**Fui chantageada a transar com meu pai para não ser despejada – História real (com todos os detalhes que vivi)**
Oi gente, hoje vou contar como conseguimos não ser despejados. Foi algo que eu jamais imaginaria na vida, mas no desespero a gente faz qualquer coisa pela família.
Meu nome é Laura, tinha 18 anos na epocada historia , tenho cabelo castanho claro, magra, seios médios e naturais, amo sexo, sempre fui muito mente aberta. Tenho 1,55 cm, pele branquinha ...
Meu insta Laura18y188
Meu pai, Rodrigo, tem 44 anos, 1,84 m de altura, um pouquinho barrigudinho (mas sexy), muito bonito, cabelo curto castanho-escuro, barba bem aparada e desenhada, cheiro de homem maduro que sempre me deixou com um frio na barriga.
Sou a segunda filha: tenho um irmão mais velho, uma irmã mais nova e um irmão caçula. Na pandemia meu pai perdeu quase todos os contratos — ele é fotógrafo profissional —, minha mãe foi mandada embora, meu irmão mais velho também, e morávamos de aluguel numa casa boa, mas cara. A situação apertou demais.
O dono da casa era um amigo antigo do meu pai, seu José, 54 anos, morava num condomínio fechado chique na mesma cidade. Sempre que me via, ele elogiava: “Nossa, Laura, como você está linda, crescendo uma mulherão…”. Eu dava um sorriso sem graça, mas percebia o olhar dele devorando meu corpo.
Estávamos devendo três meses de aluguel. Seu José já tinha dado ultimato: ou pagava ou era despejo. Foi aí que tudo mudou.
Seu José chamou meu pai para conversar. Meu pai disse: “Vai comigo, filha, você é a moça da casa agora”. Minha mãe tinha arrumado um bico temporário e não podia ir. Ouvi meu pai no telefone: “Sim, ela vai comigo, daqui a pouco estamos aí”. Achei estranho, mas fui me arrumar.
Coloquei uma legging preta bem justa, marcando a bunda inteira, uma regatinha preta decotada que mostrava o vale dos seios, passei meu perfume favorito (um floral doce com fundo amadeirado) e fui até ele. “Vamos, filha?”
No carro, caminho até a casa de seu José, eu perguntei:
— Pai, por que eu preciso ir junto?
Ele, olhando fixo pra frente, respondeu com voz pesada:
— Não sei direito, filha… Seu José parece gostar muito de você. Nossa situação em casa está desesperadora. Vamos ter que implorar pra ele não nos despejar.
Ali eu comecei a entender a gravidade. Meu estômago embrulhou.
Chegamos. Casa linda, piscina, tudo de alto padrão. Seu José morava sozinho, cheio da grana. Nos recebeu simpático, mas com aquele olhar de predador. Sentamos na varanda arejada.
Meu pai começou:
— José, a situação tá muito difícil… Será que você consegue nos dar um tempo no aluguel? Só mais uns meses…
Seu José me olhou de cima a baixo, demorando nos meus peitos e na curva da cintura, e disse:
— Poderíamos chegar a um acordo que fosse bom pra todo mundo.
Eu olhei pro meu pai, estranhando. Ele respirou fundo e falou:
— Vai direto ao ponto, José.
Seu José sorriu devagar:
— Que tal você deixar sua filha um pouco comigo… Ela podia me fazer umas massagens gostosas e…
Meu pai se levantou na hora, vermelho de raiva:
— Vamos embora, filha! Esse tarado filho da puta!
Ele me puxou pelo braço. Antes de sairmos, seu José gritou:
— Pense na sua família, Rodrigo! Podemos pensar em outra forma…
Meu pai bateu a porta com força. Entramos no carro. Ele começou a chorar baixinho, as mãos tremendo no volante.
— Pai…
— Filha… estamos perdidos.
Eu respirei fundo, coração disparado:
— Deixa, pai. Se for pra gente ficar bem, eu faço.
— Não, Laura, eu não posso deixar você fazer isso!
— Vamos ver qual é a outra opção que ele dá. Pelos meus irmãos, por você, pela mamãe…
Ele respirou fundo, enxugou o rosto e deu meia-volta. Voltamos.
Seu José abriu a porta sorrindo, vitorioso. Sentamos no sofá da sala ampla. Ele se acomodou numa poltrona à frente.
— Estão dispostos a negociar?
Eu respondi antes do meu pai:
— Sim.
Seu José sorriu malicioso:
— Se você não quiser transar comigo, podemos pensar em outra coisa.
— Topo! — falei rápido.
— Mas você nem sabe o que é, menina…
— Se não for transar com o senhor, eu topo.
Seu José olhou pro meu pai:
— Você está de acordo, papai?
Olhei pro Rodrigo. Ele me olhou de volta, angustiado. Eu disse baixinho:
— Tá tudo bem, pai.
Rodrigo engoliu em seco e falou:
— Sim. O que seria?
Seu José se recostou, abriu o zíper da calça devagar, tirou a cueca e deixou o pau semi-duro à mostra, grosso, veias saltadas, cheirando a macho excitado.
