Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha (Pt. 07)

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 4363 palavras
Data: 10/02/2026 04:31:16

(Fernanda)

Não consigo explicar por quê, mas tava me sentindo extra safada ultimamente. Desde aquela sessão de sexo que tivemos depois de assistir aquele filme, era como se eu tivesse constantemente no cio. Não sei se curti o fato de termos sido barulhentos pra Brenda ouvir, mas aquela noite foi algo especial. Tanto eu quanto o Marcelo demos o nosso melhor naquela noite.

Tinha notado que o Marcelo parecia estar vindo pro meu lado. Ele parecia estar ficando desconfiado da Brenda. Não tava mais tão deslumbrado pela filha jovem e perfeita como costumava estar. Ele parecia estar ficando meio cansado das palhaçadas dela. Meio cansado da preguiça dela. E isso me deixava feliz.

Eu sei que parece ruim, mas se tivesse que fazer a escolha, não ia querer ela por perto. Ela tava sugando a gente, se aproveitando da nossa boa índole. Tínhamos nos desdobrado por ela e ela não tinha feito nada em troca. E alguma coisa nela me irritava. Eu e o Marcelo tínhamos uma coisa boa rolando por um tempo. Agora, távamos presos abrigando essa pirralha mimada. Uma pirralha que não gostava de mim, e o sentimento era mútuo.

Parecia que estávamos jogando um jogo, disputando o afeto do Marcelo. Ela tinha usado seus encantos jovens de filhinha pra chegar perto dele. Mas ela tinha que aprender que quando tava nessa casa tinha que viver pelas nossas regras. Não podia simplesmente ignorá-las como tinha feito. Até agora tinha sido impune. Tinha feito comentários metidos a besta sobre mim ou comentários sarcásticos sobre nosso jeito de vida. Tinha orgulhosamente mostrado que era uma vadiazinha sendo comida no quarto ao lado. Sempre conseguiu o que queria, e eu odiava isso. Sempre odiei princesinhas que passaram pela vida sem nunca encontrar alguém que dissesse "não" pra elas. Pirralhas mimadas que sempre conseguem o que querem. A Brenda sempre viveu essa vida, e esperava que eu e o Marcelo continuássemos tratando ela assim.

Ela precisava crescer. Parar de tentar conseguir o que queria se exibindo. Mostrando os peitões gigantes irritantes dela. Desculpa, é que eu juro que aquela garota não merecia peitos daquele jeito. Uma pirralha mimada que não fazia porra nenhuma ainda se safava muito bem. Qualquer outra garota teria aprendido a lição da forma difícil. Mas ela não. Ela passava batido só porque brotaram peitões enormes e ela sabia como mostrá-los. Porque conseguia fazer os caras derreterem na mão dela com os peitões gigantes. E isso fazia ela se safar na sociedade. Ela não contribuía com nada! Ela literalmente só parecia bonita. Só isso! Mas homens amam peitões e isso, mesmo com a preguiça irritante dela, permitia que ela se safasse. Por que não podia ser que garotas boas, mulheres trabalhadoras, como eu, por que não podiam ser elas a ter peitões? Sempre eram as garotas preguiçosas e que não mereciam que brotavam peitões e conseguiam todos os garotos. Não as mulheres durona, independentes e profissionais. Nunca eram essas mulheres que tinham peitos grandes. Aquelas vadias com peitões gigantes eram todas putas! Você nunca conhecia uma mulher legal, simpática e profissional que por acaso tinha tetas enormes e gigantes. Por que uma mulher como eu não podia ter peitos grandes? Eu queria ter peitões! Ei, ainda era mulher, e ainda gostava de ver meu marido babando por mim. E não conseguia imaginar o quanto o Marcelo babaria por mim se eu tivesse peitos como os da Brenda. Não era como se eu tivesse ciúmes nem nada. Sério, como se eu tivesse ciúmes de uma garota de 18 anos. Rá! Especialmente uma garota como ela.

