A festa de fim de ano rolou solta no salão comunitário, com cerveja gelada escorrendo pelas garrafas suadas, música boa bombando alto e corpos roçando na pista lotada – eu dançando colada em Rafael e Lucas, meus amigos de rolês antigos que reencontrei ali por acaso, sentindo seus paus endurecendo nas minhas coxas por baixo das saias curtas. O tesão virou inevitável: saímos tropeçando bêbados, risadas altas, pro carro de Lucas, e paramos na casa apertada dele, quarto bagunçado com cama de solteiro rangente, cheiro forte de cigarro velho, suor fresco e abajur amarelado piscando. Sou virgem – buceta e cu selados –, mas adoro drenar macho sem me entregar.
Chegamos bêbados e tarados, porta trancada. Rafael jogou na cama king size improvisada (duas solteiras coladas), calça arriada, pau de 18cm meia-bomba; Lucas no chão, cueca baixa, rola de 19cm fina e comprida já dura. "Hoje a gente te usa em dupla, Adriane", Rafael provocou. Eu tirei a saia curta, calcinha úmida: "Vem, seus porcalhões da festa, mas nada de foder minha buceta virgem – só punhetas, boquetes e lambidas pra mim gozar sem perder o selo."
Ajoelhei no tapete puído entre eles, mãos nas duas rolas quentes. Direita na grossa de Rafael, veias pulsando, glande roxa babando prévia; esquerda na fina de Lucas, pele lisa escorregando, bolas apertadas de tesão acumulado. "Deixa eu bater punheta em vocês dois até babarem na minha cara, safados da festa!", mandei, cuspindo saliva nas hastes pra lubrificar. Subi e desci ritmado: punho apertando base de Rafael, girando cabeça latejante; torcendo a de Lucas devagar, rolando ovos cheios e suados. Eles gemiam rouco, Rafael: "Porra, tua mão é punheteira profissional depois de cerveja!" Lucas: "Acelera, Adriane, faz minha rola inchar pra tua boca gulosa!"
Rafael puxou meu cabelo suado: "Engole a minha primeiro, buceta virgem gulosa!" Chupei 15cm dele até as bolas baterem no queixo, garganta esticada como túnel, cuspe da festa misturado escorrendo. "Mete fundo na minha boca, Rafael, fode como cu de puta bêbada!", gemi com pau na garganta. Ele bombava selvagem, enquanto batia punheta em Lucas, dedão pressionando uretra dele. Troquei: engoli Lucas inteiro, 19cm afundando reto, bolas no queixo peludo, sugando vácuo forte. "Chupa mais forte na minha, sua vadia da festa!", Lucas implorou, mãos no meu rabo. Cuspe melado pingava nas tetas pequenas por baixo da blusa rasgada na empolgação, porra prévia babando no queixo.
Gozaram quase juntos na minha cara: Rafael primeiro, jatos grossos e quentes na língua e bochechas, salgado de cerveja enchendo a boca – engoli metade, cuspi o resto nas tetas meladas. Lucas explodiu logo, porra rala mas volumosa escorrendo pelo nariz e pescoço, lambi limpo as duas glandes pulsantes e exaustas. "Boa puta da festa, limpou tudo", Rafael riu, ofegante.
Me jogaram na cama bagunçada, calcinha puxada pro lado – buceta exposta, lábios inchados de tesão alcoólico, clitóris duro implorando. "Agora lambam minha buceta juntos, seus porcalhões, chupem até eu gozar na cara suada de vocês!", ordenei. Rafael mergulhou língua larga nos lábios carnudos, chupando mel salgado misturado com suor da dança; Lucas no clitóris inchado, dedão roçando entrada sem invadir. "Lambe mais fundo no meu clitóris, Lucas, e Rafael, mama meus lábios como puta faminta da festa!", gemi rebolando no colchão rangente. Alternavam feroz: Rafael forçando língua contra hímen intocado, bebendo fluxo; Lucas sugando vácuo no botão, dois dedos massageando virilhas suadas. Corpo tremeu violento, gozando forte – mel jorrando nas barbas e camisas deles, buceta contraindo ondas alucinantes, pernas moles no ar.
Rafael dedou meu cu por cima, um dedo oleado roçando anel rosado sem furar: "Sente isso, vadia da festa? Um dia arrombamos tudo sem dó." Lucas chupava tetas com porra seca, mamilos duros mordidos. Gozei segunda vez, molhando lençóis fedendo a sexo. Pauzudos meia-bomba, exaustos de cerveja, mas paramos aí – eu intacta, eles vazios.
Casa fedia a porra, mel e álcool, saí de manhã virgem, buceta latejando por mais duplas pós-festa.