— Quero ter prazer. Já que sua filha não vai me dar diretamente, vai dar indiretamente.
Meu pai fez menção de levantar. Eu segurei o braço dele com força:
— Calma, pai!
Seu José continuou, se masturbando devagar:
— Quero um show seu, menina. Mas não precisa ser pra mim… tem que fazer exatamente o que eu mandar. Concorda? Se não, amanhã mando despejar toda a sua família.
— Tá bom… eu concordo — respondi, voz tremendo um pouco.
— Tira a regata.
Tirei devagar. Ele ligou um som de striptease bem sexy, grave, pulsante.
— Isso, dança pra mim.
Depois olhou pro meu pai, que estava de cabeça baixa:
— Dance pro seu pai, Laura.
Comecei a rebolar devagar, quadril ondulando, mãos subindo pelo corpo. Segurei o rosto do meu pai com carinho:
— Pai… vou fazer pela nossa família.
De repente, seu José falou com voz rouca de tesão:
— Laura…
Olhei pra ele.
— Senta no colo do seu pai.
— Como assim?
— Isso mesmo que você ouviu. Senta.
Eu hesitei um segundo, depois obedeci. Sentei de frente, pernas abertas, buceta roçando por cima da calça dele.
— Em cima do pau dele!
Meu pai abriu a boca:
— O que você está fazendo?
Seu José riu:
— Cala a boca. Estou negociando com a sua filha.
Ele olhou pra mim:
— Quero que você rebole no pau do seu pai até ficar duro. Faça!
Assustada, comecei a rebolar devagar. Sentia o pau mole dele embaixo da calça, quente, começando a pulsar. O cheiro do perfume dele misturado com o meu, o calor do corpo dele subindo.
— Você tem 5 minutos pra deixar duro, menina. Se não, despejo amanhã.
Virei o rosto pro meu pai:
— Pai, preciso da sua ajuda… por favor!
— Não consigo, filha…
— Fecha os olhos.
Ele fechou. Abri mais as pernas, sentei com mais pressão, rebolando em círculos lentos, sentindo a fricção da legging na cabeça do pau dele.
— 3 minutos…
Respirei fundo, aproximei a boca da orelha dele, beijei devagar a pele quente, lambi o lóbulo, desci pro pescoço, cheirando o cheiro de suor limpo e perfume amadeirado dele.
— 2 minutos…
Puxei o cabelo dele de leve:
— Papai… deixa duro… vai… vaiiii… aiii… aiiii…
Senti ele crescer embaixo de mim, engrossando, pulsando. Aumentei o ritmo, esfregando minha buceta molhada por cima da calça, gemendo baixinho no ouvido dele:
— Aiii… aiii… isso… issooo… aiii… aiiii…
— 1 minuto.
Segurei o pau dele por cima da calça, apertando e masturbando rápido.
Tempo acabou.
Saí de cima. Seu José se aproximou, verificou com a mão:
— Hummm… muito bom!
Ele sentou de novo:
— Agora tira a calça do seu pai.
Abri o zíper devagar, desabotoei, puxei a calça e a cueca até os tornozelos. O pau dele já estava semi-mole outra vez, brilhando de pré-gozo.
— Você tem 20 minutos pra fazer seu pai gozar. Mas tira sua calça primeiro.
Tirei a legging devagar, ficando só de calcinha fio dental preta e sutiã combinando. A calcinha já estava encharcada, marcando os lábios inchados.
— Começa!
Voltei a rebolar em cima dele, agora só de calcinha, sentindo o pau dele roçando direto na minha buceta coberta só por um fiapo de tecido. O calor, o cheiro de sexo começando a tomar conta da sala.
Mas 15 minutos se passaram e ele não ficava duro de novo.
Parecei, segurei o rosto dele:
— Pai… por favor… por nós… pela nossa família…
— Eu não consigo, filha… me desculpa.
Seu José:
— 13 minutos…
Sem pensar duas vezes, tirei o pau dele da cueca. Estava quente, pesado na minha mão. Seu José já se masturbava loucamente, respirando pesado.
Passei a língua bem devagar na cabecinha, sentindo o gosto salgadinho do pré-gozo, o cheiro forte de macho excitado. Coloquei na boca, quente, molhada, chupando devagar, subindo e descendo.
Em poucos movimentos ele ficou duro de novo, latejando na minha língua.
— Isso…
10 minutos.
Masturbava com a mão enquanto chupava, lambendo as veias, a cabeça inchada, falando com voz manhosa:
— Goza, papai… goza pra mim…
Ele me olhava de joelhos, pau na minha boca, olhos vidrados:
— Filha… eu não consigo gozar só no oral…
Sem pensar, puxei a calcinha de lado, subi em cima dele e encaixei a cabecinha na entrada da minha buceta (eu só tinha transado uma vez na vida, era bem apertadinha, quente, molhada).
— Vai, papai…
Desci devagar, sentindo ele me abrir, me preenchendo inteira.
— Aiiiiii…!
Minha buceta pulsava em volta dele, molhada demais, escorregadia. Comecei a sentar mais rápido.