Claro, o corpo dela era perfeito. A bunda dela era suculenta. As pernas dela eram perfeitamente lisas, e ela tinha pele bronzeada perfeita. Ei, eu tinha 40 anos e ainda tava boa. Minhas pernas não eram tão longas e lisas todos os dias. Isso porque não tinha tempo de depilar as pernas todo dia. Eu tinha um emprego. Não podia passar tipo uma hora no chuveiro toda manhã como ela. E minha bunda não era ruim. Não, não ficava tão empinada quanto a dela. Não era tão redonda e firme, mas não era ruim. Um pouquinho caída, mas isso vem com a idade. E nem todos podíamos ter barriga chapada. Não é justo como pouco trabalho ela tem que fazer pra ser tão em forma. Eu fazia mais trabalho do que ela pra me manter em forma. Não ia pra academia, não tinha tempo, mas ainda tava bem. A genética não tava a meu favor aqui, e claramente, a genética dela era a única razão dela ainda estar tão boa assim. E ei, e daí, eu não tinha peitões. Sim, caras gostavam deles, mas não era uma necessidade. Fui casada por quase vinte anos. Então tenho certeza que ele gostava dos meus copinhos B muito bem.

Não tinha ciúmes. Realmente não tinha. Porque beleza passa. A verdadeira beleza está dentro. Nem todos podíamos ser garotinhas apertadas e empinadas. Eu era uma mulher mais velha. Uma mulher de verdade. Mas nada disso importava. Odiava ela por causa da preguiça dela, não pela aparência.

Então era bom revidar. Era bom mostrar a ela que o Marcelo não tinha se curvado à vontade mimada dela. Era bom quando ela não conseguia o que queria. Era bom transar com meu marido, com ela no quarto ao lado, dando um gostinho do próprio remédio. Tinha que admitir que me excitava ser tão barulhenta e esfregar na cara dela. E foi isso que me levou a fazer de novo e de novo. Duvido que aquela vadiazinha já tivesse tido alguém revidando pra ela. Aposto que era estranho pra ela estar do outro lado pela primeira vez.

Tinha chegado no ponto com ela de ou se endireita ou cai fora. Entendo que ela é filha do Marcelo, mas isso não significa que podia se aproveitar da gente. Se ela conseguisse se endireitar, entrar nos trilhos, e não ser uma vadiazinha insolente, eu ficaria feliz de tê-la por perto. Realmente queria dar uma chance a ela. Mas não tinha grandes esperanças. Ela precisava de disciplina. E se levasse a ameaça de ser expulsa e perder o amor do Papai, então talvez fosse isso que precisava.

Então comecei um novo plano de vocalizar todas as formas que ela tava nos usando, se aproveitando da gente. Confirmar meus sentimentos pro Marcelo e mostrar a ele que algo precisava ser feito sobre ela. E tinha que admitir, era surpreendentemente refrescante finalmente começar a vocalizar minhas opiniões negativas sobre ela. E não tava preocupada se ela revidasse, porque não tinha nada que ela pudesse inventar que pudesse fazer pra retomar controle da situação, agora que a verdade sobre ela tava começando a ser exposta.

Não fazia ideia do que estava prestes a desencadear.

**

(Marcelo)

Não consigo explicar por quê, mas na última semana ou duas, minha vida sexual tinha melhorado muito. Odeio fazer essa conexão, mas desde o incidente da Brenda nos pegando transando, é só que, sei lá, me sentia mais sexualmente carregado do que o normal. Sentia como se tudo ao meu redor tivesse pingando sexo. Tinha o fato de que a Fernanda tinha estado muito mais safada do que o normal. Depois teve toda aquela história com a Renata. Finalmente, tinha o fato de que eu continuava flagrando olhadas pro corpo da Brenda. E tinha algo nela, quando você olhava pra ela, pensava em sexo. Cada movimento que ela fazia. Tudo que ela fazia. Parecia que cada escolha que ela fazia era pra se tornar atraente de forma sexual. Em público, ela tinha aquele rebolado que chamava atenção de todos os caras. Tinha uma atitude muito de flerte, feminina. E infelizmente, tinha começado a notar isso.

Também tinha começado a notar outras coisas sobre ela. Ou pelo menos a Fernanda tinha. Ela tava apontando coisas que nunca tinha apontado antes. Apontando as vezes que a Brenda tava deitada por aí, sem fazer nada. Ou ela saindo dizendo que ia procurar emprego mas voltando com sacolas de compras na mão. Me incomodou um pouco quando a Fernanda começou a fazer isso, mas minha esposa não tava errada em nada do que disse.

