no assunto da minha mãe, meu pai disse:
- Eu não tenho nada com a vida dela, mas acho que ela precisa tomar um pouco de cuidado.
- Não entendi o que você quer dizer. Respondi para meu pai.
- Sua mãe está traindo o Paulo com outro homem. Eu já a vi várias vezes em um restaurante próximo de onde moro. Ela está saindo com um chefe português que é dono daquele restaurante. Ela costuma ficar o dia todo lá.
- Pai, você está falando sério? Perguntei espantado.
- Não tenho motivos para mentir. Disse ele.
Na minha mente todas as peças haviam se encaixado de uma vez... Aquele dia o que ele havia falado, isso que disse agora e somando-se todas as atitudes dela desde não parando em casa e diminuindo a frequência que transava com Paulo, só podia ser isso mesmo.
Conversei mais com meu pai e depois fui embora, pois já era quase seis da tarde. Em casa, apenas Carlos estava no sofá largadão como sempre. Minha mãe e Paulo haviam saído.
- Que bom que chegou cara, preciso tomar banho. Disse Carlos.
- Beleza, vou te ajudar. Respondi.
Peguei as toalhas e fomos para o banheiro onde ajudei Carlos a tirar sua roupa. Ali embaixo do chuveiro comecei a ensaboar Carlos e dessa vez ele começou a ficar de pau duro.
- Dá uma força ai vai. Disse ele com um sorriso safado.
Não resisti e comecei a chupar aquele pau e enquanto fazia isso ele foi levando sua mão esquerda até minha bunda até que enfiou-a dentro da minha calça e começou a cutucar meu cuzinho, ele sentiu a porra que estava lá dentro e imediatamente falou:
- Você estava dando o cu safado?
- Eu não... Respondi gaguejando.
- Você é viadinho e eu sei muito bem quando alguém deu o cu, já estourei vários cuzinhos das meninas e dos meninos pelo bairro, sei bem como fica inchadinho e essa viscosidade é de porra que gozaram dentro. Respondeu ele já socando o dedo dentro do meu cu.
Não resisti e gemi. Ele me mandou tirar a calça e assim o fiz. Ele começou a pincelar o pau no meu cu e enfiou sem dó, quase vi estrela, começou a estocar meu cu com vontade segurando minha cintura com seu braço esquerdo. Mesmo com o braço direito engessado, era incrível como ele sabia fuder um cu com força.
Ele tirou seu pau todo de dentro de mim, se enxaguou e me disse pra irmos para o quarto. No quarto me mandou deitar de frango e novamente socou seu pau todo de uma só vez em meu cu, eu gemia e ele fodia com mais vontade. Suas coxas batiam contra minha bunda e eu sentia suas bolas baterem contra mim também. Ele ficou assim sem parar por uns quinze minutos. Deitou-se na cama e mandou-me sentar nele, obedeci e sentei-me sentindo cada centímetro daquele pau entrando e saindo do meu reto. Ele dava tapas em minha bunda e me ajudava a subir e descer enquanto quicava em seu pau.
Enquanto gemia em cima daquele pau e erguia minha cabeça pro alto de olhos fechados curtindo aquele cacetão que entrava e saia quase totalmente do meu cu e voltava me preenchendo totalmente eu podia imaginar o que as meninas do bairro sentiam e confirmei ali os boatos que corriam do meu primo ser um safado que traçava geral.
Eu quicava com toda força naquele cacete quando senti um puxão muito forte em meu cabelo e uma dor insuportável, mesmo abrindo meus olhos para entender o que estava acontecendo, não tive tempo, meu corpo foi puxado para trás e desabei de costas no chão do quarto. Meus olhos foram de encontro aos dela.
- Você é nojento e imundo. Disse minha mãe.
Continua...
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