— Aiii… aiii… que delícia… aiiiiii…
Meu pai me abraçou pela cintura, mãos grandes apertando minha bunda.
— Aiii, papai… melhor ser com você do que com ele… goza… vaiiii… aiii… goza, papai!
Sentava com força, sentindo o pau dele bater no fundo, o barulho molhado da buceta engolindo ele inteiro. Ele começou a beijar meu pescoço, chupar a pele, gemendo rouco:
— Aiii… filha…
De repente ele se levantou comigo no colo, pau dentro, me deitou no sofá e começou a socar forte, fundo, ritmado.
— Vou gozar, filhaaaa… aaaaiiii filha…
— Aaaaaiiii… goooozaaaa papaiiii!
Seu José:
— 1 minuto…
Eu abracei ele com força, gozei tremendo toda:
— Aiii… aiii… aaaaaaaaaaa… tô gozandoooo!
Minha buceta apertou ele, pulsando, escorrendo. Ele socou mais fundo e gozou gritando:
— Aaaaaiiiii… AAAAAAAAAAAAAAAAAA… GOZEIIIIII… AAAAAA!
Senti jato atrás de jato, porra quente enchendo minha buceta, escorrendo pelas coxas.
Fiquei tremendo, ofegante, pingando porra e gozo misturados. Meu pai caiu do meu lado, suado, peito subindo e descendo.
Seu José, todo gozado na mão, sorriu:
— Muito bom… esse mês está pago!
Meu pai demorou uns minutos pra se recompor. Me vesti devagar, sentindo a porra dele escorrendo pela perna. Ele se vestiu também.
— Vamos, filha.
Antes de sair, olhei pra seu José e sorri:
— Obrigada por realizar meu fetiche, seu tarado.
Ele riu:
— Você é uma ótima atriz.
— Vou vir te visitar durante a semana… obrigada por realizar minha fantasia.
— Vai lá, antes que seu pai desconfie.
Saí correndo.
No carro, meu pai estava quieto, olhar perdido. Toquei a mão dele:
— Pai… não fica assim. Fizemos pela família. Ninguém vai saber. Eu te prometo.
Dei um selinho leve nos lábios dele. Ele sorriu de leve.
Me ajeitei no banco:
— E não foi ruim, né?
Ele olhou pra mim, voz rouca:
— Não, filha… foi muito gostoso.
Voltamos pra casa com o mês pago.
À noite meu pai falou pra minha mãe que tinha conseguido negociar com seu José. Ela ficou aliviada.
Meia-noite. Meu pai apareceu na porta do meu quarto:
— Filha… tá acordada?
— Tô sim, pai.
Eu estava de camisola vermelha curtinha, sem sutiã, bicos duros marcando o tecido fino, calcinha rosa fio dental.
Ele entrou, de camisa e short, sentou na beirada da cama:
— Obrigado pelo que você fez hoje… pela nossa família.
— Imagina, pai…
Sentei do lado dele. Senti a mão grande e quente dele na minha coxa, subindo devagar.
— Você gostou do que fizemos?
Olhei nos olhos dele:
— Pai… com todo respeito… seu pau é uma delícia.
Ele riu nervoso:
— A gente é louco, sabia?
Tirou uma caixinha do bolso:
— Comprei pra você… pílula do dia seguinte.
Tomei na hora, sorrindo:
— Preciso tomar mesmo, né? Já que vamos pagar o aluguel assim de agora em diante…
Ele sorriu. Deitei a cabeça na coxa dele, rosto virado pro volume do short. Beijei de leve por cima do tecido.
— Laura… Vanessa…?
— Shiuuu…
Fui abaixando o short devagar. O pau dele já estava duro, 18 cm, grosso, cabeça rosada brilhando. Passei a língua bem devagar na glande, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de macho que me deixava louca.
Coloquei na boca, quente, molhada, chupando devagar, lambendo a cabecinha, descendo até a base.
Ele segurou meu rosto, gemendo baixo:
— Aiii… aiii… que gostoso… filha…
Aumentei o ritmo, engolindo mais fundo, babando, língua rodando.
— Aiii… aiii… filhaaaa… tá muito… aiii… muito bom!
Segurei a base, masturbando enquanto chupava forte. Ele colocou a mão na minha nuca, empurrando de leve.
— Aiii… aiii… vou gozar… aaaaaaaaaa…
Jatos quentes explodiram na minha boca, porra grossa, quente, gostosa. Engoli tudinho, lambendo até a última gota.
Sorri pra ele:
— Sua primeira gozada no oral, pai.
Ele me puxou e me beijou na boca, língua com gosto de porra misturada com a minha.
— Você é perfeita, filha…
Sorri:
— Pode vir sempre aqui.
Ele se levantou, me deu um último beijo na testa e saiu.
Fiquei lá sorrindo, pensando em tudo que tinha acontecido e como, graças ao seu José, eu finalmente realizei minha fantasia secreta de anos.
Durmi feliz.
Espero que tenham gostado do conto com todos os detalhes quentes… Um beijo bem molhado e safado, amores!!
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