Tipo uma vez, fizemos um jantar grande. Churrasco, batata assada, legumes cozidos. Uma refeição boa e saudável. Enquanto eu e a Fernanda não conseguimos terminar, ficamos impressionados quando a Brenda limpou o prato. Enquanto estávamos limpando, a Fernanda falou.

— Aquela garota come feito cavalo e não tem um pingo de gordura. Algumas coisas não são justas — a Fernanda comentou.

— Genética boa — brinquei, sabendo muito bem que a Brenda malhava.

— Ela vai nos deixar secos se continuar comendo toda nossa comida — a Fernanda disse.

— Ela vai nos pagar de volta quando conseguir o emprego — eu disse. Ela olhou pra mim quando falei isso, imaginando se eu realmente acreditava nisso. Eu me perguntei a mesma coisa.

Então a campainha tocou.

De novo, raramente tínhamos visitas. Da última vez a Brenda tava na porta. Eu e a Fernanda fomos pra porta e abrimos juntos. Não era uma garota jovem como da última vez. Dessa vez, eram duas garotas jovens.

Uma era loira, meio aérea, olhando pra cima do celular, mascando chiclete feito pirralha. A outra era uma garota asiática, com uma mecha azul interrompendo o cabelo escuro de forma rebelde e desobediente. Os olhos dela claramente traíam qualquer humildade já que estavam cheios de malícia.

— A Brenda tá em casa? — a jovem asiática disse com confiança. Olhei pra Fernanda, e ela parecia chateada, o que era estranho já que nem tava olhando essas garotas na cara. Ela tava dando aquela olhada avaliadora. Ambas tinham mais ou menos a idade da Brenda. Jeans apertado e estiloso na asiática, uma sainha na loira. Uma blusa amarela brilhante e apertada na loira, decotada o suficiente pra mostrar o peito impressionante dela. Uma camiseta estilosa e um moletom na asiática, moldando no peito magro, firme e empinado dela. Os rostos das duas eram lindos, mas essas garotas pareciam encrenca. Devia ser isso que tava deixando a Fernanda tensa.

— E vocês são? — perguntei.

— Ah. Eu sou a Alisson. Essa é a Carla. Somos amigas da Brenda. Ela disse que podíamos, tipo, dormir aqui — a Alisson disse.

— Ah, hã, ela nunca nos pediu — a Fernanda começou.

— ALISSON! CARLA! — a Brenda gritou das escadas atrás de nós. A Alisson e a Carla passaram correndo por nós e pularam nos braços da Brenda. Elas pularam com alegria saltitante.

— Valeu, Papai, por deixar elas dormirem aqui — a Brenda disse, levando as garotas escada acima.

— Valeu, Sr. Marcelo — a Alisson e a Carla disseram em uníssono, sorrindo maliciosamente, se inclinando perto uma da outra. A Fernanda me fuzilou assim que as garotas desapareceram.

— Eu não sabia de nada disso — eu disse, levantando as mãos.

— Bom, pelo menos sabemos o tipo de galera com quem ela anda — a Fernanda disse, cutucando um pouco a escolha de amizades da minha filha.

**

(Brenda)

— Meu Deus! Seu pai é gostoso demais! — a Alisson disse assim que entramos no meu quarto. Ao mesmo tempo, a Carla murmurou "Meu Deus", igualmente impressionada com meu papai gostoso. Sorri com orgulho, não só orgulho de filha, mas pela confirmação de que não era só eu que o Papai afetava. O magnetismo sexual descarado do Papai era suficiente pra fazer outras garotas jovens e sexy como eu tremerem de tesão. Claro, as duas eram muito experientes nos caminhos de homens mais velhos, como eu, mas nunca tinha visto elas tão afetadas por um homem como estavam com meu Papai.

— Então... — a Alisson disse, virando pra me encarar. — Você já chupou o pau dele?

— Alisson! — eu disse, chocada com a Alisson, direta como sempre. — Não, eu não chupei o pau do meu pai... — acrescentei.

Tinha ficado com medo de discutir meus pensamentos safados com minhas amigas, mesmo essas duas sendo minhas melhores amigas no mundo inteiro. Mesmo que nenhuma das duas fosse um anjo, bom, francamente as duas eram sujas pra caralho, mas não tinha certeza se até elas entenderiam minha luxúria indecente pelo meu próprio pai. Mas pelo jeito que essas garotas tavam me olhando, dava pra ver imediatamente que nenhuma ia me julgar por querer ele. Se algo, parecia que o pensamento podia interessá-las muito. Então, arrisquei e falei.

— Ainda não.

As duas garotas riram da minha confissão. Como se um peso tivesse saído dos meus ombros, como se a represa tivesse rompido, as palavras jorraram de mim.

— Gente, meu Deus, vocês não têm ideia de como tem sido difícil ficar perto dele. Ele é gostoso pra caralho — eu disse rapidamente.

— Ah, eu sei, miga — a Carla disse.

— Ele tá, tipo, afim de você? — a Alisson perguntou.

— Acho que sim — eu disse fofa, adorando finalmente poder fofocar com minhas amigas sobre garotos de novo.

— Não te culpo, miga. Você tá linda — a Carla disse.

— Valeu. Ei, tenho que fazer alguma coisa, além de ficar aqui o dia todo com a esposa dele — eu disse.

— Eca, eu sei. Ela parecia nojenta — a Carla disse.

— E vocês me conhecem. Eu não vou arrumar porra de emprego nenhum — acrescentei, fazendo elas rirem.

— Nunca te vi fazer um pingo de trabalho na vida — a Carla acrescentou com um sorriso.

— E isso não vai mudar. Apesar do que a vadia pensa — eu disse firmemente.

— Como aquela bruxa acabou com um gostoso daquele? — a Alisson ponderou.

— Né! — eu disse, feliz que ela compartilhava meu ponto de vista. — AI! AI! Gente! Tenho que contar. Eu vi o pau dele! — exclamei, animada.

— Você viu? Como? — a Alisson perguntou rapidamente.

— Peguei ele comendo a esposa! Vi ele em ação. E a melhor parte é... ele me viu! — eu disse empolgada.

— Ele te viu? — a Alisson perguntou.

— O que aconteceu? — a Carla perguntou.

— Ele continuou! Continuou comendo ela! Fez um show pra mim! Ele me viu! Viu meu corpo! E gozou! Ele viu meus peitos naquele sutiã elástico, sabe qual, e ele gozou pra caralho! Ele gozou feito mangueira de bombeiro! Eu fiz ele gozar! — eu disse feliz.

— Caralho! — a Alisson disse.

— Isso é quente demais! — a Carla disse.

— Né! E como eu disse... vi o pau dele — provoquei.

— Me conta, miga. Quão grande ele é? — a Alisson disse, segurando as mãos uns quinze centímetros separadas. Balancei a cabeça. Ela afastou as mãos mais, uns vinte centímetros. Sorri maliciosamente e balancei a cabeça não. As mãos dela continuaram indo esperando eu parar ela. Conforme as mãos dela chegaram a uns vinte e cinco centímetros, e eu não parei ela, a boca dela se abriu em choque, conforme as mãos continuavam. Então, a porta abriu.

O Papai colocou a cabeça pra dentro. Ele não sabia que era o tópico da nossa conversa. Não sabia que nós três vadias adolescentes estávamos impressionadas com a rola carnuda dele. Não percebeu a luxúria nos nossos rostos enquanto encarávamos ele. Não percebeu as mãos da Alisson abertas, largas o suficiente pra caber uma rola carnuda de paizão no meio. Não percebeu a Carla lambendo os lábios, a mão dela inconscientemente acariciando a garrafa de água como se tivesse acariciando um pau grande. Não percebeu a boca aberta da Alisson, pronta pra receber uma rola enorme e madura bem fundo. Não percebeu meus peitos estufados, mamilos latejando e decote exposto.

— Vocês vão jantar com a gente? — o Papai perguntou.

— Sim. Claro! — a Alisson disse, animadinha, mais animada do que nunca, ansiosa pra passar tempo perto do meu papai gostoso.

— Ok, ótimo — o Papai disse, mostrando o sorriso sexy, fazendo três garotas de 18 anos tremerem de tesão. Ele fechou a porta e voltou pra baixo, sem saber que tava saindo de perto de três garotas que estavam quentes, no cio, e prontas pra serem comidas... por ele.

E tudo que eu conseguia pensar era na próxima vez que ele estaria na mesma situação; ele não cometeria o mesmo erro.

**

(Marcelo)

No dia seguinte, depois que as amigas da Brenda foram embora, notei a Fernanda encarando o quintal olhando pra alguma coisa. Parecia que algo tava deixando ela puta da vida. Ela tava fervendo. Olhei pela janela do outro cômodo. No quintal tava a Brenda. Ela tava prestes a sair pra correr. Tava usando uma regata rosa apertada e uns shorts elásticos que moldavam na bunda dela. As pernas longas tavam expostas e ela tava usando uns tênis de corrida rosados. Ela se curvou, a bunda apontada pra casa. Então se alongou de um lado pro outro. Se alongou com uma graça definitiva, mostrando que poderia ter sido uma atleta se tivesse vontade pra isso. Então saiu correndo.

Foi mais ou menos uma hora depois que ela voltou pra casa. Entrou, encharcada de suor. Eu tava no sofá e ela ficou bem na minha frente, a bunda dela a uns trinta centímetros do meu rosto. A Fernanda olhou pra ela, como se irritada por alguma razão.

— Como tá indo a caça ao emprego? — ela perguntou.

— Sem sorte, Fernanda — a Brenda disse, rapidamente. — Ei, Papai, eu sei que você disse que não ia me dar mensalidade de academia até eu arrumar um emprego, mas acho que você deveria reconsiderar. Fui cantada por, tipo, uns dez moleques enquanto tava correndo. Acho que esse bairro não é seguro pra uma garota como eu ficar correndo por aí.

— Nosso bairro é ótimo — a Fernanda disse.

— Bom, pra alguém como você... Mas você tem que pensar em mim — a Brenda explicou.

— O que você quer dizer com alguém como eu? — a Fernanda disse, ficando brava.

— Bom, você é uma senhora mais velha. Eu sou só uma garota jovem — a Brenda disse.

— Eu não sou tão velha assim, querida! — a Fernanda disse, chegando perto.

— Ei! — eu disse, levantando e ficando entre elas. — Brenda, vai pro seu quarto. Fernanda, vai pra cozinha.

A Brenda saiu pisando duro, com raiva. A Fernanda não tava muito feliz também enquanto eu seguia ela.

— Qual é, Marcelo! — a Fernanda disse. — Ela tava me provocando.

— Eu sei, mas ainda assim, você precisa ser um pouco mais compreensiva com ela. Você ganha mais moscas com açúcar do que com vinagre — eu disse.

— Que bonitinho, Marcelo. Você precisa parar de proteger ela demais! Ela é sua filha! Mostra uma disciplina pra ela, porra! Para de deixar ela brincar com essa merda de garotinha com você! Cresce! Seja o pai dela! — a Fernanda disse, pegando as chaves e saindo pisando duro, batendo a porta atrás dela. Cerrei as palmas com raiva e fui confrontar a Brenda.

Subi e bati na porta dela. Abri e encontrei minha filha andando de um lado pro outro.

— Ela tá sempre tentando arrumar treta comigo! — a Brenda argumentou, mexendo os braços com raiva, fazendo os peitos dela balançarem por baixo da blusa.

— Escuta, ela não se afeiçoou a você. Mas você poderia fazer melhor, e você sabe disso. Você sabe o que tá fazendo com ela — falei pra ela.

— Mas ela é uma vadia! — a Brenda disse, virando as costas pra mim, mostrando a bunda de lycra pra mim, mostrando como moldava no traseiro dela.

— Ei! Essa é minha esposa. Escuta, não podemos te manter aqui se você não ajudar. Você precisa arrumar um emprego, ok? Se não arrumar, não vou conseguir te manter por aqui — eu disse, parando ela no meio do caminho.

— Você pode me ajudar? — a Brenda perguntou, olhando pra mim esperançosa.

— Claro. Com certeza — eu disse, colocando minhas mãos nos ombros dela confortavelmente, tentando acalmá-la. — Acha um emprego pra mim — acrescentei. Ela sorriu calorosamente.

— Faço qualquer coisa por você, Papai — ela disse, andando pra frente e me dando um abraço, me segurando forte. Empurrando a barriga firme dela na minha ereção dura feito pedra.

— Ah! — a Brenda disse, sentindo, se afastando rapidamente. — Guarda isso pra Fernanda, Papai — ela brincou por cima do ombro, sorrindo, enquanto saía do quarto. Fiquei congelado.

Que porra acabou de acontecer? Por que eu tava duro? Devia ter sido a discussão. A intensidade dela me fez ficar duro. É, deve ser isso. Não foi minha filha desfilando nas roupas de ginástica. Não foi o jeito que a blusa grudava nos peitões dela. Não foi o jeito que o short grudava na bunda dela. Foi só a intensidade da discussão.

Né?

**

(Fernanda)

Assim que bati a porta na cara do meu marido me senti mal. Me lembrou da faculdade e da garota que eu costumava ser.

Sou uma esposa melhor do que era namorada. Nunca fui a garota mais extrovertida e nunca pensei muito bem da minha própria aparência. Então quando algum garoto se aproximava de mim, ficava desconfiada, como se tivessem armando alguma pegadinha comigo e eu fosse a palhaça da piada. Nem preciso dizer que não namorei muito.

O Marcelo tinha sido meu primeiro namorado de verdade, e ele tinha feito de tudo pra me conquistar. Poemas, chocolates, todo tipo de gesto romântico enjoativamente doce, deixando claro que os sentimentos dele eram genuínos. Aceitei sair com ele só pra ele me deixar em paz.

Levou muito tempo pra baixar minha guarda perto dele. Muito tempo. Eu gritava com ele, berrava com ele, ficava brava com a menor coisa. Mas ele voltava, toda vez, leal como podia ser. Ele via algo em mim que eu não via.

Não sei qual era meu problema, honestamente. Acho que me odiava. Não deixava ninguém entrar. Não confiava em ninguém pra ver quem eu realmente era e esperar que ainda gostassem do que vissem.

Foi a primeira vez que vi o Marcelo ficar bravo comigo que me conquistou. Por muito tempo, ele só deixou eu gritar e berrar e pisar nele. Finalmente ele teve o suficiente. Ele gritou comigo. Ficou bravo. Defendeu ele mesmo. Me chamou na responsa pela merda que eu tava fazendo ele passar. Me mostrou que tava pronto pra ficar comigo pro longo prazo. Vi a paixão com que ele falava. Vi ele pulsando de emoção. Beijei ele na boca.

Deixei o Marcelo entrar. Ele foi o primeiro homem pra quem expus meu verdadeiro eu. Deixei ele ver minhas emoções, meus medos e sentimentos mais profundos.

Não foi mar de rosas daí em diante. Eu era ferozmente protetora dele e tava apavorada de perdê-lo. Tinha deixado ele entrar, não podia simplesmente perdê-lo. Então virei uma vadia ciumenta. Toda vez que via ele só conversando com outra garota ficava brava. Quando via outra garota flertando com ele, surtava. Esperava que ele fosse leal a mim e só a mim. E quando ele não se comprometeu comigo, terminei com ele. E quando tava longe dele, percebi o quão vazia me sentia sem ele. Percebi que não era perfeita, que ainda era capaz de tratá-lo como lixo.

Então, voltei com ele. Recompensei a lealdade dele a mim com lealdade a ele. Dava pra ver que ele sentia o mesmo, porque concordou em se mudar comigo, pra me ajudar a seguir minha carreira.

Conforme nosso relacionamento floresceu, a parte ciumenta de mim meio que morreu. Ele casou comigo. Era toda a lealdade que eu precisava. Hoje em dia podia vê-lo conversando com outra mulher e não ferver de ciúmes. Mas tinha começado a reacender assim que a Brenda entrou nas nossas vidas.

Saber que meu marido tinha me traído reacendeu aqueles fogos de ciúmes. Mas tinha crescido o suficiente pra saber que um erro bêbado da faculdade não valia ficar brava. Por mais que me queimasse saber que o Marcelo meio que tinha me traído, eu meio que merecia. Eu basicamente tinha terminado com ele, então não estávamos tecnicamente juntos. Tinha ficado tão brava com ele por tanto tempo, sem nenhuma boa razão realmente. Acho que merecia alguma retribuição. E agora essa retribuição tava personificada na Brenda.

Eu realmente não gostava dela. Alguma coisa nela me irritava. Odiava que o Marcelo era obrigado a se importar com ela, mesmo ela sendo uma aproveitadora. Odiava que meu marido tinha que ser leal a ela, porque era o pai dela. Odiava que eu tava com ciúmes!

Tava com ciúmes da Brenda. Tava com ciúmes da atenção que ela roubava do Marcelo. Tava com ciúmes de que ela tava entrando na vida perfeita que criamos. Tava com ciúmes de que o Marcelo se sentia leal o suficiente a ela pra ignorar as falhas dela, as muitas falhas. Tava com ciúmes de que tinha levado tão pouco tempo pra Brenda ganhar essa lealdade dele, uma lealdade que ela não ganhou como eu ganhei. E talvez, só talvez... tava com um pouquinho de ciúmes do corpo dela. Realmente não gostava dela, mas o corpo dela era irritantemente perfeito.

A Brenda era igual àquelas garotas da faculdade. Tentando roubar o Marcelo de mim. Sabia que tinha algo insidioso nela. Como se ela quisesse ele só pra ela. Enquanto as garotas da faculdade queriam ele romanticamente, essa vadiazinha queria o "Papai" só pra ela. Garota jovem típica, como se todo mundo devesse algo a ela.

Tava numa sinuca. Podia falar mais e forçar o Marcelo a tomar uma decisão difícil sobre a Brenda. Mostrar aquele lado ciumento de mim pro meu marido de novo, aquele lado que quase nos separou. Ou, podia mostrar como os anos tinham me amadurecido e me tornado uma pessoa maior. Uma pessoa mais madura que essa princessinha agora na minha casa. Por mais que quisesse a Brenda fora da jogada, sabia que se fizesse isso, o Marcelo ia me ressentir por mandar a filha dele embora. Ele ia me ressentir por ainda ser a garota imatura que eu costumava ser. Não, não podia fazer isso. O Marcelo tinha que chegar nessa percepção sozinho. A percepção de que a Brenda era má notícia e precisava ser lidada. E eu tinha que estar do lado dele, uma esposa leal e apoiadora, não uma garota ciumenta e brava.

Então voltei pra casa naquela noite. Tive uma longa conversa madura com o Marcelo deixando ele saber meus sentimentos sobre ela, mas dizendo a ele que queria dar uma chance a ela. Queria que isso desse certo. De verdade. Mas não podia ficar feliz com a Brenda do jeito que ela era. Ela precisava crescer. Disse a ele que tava disposta a aceitar o julgamento dele, já que ele era o pai dela. Ele concordou, e disse que ia garantir que ela achasse trabalho. Ia garantir que ela crescesse.

Ia garantir que seria o pai que ela precisava.

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Comentários

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O episódio em termos de história foi muito bom, mas acho que falta um pouco de putaria, em se tratando que já chegou no 7° episódio, digo isso pra deixar o leitor mais atraído e ansioso pelo próximo, pra não ficar uma história muito água com açúcar, fora isso, tamanho de de texto e escrita perfeita.🌟🌟🌟

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A Brenda é uma verdadeira puta. Não tem como ter relacionamento com mulheres assim. Ela não ama o pai e o quer usar pra luxuria dela: segurança financeira e prazer sexual. Vai sugar o otário até ele não ter mais nada pra dar. Fernanda está certa. Precisa situar o marido e conversar sempre, sem deixar de estar atenta com a puta dissimulada da enteada. Afinal, 18 anos não é criança, já é adulta. Ele pode ajudar ela pagando um aluguel, durante um tempo ajudando com alimento e botar a puta pra trabalhar. Mas acredito que no final.. ela fará job. Tem o perfil.

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